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	<title>Arquivos Pragmática da comunicação humana - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Negação do eu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2014 12:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Então Akim, eu percebi algo muito importante sobre mim esta semana. O que foi? Bem, eu estava muito mal por causa do meu namorado e estava pensando no porque ele me machucava tanto. E o que descobriu? Eu me sinto negada quando ele nunca quer fazer nada que eu quero&#8230; Sim&#8230; entendo&#8230; E sabe&#8230; entendi &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/05/09/negacao-do-eu/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Negação do eu</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/auto-negac3a7c3a3o.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1914" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/auto-negac3a7c3a3o.jpg" alt="auto negação" width="228" height="221" /></a></p>
<ul>
<li>Então Akim, eu percebi algo muito importante sobre mim esta semana.</p>
</li>
<li>
<p>O que foi?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu estava muito mal por causa do meu namorado e estava pensando no porque ele me machucava tanto.</p>
</li>
<li>
<p>E o que descobriu?</p>
</li>
<li>
<p>Eu me sinto negada quando ele nunca quer fazer nada que eu quero&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; entendo&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E sabe&#8230; entendi que na verdade isso é algo que vivo a minha vida toda: sempre que eu coloco quem eu sou na mesa as pessoas não me querem mais.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi, muito boa a sua percepção!</p>
</li>
<li>
<p>Você acha?</p>
</li>
<li>
<p>Não faz sentido para você?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; fez sim!</p>
</li>
<li>
<p>Ótimo então! Você me diz que percebe que o seu &#8220;eu&#8221; é facilmente negado nas suas relações.</p>
</li>
<li>
<p>Isso&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Perfeito, e em que papel você se coloca nessas relações?</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; eu também acabo me negando né?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>No livro &#8220;pragmática da comunicação humana&#8221; Paul Watzlavick descreve um dos resultados possíveis da comunicação do &#8220;eu&#8221; à outras pessoas: a negação do eu. Isso ocorre quando a &#8220;definição do eu&#8221; é negada pelo ouvinte, ou seja, é quando uma pessoa diz &#8220;eu sou assim&#8221; e o ouvinte responde &#8220;não, não é&#8221; ou &#8220;não aceito isso como a sua definição&#8221;. Quando esta negação ocorre e a pessoa é adulta, é algo mais &#8220;simples&#8221; de lidar, o adulto consegue tranquilamente entender que a opinião do outro é somente a opinião do outro. Porém, quando o caso ocorre com uma criança a situação é um pouco diferente, porque a criança está aprendendo e acaba por tomar para si não apenas a definição de eu que o adulto lhe oferece como, também &#8211; e muito mais danoso, o processo de negar a sua própria, ou ter que escondê-la dos outros afim  de evitar a negação ou buscar a aceitação através de um papel.</p>
<p>Como eu disse temos dois processos: a aceitação da versão dos outros de &#8220;quem sou&#8221; e o processo de negar aquilo pelo qual eu me identifico. Cada elemento precisa de uma maneira específica para ser tratado.</p>
<p>A primeira &#8211; aceitação da definição dos outros de &#8220;quem sou&#8221; &#8211; pode começar a ser trabalhada questionando a versão dos outros com contra exemplos retirados da própria experiência da pessoa. Além disso com a valorização daquilo que a pessoa acha que é, dos resultados que ela obtém com isso, enfim da criação da auto estima dela. Aprender a dizer &#8220;não&#8221; para os outros e estabelecer limites, questionar e confrontar os outros e suas opiniões sobre a pessoa são elementos importantes também. O ponto fundamental é a pessoa aprender a aceitar aquilo que ela já pensa sobre si ao invés de precisar apenas aceitar aquilo que os outros querem. Neste caso a pessoa possui uma definição de si, mas a mantém obscura e um pouco de lado em detrimento das dos outros.</p>
<p>A segunda &#8211; negação daquilo que sou &#8211; é um processo mais complicado. Ocorre quando a própria pessoa nega aquilo que percebe de si. Existe uma diferença entre o primeiro e o segundo: no primeiro caso a pessoa possui uma definição de si e a mantém de lado, no segundo ele rejeita tudo aquilo que percebe de si, ele não chega a elaborar a sua definição de eu para colocá-la de lado. O próprio ato de &#8220;criar um eu&#8221; é algo visto como nocivo para a pessoa.</p>
<p>Para este tipo de dinâmica a aventura é mais longa e vai requerer mais do seu herói. A pessoa irá em primeiro lugar perceber que existem nela coisas que ela percebe e valorizar essas percepções. Isso, por si só, é um confronto porque a pessoa entende que isso é errado, questionar a noção dos outros é errado e mais do que isso, perceber-se é errado. Quando a pessoa entende que perceber-se não é  errado ela terá que suportar as percepções assim como as emoções fortes que elas trarão principalmente por serem altamente antagônicas em relação aquilo que ela pensava que era.</p>
<p>Este é o primeiro passo, depois disso vem a etapa de formar o seu próprio eu: quais suas crenças, quem ela pensa &#8211; de fato &#8211; que é, o que ela gosta ou não gosta, o que deseja ou não deseja. Esta fase de criação é turbulenta porque envolve não apenas a percepção de quem se é, também envolve viver esta percepção com comportamentos e enfrentar a opinião dos outros sobre isso. E é aqui que surge o maior &#8220;teste&#8221; para esta dinâmica: aceitar a existência e o valor de um processo pessoal de elaboração do &#8220;eu&#8221; que é mais importante do que a opinião dos outros. Após a formação do eu a pessoa entrará na parte de afirmar este eu assim como no primeiro caso.</p>
<p>Vale à pena deixar o registro de que nem sempre &#8211; na maior parte dos casos não &#8211; a &#8220;negação do eu&#8221; deve ser entendida como completa, ou seja, o eu é completamente negado. Em geral o que ocorre é que partes importantes do eu são negadas e o trabalho de resgate se dá nesta esfera. Assim, uma pergunta ardida e, ao mesmo tempo poderosa é: o que eu nego em mim?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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