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	<title>Arquivos Moral - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Culpa</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/04/15/culpa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 18:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração das emoções]]></category>
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		<category><![CDATA[Valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não vejo porque deveria me sentir culpado. &#8211; Não vê? &#8211; Não. &#8211; Mas sente? &#8211; Sim. &#8211; O que será que te permite sentir isso, então? &#8211; Não se deve sentir culpa sabe? Ela só atrapalha as coisas. &#8211; De que forma ela atrapalha? &#8211; Ah, te faz não fazer coisas, ou &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/04/15/culpa-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Culpa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não vejo porque deveria me sentir culpado.</p>
<p>&#8211; Não vê?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Mas sente?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; O que será que te permite sentir isso, então?</p>
<p>&#8211; Não se deve sentir culpa sabe? Ela só atrapalha as coisas.</p>
<p>&#8211; De que forma ela atrapalha?</p>
<p>&#8211; Ah, te faz não fazer coisas, ou sentir mal depois de fazer.</p>
<p>&#8211; Sim e porque isso &#8220;atrapalha&#8221; &#8220;as coisas&#8221;?</p>
<p>&#8211; Porque daí você não fazer o que quer.</p>
<p>&#8211; E o que tem de mal em não fazer sempre o que se quer?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Procuramos fugir da culpa, não sentir culpa e arranjar discursos para que esta emoção nunca esteja presente em nossas vidas sob a falsa acusação de que é a culpa quem atrapalha nossas vidas. Qual o lado bom da culpa?</p>
<p><span id="more-5084"></span></p>
<p>A emoção de culpa durante um bom tempo foi acusada de ser o grande mal da sociedade. Inúmeros autores e cursos foram ministrados afim de exterminar esta sensação dolorosa que nos prende em ideias retrógradas sobre o mundo e como as coisas devem ser. Libertação era a palavra da hora, libertar-se das amarras de culpas que não são suas e ir de encontro ao seu destino.</p>
<p>Nada contra, concordo que a culpa é uma emoção que pode ter suas origens em &#8220;mandamentos&#8221; que não servem bem a pessoa. Muitas das pessoas que atendi carregavam a emoção de culpa colocando-a como a emoção de base em relacionamentos afetivos e isso tornava as relações muito dolorosas e a vida insuportável.</p>
<p>Porém a culpa nem sempre é um problema, muitas vezes ela é a salvação. A emoção de culpa remete à um ato que vai contra aquilo que pregamos. Daí o problema que foi tão atacado nos anos 70: a culpa que se falava naquele momento era em relação à um conjunto de valores morais e religiosos que não eram mais aceitos por toda a população. Sendo assim, precisávamos nos livrar &#8211; não da culpa &#8211; mas sim do apego aos valores que geravam a culpa e impediam pessoas de viver vidas diferentes do &#8220;script&#8221; social da época ou vivê-lo com culpa.</p>
<p>No entanto, o que fazer quando os valores que são feridos são os nossos próprios valores? Ou seja, se cometo um ato que vai contra o que entendo como melhor para mim e percebo o dano que isso me causa, porque não me sentir culpado? Ou ainda, ao cometer uma infração que no momento achei ser tranquila, mas, depois sob a ótica de um terceiro percebi que era algo inadequado, porque não sentir a culpa?</p>
<p>A emoção vem, justamente, para marcar &#8211; com ferro e fogo &#8211; este deslize. A culpa marca o ato e o momento em que ele foi cometido. Se a pessoa usa a culpa como a emoção que fará sua mente e comportamento se organizarem diferentemente na próxima vez a culpa terá sido adequada e produtiva. A decisão de agir diferente e a maneira de agir pode sim, ser decididas de antemão. A decisão aumenta &#8211; exponencialmente &#8211; a probabilidade do novo comportamento acontecer.</p>
<p>Assim, de certa maneira, quem não deseja sentir culpa nunca, não sabe direito o que quer. Nossas convicções são limites e quando os ferimos precisamos de uma emoção que nos informe sobre isso e organize o comportamento futuro, esta emoção é a culpa.</p>
<p>Culpar-se é prejudicial quando o sistema de valores que usamos não é o nosso ou nos causa mal. Além dessa situação a culpa é mal empregada quando a pessoa exagera na intensidade da emoção e passa longos períodos culpando-se. Esses dois empregos da culpa, no entanto, fazem parte, geralmente de um padrão de personalidade que também precisa ser revisto pela pessoa. Dito isto, culpar pode ser muito positivo. Abram alas.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Ser &#8220;bom&#8221;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/07/02/ser-bom/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 11:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Todo mundo diz que eu sou um anjo sabe? Sei. Eu não sei porque&#8230; mas me incomoda isso às vezes. Em que vezes? Por exemplo, numa festa que eu fui&#8230; eu estava incomodado lá. O que te incomodava? Não sei&#8230; eu olhava para todo mundo e ficava sem saber o que fazer sabe? Sim&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/02/ser-bom/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ser &#8220;bom&#8221;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/grande03052011162609painelanjinho.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone  wp-image-2103" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/grande03052011162609painelanjinho.jpg" alt="grande03052011162609PainelAnjinho" width="289" height="289" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Todo mundo diz que eu sou um anjo sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei.</p>
</li>
<li>
<p>Eu não sei porque&#8230; mas me incomoda isso às vezes.</p>
</li>
<li>
<p>Em que vezes?</p>
</li>
<li>
<p>Por exemplo, numa festa que eu fui&#8230; eu estava incomodado lá.</p>
</li>
<li>
<p>O que te incomodava?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; eu olhava para todo mundo e ficava sem saber o que fazer sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; o que será que você tinha que fazer?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; o que?</p>
</li>
<li>
<p>O que você queria, talvez?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; isso é tão complicado para mim&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser &#8220;bom&#8221;. Poucos são os adjetivos que encontrei em meu consultório que possuem um poder tão forte sobre as pessoas.</p>
<p>Nossa cultura possui um apelo muito grande para esta característica e ela está associada com inúmeros significados, desde o aspecto moral de &#8220;ser uma boa pessoa&#8221; até os ligados à competências como &#8220;ser bom no futebol&#8221;. A palavra &#8220;bom&#8221;, no entanto, é muito infeliz porque sempre falha em demonstrar especificamente como a pessoa se torna &#8220;boa&#8221;.</p>
<p>Por este motivo, as pessoas assumem uma postura altamente perigosa para o seu auto desenvolvimento e para a sua auto estima que é buscar nos outros as referências sobre o que é ser ou não ser bom. Assim ser &#8220;bom&#8221; acaba sendo ser um depositário de expectativas de pessoas próximas, o que é um problema para a pessoa que quer &#8220;ser boa&#8221;.</p>
<p>Mas, porque uma pessoa quer ser boa?</p>
<p>Ser bom, apesar de algo indefinido é, também, algo altamente valorizado. Muitas pessoas desejam este valor atribuído à si e, por esta razão fundamental, perseguem este valor. Ocorre, então, que ser &#8220;bom&#8221; se torna algo social, como um status ao qual a pessoa sente-se presa por um lado e reconhecida por outro, verdadeira catástrofe emocional. Porque? Simples: de um lado ela mantém-se fazendo aquilo que as pessoas dizem que uma pessoa boa faz e aí ela recebe o reconhecimento, de outro, ela deseja fazer aquilo que ela quer, o que vai contra, muitas vezes, aquilo que os outros querem; o resultado: conflitos emocionais.</p>
<p>O conflito se baseia no seguinte dilema: fazer aquilo que desejo ou manter o status de &#8220;bom&#8221;? Livrar-se deste status significa assumir-se tal como é e ser ou não julgado de bom mediante o que eu desejo fazer. Manter-se bom significa manter o foco no desejo do outro e, com isso, o status de bom, porém ao custo da auto estima e dos desejos pessoais.</p>
<p>A solução, talvez, esteja no fato de que se a pessoa &#8220;almeja&#8221; ser boa, ela está, por definição não o sendo. Explico: ser bom é algo relativo à identidade da pessoa, ela &#8220;é&#8221; boa. Assim sendo ela somente poderá &#8220;ser&#8221; à medida em que ela própria identificar-se com esta percepção de si. Se isso não ocorrer ela até poderá &#8220;ser&#8221; boa aos olhos dos outros, mas não aos seus, o que causa um conflito de interesses. Assim sendo o principal à fazer é ajudar a pessoa a se identificar com a percepção de ser bom através do que ela mesma percebe no seu comportamento. Ao fazer isso ela precisará dar a sua própria opinião sobre o que julga ser ou não uma boa ação e, com isso, assumir uma ação e ao mesmo tempo uma percepção de si não precisando mais dos outros para julgarem suas ações por ela.</p>
<p>E você quer ser bom?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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