• 12 de março de 2012

    Escolha Emocional

    – Não dá, simplesmente não consegui agir de outra forma.

    – Muito bem, sem problemas

    – Como assim sem problemas? Foi tudo por água a baixo agora!

    – É, até o momento é o que parece. Agora você pode entrar em desespero ou buscar uma emoção mais útil para você nesse momento. O que você prefere?

    – … tá… é… esse desespero só vai piorar a minha situação…

    – Ótimo, coloque os pés no chão, respire fundo e lentamente para diminuir o seu ritmo. Quando você começar a se sentir um pouco mais calma pergunte-se: que emoção pode me ajudar a ter boas idéias para remediar a situação?

    – Akim, acho que devo me arrepender do que fiz… foi inadequado. Além disso acho importante que eu me motive para buscar a pessoa e pedir desculpas para ela, mesmo que ela não aceite, e prometer que não vou repetir o erro novamente. Isso tem a ver comigo… embora eu tenha feito aquilo, eu não sou assim, não gosto do que fiz e me arrependo de verdade.

    Ao contrário do que reza as idéias populares, podemos sim escolher nossas emoções. Para isso temos que nos conhecer para saber como acessar essas emoções.

    Além disso também precisamos saber como nos orientar, ou seja, escolher uma emoção que seja mais adequada para um determinado contexto. No exemplo acima, sentir-se arrependido quando e fez algo que se juga errado é útil. Buscar motivação para pedir desculpas também.

    Em um processo terapêutico o próximo passo seria simplesmente ajudar a pessoa a buscar as emoções dentro dela e partir para a ação.

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