<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Individualidade	</title>
	<atom:link href="https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Jan 2014 13:19:29 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.0.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: akimneto		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-177</link>

		<dc:creator><![CDATA[akimneto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 13:19:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-177</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-174&quot;&gt;Francisco Cavalheiro&lt;/a&gt;.

Oi Francisco
Creio que não. Talvez fosse até mais difícil visto que os papeis sociais eram mais rigidamente controlados. Na Idade Média, por exemplo, os pais &quot;emprestavam&quot; os filhos na idade de 6, 7 anos para serem aprendizes de um profissional qualquer e aquela seria a sua profissão, ou seja, nem a profissão a pessoa poderia escolher, então, como ser individual?
O romance de Tristão e Isolda trata exatamente deste ponto ao mostrar as relações na época escolhidas previamente e sem a decisão dos envolvidos na questão.
Hoje o problema é o excesso de escolhas que temos que não nos dá nenhum referencial.
Creio que cada época possui problemas diferentes para o processo, mas que o mesmo existe em todas elas.
Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-174">Francisco Cavalheiro</a>.</p>
<p>Oi Francisco<br />
Creio que não. Talvez fosse até mais difícil visto que os papeis sociais eram mais rigidamente controlados. Na Idade Média, por exemplo, os pais &#8220;emprestavam&#8221; os filhos na idade de 6, 7 anos para serem aprendizes de um profissional qualquer e aquela seria a sua profissão, ou seja, nem a profissão a pessoa poderia escolher, então, como ser individual?<br />
O romance de Tristão e Isolda trata exatamente deste ponto ao mostrar as relações na época escolhidas previamente e sem a decisão dos envolvidos na questão.<br />
Hoje o problema é o excesso de escolhas que temos que não nos dá nenhum referencial.<br />
Creio que cada época possui problemas diferentes para o processo, mas que o mesmo existe em todas elas.<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: akimneto		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-176</link>

		<dc:creator><![CDATA[akimneto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 13:16:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-176</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-173&quot;&gt;keila&lt;/a&gt;.

Oi Keila
Individuação não tem a ver com o papel que a sociedade espera que a pessoa desempenhe. Na verdade se ela se baseia mais pelo social do que pelo pessoal não estará fazendo a individuação, mas sim a socialização, digamos assim. Neste sentido, esta mudança de papéis não teria influencia não.
A questão é exatamente &quot;quem sou&quot; e &quot;como expresso isso que sou&quot;. Portanto é, inicialmente, uma questão da pessoa que mais tarde volta-se ao social.
Desta forma concordo com você de que a terapia é imprescindível para que a pessoa posso compreender os limites entre ela e o seu contexto, entre seus desejos e o desejo do outro.
Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-173">keila</a>.</p>
<p>Oi Keila<br />
Individuação não tem a ver com o papel que a sociedade espera que a pessoa desempenhe. Na verdade se ela se baseia mais pelo social do que pelo pessoal não estará fazendo a individuação, mas sim a socialização, digamos assim. Neste sentido, esta mudança de papéis não teria influencia não.<br />
A questão é exatamente &#8220;quem sou&#8221; e &#8220;como expresso isso que sou&#8221;. Portanto é, inicialmente, uma questão da pessoa que mais tarde volta-se ao social.<br />
Desta forma concordo com você de que a terapia é imprescindível para que a pessoa posso compreender os limites entre ela e o seu contexto, entre seus desejos e o desejo do outro.<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: akimneto		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-175</link>

		<dc:creator><![CDATA[akimneto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 13:13:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-175</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-172&quot;&gt;guenia bunchaft&lt;/a&gt;.

Oi Guenia!
Obrigado pelo comentário, mande ver no seu site!
O que você colocou combina com o que penso, pessoa-mercadorias que precisam agradar &quot;ao mercado&quot; deixando de serem humanas para serem produtos e aí, obviamente não existe espaço para o respeito pessoal já que eu não defino os meus limites, mas sim o outro.
abraço
Akim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-172">guenia bunchaft</a>.</p>
<p>Oi Guenia!<br />
Obrigado pelo comentário, mande ver no seu site!<br />
O que você colocou combina com o que penso, pessoa-mercadorias que precisam agradar &#8220;ao mercado&#8221; deixando de serem humanas para serem produtos e aí, obviamente não existe espaço para o respeito pessoal já que eu não defino os meus limites, mas sim o outro.<br />
abraço<br />
Akim</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Francisco Cavalheiro		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-174</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco Cavalheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2014 17:42:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-174</guid>

					<description><![CDATA[Será que nos séculos passados,quando a sociedade era mais simples,o processo de individuação e a individualidade eram mais fáceis de serem atingidos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que nos séculos passados,quando a sociedade era mais simples,o processo de individuação e a individualidade eram mais fáceis de serem atingidos?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: keila		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-173</link>

		<dc:creator><![CDATA[keila]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2014 16:51:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-173</guid>

					<description><![CDATA[Que reflexão brilhante!  Será que essa luta para descobrir a individualidade tornou-se mais difícil depois que os papéis do homem e mulher foram se assemelhando ao longo da história? Num primeiro momento com a função bem diferenciada do homem, a mulher se destacava por suas qualidades enquanto dona de um lar. O capricho, a forma particular de cuidar das coisas era motivo de elogios e destaque. Com o passar do tempo, com todas suas influências e transformações, a mulher precisa se preocupar em assemelhar-se a outras (aceitas no mercado) para sentirem-se aceitas, para não &quot;saírem de linha&quot;. Eu percebo o quanto a terapia é imprescindível nesse momento que vivemos, porque é difícil ser autêntico. Precisamos nos sentir aprovados pelos outros, aceitos, participantes da sociedade e ao mesmo tempo, precisamos ser nós mesmos e nos livrarmos do pior tipo de consumismo, o das relações interpessoais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que reflexão brilhante!  Será que essa luta para descobrir a individualidade tornou-se mais difícil depois que os papéis do homem e mulher foram se assemelhando ao longo da história? Num primeiro momento com a função bem diferenciada do homem, a mulher se destacava por suas qualidades enquanto dona de um lar. O capricho, a forma particular de cuidar das coisas era motivo de elogios e destaque. Com o passar do tempo, com todas suas influências e transformações, a mulher precisa se preocupar em assemelhar-se a outras (aceitas no mercado) para sentirem-se aceitas, para não &#8220;saírem de linha&#8221;. Eu percebo o quanto a terapia é imprescindível nesse momento que vivemos, porque é difícil ser autêntico. Precisamos nos sentir aprovados pelos outros, aceitos, participantes da sociedade e ao mesmo tempo, precisamos ser nós mesmos e nos livrarmos do pior tipo de consumismo, o das relações interpessoais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: guenia bunchaft		</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/26/individualidade/#comment-172</link>

		<dc:creator><![CDATA[guenia bunchaft]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2014 14:47:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1256#comment-172</guid>

					<description><![CDATA[Oi,Akim,estive muito ocupada e, nas próximas semanas continuarei resolvendo várias pendências, porisso não tenho escrito para você. Mas adorei o post, já arranjei um saiteiro para consertar meu site. Quanto ao seu tema, hoje em dia, somos valorizados pelo que temos e não pelo que somos, você colocou muito bem. E fazemos o mesmo com as pessoas, encarando-as como mercadorias e não como seres diferentes, dos quais devemos respeitar  a individualidade.

Beijos

Guenia Bunchaft

http://www.sospesquisaerorschach.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi,Akim,estive muito ocupada e, nas próximas semanas continuarei resolvendo várias pendências, porisso não tenho escrito para você. Mas adorei o post, já arranjei um saiteiro para consertar meu site. Quanto ao seu tema, hoje em dia, somos valorizados pelo que temos e não pelo que somos, você colocou muito bem. E fazemos o mesmo com as pessoas, encarando-as como mercadorias e não como seres diferentes, dos quais devemos respeitar  a individualidade.</p>
<p>Beijos</p>
<p>Guenia Bunchaft</p>
<p><a href="http://www.sospesquisaerorschach.com.br" rel="nofollow ugc">http://www.sospesquisaerorschach.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
