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	<title>Arquivos Emoção - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Felicidade e solidão</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/07/26/felicidade-e-solidao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 22:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas e daí Akim, e se eles não gostarem? &#8211; Eles tem que gostar? &#8211; Seria bom. &#8211; Porque? &#8211; Porque daí eu poderia fazer com eles. &#8211; Sim, não ficaria sozinho nessa né? &#8211; Não. &#8211; Mas e se for para você ficar sozinho nessa? &#8211; Hum&#8230; não sei dizer&#8230; &#8211; Talvez esse &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/07/26/felicidade-e-solidao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Felicidade e solidão</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas e daí Akim, e se eles não gostarem?</p>
<p>&#8211; Eles tem que gostar?</p>
<p>&#8211; Seria bom.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Porque daí eu poderia fazer com eles.</p>
<p>&#8211; Sim, não ficaria sozinho nessa né?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Mas e se for para você ficar sozinho nessa?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; não sei dizer&#8230;</p>
<p>&#8211; Talvez esse seja o preço que você tem que pagar para fazer aquilo que ama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual o preço que pagamos pela felicidade? Embora muitas respostas sejam possíveis, uma delas se torna dura para muitas pessoas, pois o preço da felicidade em sua última instância é a solidão.</p>
<p><span id="more-6641"></span></p>
<p>Não é que a pessoa feliz se torna solitária ou não pode compartilhar de sua vida com ninguém, não é nada disso. Porém, a estruturação da felicidade não pode ser dar com base no outro, apenas em mim. Afinal de contas no fundo quem sente ou não a felicidade sou eu. Portanto o &#8220;eu&#8221; tem um papel importante a desempenhar na conquista da felicidade e isso o leva à perceber sua solidão.</p>
<p>Alguns de meus clientes são pessoas extremamente apaixonadas pela vida social. Ter amigos, comparecer à eventos sociais e conversar com pessoas é uma atividade fundamental em suas vidas. Contato com outras pessoas os alimenta, mesmo quando as situação não são tão boas. De outro lado tenho clientes para quem as atividades laborais representam a grande força. Elas se alimentam quando conseguem vencer um desafio profissional ou quando estruturam alguma coisa que estavam precisando fazer.</p>
<p>Qual é a certa? Esta pergunta deixa uma resposta óbvia para muitas pessoas: nenhum do dois ou os dois. A questão é que cada um se alimenta de fontes diferentes e ambas precisam ser respeitadas. Um pode até aprender com o outro, porém o fato anterior irá se manter. Assim sendo, quando falamos sobre felicidade, a &#8220;receita&#8221; de cada um deverá levar em consideração a singularidade de cada um. Uma pessoa mais introspectiva cuja paixão está centrada em aprender poderá até se beneficiar do convívio com outras pessoas, porém a energia do aprendizado sempre será mais forte para ela.</p>
<p>Quando entramos na singularidade de cada um é que começamos a adentrar no terreno da solidão. Como disse anteriormente, não significa que não podemos manter contato com os outros, mas sim que cada um de nós tem a sua própria receita e esta só pode ser sentida por nós. Logo, não importa que o brasileiro seja identificado como um povo alegre, festivo e hospitaleiro, muitos brasileiros não ligam tanto para festa e contato social e são muito mais felizes realizando coisas ou ligando-se à atividades que deem sentido à sua vida.</p>
<p>Esta é a solidão de que falo. A solidão existencial, onde percebemos que por mais rodeados de pessoas que possamos estar, apenas nós podemos sentir e validar nossa existência. É claro que muitas pesquisas apontam para fatores que convergem na maior parte dos humanos, porém, mesmo elas evidenciam isso: é para a maior parte e não para todos. E além disso, mesmo que você faça parte da &#8220;massa&#8221;, somente você poderá sentir o que vai sentir.</p>
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		<title>Perdas</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/02/01/perdas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 09:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; É difícil para mim. &#8211; Eu sei, nem sempre é fácil lidar com isso. &#8211; Eu fico remoendo sabe? &#8211; Claro. Agora, o que é difícil, aceitar a perda ou conviver com ela? &#8211; Conviver&#8230; &#8211; Quem você é agora que perdeu? &#8211; Não sei direito&#8230; &#8211; Isso te deixa inseguro? &#8211; Sim, sempre &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/02/01/perdas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Perdas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; É difícil para mim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, nem sempre é fácil lidar com isso.</p>
<p>&#8211; Eu fico remoendo sabe?</p>
<p>&#8211; Claro. Agora, o que é difícil, aceitar a perda ou conviver com ela?</p>
<p>&#8211; Conviver&#8230;</p>
<p>&#8211; Quem você é agora que perdeu?</p>
<p>&#8211; Não sei direito&#8230;</p>
<p>&#8211; Isso te deixa inseguro?</p>
<p>&#8211; Sim, sempre soube quem eu era&#8230; agora&#8230; parece que perdi a identidade entende?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>Muitas pessoas tem dificuldades em lidar com perdas. Muitas vezes o problema não está relacionado com a perda em si, mas sim com a maneira pela qual a pessoa se percebe com a perda.</p>
<p><span id="more-5048"></span></p>
<p>Perder algo é lidar com uma assimetria. Aquilo que era &#8211; ou que esperávamos que era ou que fosse &#8211; se torna algo que não é mais. É como uma estante de livros, na qual vemos um buraco onde, antes, estava um livro. Lidar com aquele buraco é lidar com a perda. Esta assimetria é o que nos faz sofrer, aprender que aquilo que, neste momento, nos parece assimétrico, será a nossa nova vida &#8211; a nossa nova simetria, nosso novo parâmetro &#8211; é lidar com a perda.</p>
<p>Porém isso envolve, muitas vezes em mudanças internas também. Homens, por exemplo, durante muito tempo &#8211; e ainda hoje &#8211; sofrem ao se aposentar por perderem o seu papel na empresa. Aquela imagem de pessoa forte, dono de um setor e detentora de poder se desfaz. Como se perceber enquanto pessoa novamente?</p>
<p>Muitas vezes o problema é que a pessoa se identifica com a perda e se torna um &#8220;perdedor&#8221;. Neste sentido ele se percebe como o buraco, como aquilo que falta e esta perspectiva pode infectar a sua noção de futuro, fazendo com que ele creia que nunca mais será outra coisa senão este buraco.</p>
<p>Cada um tem uma percepção do que é um &#8220;perdedor&#8221;, para alguns é um &#8220;burro&#8221;, para outros um &#8220;fracassado&#8221;. Desta maneira a concepção que ela tem de perdedor será aquela que irá assumir para si. Se perdedor for algo ruim e nocivo ela irá perceber-se desta maneira.</p>
<p>Aí podemos ter o problema da pessoa assumir esta noção de si e ter comportamentos que são &#8220;adequados&#8221; à um perdedor ou então lutar contra isso tentando desesperadamente se afastar dessa noção. Ambos são ruins pelo fato de estarem destruindo a pessoa por dentro.</p>
<p>Assumir a identidade de perdedor, no entanto, pode ser simplesmente assumir que você é uma pessoa que, de fato, já não mais possui algo. Porém, porque isso precisa ser necessariamente e somente ruim? Lidar com a perda pode significar uma nova forma de ver a si e a vida, até mesmo pode ser uma nova chance de ver aquilo que você perdeu, será que o poder de uma empresa é a única forma de sentir poder?</p>
<p>O problema da identidade, então, é que sim aquele que perdeu é um &#8220;perdedor&#8221;, porém, nem sempre perdedor nada mais é do que aquele que perde. O motivo que levou a perda e se a perda em si é algo bom ou ruim e de que maneira é boa ou ruim são assuntos para deliberar. Esta deliberação é importante para que a pessoa identifique-se com aquele que perde de uma maneira à ir além da perda e não para afundar-se nela.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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