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	<title>Arquivos Punição - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Quando a punição recompensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 11:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu chegava triste em casa e eles me deixavam pior. Se era porque uma menina me deu um fora eu era feio e desajeitado, se era porque fui mal numa prova eu era desleixado! &#8211; Sabiam te colocar pra baixo é? &#8211; E como! E daí o pior era assim: quando eu estava me &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/08/23/quando-a-punicao-recompensa/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Quando a punição recompensa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu chegava triste em casa e eles me deixavam pior. Se era porque uma menina me deu um fora eu era feio e desajeitado, se era porque fui mal numa prova eu era desleixado!</p>
<p>&#8211; Sabiam te colocar pra baixo é?</p>
<p>&#8211; E como! E daí o pior era assim: quando eu estava me sentindo o pior dos seres eles falavam: ah, mas sorria vá!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&#8211; Cara&#8230; como eu me sentia mal! Sempre assim: davam um tapa e depois um afago.</p>
<p>&#8211; Pois é, ensinaram você direitinho a levar porrada não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim! Por isso que eu acho que me envolvo nestas relações que eu só me fodo sabe?</p>
<p>&#8211; O que tem a ver uma coisa com a outra?</p>
<p>&#8211; Que a pessoa me fode e daí eu aguento porque fico esperando pela minha recompensa sabe? Tipo: você me esbofeteou, agora &#8211; ou daqui a pouco &#8211; vai vir e pedir desculpas ou me fazer um afago não vai?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; só que não né?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230;</p>
<p>Aprendemos que ser punido faz com que a gente pare de fazer algo errado ou nocivo, porém, as vezes aprendemos a &#8220;gostar&#8221; de ser punido.</p>
<p>Tenho visto várias pessoas com este perfil e, por isso, resolvi escrever este post.</p>
<p>No livro &#8220;As vantagens de ser invisível&#8221; o professor do personagem principal diz à ele que &#8220;aceitamos o amor que achamos que merecemos&#8221;. Adoro esta frase, ela sintetiza muitos anos de terapia para inúmeras pessoas. Simples, profunda e verdadeira em vários aspectos a frase pode virar um mote. Aceitar o amor que achamos que merecemos tem a ver com o que achamos que merecemos! Embora possa parecer obvio isto nos remete ao que aprendemos  e repetimos sobre o amor, ser amado e sobre onde nos encaixamos &#8211; o que merecemos &#8211; nisso.</p>
<p>Portanto a questão se remete ao aprendizado que tivemos e que matemos em nosso comportamento sobre o amor. A pessoa do exemplo acima, havia aprendido que deveria entrar em relações nas quais as pessoas zombam das dificuldades dela e que ela deveria sorrir quando fizessem isso. Além disso deveria, também, se culpar por não ser perfeita, afinal &#8220;era só por causa disso&#8221; que as pessoas zombavam dela. Em resumo: dê valor e atenção à quem te desqualifica e zomba de ti, dando à esta pessoa atenção e afeto &#8211; e é claro, um sorriso no rosto! Este era o tipo de amor que ela achava que merecia.</p>
<p>Qual a lição sobre amor que você aprendeu?</p>
<p>Já no filme &#8220;Mouling rouge&#8221; a frase é outra: &#8220;A coisa mais importante que você poderá aprender é amar e ser amado em troca&#8221; &#8211; que em inglês fica muito mais sonora: &#8220;the greatest thing you´ll ever learn is just to love and be loved in return&#8221;, mas ela recairá de uma certa forma no mesmo ponto. A questão é que damos o amor que temos e recebemos o que merecemos. Uma vez conversando com uma colega que se queixava dos homens perguntei o que ela faria se o homem perfeito &#8211; perfeito para ela &#8211; chegasse e dissesse: te quero. Ela respondeu quase que sem pensar &#8211; as melhores, pelo menos mais sinceras respostas &#8211; &#8220;saia correndo&#8221;. O exemplo serve para lembrar que não importa &#8211; num primeiro momento &#8211; o amor que achamos que é o melhor, mas sim aquele que conseguimos suportar, no qual conseguimos nos ver dentro, como algo real.</p>
<p>Mas gostaria de tomar a frase do &#8220;Mouling rouge&#8221; para lembrar que a troca é algo muito importante numa relação. Troca no sentido de eu ter o que preciso para me sentir amado e dar o que o outro precisa para se sentir amado. Esta percepção e compromisso é parte fundamental de um bom relacionamento, algo que vai contra a ideia de &#8220;fazer o que eu quero&#8221;, pois quando em relação, &#8220;o que você quer&#8221; ultrapassa o seu desejo individual, torna-se dual e quando digo isso não quero dizer o interesse do outro, mas sim da relação propriamente dita. Não se trata de bom para mim ou bom para você, mas sim de &#8220;bom para nós&#8221;.</p>
<p>Suas relações lhe acrescentam ou você sempre se sente dando mais do que recebe?</p>
<p>Para finalizar o tema de hoje: A punição é uma recompensa quando é ela o que aturamos receber. Ou seja, quando estamos recebendo algo ruim, porém acreditamos, de alguma forma, que isto é o que merecemos está aí a nossa recompensa. Vários fatores podem levar à este fim portanto não vou ficar comentando sobre todos eles, muitos caminhos levam à Roma, o importante é compreender a forma pela qual você faz este caminho. Se compreender isto, poderá começar a mudar.</p>
<p>Algo que posso &#8220;adivinhar&#8221;, de antemão é que você deverá trabalhar com sua auto-estima. Neste caso aprende-se à se balizar por baixo &#8211; quem é que crê que uma relação ruim é algo bom? Quanto a auto-estima começa a melhorar a pessoa pode dizer que o ruim é ruim e que ela não quer isso. Algo inacessível num primeiro momento, o segundo momento será o de sonhar com algo melhor e então buscar por isso.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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