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	<title>Arquivos Comportamentos - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Não é estranho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 11:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam! É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia? Ah é, porque? Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo? Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230; O que você faz na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/04/25/nao-e-estranho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Não é estranho?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1782" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg" alt="MNLOGO" width="393" height="293" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam!</p>
</li>
<li>
<p>É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia?</p>
</li>
<li>
<p>Ah é, porque?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que você faz na empresa que não faz em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Imponho respeito?</p>
</li>
<li>
<p>Sim, mas, de que forma?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; sei lá&#8230; pensando bem&#8230; no trabalho eu sou claro com as regras e quero vê-las cumpridas, já em casa sou meio manteiga derretida sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sim, derrete todo o respeito que elas poderiam ter com você não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; bem&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>A sua família precisa de você meu caro! Precisa saber que você quer ser respeitado, tem boas ideias com regras boas para serem seguidas. Suas filhas precisam da sua orientação, e não estão dando o respeito à você, porque você não está entregando isso à elas!</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; só fazer a mesma coisa do trabalho em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Só assumir o seu papel de &#8220;merecedor de respeito&#8221; e aí sim fazer a mesma coisa, que tal?</p>
</li>
<li>
<p>Parece bom&#8230; vou fazer!!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é estranho que tem pessoas que tem comportamentos ótimos no trabalho e não em casa? Ou até, pessoas que organizam a vida pessoal, de um marido e mais três filhos, mas não desenvolvem a sua vida profissional por &#8220;falta de organização&#8221;? Não é interessante que temos comportamentos muito bons em uma área os quais deixamos só lá sem levar para as outras?</p>
<p>Se você se identificou com isso, este post é para você!</p>
<p>Pensemos no seguinte: em primeiro lugar o contexto no qual estamos faz toda a diferença para nós. Muitas pessoas aprendem que trabalho é lugar para trabalhar e em casa para descansar. Obviamente com esta concepção fica difícil levar comportamentos do trabalho para casa e vice-versa. Esta crença limita o &#8220;tráfego&#8221; de comportamentos e recursos mesmo que sejam úteis. Assim pare um minuto para pensar sobre como você pensa os diferentes ambientes nos quais vive. Casa é lugar para fazer o que? Trabalho? Clube? Biblioteca? Café? Como você pensa cada um dos lugares poderá dar uma dica preciosa do que te faz não levar ou trazer alguns comportamentos importantes de um lugar para outro.</p>
<p>Pode ser o caso, também, da pessoa se identificar de maneiras diferentes. Lá no meu trabalho eu sou &#8220;o rei do pedaço&#8221;, mas em casa minha mulher me trata como seu eu fosse &#8220;o cara que joga o lixo para fora&#8221;. Ou então, &#8220;no meu trabalho as minhas colegas me respeitam pelas minhas conquistas&#8221;, mas meu marido me diz que eu sou &#8220;a mulherzinha&#8221; dele. Como numa peça de teatro, diferentes identidades &#8211; ou papéis &#8211; pedem comportamentos específicos para quem o interpreta. Se a pessoa &#8220;veste&#8221; o personagem, também será difícil ter o mesmo comportamento em contextos diferentes. Quem é você em casa? No trabalho?</p>
<p>Outro caso não tem a ver com o comportamento, mas sim pela forma pela qual ele é executado. Um sargento aposentado, por exemplo, pode ter problemas em se adaptar à sua casa se ele achar que irá dar ordens à mulher e aos filhos. Porém se o comportamento de &#8220;ordem e disciplina&#8221; for ajustado às regras da vida civil ele poderá ter uma bela oficina em casa, poderá ajudar a mulher à organizar as compras do mercado, arrumar as roupas e a organização com maestria o churrasco da família.</p>
<p>É importante, também, dar um parâmetro importante sobre este tema: o mais importante não é comportamento em si, mas sim o benefício que ele irá trazer à pessoa e às pessoas com quem ela convive depois de executado. Foi como eu disse ao pai do exemplo: as filhas estava precisando dele, mas ele não estava dando à elas algo importante: limites. Se ele o fizesse todos teriam muito à lucrar na situação. Esta noção de ganho é importante de ser pensada, pois, muitas vezes as pessoas não tem um comportamento adequado por comodismo, ou seja, se criaram num ambiente em que o comportamento não era executado e nunca pararam para pensar no quanto ele poderia ser útil e necessário. No caso do pai acima isso era verdadeiro: seu pai nunca lhe dera bons limites e ele nunca entendeu a função disso para a criação de filhos, embora ele mesmo tenha se tornado uma pessoa com bons limites.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Descobertas</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/04/01/descobertas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 15:41:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Dei um limite para ela; eu disse assim: &#8220;eu já te convidei o que quer dizer que eu quero que você venha! Agora é contigo&#8221;. Daí ela ficou fazendo manha um pouco, mas eu só fiquei quieto esperando ela dizer se ia ou não. &#8211; Muito bem hein!? &#8211; É né? Eu acho também&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/04/01/descobertas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Descobertas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Dei um limite para ela; eu disse assim: &#8220;eu já te convidei o que quer dizer que eu quero que você venha! Agora é contigo&#8221;. Daí ela ficou fazendo manha um pouco, mas eu só fiquei quieto esperando ela dizer se ia ou não.</p>
<p>&#8211; Muito bem hein!?</p>
<p>&#8211; É né? Eu acho também&#8230;</p>
<p>&#8211; E depois disso, como está?</p>
<p>&#8211; Eu creio que eu não dei só esse limite nela sabe? Mas esse é o que eu mais me lembro!</p>
<p>&#8211; Imagino, como está se sentindo com isso?</p>
<p>&#8211; Muito mais aliviado. Parece que saiu um peso de cima dos meus ombros.</p>
<p>&#8211; Ótimo e a sensação que você sempre traz de incompetência pessoal nos relacionamentos como ficou?</p>
<p>&#8211; Parando para pensar agora, me sinto mais confiante! Há esperança!! (Risos)</p>
<p>&#8211; Claro que tem! Mais do que esperança: resultado! Você percebe que toda a vez em que você consegue dar um limite para proteger a sua integridade você se sente assim?</p>
<p>&#8211; É?</p>
<p>&#8211; Sim, dessa vez com a sua namorada, naquela outra com o seu pai e na outra com o seu chefe você se lembra de como se sentiu?</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230; verdade!</p>
<p>&#8211; O que será que ocorre que te faz sentir-se bem?</p>
<p>&#8211; Eu sei&#8230; é que eu estou me cuidando e isso me faz sentir mais homem até! Mais capaz, mais adulto!</p>
<p>&#8211; Ótimo, é isso mesmo! Toda vez que você protege a sua integridade você &#8220;cresce&#8221;, e quando não o faz se culpa!</p>
<p>&#8211; Bem isso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terapia é um espaço para descobertas pessoais. Compreender nosso comportamento, conseguir perceber nossas emoções, pensamentos, tomarmos uma certa distância deles para conseguirmos perceber como um todo o que fazemos em nossas vidas/com nossas vidas e então tomar a coragem para realizar modificações ou entender que podemos simplesmente relaxar um pouco mais pois já estamos indo no caminho certo.</p>
<p>Creio que um processo terapêutico de qualidade sempre passa por vários desses momentos, em alguns percebe-se uma parte do processo, em outro mais uma parte até que se consiga perceber um todo coerente. O que fazer com isso vai depender de cada um: do seu momento de vida, objetivos, aprendizados e disponibilidade para mudança.</p>
<p>É importante aprendermos a observar nossa vida como se fosse um filme que estivesse sendo colocado em nossa frente. Como se fosse uma daquelas fotos panorâmicas nas quais conseguimos ver todo o horizonte. Creio que esta capacidade é importante de ser adquirida para que se possa perceber o desenrolar dos nossos comportamentos e hábitos, muitas vezes as pessoas focam em uma parte de um processo, mas se esquecem do que vem antes e do que ocorreu depois e isso é sempre fundamental para nos compreendermos e para mudarmos. Geralmente o foco fica &#8220;onde dói mais&#8221;, no entanto, é função da terapia ajudar a pessoa a afastar este foco e perceber mais sobre si própria, este &#8220;afastamento de foco&#8221; é o que nos possibilita &#8220;olhar além da dor&#8221; e perceber nossas dificuldades e o caminho para que consigamos suplantá-las.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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