<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Psicólogo - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
	<atom:link href="https://akimneto.com.br/tag/psicologo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://akimneto.com.br/tag/psicologo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Mar 2022 16:19:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.0.9</generator>
<div class="fcbkbttn_buttons_block fcbkbttn_arhiv" id="fcbkbttn_left"><div class="fcbkbttn_like fcbkbttn_large_button"><fb:like href="https://akimneto.com.br/tag/psicologo/feed" action="like" colorscheme="light" layout="standard"  width="225px" size="large"></fb:like></div></div>	<item>
		<title>Sem solução&#8230; solucionado está</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 11:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Rejeição Amorosa]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=3590</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu não aguento mais isso! Concordo! Que bom! E o que eu faço? Você sabe que eu já tentei ajudar ele! Sim. E ele não faz nada Akim! Ele não muda nada! Eu sei. Então?! O que eu faço? Que tal parar de brigar contra isso? Como assim? Aceite que ele é assim. Não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem solução&#8230; solucionado está</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/">Sem solução&#8230; solucionado está</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu não aguento mais isso!</li>
<li>Concordo! Que bom!</li>
<li>E o que eu faço? Você sabe que eu já tentei ajudar ele!</li>
<li>Sim.</li>
<li>E ele não faz nada Akim! Ele não muda nada!</li>
<li>Eu sei.</li>
<li>Então?! O que eu faço?</li>
<li>Que tal parar de brigar contra isso?</li>
<li>Como assim?</li>
<li>Aceite que ele é assim. Não quer mudar.</li>
<li>Mas porra&#8230; é ruim para mim isso.</li>
<li>Sim, eu sei&#8230; e acho que está na hora de lidar com esta realidade&#8230;</li>
<li>(silêncio)</li>
<li>Você saberia como fazer?</li>
<li>Não&#8230; acho que não&#8230; eu não quero terminar ou que ele termine&#8230; tenho medo disso.</li>
<li>Sei&#8230; e ao mesmo tempo não consegue ficar da maneira que está não é?</li>
<li>É&#8230;</li>
<li>Vamos lidar com isso então, ao invés de lutar contra isso, que tal?</li>
<li>Pode ser (suspiro)</li>
</ul>
<p>Talvez um dos grandes aprendizados que podemos ter é de compreender quando algo está solucionado de fato ou quando algo não tem solução.</p>
<p>Ver uma pessoa tentando mudar uma característica de uma outra pessoa próxima à ela é um exercício interessante. Acompanhar a obstinação com que algumas pessoas atacam o &#8220;problema&#8221; e como tomam como pessoal o sucesso ou insucesso nesta empreitada me fez ter várias compreensões sobre este tema.</p>
<p>Uma delas é que para você criar um verdadeiro inferno para você mesmo, um dos primeiros passos é buscar modificar o comportamento de outra pessoa. Quanto mais você assumir como uma falha pessoal a não-mudança no comportamento do outro, mais infernal será a sua vida e mais frustração você irá acumular para você mesmo.</p>
<p>Outro procedimento igualmente forte é tentar adivinhar o que o outro pensa. Porque perguntar quando tentar adivinhar é mais interessante? A elaboração de inúmera hipóteses sobre o que a pessoa está pensando quando &#8220;faz aquilo&#8221; assim como as motivações que a levam à pensar deste jeito associado ao ato de tentar, por meio destas deduções, modificar o comportamento do outro é um bálsamo para aqueles que desejam ter seus dias transformados numa constante corrida contra a tranquilidade.</p>
<p>Estes exemplos vem para ilustrar que o comportamento do outro é algo que se encaixa dentro da concepção de &#8220;solucionado&#8221; ou &#8220;sem solução&#8221;. O comportamento do outro é, simplesmente, o comportamento do outro. Quando a pessoa realmente compreende isso e passa a reagir ao comportamento ao invés de tentar moldar o outro ela passa a se tranquilizar mais. O outro lado da moeda é quando tenta, com todas as uas forças modificar o outro. Esta tentativa além de ser altamente ineficaz é fonte constante de frustração.</p>
<p>Aprender quando algo simplesmente &#8220;é&#8221; faz parte de relacionamentos felizes. John Gotman diz para resolvermos nossos problemas resolvíveis. Eu gosto desta concepção porque ela é respeitosa e realista. Ocorre que todo mundo já ouviu a ideia de que o outro não está aqui para nos agradar, mas nem todos colocamos isto para funcionar. Aprender quando uma pessoa simplesmente é diferente e que nós somos quem não gostamos desta diferença ajuda a harmonizar a relação.</p>
<p>Embora este texto possa soar como um &#8220;acomode-se&#8221;, devo dizer que é exatamente o contrário disso. É óbvio, e ao mesmo tempo importante, ressaltar que aceitar a característica de uma outra pessoa nem sempre significa em concordar, gostar ou ter que aturar isso. A ideia deste texto é demonstrar que quando compreende-se a &#8220;coisa&#8221; como o que ela é, deixa-se de brigar contra ela, passa-se a aceitar a realidade e a partir disso, reagir à realidade.</p>
<p>Por exemplo, muitas mulheres que tem esposos violentos tem em comum a ideia de que elas estão fazendo algo errado, que não são suficientes para o marido e, por esta razão, apanham. Este pensamento acaba por alimentar o ciclo de violência. Quando elas se tocam de que o problema da violência é do outro, que ele realmente é violento e passam a aceitar isso como realidade, a atitude começa a se modificar.</p>
<p>Contra o que você está lutando?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/">Sem solução&#8230; solucionado está</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/09/23/sem-solucao-solucionado-esta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Força</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 10:56:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto percepção]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Menosprezo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Vida mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=4370</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco. Porque? Porque vou estar fazendo o que ele quer. Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância? Mas o que vão pensar? Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Força</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/">Força</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-4364" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04-300x230.jpg" alt="277_forca_otimismo_04" width="300" height="230" /></a></p>
<ul>
<li>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco.</li>
<li>Porque?</li>
<li>Porque vou estar fazendo o que ele quer.</li>
<li>Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância?</li>
<li>Mas o que vão pensar?</li>
<li>Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber que uma ideia é melhor que outra?</li>
<li>Não é fraqueza isso.</li>
<li>E não é isso, em síntese o que está acontecendo?</li>
<li>Sim.</li>
<li>Se não fosse seu pai dizendo isso, você estaria tão relutante em aceitar?</li>
<li>É&#8230; pensando bem&#8230; não&#8230;</li>
<li>Então, o que é ser forte nesse momento?</li>
<li>Pensando assim&#8230; talvez se eu falar que concordo vou ser mais forte porque&#8230; bem&#8230; eu sempre falo que ele nunca aceita ideia de ninguém mesmo que concorde com ela.</li>
<li>E?</li>
<li>Bem, eu prego contra isso, e se eu não aceitar farei o mesmo que ele.</li>
<li>E se aceitar?</li>
<li>Vou estar de acordo com o que eu penso: uma boa ideia é uma boa ideia, não importa de quem venha.</li>
</ul>
<p>O que é &#8220;ser forte&#8221;? Muitas pessoas em seus processos de terapia acabam mostrando medo em sentir-se fracas. Assim, fazem &#8220;algo&#8221; para não se mostrar &#8220;fracas&#8221; e chamam isso de &#8220;força&#8221;, seria &#8220;ser forte&#8221; fugir de &#8220;ser fraco&#8221;?</p>
<p>A estratégia por detrás desta maneira de agir é de afastamento. Ou seja, imagino aquilo que não quero e ajo de uma maneira que me pareça distante daquilo que não quero, afasto-me daquilo que temo ou não desejo. Isso, como o leitor pode ter deduzido, não nos conduz ao que desejamos. Ou seja fugir ou esquivar-se de uma briga não quero dizer que sei como me defender caso tenha que lutar.</p>
<p>E é aí que o conceito de &#8220;força&#8221; emocional ou psicológica se aplica. Força no sentido físico é a quantidade de energia aplicada a determinado objeto. É uma medida quantitativa. Quando levamos esta ideia para a mente e as emoções &#8220;força&#8221; significa a disposição que a pessoa tem para enfrentar de maneira adequada determinadas situações. Neste sentido a força não tem a ver com o comportamento em si, mas sim com sua adequação à situação, às emoções de quem vive ela e com os objetivos da pessoa. Ser forte, é algo relativo e não definitivo, o mesmo comportamento que pode demonstrar força em uma situação pode ser evidência de fraqueza ou de fuga em outra.</p>
<p>O que fazer se quero ser forte?</p>
<p>Em primeiro lugar é importante parar de fugir. A fuga é uma estratégia sábia e importante em momentos nos quais o ônus de lutar será maior do que conseguimos suportar. Como diz o ditado romano: o bom general sabe quais batalhas lutar e quais não lutar. Parar de fugir significa encarar aquilo que tememos e responder à pergunta: o que seria ser forte nessa situação?</p>
<p>Uma vez respondida esta pergunta é importante ligar isso à situação e ao que desejo. Pessoas com problemas de dependência tem nisso a missão de suas vidas. Não basta dizer &#8220;não quero ser dependente&#8221;, mas sim compreender &#8220;o que é ser dependente?&#8221;, &#8220;de que maneira percebo que estou agindo de forma dependente&#8221;, &#8220;como me sinto ao fazer isso&#8221;, &#8220;o que isso acarreta para minha auto estima&#8221;. Isso é encarar o medo, esse é o começo da força: conhecer suas fraquezas. É assim que se constrói uma fortaleza: conhecendo seu terreno, suas fraquezas e virtudes.</p>
<p>O segundo ponto é: &#8220;o que preciso fazer para sentir que sou forte?&#8221; Veja que &#8220;sentir-me forte&#8221; é diferente de &#8220;não sentir-me fraco&#8221;. &#8220;Como vou evidenciar que estou construindo força emocional?&#8221;, &#8220;de que maneiras posso agir para mostrar força?&#8221;. Estas perguntas conduzem a pessoa a criar um modelo para buscar. Este modelo poderá ser mudado ao longo de sua vida, ela poderá (assim espero) encontrar novas definições de força ou formas de expressá-la.</p>
<p>O terceiro ponto é agir. A ação é a maneira mais eficaz e talvez a única de realmente alterarmos nossa percepção de eu e abrirmos nossos paradigmas à novas concepções. Sem a ação temos bons planos. Com a ação teremos desafios e a insegurança natural da ação e junto com ela a energia da aventura de viver.</p>
<p>E aí, vamos construir força nessa mente e coração?</p>
<p>Abraço</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/">Força</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medo e crescimento</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/24/medo-e-crescimento/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/08/24/medo-e-crescimento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 15:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=3653</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não sentir medo não é pre requisito para ação.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/24/medo-e-crescimento/">Medo e crescimento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<li>Não posso fazer isso.</li>
<li>Porque não?</li>
<li>Eu tenho medo de fazer isso.</li>
<li>E não pode ter medo para fazer?</li>
<li>Não né?</li>
<li>É?</li>
<li>Não sei&#8230; agora você me deixou confuso.</li>
<li>Qual o problema em sentir medo e fazer isso?</li>
<li>Ai não sei&#8230; dá?</li>
<li>O problema é ter ou não ter medo ou fazer logo de uma vez?</li>
<li>É&#8230; pensando nisso&#8230;</li>
</ul>
<p>Medo. Esta é uma das emoções que mais fazem com que as pessoas não tomem determinadas atitudes. Porém, não sentir medo é um pré requisito para a ação?</p>
<p>A resposta é não. A ausência de medo não é um requisito para nenhuma ação. Embora o leitor possa objetar e dizer que com medo é mais fácil de fazer as coisas &#8211; o que devo concordar &#8211; a questão é que muitas pessoas colocam a ausência do medo como um critério para executar ou não algo. Ou seja, se sentirem medo não vão fazer. Isso é errado.</p>
<p>Errado pelo dato de que não sentir medo quando se faz algo novo, por exemplo, pode ser uma expectativa irrealista. Fazer algo novo envolve a falta de conhecimento sobre o que irá acontecer, a pessoa não tem experiência e sentir medo enquanto uma emoção que pode desencadear a auto proteção é algo adequado no sentido em que aguça os sentidos e faz com que a pessoa esteja mais preparada para a ação.</p>
<p>Quando enfrentamos nossos medos, num outro exemplo, não apenas é aceitável, como também natural que inicialmente a emoção do medo esteja presente para, somente então, conseguirmos enfrenta-lo. Se não sinto medo, como posso enfrentar o medo? Neste contexto, o enfrentamento é exatamente o aprendizado desejado e, para tanto o medo se faz necessário.</p>
<p>O medo desencadeia respostas de proteção e, sendo assim, é adequado para viver várias situações. A questão é que, muitos de nós entendemos que o medo é algo ruim, nocivo e que não pode existir enquanto estamos nos propondo uma determinada experiência. Temos uma cultura que lhe diz não tenha medo. Eu digo o contrário: sinta o medo, sinta ele e aprenda com ele. Uma vez que o seu medo tornar&#8211;se seu aliado, sua emoção você não precisará te-lo como inimigo e fugir dele, poderá usá-lo à seu favor.</p>
<p>O medo pode ser usado a nosso favor quando compreendemos que ele é apenas uma emoção. Quando ela surge a pergunta &#8220;o que me deixa com medo&#8221; pode ser feita e podemos relaxar. As pessoas tem medo da vida, medo de ousar, medo de sentir. Essas coisas podem ser nocivas para elas. Mas serão mesmo? Realmente precisamos nos defender daquilo que achamos que precisamos? Em outras palavras: você realmente precisa temer tudo o que teme? Compreender o seu medo lhe trará a resposta para esta pergunta, fugir dele ou achá-lo inútil não. Enfrentar o medo significa conhecer o medo e isso significa conhecer você mesmo.</p>
<p>Espero que tenha belas lições com você mesmo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/24/medo-e-crescimento/">Medo e crescimento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/08/24/medo-e-crescimento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brigando contra o mundo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 14:44:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=4382</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Às vezes a gente tem que brigar né Akim &#8211; Como assim? &#8211; Bem&#8230; eu queria conseguir umas coisas aí e peguei e fui atrás. &#8211; Coisa boa! Brigar, significa &#8220;ir atrás&#8221;? &#8211; Sim, tipo isso! &#8211; Ah sim, claro. Na verdade não é às vezes, mas sim sempre. &#8211; É né? Verdade! &#8220;Brigar &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Brigando contra o mundo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/">Brigando contra o mundo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Às vezes a gente tem que brigar né Akim</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Bem&#8230; eu queria conseguir umas coisas aí e peguei e fui atrás.</p>
<p>&#8211; Coisa boa! Brigar, significa &#8220;ir atrás&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sim, tipo isso!</p>
<p>&#8211; Ah sim, claro. Na verdade não é às vezes, mas sim sempre.</p>
<p>&#8211; É né? Verdade!</p>
<p>&#8220;Brigar pelo que quer&#8221;, &#8220;batalhar&#8221;, &#8220;suar a camisa&#8221;, todas estas expressões falam de um mesmo acontecimento: a pessoa agindo em prol daquilo que quer. Os místicos usam a noção de &#8220;boa luta&#8221;, querendo dizer que é uma luta, porém não se trata de destruir nada e sim de cosntruir, de expressar, no mundo, nossos desejos e intenções.</p>
<p>A ideia de &#8220;batalha&#8221;, de &#8220;boa luta&#8221; derivam, todas, de uma tradição mitológica de guerreiro que seguimos. Embora o estereótipo do guerreiro tenha ficado para trás ao longo dos anos, sua expressão em nossa comunidade ainda persiste. Existem várias facetas do guerreiro com as quais podemos nos identificar.</p>
<p>Uma delas é o mercenário, o guerreiro que luta pelo dinheiro. Sua ética está apenas de onde saem os maiores valores. Ele não se importa com a guerra que luta ou com os meios para atingir a vitória, apenas em entregar ao seu contratante aquilo que foi prometido para ganhar sua rica recompensa.</p>
<p>O defensor é um tipo diferente, ele guerreia por uma causa que considera, de alguma forma, honrosa ou justa. A causa é o mais importante e ele a defenderá com a vida. Isso atribui um caráter sonhador à este tipo de guerreiro. Sua preocupação é mais com este aspecto metafísico (a causa) do que com os meios (à não ser que a causa estabeleça meios que não podem ser utilizados) ou com as próprias batalhas.</p>
<p>Outro guerreiro é o fanfarrão, que se importa com lutar as batalhas e sobreviver para contar as histórias e aproveitar da fama que elas podem lhe trazer. O fanfarrão tem um bom humor peculiar, é um guerreiro muito ligado ao social, porém seu desejo não é liderar exércitos ou ser o grande guerreiro, sua busca é em aproveitar os prazeres da vida.</p>
<p>O líder de guerreiros é aquele tipo de guerreiro que quer &#8211; consciente ou não &#8211; comandar exércitos. Este é o exemplo da mistura de líder com guerreiro. É o general guerreiro, que está na linha de frente com seus homens, lutando e suando junto com eles. Também pode ser de um tipo tirânico que desponta como o grande homem e submete os outros à sua vontade arbitrária.</p>
<p>Todos estes conceitos, levam, em sua essência a ideia de alguém que tem, na luta, o seu campo de atuação. Encarar a vida como uma luta diária é algo comum à várias culturas. O interessante sobre os guerreiros são os exemplo que temos em abundância na cultura zen, daqueles que atingem &#8220;a esfera da não violência&#8221;. É um completo paradoxo para a mente ocidental, porém, quando o guerreiro entra em contato com a essência da guerra, ele compreende que a violência que existe lá, não é violência.</p>
<p>Esta compreensão é que nos faz compreender algo fundamental para desenvolver o &#8220;guerreiro&#8221; em nós: que a agressão não precisa ser desumana, que a força não precisa ser empregada para destruir e que a guerra sempre vem buscando a paz. Dentro de nós, temos várias guerras que ocorrem todos os dias, acordar cedo ou não, comer mais um pouco ou não, gastar dinheiro ou não, calar ou expressar nossas emoções. Quando a pessoa está em contato com estes conflitos e não permite que eles se tornem maiores que ela é o momento em que o nosso lado &#8220;guerreiro&#8221; vence as nossas batalhas internas. Com isso, ir para o mundo exterior e guerrear pela vida se torna uma tarefa mais simples.</p>
<p>Lembrando os índios navajos, grandes guerreiros: &#8220;hoje é um bom dia para morrer&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/">Brigando contra o mundo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/08/24/brigando-contra-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
