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	<title>Arquivos Opiniões - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Sua opinião não é tão importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2016 10:54:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas é a minha opinião, Akim, você tem que respeitar isso. &#8211; Respeito a sua opinião e o seu direito à ter uma opinião, porém isso não significa concordar com ela. &#8211; Mas porque você não concorda? Não é só a sua opinião? &#8211; Não. &#8211; Porque? &#8211; Simples, porque a sua &#8220;opinião&#8221; na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/10/sua-opiniao-nao-e-tao-importante/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sua opinião não é tão importante</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas é a minha opinião, Akim, você tem que respeitar isso.</p>
<p>&#8211; Respeito a sua opinião e o seu direito à ter uma opinião, porém isso não significa concordar com ela.</p>
<p>&#8211; Mas porque você não concorda? Não é só a sua opinião?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Simples, porque a sua &#8220;opinião&#8221; na verdade se mostra falsa na realidade. Você está pensando que o seu problema é falta de motivação, mas quando se sente motivado o que faz?</p>
<p>&#8211; Deixo tudo para outra hora.</p>
<p>&#8211; Pois é, não se trata de &#8220;opinião&#8221;, mas sim daquilo que estou vendo no seu comportamento. Você pode continuar buscando uma motivação, mas seu problema é, simplesmente, começar a fazer e não parar como você sempre faz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como já escrevi em um artigo vivemos na &#8220;Era da opinião&#8221;, mas será que nossas opiniões são, de fato, tão importantes, tão acima da crítica quanto pensamos que são? Você já pensou que o direito inalienável que você se dá em ter, do seu jeito, a sua opinião, pode prejudicar ao invés de ajudar você?</p>
<p><span id="more-5710"></span></p>
<p>Dizer que a opinião das pessoas não é tão importante quanto elas acham pode soar estranho e até mesmo violento hoje em dia. Porém, quando eu era pequeno, isso não era nenhum problema, ouvi várias vezes isso de meus pais e professores, embora, na época, eu não tivesse gostado muito disso, alguns anos mais tarde compreendi o porque minha opinião não era tão importante quanto eu achava que era.</p>
<p>No meu caso o problema era falta de experiência em muitas coisas da vida. Eu queria dar opiniões para as quais não tinha maturidade. Ao longo da vida descobri que além da falta de maturidade, a opinião de alguém (muitas vezes a minha) também não era importante pelo fato de estar errada ou baseada em conceitos que não levavam, necessariamente, às conclusões que eu desejava.</p>
<p>O leitor mais atento está percebendo o critério que estou empregando para afirmar que determinadas opiniões não são importantes. Hoje em dia entendemos que as opiniões são importantes pelo fato de elas pertencerem à alguém, uma variação pós moderna da frase de Voltaire: &#8220;posso não concordar com nenhuma das palavras que disser, mas defenderei até a morte o direito que tem de dizê-las&#8221;.</p>
<p>Ocorre que o valor da opinião não pode ser medido apenas pelo fato de estar sendo dito por alguém. Opiniões são formadoras de caráter e condutas de vida, assim sendo, elas possuem uma serventia. Opiniões, portanto, não são questões de gosto e sim questões de lógica e realidade. É diferente dizer &#8220;eu gosto de música clássica&#8221; e dizer que &#8220;música clássica é importante para o desenvolvimento pessoal&#8221;.</p>
<p>O gosto reflete uma atitude sensorial, algo que gera prazer em mim. A opinião não tem nada a ver com isso. Opinião tem a ver com fatos, com a relação entre os fatos e aquilo que consigo apreender desta relação. Assim, embora a opinião seja &#8220;sua&#8221; ela pode estar errada e será melhor para você abrir mão de sua arrogância e acatar outra opinião que seja mais vinculada à realidade.</p>
<p>Este, inclusive, é o problema. Quando disse, acima, que temos uma variação pós moderna da frase de Voltaire, o fiz pelo fato de que Voltaire defendia o direito à expressão, mas não o direito a falta de sustentação daquilo que é dito. Ele era um iluminista e, como tal, buscava a lógica nos discursos, garanto que ele poderia defender seu direito de dizer algo, porém, dependendo do que fosse dito, também defenderia o direito dele em dizer-lhe para se informar melhor sobre o que estava falando.</p>
<p>Porém, na pós modernidade, defendemos o &#8220;direito do consumidor&#8221;, ou seja, se eu fiz a opinião, não importando o quão absurda ela possa ser, tenho o direito de expressá-la e ninguém tem o direito de questionar. Usando o critério de que opiniões são ferramentas para algo e não meios em si mesmas, preciso discordar desse argumento, não apenas existe o direito, mas talvez certo dever em questionar opiniões mal formadas.</p>
<p>Posso ter a opinião de que todas as pessoas são robôs e que eu sou o único ser humano do planeta, dar crédito à esta ideia e tratá-la no mesmo nível de uma opinião como: acho que a educação é fundamental para o desenvolvimento do caráter das pessoas é uma questão de falta de crítica. É óbvio que muitas vezes uma opinião não popular se mostra verdadeira, porém isso não é motivo para acharmos que todas as opiniões merecem o mesmo nível de valor. A opinião de um fanático, por exemplo, é de que toda pessoa que não pertença a sua religião é uma pecadora e deve ser morta, você daria valor à esta opinião?</p>
<p>Assim sendo, não importa se sua opinião é ou não sua, mas sim a base da qual você retira estas ideias e a validade delas na vida prática. Muitos de meus clientes tem vidas miseráveis simplesmente pelo fato de não abandonarem algumas opiniões que se mostram e se mostraram (e provavelmente se mostrarão) inadequadas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prisioneiro do coração II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2014 10:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou pensativo Akim. &#8211; Pensando no que? &#8211; Em algo que aconteceu. &#8211; Hum&#8230; quer compartilhar comigo isso? &#8211; Pois é&#8230; já faz um tempinho até&#8230; daí veio isso&#8230; &#8211; (Silêncio do terapeuta) &#8211; Eu estava pensando que sou muito &#8220;eu&#8221; sabe? Muito dono da razão. &#8211; Sei. &#8211; E daí esses dias &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/10/prisioneiro-do-coracao-ii/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prisioneiro do coração II</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou pensativo Akim.</p>
<p>&#8211; Pensando no que?</p>
<p>&#8211; Em algo que aconteceu.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; quer compartilhar comigo isso?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; já faz um tempinho até&#8230; daí veio isso&#8230;</p>
<p>&#8211; (Silêncio do terapeuta)</p>
<p>&#8211; Eu estava pensando que sou muito &#8220;eu&#8221; sabe? Muito dono da razão.</p>
<p>&#8211; Sei.</p>
<p>&#8211; E daí esses dias eu me ferrei porque eu não tinha nada para comer em casa e estava certo que os mercados iam ficar funcionando o horário normal deles, a minha namorada tinha me dito que não, mas &#8220;eu sei de tudo né&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sim (risos)</p>
<p>&#8211; E daí fiquei sem comida em casa&#8230; tudo bem, não foi algo muito feio, mas me fez parar para pensar entende?</p>
<p>&#8211; Claro, pensar no que?</p>
<p>&#8211; Que eu tenho que deixar as pessoas afetarem mais a minha vida.</p>
<p>&#8211; Olhe que coisa boa!</p>
<p>&#8211; Mas isso não vai me fazer &#8220;perder a minha personalidade&#8221;?</p>
<p>&#8211; Você realmente acha que a sua personalidade é tão fraca que se der ouvido aos outros ela vai sumir?</p>
<p>&#8211; Boa pergunta!</p>
<p>No post de hoje quero falar sobre uma outra forma de ser &#8220;prisioneiro do coração&#8221;, no post anterior eu falei sobre pessoas focadas demais nas necessidades dos outros, hoje vou falar sobre pessoas focadas demais em si.</p>
<p>Uma pessoa é focada demais em si quando ela não sabe &#8211; ou consegue &#8211; se abrir para ouvir os outros. Infelizmente nossa sociedade atual enaltece este tipo triste de solidão chamando esta pessoa de &#8220;pessoas de opinião&#8221; ou &#8220;pessoas de personalidade&#8221; e até &#8220;pessoas de atitude&#8221;. Aquelas que não são mudadas pelo mundo ao seu redor, que não se permitem influenciar por terceiros.</p>
<p>A grande falácia é que é impossível não ser influenciado por terceiros. Se você &#8220;não se permite ser influenciado&#8221;, precisa se defender de alguma forma, ou aprender a não dar ouvidos e isso já é, por si só, uma influência. Em outras palavras para não ser influenciado você precisa perceber-se como um &#8220;alvo&#8221; que &#8220;os outros&#8221; querem influenciar e se defender disso protegendo a sua &#8220;preciosa&#8221; opinião do mundo. Portanto, já está sendo influenciado a se defender deles. A única forma de &#8220;não ser influenciado&#8221; pelos outros é se eles não existissem.</p>
<p>Um outro &#8220;mal entendido&#8221; é que &#8220;opinião&#8221;, &#8220;atitude&#8221; e &#8220;personalidade&#8221; é algo criado em conjunto com o meio que nos circunda. Existe uma diferença entre ter uma opinião e não ouvir ninguém, na verdade, &#8220;não ouvir&#8221; é, muitas vezes perigoso, pois o outro pode estar percebendo algo que você não está e que é vital para a sua própria decisão. Se a opinião &#8220;não pode&#8221; receber influências, ela se torna uma obsessão e não uma opinião. É um dogma e não uma opinião, uma verdade universal, uma espécie de fanatismo.</p>
<p>Assim sendo, uma forma de ser prisioneiro do coração é estar tão focado no outro que se está pouco dentro do seu próprio coração e a outra é estar tão dentro que você se tranca lá dentro e joga a chave fora.</p>
<p>Em geral a &#8220;pessoa de opinião&#8221; tem um pavor de &#8220;ser mudado&#8221; pelo outro como no caso que coloquei acima o medo de &#8220;perder a personalidade&#8221; como se o fato de &#8220;ouvir&#8221; alguém e permitir-se &#8220;mudar de ideia&#8221; fosse igual à &#8220;perder a personalidade&#8221;. No post anterior tínhamos a pessoa aberta demais às opiniões de terceiros, por exemplo, que só age ouvindo alguém lhe dizer o que fazer, no outro extremo temos a pessoa que &#8220;não pode&#8221; &#8211; e este &#8220;não pode&#8221; é o problema &#8211; ouvir opinião de ninguém.</p>
<p>Não se perde a personalidade por mudar de opinião ou por permitir que alguém influencie a sua percepção da vida, na verdade, se fortalece a personalidade ao fazer isso. Quando uma pessoa é capaz de ouvir o que lhe é dito, analisar aquilo que foi dito, permitir-se experimentar para ver se o que foi dito lhe serve e então decidir o que fazer com a informação ela está se tornando mais sábia e mais forte e não perdendo personalidade e se tornando mais fraca. Muitas vezes é importante mantermos nossas opiniões e lutarmos por nossas convicções, porém isto é muito diferente de não nos permitirmos ouvir os outros e sermos mudados pelos outros.</p>
<p>Um exemplo disso vem da segunda guerra mundial. Os alemães ganharam uma enorme vantagem na guerra logo no começo, por que? Os franceses e ingleses estavam acostumados a táticas que envolviam a velocidade de movimentação de homens, enquanto os alemães estavam pensando na velocidade de tanques de guerra. Enquanto a estratégia aliada estava indo, os alemães já tinha ido e atacado todos pela retaguarda com seus tanques. A ideia dos tanques não era inexistente, porém &#8220;não foi ouvida&#8221; pelos líderes militares que iniciaram o conflito do lado dos aliados, este ouvido surdo quase custou-lhes o país.</p>
<p>Um outro exemplo célebre do mundo dos negócios foi quando o presidente da IBM disse que eles não faziam computadores de brinquedo se referindo aos computadores pessoais, querendo dizer que aquela ideia nunca pegaria, ou da Kodac que não apostou nas câmeras digitais, mesmo tendo tido a possibilidade para tal. E, na vida, quantas vezes ouvimos o famoso &#8220;eu te disse?&#8221; e ficamos enraivecidos com isso? (Obviamente enraivecido com nós mesmos).</p>
<p>Ouça, reflita, analise e experimente. Na pior das hipóteses você irá manter e reforçar a sua opinião, na melhor irá obter, a partir do seu próprio esforço e raciocínio, uma opinião ainda mais completa, portanto, não há como você perder.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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