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	<title>Arquivos Consciência corporal - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O corpo que te pertence</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/10/08/o-corpo-que-te-pertence/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo respirar. &#8211; Ok, onde está o problema? &#8211; Aqui (aponta para a garganta) &#8211; Certo. O que acontece aí? &#8211; Está muito apertada. &#8211; Ok, aperte um pouco mais, faça força com seu pescoço e aperte esta garganta. &#8211; Dói&#8230; &#8211; Isso&#8230; fale dessa dor&#8230; &#8211; Eu&#8230; é como se eu&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/10/08/o-corpo-que-te-pertence/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O corpo que te pertence</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo respirar.</p>
<p>&#8211; Ok, onde está o problema?</p>
<p>&#8211; Aqui (aponta para a garganta)</p>
<p>&#8211; Certo. O que acontece aí?</p>
<p>&#8211; Está muito apertada.</p>
<p>&#8211; Ok, aperte um pouco mais, faça força com seu pescoço e aperte esta garganta.</p>
<p>&#8211; Dói&#8230;</p>
<p>&#8211; Isso&#8230; fale dessa dor&#8230;</p>
<p>&#8211; Eu&#8230; é como se eu&#8230; estivesse&#8230; sabe&#8230; ai&#8230;</p>
<p>&#8211; Isso, vai falando e entre em contato com essa dor.</p>
<p>&#8211; Eu&#8230; estou guardando muita coisa há muito tempo.</p>
<p>&#8211; Perfeito, o que, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Começa a chorar.</p>
<p>&#8211; Isso, agora a garganta abriu. Respire, chore&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ser humano é um ser de corpo. Ele é nossa unidade básica, o protoplasma de nossas emoções e pensamentos. No entanto, aspectos culturais nos afastam do contato com esse protoplasma. Realizar a reaproximação com essa essência é fundamental para o desenvolvimento do eu, mas, como fazer isso?</p>
<p><span id="more-6562"></span></p>
<p>O primeiro de todos os passos é a respiração. Ela tem conexão direta com nossas emoções, sendo que para todos os estados emocionais temos um padrão respiratório. Uma das maneiras mais eficazes de mudar ou produzir um estado emocional é modificando o ritmo da respiração. Respiramos com o peito, diafragma e abdômen. Na parte da frente de nosso tronco, nas laterais e com as costas.</p>
<p>A respiração mais ampla envolve todas essas partes. A inspiração se inicia indo ao abdômen, diafragma, afastamento das costelas e costas e, finalmente, o peito. O processo de expiração faz uma sanfona que comprime os pulmões. Ela faz o peito baixar, costas, costelas e diafragma serem pressionados e o abdômen também. Esta é uma respiração &#8220;plena&#8221;. Além disso temos o ritmo da respiração desde o mais rápido ao mais lento.</p>
<p>Se você parar e respirar durante cinco minutos, conseguirá perceber o seu ritmo e o seu padrão. A maior parte de nós destoa da respiração plena e tende a se focar em partes. Por exemplo, a respiração ansiosa que é curta, com ritmo rápido e focada apenas na porção superior do peito. O diafragma é contraído e o abdômen nem sequer existe nessa respiração. Outras pessoas, mais deprimidas podem fazer uma respiração que toma todas as áreas, porém de forma muito sutil. É uma respiração fraca e curta, quase inexistente.</p>
<p>Outra percepção importante é sobre como você fica de pé. Somos os únicos animais que caminham eretos. Isso quer dizer muito sobre a nossa natureza. Assim sendo, o primeiro passo é verificar como seus pés ficam no chão. O peso de seu corpo está na parte da frente dos pés, nas laterais (para dentro ou para fora) ou na porção de trás? O peso influencia nosso equilíbrio e isso afeta nossa psique. Em geral quando nosso peso é focado para as laterais ou para trás tendemos a nos sentir mais desequilibrados e inseguros.</p>
<p>Outro ponto importante sobre como ficamos de pé é sobre como a cabeça fica erguida. Algumas pessoas conseguem usar a musculatura de todo o corpo afim de deixar a cabeça erguida. Outras criam tensões exageradas em ombros, por exemplo, afim de fazer isso. A cabeça orienta o corpo, lhe dá direção. Pessoas com tendências depressivas, em geral tem a cabeça virada para baixo. Pessoas explosivas tem a cabeça presa na coluna com fortes tensões na cervical.</p>
<p>A relação do quadril com as pernas e o tronco é fundamental. O quadril une o tronco e as pernas. Se o quadril é muito voltado para trás e frouxo, por exemplo, teremos um abdômen caído que irá esmagar o diafragma e fazer com que a pessoa tenha que usar os ombros para sustentar a cabeça. As pernas, por sua vez vão ficar sobrecarregadas na parte da frente tendo uma tendência a colapsar sobre elas próprias. Esse é típico desenho de uma pessoa que já não tem mais amor por sua própria vida, depressivos e pessoas que &#8220;desistiram&#8221;.</p>
<p>Esse é um esboço &#8220;básico do básico&#8221; em relação à consciência corporal. Uma vez que desenvolvemos o básico, começamos a verificar nosso padrão nas mais variadas situações. Como meu corpo reage em uma situação de raiva? De humilhação? De medo? Com base nisso começamos a conhecer nossas reações psicofísicas e associar atitudes motoras com atitudes emocionais. Dessa relação nasce auto conhecimento e capacidade de realizar mudanças através de novas atitudes psicofísicas.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>As regras do corpo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/06/30/as-regras-do-corpo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 10:38:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Passei um final de semana maravilhoso. &#8211; Que ótimo! &#8211; Sim&#8230; fiz como falamos: me coloquei a escutar aquilo que eu precisava. &#8211; E? &#8211; Pude ouvir e agir de acordo com o ritmo do meu corpo. &#8211; Que maravilha! &#8211; Sim, mas daí venho para a cidade de novo e acaba tudo né? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/06/30/as-regras-do-corpo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">As regras do corpo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Passei um final de semana maravilhoso.</p>
<p>&#8211; Que ótimo!</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; fiz como falamos: me coloquei a escutar aquilo que eu precisava.</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Pude ouvir e agir de acordo com o ritmo do meu corpo.</p>
<p>&#8211; Que maravilha!</p>
<p>&#8211; Sim, mas daí venho para a cidade de novo e acaba tudo né?</p>
<p>&#8211; O que acaba?</p>
<p>&#8211; Ah, essa folia de ficar no meu ritmo.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; que pena que você deixou seus ritmos lá.</p>
<p>&#8211; Mas não posso fazer tudo do jeito que eu quero aqui.</p>
<p>&#8211; Não, não pode.</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liberdade não é fazer tudo o que quero, quando quero. Isso é onipotência. Para convivermos com os ritmos de nosso corpo não precisamos ser onipotentes, mas, sim, conscientes daquilo que precisamos.</p>
<p><span id="more-6598"></span></p>
<p>Hoje em dia é muito comum a ideia de viver o ritmo do corpo. Não ter compromissos e poder sentir a vontade de fazer o que se quer fazer é uma prática deliciosa para sair do estresse. Este tipo de prática nos ajuda na integração com nosso eu, desejos e necessidades. Pode nos assustar um pouco também por não estarmos preparados para aquilo que nosso corpo deseja. Porém, há muito nessa prática que as pessoas desconhecem.</p>
<p>Um dos elementos mais importantes é quando &#8220;voltamos para casa&#8221;. A maior parte das pessoas fica triste e diz: &#8220;bem, agora de volta à realidade&#8221;. O que, de um lado, é verdade, mas voltar ao real não significa deixar aquilo que se aprendeu para trás. O problema é que as pessoas focam no lugar e não no aprendizado que tiveram sobre si mesmas. Me dizem: &#8220;ah, Akim, mas isso não é o SPA, eu não posso ficar sem fazer nada esperando a vontade surgir&#8221;. Correto, muitas vezes &#8220;não pode&#8221; mesmo. Mas isso é o mesmo que invalidar toda a experiência?</p>
<p>Não. Mas para manter a experiência conosco precisamos ir um pouco além da noção de ficar &#8220;no bem-bom&#8221;. Ocorre que quando vamos à um retiro, SPA ou lugar onde temos uma prática que nos coloca em contato com nosso corpo, precisamos estar atentos ao corpo e não ao lugar. Ao perceber seu corpo e como ele se energiza, por exemplo, você poderá levar &#8220;para casa&#8221; experiências e percepções sobre como alimentar e energizar seu corpo de uma forma diferente.</p>
<p>A questão é se você registra aquilo que vive. Seguir os ritmos do corpo não significa fazer apenas aquilo que o corpo quer, na hora que quer. Significa conhecer como o corpo entra e sai de estados de desânimo, excitação, preguiça, energia, introspecção, expansão, e vários outros. Quando conhecemos bem estes estados ao ponto de identificá-los e unimos isso à percepção de como entrar e sair desses estados é que aprendemos a usar os ritmos (e limites) de nosso corpo.</p>
<p>Desta forma, ao invés de abandonar o corpo ao voltar para casa a pergunta a ser feita é: como manter determinados estados (como animação ou introspecção) na minha rotina? De que maneira posso me aproximar disso e com quais limites? Até onde posso ir e quando realmente preciso sair de minha rotina a fim de me energizar adequadamente? Essas perguntas nos ajudam a prestar atenção ao que quero e à realidade ao mesmo tempo, percebendo o que é desejado e o que é possível. Isto é usar seu corpo com consciência, afinal de contas, a vida sempre nos coloca situações para testarmos o quanto sabemos usar o corpo que somos.</p>
<p>Abraço</p>
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