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	<title>Arquivos Gênero - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Homem que é homem&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 10:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Akim eu estou um tanto esgotado sabe? Imagino&#8230; você consegue me dizer o o porque? Sim&#8230; é muita responsabilidade pra mim&#8230; eu tenho que dizer em casa que tudo vai dar certo, mas&#8230; Mas? Mas eu não sei se vai! Não sei se a empresa vai continuar ou se eu mesmo vou conseguir sustentar a &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/03/11/homem-que-e-homem/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Homem que é homem&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/dean-chorando-em-preto-e-branco.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3009" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/dean-chorando-em-preto-e-branco.jpg" alt="dean-chorando-em-preto-e-branco" width="426" height="417" /></a></p>
<ul>
<li>Akim eu estou um tanto esgotado sabe?</p>
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<li>
<p>Imagino&#8230; você consegue me dizer o o porque?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; é muita responsabilidade pra mim&#8230; eu tenho que dizer em casa que tudo vai dar certo, mas&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Mas?</p>
</li>
<li>
<p>Mas eu não sei se vai! Não sei se a empresa vai continuar ou se eu mesmo vou conseguir sustentar a família.</p>
</li>
<li>
<p>E porque você não pode se desapegar desse peso todo?</p>
</li>
<li>
<p>Porque ele é meu!</p>
</li>
<li>
<p>É? E quem que te deu?</p>
</li>
<li>
<p>Sempre fui assim, super responsável sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei sim, mas será que precisa continuar sendo? Está fingindo para quem agora? Antes era para sua mãe, mas e agora?</p>
</li>
<li>
<p>Tenho medo de dizer que não consigo&#8230; e se pensarem que eu sou fraco?</p>
</li>
<li>
<p>Fragilidade é uma característica que já é sua, basta acolhe-la.</p>
</li>
<li>
<p>Eu não sei lidar com isso&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos são os homens hoje que assumem o papel de &#8220;lado forte&#8221;, nada contra o papel, mas, como todos os papéis, ele precisa, mais cedo ou mais tarde, sofrer algumas alterações, algumas modificações para não desumanizar a pessoa que o vive. A falta de emoções é um dos pontos negativos daquele que &#8220;é forte&#8221;. Falta não seria  o termo adequado, mas sim a necessidade de não mostrar.</p>
<p>O papel de &#8220;forte&#8221; culturalmente associado ao gênero masculino é um papel que tende à desumanizar não só o seu portador como aos outros. Ele pode ser muito útil em situações extremas como desastres naturais ou guerras, porém no cotidiano a tendência é que cause carga desnecessária em cima das pessoas ao percebê-las não como humanos, mas sim como meros papéis ou funções.</p>
<p>Como &#8220;o&#8221; forte é um lugar solitário a outra tendência é que a pessoa se isole e se torne autocrática, centralizadora. Este papel é comum no universo masculino e altamente retratado em novelas e piadas. O grande problema é não poder ter alguém do lado para compartilhar sua vida e ainda, achar que qualquer movimento dos outros para &#8220;fora do programado&#8221; é um problema e não uma mudança positiva, muitas vezes.</p>
<p>Lembro-me de um pai que dizia certa vez sobre as escolhas profissionais do filho: &#8220;ele não pode escolher isso, está me desafiando&#8221;; e eu perguntei: &#8220;porque acha que ele está te desafiando ao escolher?&#8221;; &#8220;porque não era isso que ele tinha que escolher&#8221;. Retruquei então perguntando se o fato do filho estar usando o raciocínio próprio não era algo que o pai educador deveria se orgulhar e o homem ficou perplexo. Ele nunca havia pensando nisso antes, nunca pensara que a educação que dera ao filho renderia um ser pensante e ao invés de ficar chateado com as opiniões próprias do filho, poderia vê-las como um sinal disso ao invés de deserção.</p>
<p>Outro caso comum é quando a mulher ganha mais que o homem. Neste caso o homem sente que o seu lugar de provedor está ameaçado ao invés de perceber, por exemplo, o valor da mulher que está com ele, como aquilo pode ajudar a família e a aliviar a sua própria &#8220;carga&#8221;. A questão é que, para o forte, só pode haver um. Quando se quebra com este pensamento a pessoa pode ver o movimento das outras pessoas não como ameaças, mas sim como o que são: o movimento natural das pessoas à sua evolução pessoal.</p>
<p>Fazer isso, também implica em se dar um novo lugar e dar um novo lugar ao papel de forte. A pessoa pode começar a compreender que ser forte não é manter os outros fracos, mas sim desenvolver o seu próprio potencial. Uma pessoa pode ser forte e andar com outras fortes &#8211; tomando &#8220;forte&#8221; como o que disse acima &#8211; e isso pode ser altamente recompensador. O forte não precisa ser solitário, pode compartilhar experiências e ouvir também. Ao recriar o que é ser forte a pessoa também se abre ao novo e à sua própria evolução que muitas vezes fica travada pela necessidade de manter este papel.</p>
<p>Isso me lembra o caso de um senhor que me procurou, ele era o patriarca de uma família, mas sempre tivera um sonho que nunca se permitiu realizar porque ele era &#8220;o&#8221; forte. Ao longo da terapia ele não apenas pode delegar um pouco de seu trabalho aos filhos e netos, percebendo-os como competentes, abrir mais o coração à esposa e dar-lhe o valor que ela realmente merecia como também, realizar seu sonho: fazer aulas de teatro.</p>
<p>E você machão, vai ficar dando um de forte?</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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