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	<title>Arquivos Segurança - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Perdendo o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2014 11:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu estou me cansando já daquele rapaz! Ah é, porque? Oras&#8230; eu faço um monte de coisas e ele continua insistindo nesse jeito babaca de ser. Entendo&#8230; o que você sente com isso? Me sinto uma otária. E como você lida com esta emoção? Bem&#8230; em geral eu ficava meio raivosa e daí continuava querendo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/09/perdendo-o-controle/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Perdendo o controle</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/redbullstratos.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2122" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/redbullstratos.jpg" alt="redbullstratos" width="426" height="239" /></a></p>
<ul>
<li>Eu estou me cansando já daquele rapaz!</p>
</li>
<li>
<p>Ah é, porque?</p>
</li>
<li>
<p>Oras&#8230; eu faço um monte de coisas e ele continua insistindo nesse jeito babaca de ser.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo&#8230; o que você sente com isso?</p>
</li>
<li>
<p>Me sinto uma otária.</p>
</li>
<li>
<p>E como você lida com esta emoção?</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; em geral eu ficava meio raivosa e daí continuava querendo fazer ele entrar na minha entende?</p>
</li>
<li>
<p>Claro e agora?</p>
</li>
<li>
<p>Agora&#8230; eu tenho percebido que é importante para mim ter a companhia de pessoas&#8230; mas que eu posso escolher melhor com quem ter esta companhia.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo e concordo! Deixa ele um pouco pra lá então?</p>
</li>
<li>
<p>Deixa!</p>
</li>
<li>
<p>Como você se sente ao fazer isso?</p>
</li>
<li>
<p>Muito mais leve e estranhamente mais &#8220;dona de mim&#8221; sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Ô!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A necessidade de controlar está em geral associada ao medo. Faço uma distinção arbitrária entre controlar e administrar quando  trabalho com as pessoas para focar duas sensações internas distintas.</p>
<p>A primeira, o controle, está relacionada ao medo de se entregar, me de que as &#8220;coisas deem errado&#8221;, vontade de que tudo saia do meu jeito &#8211; porque se não sair eu não sei o que fazer e tenho medo disso. A rigidez é muito presente, a atenção enorme aos detalhes, a insatisfação constante com qualquer elemento que esteja &#8220;saindo do planejado&#8221;, a sensação &#8211; consciente ou não &#8211; de insegurança e a tensão física e emocional.</p>
<p>Controlar significa criar as regras fazer os outros jogarem de acordo com elas. Isso é importante numa linha de produção, por exemplo, porém em uma relação torna-se algo complicado e que destrói os laços. Para que uma pessoa precisa &#8220;criar as regras&#8217;? Porque não compreende direito as regras que existem, porque teme as pessoas, porque não se sente segura sobre a sua evolução pessoal. Todos estes relatos são o que ouço em consultório quando as pessoas começam a questionar a sua necessidade de controlar.</p>
<p>O problema é que o controle é uma estratégia que à longo prazo é muito custosa de ser mantida e pouco eficaz. Para que a pessoa tenha um controle pleno da situação ela precisa ser dona da situação e esse é o problema. Num casamento o exemplo clássico é o marido inseguro que para controlar a esposa utiliza a questão financeira sendo o provedor da casa. Ora, manter esta estrutura num período de dois anos é uma coisa, manter isso durante 50 anos é outra, ainda mais nos dias de hoje.</p>
<p>Outro exemplo é na relação entre pais e filhos onde um ou ambos os pais precisam que os filhos sejam subalternos e dependentes para que eles sintam-se seguros. Manter este controle além de deteriorar a vida pessoal dos filhos é extremamente custoso no sentido de que os pais envolvem-se em destruir continuamente a livre expressão dos filhos assim como sua capacidade de autonomia. Entretanto, este é o preço do controle, pois para controlar é necessário que tudo fique sempre da mesma maneira, que as regras sejam seguidas sempre não importa o que aconteça.</p>
<p>E esse é o ponto onde controlar torna-se complicado: numa linha de produção, por exemplo, tudo irá sair sempre do mesmo jeito, esta é a natureza daquela atividade. Uma relação, um trabalho e a vida de uma maneira geral não funciona assim, ela está em permanente mutação e evolução. Aquilo que servia antes, não serve mais. Em um exemplo da economia: o Brasil quando saiu da inflação para o plano real teve muitas empresas que faliram porque as regras do jogo mudaram completamente. Elas eram organizadas para lucrar com a inflação, quando a estabilidade veio não conseguiram se estabilizar junto e então faliram.</p>
<p>Refletir sobre isso é aprender a sair do controle. A vida muda, as regras mudam, as situações e pessoas evoluem, assim, como vou, neste novo cenário conseguir aquilo que é importante para mim?</p>
<p>É neste tipo de raciocínio que meus clientes controladores começam a perceber que não precisam controlar o mundo, mas sim administrar as suas necessidades pessoais. O primeiro passo é perceber a ineficiência do controle, além de seu alto custo e da sua inadequação à vida; o segundo passo consiste em perceber quais as suas reais necessidades pessoais e o terceiro em como garantir para você, com as suas atitudes estas necessidades.</p>
<p>A passagem é de controlar o mundo para administrar as suas próprias reações, o seu próprio desejo e as suas necessidades pessoais. Ao assumir a responsabilidade pelo que se deseja a pessoa começa a ser mais competente porque verifica em si e para si o que fazer para conseguir sentir-se bem, daí a necessidade de controlar o mundo diminui e ela fica mais atenta à si. Administrar torna-se algo flexível porque acompanha o processo vital da pessoa e as mudanças em sua percepção de mundo e de si mesma, foca sempre a pessoa e o que ela pode fazer para conseguir aquilo que deseja, não cria regras para os outros, mas sim para a pessoa seguir. A atenção aos detalhes diminui e fica restrita aos que são realmente importantes, as &#8220;falhas&#8221; passam a ser encaradas como aprendizados e a pessoa torna-se mais leve com isso.</p>
<p>Um outra mudança importante é a relação da pessoa com a sensação de insegurança. No controle esta sensação é tida como inimiga, quando se administra a própria vida ela se torna aliada. Porque? Pelo fato de que a insegurança faz parte de qualquer pessoa de bom senso: visto que o futuro é sempre imprevisível, não se pode ter certeza absoluta de nada, assim sendo um nível mínimo de insegurança faz parte quando nos lançamos em nossos projetos pessoais. Ela, inclusive, ajuda a pessoa a ficar atenta ao que está fazendo e a perceber se os resultados que deseja estão vindo ou não. A insegurança torna-se parte do processo de criar segurança, num continuum insegurança &#8211; aprendizado &#8211; segurança.</p>
<p>E você o que prefere: manter a ilusão de que você pode controlar um mundo que não é controlável ou aprender a buscar para si a sua paz de espírito?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Assumir o sucesso</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/20/assumir-o-sucesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 19:43:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>-Pois Akim, finalmente as coisas estão acontecendo. &#8211; Sim, é bom quando elas começam a se acontecer. Fico feliz por você! &#8211; Estou numa maré de sorte! &#8211; Sorte é? &#8211; É né? As coisas acontecendo desse jeito! &#8211; Bem, é sempre importante ter sorte, mas será que você não fez nada?! &#8211; Ah, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/20/assumir-o-sucesso/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Assumir o sucesso</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>-Pois Akim, finalmente as coisas estão acontecendo.</p>
<p>&#8211; Sim, é bom quando elas começam a se acontecer. Fico feliz por você!</p>
<p>&#8211; Estou numa maré de sorte!</p>
<p>&#8211; Sorte é?</p>
<p>&#8211; É né? As coisas acontecendo desse jeito!</p>
<p>&#8211; Bem, é sempre importante ter sorte, mas será que você não fez nada?!</p>
<p>&#8211; Ah, não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Bem, deixe te lembrar: em primeiro lugar passou a dar limites no seu trabalho, não foi?</p>
<p>&#8211; Foi.</p>
<p>&#8211; Depois redefiniu o que queria do trabalho e começou a se dedicar ao invés de ficar procrastinando e se sabotando</p>
<p>&#8211; É verdade&#8230;</p>
<p>&#8211; Depois disso, na área afetiva, finalmente se colocou de verdade mostrando e exigindo aquilo que julga importante.</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; E me diz que não fez nada?!</p>
<p>&#8211; Pois é né?</p>
<p>&#8211; Acho que está mais do que na hora de você assumir isso para você!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Martin Seligman, em seu livro &#8220;Otimismo aprendido&#8221; fala sobre a estrutura do pessimismo e do otimismo. Uma das características das pessoas pessimistas é que elas associam as coisas boas que acontecem na vida dela à terceiros ou à sorte e nunca à elas e seus esforços.</p>
<p>Sempre que a pessoa coloca o seu sucesso nas mãos do acaso, da sorte ou de terceiros ela está desprezando suas competências, está denegrindo a sua auto confiança. Assim sendo, obviamente, ela sente-se sempre com medo do sucesso, pois este pode ir embora logo, como diz o ditado: &#8220;vem fácil, vai fácil&#8221;.</p>
<p>É importante aprender a comemorar as escolhas que nos guiaram à bons resultados. Junto com isso aprender a assumir o que se fez e assumir o sucesso decorrente disso. Esta atitude é a que dá origem à sensação de auto confiança e segurança pessoal. É a percepção de que temos capacidade de atuar no mundo e ter os resultados que desejamos ter o que nos impulsiona a crer em nossas competências e na nossa atitude de assumi-las e não o contrário.</p>
<p>Sempre trabalho com meus clientes este importante tema. Faz parte de terapia perceber o que dá certo e como fazemos o que dá certo. Perceber isso e aprender a sentir confiança nisso fazem parte da construção de uma boa auto-estima.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site:www.akimpsicologo.com.br</p>
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