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	<title>Arquivos Problemas - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Cade o problema que estava aqui?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas e o que eu faço? &#8211; Vamos olhar para isso novamente. O que aconteceu? &#8211; Aconteceu que a gente terminou. &#8211; Certo. E isso é algo que ambos estão de acordo, não? &#8211; Sim&#8230; é triste&#8230; mas é isso mesmo. &#8211; Perfeito. Então te pergunto: &#8220;o que eu faço&#8221; com o que? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/07/22/cade-o-problema-que-estava-aqui/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Cade o problema que estava aqui?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas e o que eu faço?</p>
<p>&#8211; Vamos olhar para isso novamente. O que aconteceu?</p>
<p>&#8211; Aconteceu que a gente terminou.</p>
<p>&#8211; Certo. E isso é algo que ambos estão de acordo, não?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; é triste&#8230; mas é isso mesmo.</p>
<p>&#8211; Perfeito. Então te pergunto: &#8220;o que eu faço&#8221; com o que?</p>
<p>&#8211; Essa tristeza.</p>
<p>&#8211; O que você acha que tem que fazer com ela?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; dói sabe?</p>
<p>&#8211; Sim. E é isso.</p>
<p>&#8211; É isso?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nossa mente tem a tendência para criar problemas. Isso significa que nosso raciocínio tem o hábito de olhar para o mundo e tentar interpretá-lo como um problema que precisa ser solucionado. Esse modo de funcionamento é bom quando temos um problema para resolver, porém ele nos confunde quando não há nada a ser feito, ou ainda: quando nem sequer existe um problema.</p>
<p><span id="more-7181"></span></p>
<p>Quando queremos resolver um problema e ele existe, nossa mente entra em ação. Ela funciona muito bem nesse sistema de identificar problemas e tentar resolvê-los, esta é uma das nossas maiores &#8220;armas&#8221; evolutivas. O fato é que ela precisa de um problema para resolver. Se não existir um problema, ela continuará operando &#8220;como se&#8221; ele existisse, mas isso pode ser altamente desvantajoso para nós. Pior ainda: isso pode nos criar um problema de verdade.</p>
<p>Então o primeiro ponto é ver se realmente existe um problema, ou se estamos querendo ter um problema para evitar algo. Esse fenômeno é muito comum em terapia. No trecho que coloquei no início do post, o ponto era justamente esse. A pessoa queria &#8220;fazer algo&#8221; com a tristeza. Mas o que há para fazer com ela? A pessoa sentia-se triste pelo fim de um relacionamento, não há nada para fazer com isso. &#8220;Fazer algo&#8221; significa criar um problema onde ele não existe. Em geral, fazemos isso para evitar a dor, ou alguma decisão difícil que temos que tomar.</p>
<p>Se olharmos para a tristeza, oriunda de um fato &#8211; como o término de uma relação ou a morte de alguém: o que há para ser feito com ela? Nada. Apenas sentir. Esse é outro &#8220;modus operandi&#8221; de nossa mete com o qual não estamos muito habituados. Trata-se de contemplar, abrir-se para um fenômeno sem a necessidade de inferir ou operar sobre ele. Se existe a possibilidade de ficar triste e passar algum tempo triste, nota-se que não há nada para ser feito, ou seja, nenhum problema em estar triste. Pode ser doloroso, sim, mas isso não significa que há algo de errado ou algum problema.</p>
<p>Evitar a dor ou uma ação indesejada é o que nos leva a criar problemas desnecessários. Em geral, as pessoas tem consciência de que estão evitando algo. Essa é a conclusão que chegam quase sempre durante a terapia. No fim, percebem que já sabiam que algo havia acontecido e sentem-se tristes, culpados ou com medo disso. Então passaram a tentar bolar um problema afim de evitar isso. É difícil, pois a mente rebela-se:&#8221;como assim você vai simplesmente sentir dor? Não pode, tem que ter algo que possamos fazer&#8221;.</p>
<p>Um ponto que sempre trabalho com meus clientes é que a dor faz parte da vida. Não é uma escolha, por mais que a mídia e livros de auto ajuda sensacionalistas queiram que você pense assim. A dor faz parte e não há nada de errado com ela. Dor e sofrimento não são problemas para serem resolvidos, são partes constituintes de nossa natureza. Quando aprendemos a dizer &#8220;sim&#8221; para isso, nos abrimos à um novo nível de perguntas e de percepção da realidade. Algo muito mais profundo e que eleva nossa vida.</p>
<p>Abraço</p>
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