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	<title>Arquivos Adulto - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Filho grande, filho pequeno</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2016 10:35:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas e meu pai? &#8211; O que tem ele? &#8211; Ele não vai gostar disso. &#8211; Não, não vai. &#8211; Então? &#160; &#8211; Não vou estar desrespeitando ele? &#8211; Não sei, vai? É algo que você vai fazer contra ele? &#8211; Não. &#8211; Então? Há falta de respeito ou apenas divergência de opiniões? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/29/filho-grande-filho-pequeno/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Filho grande, filho pequeno</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas e meu pai?</p>
<p>&#8211; O que tem ele?</p>
<p>&#8211; Ele não vai gostar disso.</p>
<p>&#8211; Não, não vai.</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Não vou estar desrespeitando ele?</p>
<p>&#8211; Não sei, vai? É algo que você vai fazer contra ele?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então? Há falta de respeito ou apenas divergência de opiniões?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O respeito pelos pais é importante, mas quando é que respeito se torna dependência? Quando a relação de proximidade se mostra, na verdade, uma relação que impede o crescimento?</p>
<p><span id="more-5772"></span></p>
<p>Quem lhe diz como é ser filho? Se seus pais ainda são os responsáveis pelo que é ser filho, você é o que chamo de &#8220;filho pequeno&#8221;. Há um momento em que todos nós somos filhos pequenos, ou seja, estamos aprendendo a ser gente e a ser filho. São nossos pais quem nos instruem a respeito disso, eles nos ensinam o que é ser um bom filho e como agir para ser uma boa pessoa.</p>
<p>Com o passar do tempo, espera-se que a pessoa aprenda a desenvolver percepções próprias, alheias a vontade dos pais. Quando uma pessoa consegue pensar por si só, agir e assumir as consequências de suas ações dizemos que ela está se tornando adulta. Este é o desenvolvimento esperado para o ser humano: sair de uma condição de absoluta dependência para uma de interdependência com outros seres humanos e de responsabilidade pela sua sobrevivência.</p>
<p>Isso vale, também, para os papéis que a pessoa desempenha. O papel de filho é um deles, muitas pessoas são percebidas como adultos, mas quando chegam na casa dos pais, voltam a ser crianças. Tornar-se um &#8220;filho grande&#8221;, significa assumir uma visão pessoal do que é ser um bom filho ou não. Não é mais o pai quem diz o que é ser um bom filho, mas o próprio filho. Assumir a sua própria noção daquilo que é ser um filho é preparar-se para se tornar pai ou mãe.</p>
<p>O &#8220;filho pequeno&#8221; é aquele adulto cuja atitude frente aos pais ainda está subordinada aos pais. O filho grande é aquele que se apoderou de sua atitude frente aos pais. Muitas relações com pais são nocivas no sentido de que de alguma forma a pessoa nunca cresce. Nesse sentido, o carinho que existe entre pais e filhos se torna perigoso porque exige algo impossível: que a criança seja sempre criança. É perigoso porque cria uma ilusão que alimenta um estado de dependência que não é desejável no adulto.</p>
<p>Lembrar da infância e celebrar o tempo passado com o que ele teve de bom, entendendo que ele terminou e deu lugar à novas fases que também trouxeram coisas boas é um caminho saudável para o desenvolvimento humano. Manter a ilusão de que &#8220;tudo voltará a ser como antes&#8221; é nutrir dependência e uma expectativa irrealista que nega o presente e o futuro como condições da vida assim como aquilo que pode vir de bom desses momentos temporais.</p>
<p>Tornar-se um filho grande não tem a ver apenas com as características materiais como morar fora de casa e sustentar o seu estilo de vida. Envolve as questões emocionais de assumir-se adulto, em ver os pais como pessoas que estão envelhecendo e não são mais os pais de antigamente, lidar com possíveis culpas e medos em sair de casa e em organizar um novo papel de filho que não lhe permite mais ser dependente dos pais, mas, interdependente com eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
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