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	<title>Arquivos Estados afetivos - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Humilhação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 10:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Me senti humilhado&#8230; &#8211; Imagino&#8230; &#8211; O que eu faço? &#8211; O que você já fez com isso? &#8211; Na hora não consegui fazer muita coisa, continuei como se nada tivesse acontecido. &#8211; E agora, o que está fazendo? &#8211; Nada. &#8211; Então continua agindo como se nada tivesse acontecido? &#8211; Parece que sim &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/10/30/humilhacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Humilhação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Me senti humilhado&#8230;</p>
<p>&#8211; Imagino&#8230;</p>
<p>&#8211; O que eu faço?</p>
<p>&#8211; O que você já fez com isso?</p>
<p>&#8211; Na hora não consegui fazer muita coisa, continuei como se nada tivesse acontecido.</p>
<p>&#8211; E agora, o que está fazendo?</p>
<p>&#8211; Nada.</p>
<p>&#8211; Então continua agindo como se nada tivesse acontecido?</p>
<p>&#8211; Parece que sim né?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; mas se você agir assim, como vai se dizer que algo aconteceu?</p>
<p>&#8211; Acho que daí não me digo né?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; o que você quer fazer com o que viveu?</p>
<p>&#8211; Quero aprender&#8230;</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; A não passar por aquilo novamente</p>
<p>&#8211; Não dá para dizer se você vai ou não passar por situação semelhante, não tem como prever, mas quem sabe não viver aí dentro aquilo novamente?</p>
<p>&#8211; É, acho que tem razão&#8230; eu até estava começando a me culpar hoje, mesmo sabendo que eu não tenho culpa nenhuma!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; quando a gente finge de forma verdadeira a mentira vira verdade!</p>
<p>&#8211; Quero aprender a me defender daquilo e se tiver que passar por isso de novo que eu aja diferente! Chega de ser humilhado e ficar quieto, vou tomar atitudes!</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>Sentir-se humilhado e colocar-se no papel de humilhado são duas coisas muito diferentes.</p>
<p>Ser humilhado por alguém é estar em uma situação a qual ou na qual a dignidade da pessoa é atacada de forma cruel e sem possibilidade de defesa. É importante destacar isso, porque muitas vezes a &#8220;humilhação&#8221; é simplesmente uma falta de competência da pessoa em se defender, porém quando a possibilidade de defesa é negada por coerção a pessoa está sendo, de fato, humilhada.</p>
<p>Colocar-se no papel de humilhado, por outro lado, é algo muito mais sutil e que tem a ver com a capacidade da pessoa de compreender o que está acontecendo com ela, suas possibilidades de ação no contexto, a atitude e competência em tomar estas ações, com sua habilidade em manter sua integridade e com a sua auto imagem.</p>
<p>Os judeus nos campos de concentração são um exemplo rico para trabalhar com esta questão. Obviamente as condições nas quais eles estavam e o contexto eram não apenas de humilhação, mas de degradação da própria condição humana. Eram escravos ou pior. Muitos judeus, no entanto, não perderam a sua dignidade, mesmo em meio à toda esta desgraça, como pode?</p>
<p>A maior parte das pessoas que não deterioraram a sua auto estima trabalharam com os elementos que citei acima:</p>
<p>Compreender o que está acontecendo com ela: a pessoa coloca-se em contato com a realidade, sabe o que está acontecendo e dá a dimensão real para o que lhe acontece.</p>
<p>Perceber as possibilidades de ação no contexto: muitos judeus dizem que escaparam da degradação moral com o pensamento de que aquilo tudo iria terminar e quando isso acontecesse eles iriam reconstruir suas vidas. A possibilidade deles no contexto era apenas esta sonhar e manter a esperança, não culparam-se pelo que lhes aconteceu, apenas seguiam da forma que era possível (real).</p>
<p>Manter a integridade e a auto imagem: uma terapeuta viveu nos campos de concentração e disse que quando pegavam o seu sangue para fazer experiências ela se dizia: podem pegar, sou contra a guerra então o meu sangue vai atrapalhar vocês&#8221;. Esta forma de encarar a situação mantinha a integridade dela mesmo no meio de todo aquele caos.</p>
<p>A parte fundamental é a seguinte: existe uma parte da humilhação que é provocada pela própria pessoa que &#8220;é humilhada&#8221; quando ela aceita a humilhação e se coloca no papel de &#8220;ser&#8221; humilhado. Quando a sua auto imagem se transforma na imagem de um ser que pode sofrer este tipo de ação, ela não irá mais manter seus sonhos, esperanças, não vai perceber a realidade de uma forma clara, não irá se colocar no contexto de forma adequada e irá se colocar de forma à receber a humilhação.</p>
<p>O contra-exemplo é um que vejo muito em consultório. Dentro dos padrões de nossa sociedade um homem branco na faixa dos 35 anos com um bom emprego não é um alvo fácil de humilhação, porém na realidade vejo muitos homens com esta descrição com uma auto estima frágil que os coloca como alvos fáceis &#8211; deles mesmo &#8211; de se colocarem em papel de &#8220;passivo de humilhação&#8221;.</p>
<p>Para sairmos da humilhação é importante termos a coragem de seguir nosso coração. Isso significa termos nossos critérios e nossa auto imagem bem definidos para que mesmo que nos encontremos numa situação humilhante podermos sair de &#8220;cabeça erguida&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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