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	<title>Arquivos Histórias - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Caindo no buraco (ou saindo?)</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/04/21/caindo-no-buraco-ou-saindo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 13:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Então Akim&#8230; hoje eu percebi uma coisa muito importante. O que foi? Percebi que eu fiz algo errado comigo. Ah é, e o que foi? Simples: eu fui convidado para ir num show e não queria ir, estava cansadão. Daí ao invés de falar que não eu fui, só que eu fui só para &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/04/21/caindo-no-buraco-ou-saindo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Caindo no buraco (ou saindo?)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/buraco.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1807" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/buraco.jpg" alt="buraco" width="321" height="293" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Então Akim&#8230; hoje eu percebi uma coisa muito importante.</p>
</li>
<li>
<p>O que foi?</p>
</li>
<li>
<p>Percebi que eu fiz algo errado comigo.</p>
</li>
<li>
<p>Ah é, e o que foi?</p>
</li>
<li>
<p>Simples: eu fui convidado para ir num show e não queria ir, estava cansadão. Daí ao invés de falar que não eu fui, só que eu fui só para agradar e não porque eu queria ir de verdade.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi</p>
</li>
<li>
<p>Óbvio que eu fiquei chato lá e o show acabou sendo uma droga, mas eu percebi que eu fiz isso depois&#8230; agora acho que não vou mais fazer.</p>
</li>
<li>
<p>Perfeito, o que você pode fazer na próxima vez?</p>
</li>
<li>
<p>Bom, eu posso, por exemplo, dizer que estou muito cansado e que preciso dormir.</p>
</li>
<li>
<p>É uma maneira, muito bom.</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; mas sabe: mesmo tendo sido ruim ir, foi tão bom perceber!</p>
</li>
<li>
<p>Ah sim, é sempre bom quando nos conhecemos melhor não é?</p>
</li>
<li>
<p>É sim!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existe uma história que descreve o processo de terapia&#8230; ou poderia dizer o processo de estar vivo e de aprender?! Não seriam eles a mesma coisa? Afinal, aqueles que evoluem vivem seus erros, tem os seus problemas e vão percebendo aquilo que há de errado e ousam fazer mudanças até que, de repente, eles mudam de vida, vivem uma outra história. Isto é o que fazem os heróis: entregam-se à sua própria história e aí, como diria Cristo: &#8220;quem achar a sua vida perde-la-á; e quem perder sua vida, por amor de mim, achá-la-á&#8221;. Isso significa que aquele que abrir mão de quem é hoje &#8211; incompleto, não-mudado, não-evoluído &#8211; e entregar-se &#8220;por amor à mim&#8221; ou seja &#8220;por amor à sua evolução&#8221; irá encontrá-la: encontrar a sua própria evolução, o seu renascimento enquanto pessoa.</p>
<p>A história é mais ou menos assim: a pessoa encontra-se num lugar escuro e cheia de dores, ela rasteja, caminha, bate com a cabeça no escuro, fica um bom tempo nesse lugar estranho até que de repente, ela vê um fiapo de luz à sua frente e resolve ir atrás dele, com muito esforço ela sai daquele lugar estranho. Quando acorda percebe-se no mesmo lugar e se pergunta &#8220;o que fiz para estar aqui?&#8221; Remói este pensamento durante algum tempo em sua mente até que percebe que já esteve ali antes e que pode sair novamente, esta pequena esperança faz ela se levantar e não ligar tanto para as batidas de cabeça que dá no meio do caminho, finalmente ela acha o fiapo de luz e com um pouco menos de esforço ela sai do lugar estranho.</p>
<p>Novamente ela acorda ali. Desta vez pensa: &#8220;droga, de novo!&#8221; Mas desta vez com um ar de indignação com ela mesma e diz-se em seguida: &#8220;ok, vamos sair logo daqui&#8221;, menos tropega porque já conhece mais o caminho ela evita bater a cabeça andando um pouco mais agachada e rapidamente acha a luz. Quando alcança ela, percebe que aquele lugar estranho é um buraco e que existe uma rua acima dele. Pensa consigo: porque não passo mais tempo aqui em cima?</p>
<p>Ela acorda novamente no buraco &#8211; agora ela sabe que o buraco é um buraco &#8211; e sem pestanejar vai trilhando o caminho que a levará para fora dali. Quando chega na rua acima tenta dar um &#8220;oi&#8221; para as pessoas que estão ali e apreciar a paisagem, vai andando pela rua, maravilhada com tudo o que vê e, então, cai no buraco.</p>
<p>Quando ela cai, ela entende que na verdade ela pertence à rua e que, de vez em quando, se não prestar atenção aonde está pisando, cairá no buraco. Mas isso também já não é mais tanto problema porque ela sabe como sair de lá. Então, rapidamente, sai do buraco e procura um lugar melhor para ela passar a noite na rua acima. No dai seguinte, sai para caminhar e aproveitar o dia, quando vê o buraco na rua e pensa: melhor tomar cuidado. Ela fica naquela rua e aproveita bem o dia, mas por final, sai correndo, ansiosa, para ir à outros lugares e não vê o buraco no chão, tropeça nele e&#8230;. cai no buraco.</p>
<p>Como ela já está esperta, sai logo dali, conhece outros lugares e volta à sua casa na rua de cima. No dia seguinte ela vai por várias ruas, conhece vários lugares e pessoas, se diverte até que, de repente, se depara com o velho buraco. Ela se aproxima e olha para ele e pensa consigo: posso caminhar por outras ruas sem buracos.</p>
<p>Bom dia!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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