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	<title>Arquivos Resistência - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Porque eu não me responsabilizo pela minha vida?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2019/05/01/porque-eu-nao-me-responsabilizo-pela-minha-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2019 11:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu sinto que eu quero, mas não consigo&#8230; você sabe&#8230; é difícil. &#8211; O que te faz achar que isso é  difícil? &#8211; Eu não sei. &#8211; Eu acho que sabe, mas talvez também seja difícil dizer isso. &#8211; Sim. &#8211; Me parece que talvez você sinta que assumir a responsabilidade pela sua vida &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2019/05/01/porque-eu-nao-me-responsabilizo-pela-minha-vida/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Porque eu não me responsabilizo pela minha vida?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu sinto que eu quero, mas não consigo&#8230; você sabe&#8230; é difícil.</p>
<p>&#8211; O que te faz achar que isso é  difícil?</p>
<p>&#8211; Eu não sei.</p>
<p>&#8211; Eu acho que sabe, mas talvez também seja difícil dizer isso.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Me parece que talvez você sinta que assumir a responsabilidade pela sua vida pode ser, de alguma forma, ruim, estou certo?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230;</p>
<p>&#8211; Você conseguiria me dizer de que forma você acredita que isso pode ser ruim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É algo verdadeiro que assumir a responsabilidade pelas escolhas que fazemos é parte fundamental em qualquer processo de mudança. Porém, para muitos de nós, esse ato nem sempre remete à algo &#8220;bom&#8221;. Pelo contrário, muitas pessoas sentem que é melhor esquivar-se da responsabilidade, pois, se de um lado a vida pode não melhorar, de outro, não irá piorar.</p>
<p><span id="more-7795"></span></p>
<p>Olhar para esta ideia enquanto comodismo, no entanto, pode dar uma noção completamente equivocada de fenômenos bem mais importantes que ocorrem dentro de nós. Um exemplo comum é quando a pessoa possui um pensamento do tipo &#8220;tudo ou nada&#8221;. Neste caso, ela crê que se assumir a responsabilidade por algo ela tem que dar certo &#8211; e muito certo &#8211; ou nada terá valido a pena e isso significará que ela é um fracasso. Este tipo de pensamento torna a responsabilidade um verdadeiro peso a ser evitado e não uma ferramenta a ser utilizada.</p>
<p>Outra dinâmica envolve a pessoa que com a &#8220;não ação&#8221; conseguiu um pequeno controle sobre sua vida. É o caso de famílias que cobram demais seus filhos, por exemplo. Desde cedo a pessoa é bombardeada com responsabilidades e precisa dar conta de todas. Assim sendo, consegue, ao não agir e não assumir responsabilidades, mostrar seu descontentamento, sua &#8220;pequena revolta&#8221;. Ao ceder e assumir responsabilidades, sente-se como se estivesse dando o braço a torcer aos pais novamente. Percebe a responsabilidade, portanto, como uma perda ao invés de um ganho.</p>
<p>Em todas estas situações e em várias outras dinâmicas o sentimento é de que assumir a responsabilidade é algo ruim e nocivo, que de alguma maneira irá se virar contra a pessoa. De certa, forma, ela teme a responsabilidade. É importante compreender as associações precisas que foram feitas com a responsabilidade. Acima citei apenas duas, mas existem várias. O ponto, então, é compreender que estas dinâmicas tem a ver com apenas um aspecto vivido pela pessoa em relação à ser responsável, mas que essa atitude não precisa ser apenas aquilo.</p>
<p>Por exemplo, é possível que alguém com pensamento tudo ou nada tenha ouvido isso de sua família. Porém, continuar achando que tudo na vida é uma questão de tudo ou nada não é adequado. Se você planeja economizar R$ 1000 e consegue apenas R$ 800, você não joga isso fora e trata como &#8220;nada&#8221;. Ser responsável, para este tipo de dinâmica é algo que precisa ser redefinido em termos de que os resultados atingidos não precisam sempre ser perfeitos, que existe uma margem na qual podemos trabalhar e que não conseguir na primeira vez, não significa o fracasso total.</p>
<p>O segundo caso ilustrado, também precisa de correções em sua percepção da responsabilidade. Neste caso, é fundamental que a pessoa entenda o que é bom para ela e o que não é de acordo com suas próprias perspectivas. Muitas vezes isso significa &#8220;concordar&#8221; com os pais, porém essa concordância não pode ser vista como &#8220;estou dando o braço a torcer&#8221;, mas sim como algo que foi descoberto pela pessoa e que, por acaso, combina com o pensamento dos pais, outras descobertas irão contra, mas o ponto é se a pessoa está percebendo por ela mesma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Má escolha</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/21/ma-escolha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 10:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse. &#8211; Porque? &#8211; Eu decidi que faria o curso. &#8211; E? &#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais. &#8211; O que aconteceu? &#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou. &#8211; Sei, um ambiente meio hostil? &#8211; Sim, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/21/ma-escolha/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Má escolha</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Eu decidi que faria o curso.</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais.</p>
<p>&#8211; O que aconteceu?</p>
<p>&#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou.</p>
<p>&#8211; Sei, um ambiente meio hostil?</p>
<p>&#8211; Sim, teve gente que foi embora e tal.</p>
<p>&#8211; Entendi, mas e o conteúdo do curso era bom?</p>
<p>&#8211; Ah sim, aprendi bastante.</p>
<p>&#8211; E você foi lá para que? Sentir-se bem com as pessoas ou aprender?</p>
<p>&#8211; A segunda né?</p>
<p>&#8211; Então porque se arrependeu?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tenho acompanhado muitas pessoas reclamando das escolhas que fazem, porém, em muitos desses casos percebo que a escolha não foi tão ruim, ou nem sequer foi ruim, constituindo-se numa boa escolha. O que faz essa mudança?</p>
<p><span id="more-4489"></span></p>
<p>A pergunta mais importante nesse caso é: como avalio minha escolha? Dizer que algo é bom ou ruim, que uma escolha foi bem ou mau feita é algo que só pode vir mediante a parâmetros. Dependendo do parâmetro empregado para avaliar uma escolha ela pode ser ótima ou péssima ao mesmo tempo, mas como isso é possível?</p>
<p>Um parâmetro muito comum que tenho visto em consultório são as emoções. Em geral quando a pessoa sente-se &#8220;bem&#8221; após a escolha ela a avalia como positiva, e quando não sente-se bem ou quando sente-se &#8220;mal&#8221;, avalia como negativa. Porém as emoções nem sempre são critérios adequados para avaliar uma escolha, na verdade quase sempre não são.</p>
<p>Nem sempre uma escolha nos faz sentir &#8220;bem&#8221;. Esse é o motivo pelo qual usar as emoções como um critério para determinar a validade de uma escolha não é adequado. Muitas vezes dar um limite, parar uma atividade ou escolher uma profissão não são escolhas &#8220;fáceis&#8221; que vão trazer, de imediato, uma sensação de bem-estar. Porém, dizer isso não quer dizer que ela seja uma escolha errada.</p>
<p>Avaliar as escolhas como boas ou ruins tem mais a ver com a intenção da escolha e com os resultados desejados com ela do que com o como nos sentimos em relação à nossa escolha. Canso de ouvir, por exemplo, queixas de pessoas envolvidas em relações tóxicas que me dizem: &#8220;na hora é bom estar com ele (a), mas depois é horrível sabe? O bem que eu sinto não vale depois&#8221;. Este é um belo exemplo de como sentir-se &#8220;bem&#8221; pode ser uma &#8220;má&#8221; escolha.</p>
<p>Porque tendemos a usar as emoções, então, para avaliar?</p>
<p>Muitas pessoas não sabem com clareza definir o que querem ou tem dificuldade em suportar aquilo que desejam. Estes dois são os motivos básicos que levam elas à buscarem nas escolhas uma emoção positiva que as acalente. A pessoa que deseja que sua escolha lhe traga tranquilidade pessoal é porque, em geral, não a tem por si. Não saber definir aquilo que deseja é uma das maneiras de buscar na escolha &#8211; que se torna ansiosa &#8211; a tranquilidade. Se der tudo certo a pessoa fica bem, se não ela larga a escolha e sai correndo.</p>
<p>Outras pessoas até sabem definir aquilo que desejam, porém no momento em que a realidade exige delas, não conseguem suportar. Em geral este tipo de pessoa busca por um comodismo nas escolhas, ou seja, escolhas que possibilitem à ela criar um determinado tipo de rotina que não as tirem do seu &#8220;quadrado&#8221;. O que é ser exigido? Às vezes ter que dizer à alguém &#8220;sim, eu vou continuar com isso&#8221;, outras pode ser ter que insistir no seu sonho ou então o fato de ter que admitir não saber como fazer o que se quer e ter que aprender.</p>
<p>Quando, por outro lado, conseguimos traçar metas adequadas e claras. Aprendemos a sustentar nossas escolhas mesmo diante da adversidade &#8211; seja ela qual seja &#8211; podemos sentir vários tipos de emoções sem julgar nossa escolha como boa ou ruim por isso, mas sim pelos resultados que está nos trazendo.</p>
<p>O único adendo com isso é quando a emoção é um fator que está incluso na meta. Por exemplo, muitas pessoas resolvem deixar um emprego em que ganham muito por outro que ganham pouco, porém a sensação de bem-estar e de tranquilidade é o seu pagamento. Neste tipo de caso a presença da emoção positiva se torna um fator sim de avaliação se a pessoa está ou não fazendo a coisa certa. Se ela muda sua rotina e continua sem sentir esta emoção pode ser que deva fazer mais alterações em sua rotina.</p>
<p>Espero que isso ajude você a refletir sobre como avalia suas escolhas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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