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	<title>Arquivos Procrastinação - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Feliz ano velho</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/01/04/feliz-ano-velho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 09:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas daí estou pensando que no ano que vem eu começo. &#8211; Porque no ano que vem? &#8211; Porque esse tá no fim né Akim? &#8211; E? &#8211; Ah&#8230; estranho começar algo no fim do ano. &#8211; Porque? A sua resolução em cuidar da saúde tem data? &#8211; Não né, mas&#8230; sei lá &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/01/04/feliz-ano-velho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Feliz ano velho</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas daí estou pensando que no ano que vem eu começo.</p>
<p>&#8211; Porque no ano que vem?</p>
<p>&#8211; Porque esse tá no fim né Akim?</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; estranho começar algo no fim do ano.</p>
<p>&#8211; Porque? A sua resolução em cuidar da saúde tem data?</p>
<p>&#8211; Não né, mas&#8230; sei lá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Ano que vem eu vou&#8230;&#8221;. Promessas de começo de ano, em geral terminam da mesma forma que começaram: meras promessas. Porque isso acontece?</p>
<p><span id="more-6224"></span></p>
<p>Promessas de começo de ano tem um grave problema em termos da estrutura pela qual são criadas. Elas focam no tempo e não na mudança em si. Qual o melhor dia para começar uma dieta? O dia em que se escolhe começar. As pessoas que focam na data, na verdade não estão criando planos, mas sim procrastinando de uma maneira elegante.</p>
<p>A maior parte das promessas de começo de ano tem como tema a mudança de hábitos. Mudar um hábito é um processo que quanto mais cedo iniciar-se, melhor. Na verdade é importante entender que o foco na mudança de hábitos é o comportamento e não o tempo. Obviamente, o comportamento se dará ao longo do tempo, mas o problema central é começar a fazer algo diferente.</p>
<p>Aí é que surge o problema. As promessas não situam o comportamento como foco, mas o tempo. A chegada do novo ano, no entanto, não prepara ninguém para ter novas atitudes. É necessário se planejar para saber o que você vai fazer e como o fará. Além disso é importante trabalhar a sua mente e emoções para iniciar a mudança e mantê-la. Nessa preparação e disposição é que reside a verdadeira mudança de atitude que cria os novos hábitos.</p>
<p>Mas o fato é que nem sempre aquilo que se promete é exatamente o que se deseja. As decisões de ano novo são famosas por causa disso, são a maneira que a sociedade encontrou para fingir comprometer-se com algo que, no fundo, não desejamos nos comprometer.</p>
<p>Porém é &#8220;feio&#8221; dizer, por exemplo: &#8220;não vou fazer dieta nenhuma, quero me manter gordo&#8221; ou &#8220;vou ficar mais um ano morgueando, sem trabalhar&#8221;. Assim é mais polido colocar-se com pompa e verve no começo do ano dizendo que promete que vai emagrecer ou começar a trabalhar. Realizar os comportamentos necessários durante uma ou duas semanas e depois &#8220;desistir&#8221; novamente, porque dá muito trabalho.</p>
<p>Na verdade não houve uma desistência por não ter havido um compromisso de fato no começo. Este auto engano nos custa caro termos morais porque eles deturpam a nossa própria auto estima. Além disso é mais fácil conviver com o socialmente aceito, afinal de contas, todos sabem que é difícil emagrecer. De fato é, porém, o problema está na falta de comprometimento prévio.</p>
<p>Logo, o ano pode ser novo ou velho. Não faça promessas para o ano novo, pode parecer estranho, mas ele não está nem aí para você. Se você realmente quiser fazer algo, não prometa, aja e aja agora, mesmo que seja 28 de dezembro, afinal de contas o melhor momento para iniciar uma mudança é quando você decide mudar.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Preguiçosos crônicos</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/08/01/preguicosos-cronicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 10:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu queria falar contigo sobre eu arrumar meu quarto. &#8211; Hum&#8230; o que quer falar? &#8211; Eu queria falar que eu pensei novamente sobre o assunto e acho importante. &#8211; Ótimo, você chegou a arrumar ele? &#8211; Não. &#8211; Ok, então falemos de outra coisa. Quando você fizer algo de fato, conversamos, se não, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/01/preguicosos-cronicos/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Preguiçosos crônicos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu queria falar contigo sobre eu arrumar meu quarto.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; o que quer falar?</p>
<p>&#8211; Eu queria falar que eu pensei novamente sobre o assunto e acho importante.</p>
<p>&#8211; Ótimo, você chegou a arrumar ele?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Ok, então falemos de outra coisa. Quando você fizer algo de fato, conversamos, se não, vamos para assuntos que não foram, ainda, tratados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A preguiça tem se tornado uma virtude em si. A praticidade tem permitido que a preguiça se manifeste cada vez mais no mundo, existe um limite para esta expansão?</p>
<p><span id="more-5683"></span></p>
<p>&#8220;Preciso me motivar&#8221;, &#8220;preciso que alguém esteja comigo&#8221;, &#8220;preciso que isso seja legal né?&#8221;&#8230; Uma das virtudes reais do preguiçoso é a sua capacidade infinita em arranjar desculpas para não fazer algo que precisa fazer. A questão do preguiçoso é que não importa quantas soluções você encontre para as barreiras que ele arranjar: ele sempre irá colocar mais uma e se tudo mais falhar ele se utilizará do <em>pièce de résistance</em> &#8220;então amanhã eu faço&#8221;.</p>
<p>Em meu consultório, quando detecto a preguiça, não gasto muito do meu tempo. Simplesmente digo à pessoa que é um tema que só vamos tratar novamente quando ela realmente fizer algo à respeito. Mantenho firme a posição, toda vez que ela coloca o tema em pauta, eu reforço: &#8220;só posso discutir fatos, não quero gastar o seu dinheiro falando sobre sua preguiça&#8221;.</p>
<p>De um lado, a crítica poderá vir dizendo que sou muito radical, porém este julgamento é exatamente o julgamento usado pelo pensamento preguiçoso. Não há nada de radical em dizer que uma atividade que requer uma ação, requer uma ação. O radicalismo está no oposto, em julgar que há saídas possíveis para uma atividade que requer uma ação a não ser a ação de executá-la.</p>
<p>Minha saída em apenas falar com a pessoa quando ela agir é plenamente coerente. Se tenho uma atividade para a qual não resta pensar, apenas a ação, nada adianta continuar refletindo sobre ela, a única reflexão realmente &#8220;terapêutica&#8221; seria a partir do momento em que novos dados estiverem disponíveis e isso só ocorre com a ação. O problema é que o preguiçoso não pensa assim, ele realmente acredita que ficar &#8220;refletindo&#8221; sobre um tema que já está refletido em sua plenitude terá algum &#8220;efeito mágico&#8221; que o fará executar a ação sem esforço, ou, melhor ainda, evitar a ação.</p>
<p>A espera por alguém, algo ou alguma situação que evite o problema é o que espera o preguiçoso. Isso diferencia o preguiçoso, do prático, por exemplo. Este último busca pelas formas mais fáceis de executar uma tarefa, porém, ele executa a busca. Ninguém poderá culpar alguém por ter uma rotina bem elaborada e ter tempo de sobra por causa disso. Porém, isso não acontece com o preguiçoso: ele está sempre com um monte de coisas para fazer e poucas vezes dá conta satisfatória de tudo.</p>
<p>É importante, eu creio, simplesmente dizer &#8220;você é preguiçoso&#8221;. Temos uma cultura na qual acusar alguém de ser preguiçoso, mesmo que a pessoa seja, é considerado uma espécie de preconceito. As desculpas para não fazer o que a pessoa deve fazer são inúmeras e em comunidade defende-se o &#8220;direito à preguiça&#8221;. Se fossem defendidos, com o mesmo empenho, o direto às &#8220;consequências da preguiça&#8221;, socialmente estaríamos bem, porém o que se deseja é o bônus sem o trabalho necessário para merecê-lo.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Horários</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/07/27/horarios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 10:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não sei mais Akim&#8230; tô muito perdido sabe? Sim, entendo. Está difícil para eu me manter nos meus horários, esqueço uma coisa, chego atrasado em outras&#8230; Sim&#8230; o que tem a ver com você isso? O que? A dificuldade para determinar teus horários tem tudo a ver com você nesse momento. Hum&#8230; não sei direito&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/07/27/horarios/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Horários</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/ic3a7ultdkrsjezxkclvc3a7higuc3a7ifyludtkysrjxkrcv.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3024" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/ic3a7ultdkrsjezxkclvc3a7higuc3a7ifyludtkysrjxkrcv.jpg" alt="içultdkrsjezxkclvçhiguçifyludtkysrjxkrcv" width="248" height="203" /></a></p>
<ul>
<li>Não sei mais Akim&#8230; tô muito perdido sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim, entendo.</p>
</li>
<li>
<p>Está difícil para eu me manter nos meus horários, esqueço uma coisa, chego atrasado em outras&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; o que tem a ver com você isso?</p>
</li>
<li>
<p>O que?</p>
</li>
<li>
<p>A dificuldade para determinar teus horários tem tudo a ver com você nesse momento.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; não sei direito&#8230; eu também não estou muito feliz ultimamente.</p>
</li>
<li>
<p>Sim. Não sei, mas me parece que estes &#8220;atrasos&#8221; querem dizer algo sobre as atividades que você está fazendo.</p>
</li>
<li>
<p>Pode ser&#8230; não sei direito se quero fazer o que estou fazendo.</p>
</li>
<li>
<p>Imagino&#8230; quais as tuas prioridades neste momento?</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Administrar o tempo, ao contrário do que se diz e se pensa é muito mais do administrar um conjunto de horas dentro de um dia. Tem a ver com a sua pessoa e o seu estilo de vida. A pergunta que sempre faço é: o que te motiva a usar teu tempo &#8211; que é limitado &#8211; nisso que você escolhe?</p>
<p>O tempo que temos é finito e não sabemos exatamente quando ira acabar. Isso faz dele algo único, o tempo de hoje não pode ser mais usado amanhã. Desta maneira quando escolhemos usar o tempo para determinadas atividades estamos, com isso, moldando a nossa vida de uma determinada maneira. Atrasos, como no caso acima podem ser uma indefinição à respeito do que fazer com o tempo ou da maneira pela qual a pessoa lida com suas escolhas.</p>
<p>Assim &#8220;atrasar-se&#8221; não é apenas uma questão de acaso, mas de estilo de vida. Porque sempre postergo aquilo que escolho, ao invés de resolver as coisas &#8220;na hora&#8221; é uma pergunta válida, por exemplo. Atrasar, neste aspecto, é uma escolha que deixo um pouco para depois &#8211; vale lembrar que neste posto falo sobre o comportamento de quem se atrasa sempre e não de um ou outro atraso ocasional.</p>
<p>Em terapia já atendi muitas pessoas que dizem: &#8220;mas não consigo chegar no horário, meu trabalho me prende&#8221;. Torna-se evidente logo mais que essas pessoas sempre deixam as suas escolhas pessoais para depois também, colocam-se em segundo plano em tudo. Assim, não tiram férias por causa dos filhos, não fazem seu lazer por causa da mulher &#8211; ou do marido, e não chegam no horário por causa do trabalho. O que eles estão realmente dizendo é que preferem deixar o tempo reservado para suas escolhas com outras pessoas e tarefas. &#8220;Se você esperar o mundo dar tempo para fazer o que quer, vai esperar sentado&#8221;.</p>
<p>Assim o uso que damos ao tempo está intimamente ligado à nossa personalidade e à maneira pela qual lidamos com nossas atividades e escolhas. É importante ver quais as prioridades que temos na vida e saber que a não ser que criemos a brecha na qual iremos fazer nossas atividades, o mundo irá sempre nos trazer demandas. Criar esta brecha e escolher usar o seu tempo para algo que você deseja significa não fazer outras coisas, por esta razão é que é importante que suas prioridades estejam bem organizadas, se não estiverem, vale usar um pouco de tempo para fazer isso.</p>
<p>E aí, que horas você vai viver a sua vida?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Procrastinação e dependência</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/03/30/procrastinacao-e-dependencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2015 12:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não sei mais se quero. Entendi&#8230; imaginei que você poderia sentir-se assim. Porque? Porque você acha? Não sei&#8230; Eu acho que você deve ter, no mínimo, um palpite. (silêncio) Eu acho&#8230; que&#8230; não queria mesmo antes. Sim&#8230; continue Eu meio que disse&#8230; para ver&#8230; O que? O que você ia achar. Sim&#8230; mas será que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/03/30/procrastinacao-e-dependencia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Procrastinação e dependência</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/procrastinar-empreender-mai-13.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3111" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/procrastinar-empreender-mai-13.jpg" alt="procrastinar-empreender-mai-13" width="426" height="283" /></a></p>
<ul>
<li>Não sei mais se quero.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; imaginei que você poderia sentir-se assim.</p>
</li>
<li>
<p>Porque?</p>
</li>
<li>
<p>Porque você acha?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Eu acho que você deve ter, no mínimo, um palpite.</p>
</li>
<li>
<p>(silêncio) Eu acho&#8230; que&#8230; não queria mesmo antes.</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; continue</p>
</li>
<li>
<p>Eu meio que disse&#8230; para ver&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que?</p>
</li>
<li>
<p>O que você ia achar.</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; mas será que não é o que você acha o que realmente conta?</p>
</li>
<li>
<p>Deveria ser&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que torna isso difícil para você?</p>
</li>
<li>
<p>Não consigo decidir de verdade&#8230; me sinto&#8230; fraco&#8230; daí fico sempre pulando de uma escolha para outra sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito se fala em procrastinação, várias são as teorias e explicações sobre o comportamento. Uma das que tenho percebido em minha prática clínica é a ligação entre procrastinação e dependência.</p>
<p>O ato de procrastinar pode, muitas vezes, estar aliado à uma identidade dependente que espera por alguém que venha lhe ajudar a realizar algo, dar &#8220;apoio emocional&#8221; (entendido pela pessoa como garantia de sucesso), fazer por ela ou simplesmente estar do seu lado (para ela não sentir que deve bancar só o seu próprio desejo).</p>
<p>Nathaniel Branden tem uma frase que usa com seus clientes e que eu adotei para empregar nestas situações: &#8220;ninguém está vindo&#8221;. Ou seja, não se pode esperar por alguém que virá lhe salvar do seu próprio &#8220;destino&#8221; &#8211; sua vida. É interessante notar que a pessoa faz uma defesa contra a identidade dependente em muitos casos. Assim embora esteja aguardando desesperadamente por suporte ela se percebe e tenta agir como uma pessoa independente, super bem resolvida e que não precisa de ninguém.</p>
<p>É importante a pessoa estabelecer uma conexão concreta com a realidade e com os seus próprios desejos. A procrastinação é uma atitude muito mental e é muito fácil perceber a pessoa se perdendo em pensamentos e devaneios, criando mil e uma explicações para o porque fazer e o porque não fazer, o que deve ser feito ou não, criar planos e desculpas. Desta maneira usa-se muita energia mental neste sentido e pouca no sentido da realidade, da concretude do que de fato fazer e do que de fato não fazer. É no ato de realizar que a procrastinação termina.</p>
<p>Junto com isso aprender a lidar com o próprio desejo também se faz necessário. Muitas vezes procrastinar significa não saber direito aquilo que se deseja, em outras não saber dizer &#8220;não&#8221; ao que não se quer. No caso da dependência a pessoa não sabe ao certo como formatar o seu desejo e sustentá-lo, daí busca apoio e enquanto não o acha posterga-o. Fantasias de onipotência são comuns para ajudar a lidar com a angústia gerada pela percepção daquilo que a pessoa diz querer e não realiza.</p>
<p>Se você procrastina pergunte-se se não está esperando por alguém vir e te ajudar. Essa pessoa não virá. Que tal você começar a se ajudar?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Alívio e satisfação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/06/30/alivio-e-satisfacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 17:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pois é Akim&#8230; não estou muito motivado para este trabalho. Hum&#8230; me conte: o que te motivou à ir para ele? Bem, eu não queria mais estar na casa do meu pai e não queria mais depender dele sabe? Sei sim&#8230; E daí pintou esta oportunidade e eu peguei. Entendi&#8230; o que ia melhorar na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/06/30/alivio-e-satisfacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Alívio e satisfação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2095" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1.jpg" alt="19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1" width="426" height="251" /></a></p>
<ul>
<li>Pois é Akim&#8230; não estou muito motivado para este trabalho.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; me conte: o que te motivou à ir para ele?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu não queria mais estar na casa do meu pai e não queria mais depender dele sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E daí pintou esta oportunidade e eu peguei.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; o que ia melhorar na sua vida saindo da casa do seu pai?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu ia poder sair sem ninguém me encher.</p>
</li>
<li>
<p>O que é mais importante: ninguém te encher ou você ter a liberdade de agir como quer?</p>
</li>
<li>
<p>Agir como quero!</p>
</li>
<li>
<p>Coisa boa! E você, quando pensa no seu trabalho, pensa nele dessa forma?</p>
</li>
<li>
<p>De que forma?</p>
</li>
<li>
<p>Como o que sustenta esta liberdade que você quer?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E  se você pensar nele assim, como fica a sua falta de motivação?</p>
</li>
<li>
<p>Cara&#8230; muda um pouco já&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Um bom começo&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fugir daquilo que nos causa dor é algo importante, quando nos afastamos de algo que nos incomoda sentimos um alívio que nos ajuda a repousar e reorganizar a vida. A sensação de alívio tem a ver com a ideia de afastar algo ruim, para termos alívio é necessário que antes tenhamos tido o incômodo, sem um não vem o outro.</p>
<p>A sensação de satisfação é diferente, ela vem quando adquirimos algo, quando finalizamos alguma coisa. É o resultado final o que importa e não a exclusão daquilo que incomoda, é a aquisição de algo que nos estrutura o que se busca na satisfação. Em oposição ao alívio, na satisfação o que temos que ter antes é  a sensação de que nos falta algo ou a sensação de desejar algo.</p>
<p>A maneira pela qual pensamos em nossa vida tem profundas repercussões sobre nossa motivação, as ações que tomamos e que deixamos de tomar e a maneira pela qual vivemos o dia a dia. Algumas maneiras de perceber e viver a vida são úteis para algumas finalidades enquanto outros maneiras são prejudiciais. Em meu consultório, por exemplo, percebo muitas pessoas tendo problemas em detrimento de uma confusão entre alívio e satisfação.</p>
<p>Quando aquilo que desejo é alívio o primeiro passo é buscar por um problema, se não existem problemas a pessoa não se mexe. É aquele tipo de pessoa que quanto tem um prazo, um problema ou uma situação à ser resolvida é muito eficaz, mas quando não tem nenhuma urgência para resolver nunca faz nada da vida, fica relapsa e vive num &#8220;nível basal&#8221;.</p>
<p>Quando se deseja satisfação na vida a atitude é de buscar aquilo que se deseja. O foco vai, então, para os ganhos que a pessoa terá e para os comportamentos que vão ajudá-la a chegar nestes ganhos. A pessoa é mais pró ativa e buscadora, ela mantém a motivação e o foco em aprendizados porque precisa e deseja-os.</p>
<p>Ocorre que muitas pessoas desejam coisas para a sua vida, mas pensam no estilo &#8220;alívio&#8221;. Quem quer algo precisa aprender a pensar como quem deseja se satisfazer e não como quem deseja se aliviar. Porque? Por um motivo simples: o esforço envolvido no &#8220;desejar&#8221; é muito grande para quem só deseja um alívio. Em outras palavras, para quem pensa no sentido do alívio, o custo de se mexer é muito grande e a pessoa acaba procrastinando ou se desinteressando da tarefa.</p>
<p>A grande questão é aprender a mudar a &#8220;imagem final&#8221;, ou seja, aquilo em que pensamos quando pensamos no que vamos ter no final. Se eu me imagino me afastando de algo ruim, ou &#8220;não tendo problemas&#8221; estou pensando no sistema que busca &#8220;alívio&#8221;. Quando imagino aquilo que realmente quero e o bem que isso vai me trazer eu estou raciocinando no sistema &#8220;satisfação&#8221;.</p>
<p>Quando você imagina o seu futuro pensa &#8220;não quero problemas&#8221; ou pensa &#8220;quero algo bom pra mim&#8221;? Essa é a diferença.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Preocupação x decisão</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/01/14/preocupacao-x-decisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 10:50:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Desta vez fiz diferente com ele. &#8211; Me conte &#8211; Quando ele disse: &#8220;mas você vai mesmo?&#8221; Eu disse que sim, que eu ia. &#8211; E ele? &#8211; Ele ficou me olhando durante alguns segundos e me perguntou: e eu? Daí eu continuei olhando para ele como quem diz: &#8220;pois é, o que você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/01/14/preocupacao-x-decisao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Preocupação x decisão</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Desta vez fiz diferente com ele.</p>
<p>&#8211; Me conte</p>
<p>&#8211; Quando ele disse: &#8220;mas você vai mesmo?&#8221; Eu disse que sim, que eu ia.</p>
<p>&#8211; E ele?</p>
<p>&#8211; Ele ficou me olhando durante alguns segundos e me perguntou: e eu? Daí eu continuei olhando para ele como quem diz: &#8220;pois é, o que você vai fazer?&#8221;</p>
<p>&#8211; Hum, o que você aprendeu com isso?</p>
<p>&#8211; Aprendi que antes eu ficava pensando por ele e desta vez ao invés de ficar me preocupando com o que ele iria ou não fazer ou dizer eu agi, decidi e fiquei ali com ele para resolvermos o que ele poderia fazer enquanto eu estivesse na minha atividade.</p>
<p>&#8211; E como terminou isso?</p>
<p>&#8211; Então, ele acabou pensando que poderia fazer ir ler um livro ou ver um filme enquanto eu fazia a minha reunião com as minhas amigas. Eu convidei ele, mas quem não quer ir é ele, então ele é quem tem que fazer algo e não eu.</p>
<p>&#8211; Entendi. E como isso é diferente do que você fazia?</p>
<p>&#8211; Eu sabia que ele não queria ir e acabava sambando para abrir mão da minha reunião mesmo não querendo. Abria mão só porque ele não queria ir junto sabe? Mas acho que não consigo passar a minha vida sem esta reunião, me faz falta e eu não estou fazendo nada de errado.</p>
<p>&#8211; Com certeza não, perfeito, então antes você abria mão porque ele não queria ir junto e agora você assumiu que este encontro é importante para você e que você não deve abrir mão, é isso?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Perfeito, fez as pazes com você então é?</p>
<p>&#8211; Engraçado você dizer isso. É bem isso que eu senti. Minha briga não era com ele, era comigo. Eu ficava me preocupando com o que poderia acontecer ao invés de decidir o que eu iria fazer. Quando decidi que as reuniões eram importantes para mim, sabe&#8230; para eu me descontrair, jogar conversa fora&#8230; eu me sinto melhor na relação depois dessas conversas, me sinto livre e isso me dá mais vontade de voltar para ficar perto dele. (Risos) Ele lucra muito comigo indo nessas reuniões.</p>
<p>&#8211; Tenho certeza que sim!</p>
<p>&#8211; Pois é, e então eu decidi e resolvi colocar isso para ele. E foi assim, numa boa, sem brigas nem nada. Apenas combinei e pronto.</p>
<p>&#8211; Ótimo, parabéns!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existe uma grande diferença entre preocupar-se com alguma coisa e decidir por alguma coisa ou atitude. A maior parte de nós confunde uma coisa com a a outra.</p>
<p>Preocupar-se significa que você fica raciocinando &#8211; eternamente &#8211; os pró e contras que &#8220;podem&#8221; ocorrer. Fica remoendo o remoído do moído sem chegar à uma atitude no mundo, concreta e real. Decidir significa que você raciocina sobre o assunto e assume uma atitude no mundo.</p>
<p>Obviamente o processo de decisão pode ser um processo mais longo, no entanto ele busca esta atitude enquanto o processo de preocupar-se afasta-se desta atitude. A pessoa preocupada é aquela que geralmente executa poucas mudanças na sua forma de agir no mundo porque gasta a energia e o tempo necessários para a mudança pensando e se angustiando em suas fantasias, já a pessoa de decisão se angustia buscando uma resposta adequada e quando a encontra a executa.</p>
<p>Ambos podem errar, geralmente a pessoa de decisão pode tomar uma decisão sem ter todos os elementos ou pode acabar sendo precipitada. A pessoa preocupada geralmente erra por omissão &#8211; acaba pensando tanto que não faz nada e depois lamenta-se quando a oportunidade passa por ela.</p>
<p>A grande dica é perguntar-se: para quando vou tomar uma atitude frente à este tema?</p>
<p>Se não existe resposta para esta pergunta é muito provável que você esteja apenas postergando. Preocupando-se em demasia com o assunto ao invés de estar buscando uma resposta para agir.</p>
<p>Para passar da preocupação para a decisão existem dois fatores fundamentais: perceber a necessidade e sentir-se responsável pela resolução da situação.</p>
<p>Quando a pessoa sente a necessidade, mas não se percebe responsável ela fica apenas raciocinando sobre o tema. Irá ter uma boa percepção do que ocorre, mas isso não vai mudar em nada &#8211; ou quase nada &#8211; a vida dela pois ela nunca fará nada com isso.</p>
<p>Quando a pessoa não percebe a necessidade ela nem sequer irá pensar sobre o tema.</p>
<p>Quando a pessoa percebe o problema e percebe-se responsável por ele &#8211; algo do tipo: &#8220;isto&#8221; precisa ser resolvido + sou eu quem vai fazê-lo + posso fazê-lo &#8211; ela começa a pensar em termos de atitudes, comportamentos e isso tem uma grande diferença pois neste ensaio o cérebro começa a representar as atitudes até que encontre uma que seja adequada à situação e quando o cérebro cria esta resposta começa a impulsionar a pessoa em direção à atitude ao invés do conformismo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Esquecer</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/11/19/esquecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 15:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Daí Akim, quando eu vi, já passou o dia e eu não fiz nada. &#8211; Entendi, e quando você percebe que não fez nada, se sente mal contigo? &#8211; Sim, fico me culpando. &#8211; Ok. E as coisas que você precisa fazer são coisas que você sabe como fazer? &#8211; Até sei. &#8211; E &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/11/19/esquecer/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Esquecer</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Daí Akim, quando eu vi, já passou o dia e eu não fiz nada.</p>
<p>&#8211; Entendi, e quando você percebe que não fez nada, se sente mal contigo?</p>
<p>&#8211; Sim, fico me culpando.</p>
<p>&#8211; Ok. E as coisas que você precisa fazer são coisas que você sabe como fazer?</p>
<p>&#8211; Até sei.</p>
<p>&#8211; E está disponível para ficar sempre responsável por elas?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; não sei ao certo&#8230;</p>
<p>&#8211; Você se sente competente para realizar tudo o que tem que fazer sempre? Motivado?</p>
<p>&#8211; Na verdade não. Às vezes eu me empolgo, mas nem sempre sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim. É uma questão de começarmos a entender mais sobre essas coisas que você não sabe fazer ao certo e sobre como você decidiu por se comprometer com elas.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, temos que ver se você realmente sabe fazer o que se propôs e porque se propôs. Decidir é algo simples para você?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; nem sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas tem sofrido com a procrastinação. Algumas ficam fazendo várias coisas ao invés de ir direto ao ponto, outras &#8220;esquecem&#8221; e passam o dia sonhando acordadas com outras coisas ao invés de fazer o que se propuseram a fazer: a procrastinação pode vir de várias formas algumas pessoas dormem ou passam o dia vendo TV.</p>
<p>Uma questão é se a pessoa sabe fazer o que se propôs: muitas pessoas procrastinam por não saberem fazer suas tarefas ou alcançar suas metas e, com medo do fracasso, não avançam e ficam esquivando-se da tarefa. Esquivar é quando queremos evitar algo que nos faz ou pode nos fazer mal. Por exemplo: sem saber o que decidir muitas pessoas &#8220;adiam&#8221; uma decisão. Nesse caso, ao aprender como se faz a pessoa passa a agir.</p>
<p>Esta questão nos traz para uma segunda que pode ser decorrente dela: auto-confiança. A pessoa sente-se auto-confiante quando sabe que sabe fazer as coisas. Então se ela não sabe pode querer esquivar-se como no exemplo acima. No entanto, em alguns casos precisamos ajuda a pessoa a saber que sabe fazer as coisas. Explico: muitas pessoas sabem como se faz, no entanto, não dão crédito à isso que sabem. É aquele pessoa que todos percebem que tem uma aptidão para alguma coisa &#8211; escrever, vender, pintar &#8211; mas que ela não se vê assim, ela não consegue acreditar nas suas competências, um problema geralmente de auto-confiança agregado com auto-estima.</p>
<p>Uma última questão que pode ter a ver com as duas anteriores é se a pessoa sabe tomar decisões. Muitas pessoas optam por rotinas que não querem e não conseguiram dizer &#8220;não&#8221; no momento certo. Então postergam por não desejar, de fato, o que estão fazendo. Aceitam por razões equivocadas como um senso inadequado de lealdade, pena, medo de dizer não. E acabam sem viver nem a vida que querem e nem a vida que os outros querem para elas, o que é gera um grande problema para a auto-estima e para a auto-confiança.</p>
<p>Pessoas que fazem o que se propões geralmente tem uma visão clara dos benefícios que a atividade vai lhes trazer, buscam por novas formas de executar a tarefa, mais informações; são auto-motivadas: criam suas metas e objetivos sozinhas, sabem se parabenizar e avaliar o seu progresso. A decisão fica sempre por conta delas, dificilmente fazem algo que não querem mesmo e quando o fazem buscam, na atividade, os benefícios que ela trará e alguma forma de diversão ou prazer em realizá-la.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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