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	<title>Arquivos Afastamento emocional - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Porque minto para eu mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; eu não sei se eu quero fazer isso. (fico em silêncio) &#8211; Não vai falar nada? &#8211; Não&#8230; não vou compactuar com a sua mentira. &#8211; Porque está falando isso? &#8211; Você sabe. (silêncio) &#8211; Eu sei o que eu quero. &#8211; Ótimo. Qual o problema com o seu desejo. &#8211; Eu &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/06/17/porque-minto-para-eu-mesmo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Porque minto para eu mesmo?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; eu não sei se eu quero fazer isso.</p>
<p>(fico em silêncio)</p>
<p>&#8211; Não vai falar nada?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; não vou compactuar com a sua mentira.</p>
<p>&#8211; Porque está falando isso?</p>
<p>&#8211; Você sabe.</p>
<p>(silêncio)</p>
<p>&#8211; Eu sei o que eu quero.</p>
<p>&#8211; Ótimo. Qual o problema com o seu desejo.</p>
<p>&#8211; Eu não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Espere&#8230; &#8220;não sei&#8221; não é o correto neste caso.</p>
<p>&#8211; Eu tenho medo do que eu sei que tenho que fazer.</p>
<p>&#8211; Perfeito&#8230; agora sim podemos trabalhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque as pessoas mentem? Quando fazemos esta pergunta, em geral, pensamos no que motiva algumas pessoas enganarem as outras. Porém, o fato é que não mentimos apenas para os outros, também mentimos para nós mesmos.</p>
<p><span id="more-7714"></span></p>
<p>Pensar que mentimos para nós mesmos é um fato importante quando pensamos na mentira. O fato é que o comportamento, por incrível que pareça, possui uma função adaptativa e evolutiva. Enganar um inimigo em uma guerra, ou enganar um animal para que ele caia na armadilha são comportamentos que ajudaram o ser humano a sobreviver. Como todo comportamento adaptativo o ato de ludibriar se especializou e assumiu formas muito mais refinadas, por exemplo, mentir para nós.</p>
<p>O problema em compreender isso é porque atribuímos um valor moral para a verdade e a mentira, assim sendo, entendemos como &#8220;ruim&#8221; mentir e &#8220;bom&#8221; falar a verdade. Porém, o fato é que muitas vezes não damos conta da verdade. Literalmente não temos maturidade suficiente para dar conta disso. Em outros casos, saber da verdade coloca a pessoa diante de decisões muito difíceis para ela, decisões que ela não conseguiria tomar ou que teriam um custo muito elevado após serem tomadas.</p>
<p>Desta forma mentimos para nós mesmos como um ato defensivo e protetor. É muito em comum durante o curso de uma terapia, quando a pessoa sente-se mais forte psiquicamente que algumas verdades &#8220;surjam&#8221;. Seja na forma de lembrança ou de perceber algo no ambiente, pois como a pessoa está mais forte, ela dá conta disso. Obviamente, nem sempre a mentira nos ajuda e, em muitos casos, a evitação tem um custo mais alto do que o enfrentamento.</p>
<p>Nestes casos, mantemos a mentira para evitar a decisão que já sabemos que precisamos tomar &#8211; muitas vezes, na verdade, a decisão já está tomada. Por vezes, mantemos a mentira como uma forma de manter a auto imagem que acreditávamos ter.. Um exemplo é quando uma pessoa precisa mudar seu comportamento e teme que ao fazê-lo, &#8220;os outros vão me ver de forma diferente&#8221;. Neste caso, a pessoa se mantém agindo da forma antiga por medo de perder a apreciação dos outros.</p>
<p>Assim sendo, é importante lembrar que a mentira contada por nós sobre nós mesmos sempre tem um aspecto defensivo, ou seja, ela sempre busca nos defender de algo. Porém, a reflexão importante é se esta defesa não está custando mais do que o enfrentamento. Pois neste tipo de caso, a mentira se torna disfuncional e não mais defensiva. Este é o momento de enfrentar nossas mentiras e aprender a ser mais honestos com nós mesmos. Ver a verdade pode doer, mas não ver a verdade vai doer com certeza.</p>
<p>Abraço</p>
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		<item>
		<title>Afastar-se</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/11/30/afastar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2015 09:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Afastamento emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rapaz escalou a montanha e finalmente havia chego na caverna do velho eremita. Ele ouvira muitas coisas sobre o porque aquele velho vivia naquela caverna afastada e queria descobrir, de verdade, o que havia feito o velho ir morar tão longe de tudo e de todos. O rapaz entrou na caverna e ofereceu comida e &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/11/30/afastar-se/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Afastar-se</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O rapaz escalou a montanha e finalmente havia chego na caverna do velho eremita. Ele ouvira muitas coisas sobre o porque aquele velho vivia naquela caverna afastada e queria descobrir, de verdade, o que havia feito o velho ir morar tão longe de tudo e de todos. O rapaz entrou na caverna e ofereceu comida e remédios ao velho que o acolheu. Após uma conversa não muito longa o rapaz voltou para a cidade. Lá chegando foi conversar com os colegas sobre o que havia descoberto.</p>
<p>&#8211; E então, ele é um bruxo?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; A mulher e os filhos morreram e ele resolveu se isolar do mundo?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; É um traidor fugitivo?</p>
<p>&#8211; Também não.</p>
<p>&#8211; Então porque ele mora lá? &#8211; Perguntaram todos.</p>
<p>&#8211; Porque lá no alto da montanha não tem leões.</p>
<p>Os amigos se entreolharam e responderam ao colega:</p>
<p>&#8211; Mas nesse país não tem leões!</p>
<p>&#8211; Eu sei, mas, quando ele era pequeno ouviu a história sobre um terrível leão e resolveu ir para um lugar onde não tem leões. Bem, nas montanhas não existem leões, ele deduziu. Como nunca foi atacado por um leão lá em cima ele nunca mais saiu de lá.</p>
<p><span id="more-4508"></span></p>
<p>A história do velho eremita, por incrível que pareça, é a história de todos nós. Todos evitamos algumas coisas em nossas vidas por medo. O problema é que, nem sempre, ela evita o que realmente tememos ou pior: cria a ilusão de que estamos evitando algo com nosso comportamento, quando estamos, na verdade, simplesmente nos iludindo.</p>
<p>A &#8220;moral&#8221; da história é que a resposta do velho ao seu medo foi tão extrema e tão rígida que ele nem se deu conta que no seu país não tinham leões e nem irá porque ele ainda está pensando que a caverna o protege de leões. Ele vive uma ilusão de que morar na montanha é o que está prevenindo-o contra os leões. Da mesma forma que muitas pessoas evitam um relacionamento para &#8220;não sofrer&#8221; ou evitam um investimento para &#8220;não fracassar&#8221; ou evitam a vida para &#8220;não se decepcionar&#8221;. E em geral, já estão sofrendo, sentindo-se fracassadas ou decepcionadas.</p>
<p>Para nos afastarmos de algo precisamos manter este &#8220;algo&#8221; em nossa mente. O velho imagina os leões rondando a  cidade e, por isso, mantém-se no topo da montanha. As pessoas que temem relações imaginam o tempo todo a frustração com elas e, por isso, mantém-se afastadas das relações. Quando não imaginam, tratam de recolher &#8220;evidências&#8221;.</p>
<p>As aspas são para lembrar que as &#8220;evidências&#8221; são, na verdade distorções que cria-se para que um evento qualquer assuma o valor daquilo que queremos. Por exemplo, alguém que não quer sofrer pode compreender que qualquer pequena ansiedade que sinta numa relação é um bom sinal para cair fora, afinal de contas, ela está sofrendo não está? Não, está apenas ansiosa e não é uma boa razão largar uma relação por causa disso.</p>
<p>Manter a ilusão e arranjar este tipo de evidência tem um outro ônus: manter a pessoa numa posição de fragilidade. A defesa que criamos não nos organiza para lidar com o problema, mas sim para evitá-lo. Assim, mantemos nossa fragilidade em relação ao que tememos. Assumimos uma postura de arrogância fingindo que não nos preocupamos com algo com que, na verdade, nos preocupamos e continuamos incompetentes para lidar com a situação. O seu medo continua o mesmo e você continua o mesmo, com a mesma leitura de mundo. Na nossa história, podemos entender que o velho ainda é aquela criança medrosa, pois ainda reage da mesma forma ao seu medo.</p>
<p>A evitação tem este poder por causa da ilusão que cria. Como o velho nunca viu leões, ele acha que a sua estratégia está funcionando. Este é o momento em que a mente criativa emperra. Uma mente criativa pensaria, por exemplo: ok, isso está funcionando o que mais eu posso fazer agora? A mente criativa amplia os limites enquanto a neurótica os fecha e enrijece. No caso de uma pessoa que tem medo de relações, ela pode pensar, ok, ficar só me isola da frustração, o que mais posso fazer? Isso poderia ajudá-la a ir além de uma resposta apenas. Afinal de contas, tem momentos em que é necessário se afastar, mas manter-se afastado para sempre pode acabar com uma vida.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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