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	<title>Arquivos Recompensa - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Alívio e satisfação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 17:05:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pois é Akim&#8230; não estou muito motivado para este trabalho. Hum&#8230; me conte: o que te motivou à ir para ele? Bem, eu não queria mais estar na casa do meu pai e não queria mais depender dele sabe? Sei sim&#8230; E daí pintou esta oportunidade e eu peguei. Entendi&#8230; o que ia melhorar na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/06/30/alivio-e-satisfacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Alívio e satisfação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2095" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1.jpg" alt="19-nos-proximos-meses-respire-tranquilo-1" width="426" height="251" /></a></p>
<ul>
<li>Pois é Akim&#8230; não estou muito motivado para este trabalho.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; me conte: o que te motivou à ir para ele?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu não queria mais estar na casa do meu pai e não queria mais depender dele sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E daí pintou esta oportunidade e eu peguei.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; o que ia melhorar na sua vida saindo da casa do seu pai?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, eu ia poder sair sem ninguém me encher.</p>
</li>
<li>
<p>O que é mais importante: ninguém te encher ou você ter a liberdade de agir como quer?</p>
</li>
<li>
<p>Agir como quero!</p>
</li>
<li>
<p>Coisa boa! E você, quando pensa no seu trabalho, pensa nele dessa forma?</p>
</li>
<li>
<p>De que forma?</p>
</li>
<li>
<p>Como o que sustenta esta liberdade que você quer?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E  se você pensar nele assim, como fica a sua falta de motivação?</p>
</li>
<li>
<p>Cara&#8230; muda um pouco já&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Um bom começo&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fugir daquilo que nos causa dor é algo importante, quando nos afastamos de algo que nos incomoda sentimos um alívio que nos ajuda a repousar e reorganizar a vida. A sensação de alívio tem a ver com a ideia de afastar algo ruim, para termos alívio é necessário que antes tenhamos tido o incômodo, sem um não vem o outro.</p>
<p>A sensação de satisfação é diferente, ela vem quando adquirimos algo, quando finalizamos alguma coisa. É o resultado final o que importa e não a exclusão daquilo que incomoda, é a aquisição de algo que nos estrutura o que se busca na satisfação. Em oposição ao alívio, na satisfação o que temos que ter antes é  a sensação de que nos falta algo ou a sensação de desejar algo.</p>
<p>A maneira pela qual pensamos em nossa vida tem profundas repercussões sobre nossa motivação, as ações que tomamos e que deixamos de tomar e a maneira pela qual vivemos o dia a dia. Algumas maneiras de perceber e viver a vida são úteis para algumas finalidades enquanto outros maneiras são prejudiciais. Em meu consultório, por exemplo, percebo muitas pessoas tendo problemas em detrimento de uma confusão entre alívio e satisfação.</p>
<p>Quando aquilo que desejo é alívio o primeiro passo é buscar por um problema, se não existem problemas a pessoa não se mexe. É aquele tipo de pessoa que quanto tem um prazo, um problema ou uma situação à ser resolvida é muito eficaz, mas quando não tem nenhuma urgência para resolver nunca faz nada da vida, fica relapsa e vive num &#8220;nível basal&#8221;.</p>
<p>Quando se deseja satisfação na vida a atitude é de buscar aquilo que se deseja. O foco vai, então, para os ganhos que a pessoa terá e para os comportamentos que vão ajudá-la a chegar nestes ganhos. A pessoa é mais pró ativa e buscadora, ela mantém a motivação e o foco em aprendizados porque precisa e deseja-os.</p>
<p>Ocorre que muitas pessoas desejam coisas para a sua vida, mas pensam no estilo &#8220;alívio&#8221;. Quem quer algo precisa aprender a pensar como quem deseja se satisfazer e não como quem deseja se aliviar. Porque? Por um motivo simples: o esforço envolvido no &#8220;desejar&#8221; é muito grande para quem só deseja um alívio. Em outras palavras, para quem pensa no sentido do alívio, o custo de se mexer é muito grande e a pessoa acaba procrastinando ou se desinteressando da tarefa.</p>
<p>A grande questão é aprender a mudar a &#8220;imagem final&#8221;, ou seja, aquilo em que pensamos quando pensamos no que vamos ter no final. Se eu me imagino me afastando de algo ruim, ou &#8220;não tendo problemas&#8221; estou pensando no sistema que busca &#8220;alívio&#8221;. Quando imagino aquilo que realmente quero e o bem que isso vai me trazer eu estou raciocinando no sistema &#8220;satisfação&#8221;.</p>
<p>Quando você imagina o seu futuro pensa &#8220;não quero problemas&#8221; ou pensa &#8220;quero algo bom pra mim&#8221;? Essa é a diferença.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Quando a punição recompensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 11:52:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu chegava triste em casa e eles me deixavam pior. Se era porque uma menina me deu um fora eu era feio e desajeitado, se era porque fui mal numa prova eu era desleixado! &#8211; Sabiam te colocar pra baixo é? &#8211; E como! E daí o pior era assim: quando eu estava me &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/08/23/quando-a-punicao-recompensa/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Quando a punição recompensa</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu chegava triste em casa e eles me deixavam pior. Se era porque uma menina me deu um fora eu era feio e desajeitado, se era porque fui mal numa prova eu era desleixado!</p>
<p>&#8211; Sabiam te colocar pra baixo é?</p>
<p>&#8211; E como! E daí o pior era assim: quando eu estava me sentindo o pior dos seres eles falavam: ah, mas sorria vá!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&#8211; Cara&#8230; como eu me sentia mal! Sempre assim: davam um tapa e depois um afago.</p>
<p>&#8211; Pois é, ensinaram você direitinho a levar porrada não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim! Por isso que eu acho que me envolvo nestas relações que eu só me fodo sabe?</p>
<p>&#8211; O que tem a ver uma coisa com a outra?</p>
<p>&#8211; Que a pessoa me fode e daí eu aguento porque fico esperando pela minha recompensa sabe? Tipo: você me esbofeteou, agora &#8211; ou daqui a pouco &#8211; vai vir e pedir desculpas ou me fazer um afago não vai?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; só que não né?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230;</p>
<p>Aprendemos que ser punido faz com que a gente pare de fazer algo errado ou nocivo, porém, as vezes aprendemos a &#8220;gostar&#8221; de ser punido.</p>
<p>Tenho visto várias pessoas com este perfil e, por isso, resolvi escrever este post.</p>
<p>No livro &#8220;As vantagens de ser invisível&#8221; o professor do personagem principal diz à ele que &#8220;aceitamos o amor que achamos que merecemos&#8221;. Adoro esta frase, ela sintetiza muitos anos de terapia para inúmeras pessoas. Simples, profunda e verdadeira em vários aspectos a frase pode virar um mote. Aceitar o amor que achamos que merecemos tem a ver com o que achamos que merecemos! Embora possa parecer obvio isto nos remete ao que aprendemos  e repetimos sobre o amor, ser amado e sobre onde nos encaixamos &#8211; o que merecemos &#8211; nisso.</p>
<p>Portanto a questão se remete ao aprendizado que tivemos e que matemos em nosso comportamento sobre o amor. A pessoa do exemplo acima, havia aprendido que deveria entrar em relações nas quais as pessoas zombam das dificuldades dela e que ela deveria sorrir quando fizessem isso. Além disso deveria, também, se culpar por não ser perfeita, afinal &#8220;era só por causa disso&#8221; que as pessoas zombavam dela. Em resumo: dê valor e atenção à quem te desqualifica e zomba de ti, dando à esta pessoa atenção e afeto &#8211; e é claro, um sorriso no rosto! Este era o tipo de amor que ela achava que merecia.</p>
<p>Qual a lição sobre amor que você aprendeu?</p>
<p>Já no filme &#8220;Mouling rouge&#8221; a frase é outra: &#8220;A coisa mais importante que você poderá aprender é amar e ser amado em troca&#8221; &#8211; que em inglês fica muito mais sonora: &#8220;the greatest thing you´ll ever learn is just to love and be loved in return&#8221;, mas ela recairá de uma certa forma no mesmo ponto. A questão é que damos o amor que temos e recebemos o que merecemos. Uma vez conversando com uma colega que se queixava dos homens perguntei o que ela faria se o homem perfeito &#8211; perfeito para ela &#8211; chegasse e dissesse: te quero. Ela respondeu quase que sem pensar &#8211; as melhores, pelo menos mais sinceras respostas &#8211; &#8220;saia correndo&#8221;. O exemplo serve para lembrar que não importa &#8211; num primeiro momento &#8211; o amor que achamos que é o melhor, mas sim aquele que conseguimos suportar, no qual conseguimos nos ver dentro, como algo real.</p>
<p>Mas gostaria de tomar a frase do &#8220;Mouling rouge&#8221; para lembrar que a troca é algo muito importante numa relação. Troca no sentido de eu ter o que preciso para me sentir amado e dar o que o outro precisa para se sentir amado. Esta percepção e compromisso é parte fundamental de um bom relacionamento, algo que vai contra a ideia de &#8220;fazer o que eu quero&#8221;, pois quando em relação, &#8220;o que você quer&#8221; ultrapassa o seu desejo individual, torna-se dual e quando digo isso não quero dizer o interesse do outro, mas sim da relação propriamente dita. Não se trata de bom para mim ou bom para você, mas sim de &#8220;bom para nós&#8221;.</p>
<p>Suas relações lhe acrescentam ou você sempre se sente dando mais do que recebe?</p>
<p>Para finalizar o tema de hoje: A punição é uma recompensa quando é ela o que aturamos receber. Ou seja, quando estamos recebendo algo ruim, porém acreditamos, de alguma forma, que isto é o que merecemos está aí a nossa recompensa. Vários fatores podem levar à este fim portanto não vou ficar comentando sobre todos eles, muitos caminhos levam à Roma, o importante é compreender a forma pela qual você faz este caminho. Se compreender isto, poderá começar a mudar.</p>
<p>Algo que posso &#8220;adivinhar&#8221;, de antemão é que você deverá trabalhar com sua auto-estima. Neste caso aprende-se à se balizar por baixo &#8211; quem é que crê que uma relação ruim é algo bom? Quanto a auto-estima começa a melhorar a pessoa pode dizer que o ruim é ruim e que ela não quer isso. Algo inacessível num primeiro momento, o segundo momento será o de sonhar com algo melhor e então buscar por isso.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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