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	Comentários sobre: Reclamações intermináveis	</title>
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		<title>
		Por: akimneto		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-80</link>

		<dc:creator><![CDATA[akimneto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 21:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-79&quot;&gt;Dridri&lt;/a&gt;.

Oi!
Obrigado, acredito que isso é importante no mundo hoje, todos tem direito à opinião e a discussão sadia nos leva à um patamar mais elevado enquanto seres humanos.
Segue o link sobre ciúmes: http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/07/25/ciumes/
Acredito que este post é sobre o ciumento e não como lidarmos com eles, mas de forma básica ciúme precisa de limite.
Então segue um link sobre limites: http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/11/limites/ e http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/13/limites-ii/
Ano que vem teremos um evento sobre limites, me avise se tiver interesse que eu envio para você ok?
Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-79">Dridri</a>.</p>
<p>Oi!<br />
Obrigado, acredito que isso é importante no mundo hoje, todos tem direito à opinião e a discussão sadia nos leva à um patamar mais elevado enquanto seres humanos.<br />
Segue o link sobre ciúmes: <a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/07/25/ciumes/" rel="nofollow ugc">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/07/25/ciumes/</a><br />
Acredito que este post é sobre o ciumento e não como lidarmos com eles, mas de forma básica ciúme precisa de limite.<br />
Então segue um link sobre limites: <a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/11/limites/" rel="nofollow ugc">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/11/limites/</a> e <a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/13/limites-ii/" rel="nofollow ugc">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2012/06/13/limites-ii/</a><br />
Ano que vem teremos um evento sobre limites, me avise se tiver interesse que eu envio para você ok?<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Dridri		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-79</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dridri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 21:20:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=612#comment-79</guid>

					<description><![CDATA[Oi, Akim,
você tem muita paciência, parabéns. É totalmente impossível deduzir do seu texto que você incentiva a violência.
Eu gostaria de ler o que você já escreveu sobre ciúme, especialmente algo direcionado às pessoas que se relacionam com ciumentos e o que é possível fazer nesses casos.
Obrigada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Akim,<br />
você tem muita paciência, parabéns. É totalmente impossível deduzir do seu texto que você incentiva a violência.<br />
Eu gostaria de ler o que você já escreveu sobre ciúme, especialmente algo direcionado às pessoas que se relacionam com ciumentos e o que é possível fazer nesses casos.<br />
Obrigada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: akimneto		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-78</link>

		<dc:creator><![CDATA[akimneto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 17:30:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-77&quot;&gt;Babi e Anísio&lt;/a&gt;.

Oi Babi e Anísio!
Tudo bem?
Obrigado pela crítica, me permita analisar contigo o que fiz:
Não incentivei a pessoa a mandar a pessoa à merda, disse que é possível fazer isso (não tenho como controlar o comportamento dos outros fora da sessão se ele quiser fará isso). Além disso não foi conselho, a pessoa fazia isso quando ele chegava no seu limite. Essa era a resposta que ele tinha, não um conselho meu.
Note que logo abaixo eu coloco: &quot; é um recurso, não creio que ele vá melhorar a situação como um todo, mas deixe como um último recurso, de que outra forma você pode para de ceder?&quot;
Perceba que deixo muito claro:&quot;não creio que ele vá melhorar a situação&quot;. A pessoa em questão estava limitada somente à esta resposta; não conseguia dar limites de uma forma assertiva por isso precisava mandar as pessoas (o problema não era só com uma pessoa) &quot;à merda&quot;.
Não podia &quot;tirar&quot; a resposta dele porque era a única que tinha, daí quando digo: &quot;deixe ele como um último recurso&quot;, perceba: &quot;último recurso&quot;, depois de esgotados todos os outros - os quais ele construiu posteriormente num trabalho no qual ele compreendeu que não precisava mandar as pessoas à merda para se defender, mas sim saber como dar o limite para quando elas ultrapassavam os limites dele.
Em relação ao machismo, entendo o seu comentário, no entanto devo lembrar: as histórias aqui registradas são modificadas para que não exista nenhuma possibilidade de identificação do sujeito das histórias. Por isso nem foi com a esposa que ocorreu a situação, porém a estrutura é a mesma.
Nunca incentivei um cliente mandar uma pessoa à merda, sempre trabalhei e trabalho buscando uma forma adequada de responder às demandas da vida da pessoa na qual a violência não aparece. Entendo a violência como uma resposta de desespero da pessoa que - sem saber o que fazer, como era o caso - reage violentamente para destruir o que está causando o seu desconforto. Como trabalho com relacionamentos humanos &quot;o que está causando seu desconforto&quot; é sempre um outro humano e não posso permitir que a pessoa pense que destruir outro ser humano é uma resposta adequada. Daí que sempre busco trabalhar a violência como uma resposta ao medo e instrumentalizar a pessoa a lidar adequadamente com seu medo respeitando o próximo e ela mesma em busca de uma relação mais feliz e harmoniosa.
O trabalho que desenvolvi com este cliente levou ele a conseguir ouvir as críticas e reclamações e se posicionar - sem agressão - de uma forma a negociar o que precisava ser negociado de fato. Ao longo do trabalho ele conseguiu ouvir os outros, dizer o que pensava - de uma forma assertiva e sem agressões - e se posicionar favorável ou não ao que o outro queria negociando sempre que possível. Aprendeu a lidar com críticas e com uma falta de auto-estima aumentava todo este problema. As explosões e xingamentos sumiram quando ele aprendeu tudo isso.
Devo chamar a sua atenção também para o que escrevi abaixo do relato da sessão: você irá perceber que em momento algum eu incentivo as pessoas a se xingarem ou se agredirem. Pelo contrário incentivo as pessoas à buscarem compreender o outro verificar se a crítica tem fundamento ou não para então reagir de uma forma adequada, perceba que ao final, inclusive dou uma sugestão sobre como se comportar com pessoas explosivas e em nenhum momento incentivo as pessoas a xingarem o outro ou a serem agressiva, novamente, incentivo o uso adequado de limites e compreensão inclusive quando digo que uma das soluções é se oferecer para ajudar a pessoa explosiva em suas dificuldades, caso existam.
Desta forma não percebo que o trabalho seja machista ou desumano e muito menos que ele incentive a violência. Caso você deseje podemos conversar mais à respeito.
Novamente agradeço a oportunidade de responder à uma crítica, espero que tenha ficado mais claro a minha forma de trabalho e que, de forma alguma incentivo a violência ou machismo.
Abraço
Akim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-77">Babi e Anísio</a>.</p>
<p>Oi Babi e Anísio!<br />
Tudo bem?<br />
Obrigado pela crítica, me permita analisar contigo o que fiz:<br />
Não incentivei a pessoa a mandar a pessoa à merda, disse que é possível fazer isso (não tenho como controlar o comportamento dos outros fora da sessão se ele quiser fará isso). Além disso não foi conselho, a pessoa fazia isso quando ele chegava no seu limite. Essa era a resposta que ele tinha, não um conselho meu.<br />
Note que logo abaixo eu coloco: &#8221; é um recurso, não creio que ele vá melhorar a situação como um todo, mas deixe como um último recurso, de que outra forma você pode para de ceder?&#8221;<br />
Perceba que deixo muito claro:&#8221;não creio que ele vá melhorar a situação&#8221;. A pessoa em questão estava limitada somente à esta resposta; não conseguia dar limites de uma forma assertiva por isso precisava mandar as pessoas (o problema não era só com uma pessoa) &#8220;à merda&#8221;.<br />
Não podia &#8220;tirar&#8221; a resposta dele porque era a única que tinha, daí quando digo: &#8220;deixe ele como um último recurso&#8221;, perceba: &#8220;último recurso&#8221;, depois de esgotados todos os outros &#8211; os quais ele construiu posteriormente num trabalho no qual ele compreendeu que não precisava mandar as pessoas à merda para se defender, mas sim saber como dar o limite para quando elas ultrapassavam os limites dele.<br />
Em relação ao machismo, entendo o seu comentário, no entanto devo lembrar: as histórias aqui registradas são modificadas para que não exista nenhuma possibilidade de identificação do sujeito das histórias. Por isso nem foi com a esposa que ocorreu a situação, porém a estrutura é a mesma.<br />
Nunca incentivei um cliente mandar uma pessoa à merda, sempre trabalhei e trabalho buscando uma forma adequada de responder às demandas da vida da pessoa na qual a violência não aparece. Entendo a violência como uma resposta de desespero da pessoa que &#8211; sem saber o que fazer, como era o caso &#8211; reage violentamente para destruir o que está causando o seu desconforto. Como trabalho com relacionamentos humanos &#8220;o que está causando seu desconforto&#8221; é sempre um outro humano e não posso permitir que a pessoa pense que destruir outro ser humano é uma resposta adequada. Daí que sempre busco trabalhar a violência como uma resposta ao medo e instrumentalizar a pessoa a lidar adequadamente com seu medo respeitando o próximo e ela mesma em busca de uma relação mais feliz e harmoniosa.<br />
O trabalho que desenvolvi com este cliente levou ele a conseguir ouvir as críticas e reclamações e se posicionar &#8211; sem agressão &#8211; de uma forma a negociar o que precisava ser negociado de fato. Ao longo do trabalho ele conseguiu ouvir os outros, dizer o que pensava &#8211; de uma forma assertiva e sem agressões &#8211; e se posicionar favorável ou não ao que o outro queria negociando sempre que possível. Aprendeu a lidar com críticas e com uma falta de auto-estima aumentava todo este problema. As explosões e xingamentos sumiram quando ele aprendeu tudo isso.<br />
Devo chamar a sua atenção também para o que escrevi abaixo do relato da sessão: você irá perceber que em momento algum eu incentivo as pessoas a se xingarem ou se agredirem. Pelo contrário incentivo as pessoas à buscarem compreender o outro verificar se a crítica tem fundamento ou não para então reagir de uma forma adequada, perceba que ao final, inclusive dou uma sugestão sobre como se comportar com pessoas explosivas e em nenhum momento incentivo as pessoas a xingarem o outro ou a serem agressiva, novamente, incentivo o uso adequado de limites e compreensão inclusive quando digo que uma das soluções é se oferecer para ajudar a pessoa explosiva em suas dificuldades, caso existam.<br />
Desta forma não percebo que o trabalho seja machista ou desumano e muito menos que ele incentive a violência. Caso você deseje podemos conversar mais à respeito.<br />
Novamente agradeço a oportunidade de responder à uma crítica, espero que tenha ficado mais claro a minha forma de trabalho e que, de forma alguma incentivo a violência ou machismo.<br />
Abraço<br />
Akim</p>
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		Por: Babi e Anísio		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/12/07/reclamacoes-interminaveis/#comment-77</link>

		<dc:creator><![CDATA[Babi e Anísio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 14:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que horror o seu conselho. Machista e desumano.
Você incentiva a violência. E é baixo pois aconselha aos outros mandarem suas esposas à merda.
Sinceramente, vc precisa se tratar antes de pensar que suas palavras podem ser benéficas a alguem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que horror o seu conselho. Machista e desumano.<br />
Você incentiva a violência. E é baixo pois aconselha aos outros mandarem suas esposas à merda.<br />
Sinceramente, vc precisa se tratar antes de pensar que suas palavras podem ser benéficas a alguem.</p>
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