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	<title>Arquivos Rigidez - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Uma velhinha morre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 10:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma velhinha muito religiosa vivia numa cidade em que ocasionalmente ocorriam enchentes. Ela nunca se apavorou, pois sempre teve certeza de que se precisasse, Deus iria salvá-la. Certa vez uma grande enchente aconteceu. O rio subiu rapidamente e os bombeiros começaram a evacuar as pessoas de suas casas, ao chegarem na casa desta senhora, ela &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/12/14/uma-velhinha-morre/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Uma velhinha morre</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma velhinha muito religiosa vivia numa cidade em que ocasionalmente ocorriam enchentes. Ela nunca se apavorou, pois sempre teve certeza de que se precisasse, Deus iria salvá-la. Certa vez uma grande enchente aconteceu. O rio subiu rapidamente e os bombeiros começaram a evacuar as pessoas de suas casas, ao chegarem na casa desta senhora, ela retrucou:</p>
<p>&#8211; &#8220;Não é necessário moço, Deus cuida de mim, ele irá me salvar&#8221;.</p>
<p>O tempo passou e a chuva não passou, o rio, ainda mais cheio já tomava as casas e a água batia pelo joelho das pessoas nas ruas. Novamente os bombeiros foram até a senhora que recusou a ajuda.</p>
<p>A água continuou subindo e agora a velha senhora estava no telhado de sua casa. Uma lancha foi enviada ao seu resgate, porém novamente ela disse que sua fé a salvaria. Passado mais um tempo a água cobriu as casas e a senhor já estava, novamente com a água aos seus pés, a correnteza, forte ameaçava levá-la para a morte. Desta vez, num último esforço, um helicóptero foi enviado:</p>
<p>&#8211; &#8220;Minha senhora, entendo a sua fé, mas por favor, venha conosco no helicóptero.&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Não meu jovem, o senhor me salvará&#8221;</p>
<p>A correnteza não demorou por aumentar e arrastar a velha senhora para a sua morte. Chegando ao céu ela foi, rapidamente, tirar satisfações com Deus.</p>
<p>&#8211; &#8220;Porque não me salvou, porque? Tive fé até o último minuto e nada&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Foram enviados dois bombeiros, uma lancha e um helicóptero. O que mais a senhora precisava?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A grande pergunta é: porque a velhinha não aceitou a ajuda? A resposta mais óbvia é: porque ela achava que Deus iria salvá-la. Embora correta esta resposta não absorve completamente o ensinamento desta anedota, o que mais ela pode ensinar?</p>
<p><span id="more-4879"></span></p>
<p>Ocorre que Deus escreve certo por linhas tortas. Na minha percepção este dito significa que nem sempre as coisa vem para nós do jeito que achamos que devem vir. Muitas pessoas desejam ser fortes, porém não desejam se esforçar para ganhar força seja ela física ou psíquica. Em suas mentes, elas se imaginam fortes, a imagem do que elas fariam se o fossem é concreta e bem estruturada, porém não há um vínculo entre esta imagem e a prática que leva à ela. Apenas se imaginam fortes e ficam esperando por isso.</p>
<p>Como o leitor pode imaginar, se eu me imagino forte ou rico (ou com uns quilos à menos) e nada faço em prol desta ideia ou eu levo sorte ou ficarei sem meus desejos atendidos. Voltando à anedota a velhinha provavelmente tinha uma expectativa de que anjos serafins descessem dos céus numa carruagem alada e a pegassem no colo levando-a sã e salva para outro lugar. Afinal de contas de que maneira, especificamente, &#8220;Deus iria salvá-la&#8221;?</p>
<p>Hoje em dia com a &#8220;personalização&#8221; em alta, tendemos a achar que tudo tem que ser do nosso jeito. As pessoas pensam num futuro para si e para o mundo e entendem que tudo aquilo que existe na mente delas deveria se concretizar. E se concretizar <strong>daquele jeito</strong>. Aí é que entra o problema da velhinha. Ela foi ajudada por Deus, porém o &#8220;jeito&#8221; que ela esperava não se concretizou e quatro oportunidades passaram batidas.</p>
<p>Existe uma diferença importante entre o meio que me conduz à algo e o algo. Tenho percebido que cada vez mais ficamos intolerantes em relação ao meio e cada vez mais esquecemos do fim. Embora este comentário possa soar maquiavélico, creio que deva existir um senso de flexibilidade e um de realismo frente ao que queremos e aos meios para obter isso.</p>
<p>Algumas vezes o meio é importante, como no caso de uma experiência científica, onde chegar ao mesmo resultado por duas vias diferentes é algo muito importante. Em outros casos a metodologia não se faz tão importante, pois a ordem e a maneira de executar algo não estão em jogo e sim o resultado. Para uma pessoa com fome, por exemplo, a comida é o importante, assim o meio, seja ele qual for, que leve à comida se torna útil.</p>
<p>Porém, ultimamente temos tido um &#8220;excesso de estética&#8221; em relação ao como as coisas devem ser feitas. O interessante sobre isso é que não importa o resultado, mas sim a estética. Em outras palavras não importa se vou ganhar o prato de comida, mas sim a maneira pela qual isso vai ocorrer. É o caso da velhinha. Ela não se salvou por uma questão estética. Deus iria salvá-la de alguma forma miraculosa e não enviando bombeiros. Se ela soubesse que ele escreve certo por linhas tortas, talvez tivesse se salvado.</p>
<p>A questão que deixo é: você se preocupa com o que? Atingir metas ou com o como isso ocorre? Quando é que você peca por focar demais na meta e quando peca por focar demais no método? Minha ideia não é ser maquiavélico e afirmar que os fins justificam os meios e nem idealista no sentido de afirmar que a maneira pela qual vivemos é mais importante que os fins. Vou um pouco mais para o meio e compreender que a vida é complexa de maneira à abarcar ambas as situações para perguntar ao leitor: você sabe quando uma ou outra é mais importante em sua vida?</p>
<p>Espero que sim.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Flexibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2013 12:26:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Perfeccionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rigidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Todo mundo reclama que eu sou muito rígido sabe? &#8211; E o que você acha? &#8211; Bem&#8230; não posso discordar sabe? Gosto das coisas do meu jeito! &#8211; Sim, já vimos isso aqui não é mesmo? &#8211; É&#8230; &#8211; Me conte do que estão reclamando agora? &#8211; Bem, eu estipulei uma metodologia para mantermos &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/07/31/flexibilidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Flexibilidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Todo mundo reclama que eu sou muito rígido sabe?</p>
<p>&#8211; E o que você acha?</p>
<p>&#8211; Bem&#8230; não posso discordar sabe? Gosto das coisas do meu jeito!</p>
<p>&#8211; Sim, já vimos isso aqui não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; Me conte do que estão reclamando agora?</p>
<p>&#8211; Bem, eu estipulei uma metodologia para mantermos um projeto em andamento e as pessoas estão reclamando que o cronograma é rígido demais.</p>
<p>&#8211; Perfeito, e eles já ofereceram sugestões de mudanças?</p>
<p>&#8211; Sim, mas nem mesmo olhei para elas, o meu jeito funciona.</p>
<p>&#8211; Claro que sim. Mas ele será o único que funciona?</p>
<p>&#8211; Talvez sim, talvez não</p>
<p>&#8211; Quem sabe você poderia pensar no objetivo do projeto ao invés da metodologia do projeto e ver se as sugestões também atendem às demandas?</p>
<p>&#8211; É, poderia&#8230;</p>
<p>Muito se fala em &#8220;ser flexível&#8221;, mas o que é isso e quando é realmente importante?</p>
<p>A flexibilidade começa num ponto muito específico &#8211; e muitas vezes nada flexível &#8211; que é o objetivo. Quando temos uma meta precisamos de comportamentos e recursos para executá-la, se não tivermos estes recursos não vamos conseguir cumprir com o objetivo&#8230; OU&#8230; vamos flexibilizar o comportamento para criarmos uma forma diferente de alcançar o mesmo objetivo. Entendeu agora porque toda flexibilidade se inicia com o objetivo?</p>
<p>Um comportamento por si só não é &#8220;rígido&#8221;, ele só se tornará rígido se, para alcançar o mesmo objetivo tivermos várias opções disponíveis e eu sempre escolher uma que não me satisfaz por completo, mas que escolho esta &#8220;porque tem que ser esta&#8221;. A pessoa flexível tem como premissa básica as suas metas e não os seus meios. Na verdade, ela entende que os meios existe para atingir os fins e que este é o que mais importa.</p>
<p>Pessoas que tendem à rigidez não se comprometem com suas metas e desafios, mas sim com a imagem dos métodos, ou seja, para elas é mais importante demonstrar um papel do que alcançar uma meta. Alguns são tão rígidos que não estão atingindo o que querem mas continuam insistindo na forma porque &#8220;tem que ser assim&#8221;. A flexibilidade existe, então, para nos ajudar a ajustar os comportamentos e recursos disponíveis para alcançarmos uma meta que é do nosso interesse. O que nos leva a compreender também, que uma vez que não se tenha uma meta específica a flexibilidade não é necessária &#8211; ou até mesmo útil: uma pessoa &#8220;flexível demais&#8221; pode ser a tradução de uma pessoa sem opiniões próprias.</p>
<p>Se você tem problemas em não ser flexível pergunte-se: para que estou fazendo o que faço do jeito que faço? Em outras palavras: o que quero atingir com isso? Qual o meu objetivo? E então pergunte-se: que outras formas posso usar para atingir o mesmo fim? Coloque em prática, experimente e veja se ela pode substituir ou ser adicionada à sua forma antiga.</p>
<p>Abraço</p>
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