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	<title>Arquivos Ambiguidade - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Ambiguidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 11:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou me sentindo muito estranha. Fale mais sobre esse estranho É como se eu não fosse eu de verdade&#8230; Hum&#8230; De que maneira você sente isso? Eu me sinto mais dona de mim entende? Daí eu não tenho mais sentido culpa. Ah, entendo. Eu sinto certeza do que eu quero fazer e ao mesmo tempo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/02/27/ambiguidades/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ambiguidades</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/e1573225c582f71f5616a7eb8f1d6dfa.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2855" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/e1573225c582f71f5616a7eb8f1d6dfa.jpg" alt="e1573225c582f71f5616a7eb8f1d6dfa" width="236" height="303" /></a></p>
<ul>
<li>Estou me sentindo muito estranha.</p>
</li>
<li>
<p>Fale mais sobre esse estranho</p>
</li>
<li>
<p>É como se eu não fosse eu de verdade&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; De que maneira você sente isso?</p>
</li>
<li>
<p>Eu me sinto mais dona de mim entende? Daí eu não tenho mais sentido culpa.</p>
</li>
<li>
<p>Ah, entendo.</p>
</li>
<li>
<p>Eu sinto certeza do que eu quero fazer e ao mesmo tempo sinto como se fosse estranho me sentir assim.</p>
</li>
<li>
<p>Sim, como você está lidando com esta estranheza?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; eu meio que tento deixar ela de lado, fingir que não está ali.</p>
</li>
<li>
<p>O que acontece se ela pudesse ficar ali, o que ela te diria?</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; não sei&#8230; acho que diria algo &#8220;não esquenta comigo&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p>Me parece um bom conselho, como seria seguir ele e sentir a ambiguidade?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; é estranho.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tolerar a ambiguidade emocional é sinal de maturidade e crescimento. Ao mesmo tempo pode ser uma experiência muito angustiante e desnorteadora para muitas pessoas.</p>
<p>Uma das principais razões disso é que todos nós temos uma &#8220;identidade emocional&#8221;, ou seja, um estado emocional com o qual nos identificamos. &#8220;Sou triste&#8221;, &#8220;sou alegre&#8221;, &#8220;sou quieto&#8221;, estas frases indicam um estado de emoção no qual a pessoa &#8220;sabe quem é&#8221;. Tanto isso faz sentido que pessoas quietas, em geral, não gostam de muito barulho ou de festas muito barulhentas porque colocam-na num estado que é distante daquele que ela se identifica.</p>
<p>Uma vez que começa-se a fazer mudanças a identidade emocional é afetada. A pessoa passa a sentir emoções e estados diferentes do habitual e começa a gostar destes estados, começa a integrá-los dentro de si e reconhecê-los. Estas ações fazem com que a pessoa se perceba de maneiras diferentes, muitas vezes antagônicas. Daí a possibilidade da angustia da pessoa que sente-se como se estivesse &#8220;perdendo a sua identidade&#8221;.</p>
<p>Nada mais longe da realidade, ela está, na verdade, ampliando e tornando a sua percepção de &#8220;eu&#8221; ainda mais rica, visto que ela pode contar com mais de um estado emocional para se definir e é óbvio: ninguém vive só uma emoção a vida toda. Aqui está, inclusive, um norte para lidar com a sensação de angústia que deriva do fato de perceber estas mudanças em si: a noção de ampliação da sua identidade.</p>
<p>Assim ao invés de se questionar sobre &#8220;este não é o meu normal&#8221;, que tal refletir sobre o que você pode aprender ainda mais de você neste estado? Que novos elementos você pode trazer para você na sua rotina habitual a partir deste estado? Que coisas você pode rever, descartar, e começar a fazer que vão tornar sua vida ainda melhor?</p>
<p>Temer o estado de ambiguidade coloca a pessoa numa escolha ingrata que é de escolher um estado afetivo ou outro, esta maneira excludente de escolher não é útil à um processo de mudança pelo fato de que corta uma parte da equação que não pode ser cortada. A pessoa veio de um estado o qual possui bons recursos e é útil em muitas situações, então para que jogá-lo fora? Ir para o novo não significa descartar o antigo, pode-se pensar, por exemplo, em redefinir e redimensionar, ou seja, dar ao antigo novas proporções e um novo lugar ou até mesmo fazê-lo de uma nova maneira e com isso aprofundar a mudança e integrar ainda mais partes de si.</p>
<p>O que você tem medo de experimentar?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Ambiguidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/11/18/ambiguidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 10:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação paradoxal]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E já estou farta desta história de ele querer trabalhar sabe? &#8211; Ah é, porque? &#8211; Onde já se viu uma moça na idade dela querer trabalhar Akim? &#8211; Complicado. Mas me parece que ela tem iniciativa afinal de contas não? &#8211; Como assim? &#8211; Ora, semana passada você reclamava que a sua filha &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/18/ambiguidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ambiguidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E já estou farta desta história de ele querer trabalhar sabe?</p>
<p>&#8211; Ah é, porque?</p>
<p>&#8211; Onde já se viu uma moça na idade dela querer trabalhar Akim?</p>
<p>&#8211; Complicado. Mas me parece que ela tem iniciativa afinal de contas não?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Ora, semana passada você reclamava que a sua filha era muito &#8220;bunda mole&#8221;, mas não me parece isso, afinal, que &#8220;bunda mole&#8221; quer trabalhar?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; é verdade&#8230;</p>
<p>&#8211; Já parou para pensar que você, de um lado cobra uma coisa e de outra cobra o oposto?</p>
<p>&#8211; Agora que você disse&#8230; sim, entendo.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; como você acha que ela se sente com isso?</p>
<p>&#8211; Bem, eu me sentiria confuso!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; a sua filha não é bunda mole, está apenas confusa com você!</p>
<p>Um dos comportamentos humanos mais devastadores é a ambiguidade. Dizer uma coisa e logo depois afirmar o seu contrário.</p>
<p>Paul Watzlavick e seu grupo estudaram a fundo este comportamento e mostraram como a comunicação ambígua pode inclusive &#8220;enlouquecer&#8221; as pessoas. Porque ela é tão devastadora?</p>
<p>Qualquer pessoa que já passou pela experiência sabe que quando você está em uma situação ambígua é impossível ter a noção adequada do que fazer. A comunicação ambígua faz com que dois opostos sejam ao mesmo tempo falsos e verdadeiros e, com isso, eles minam a possibilidade humana de tomar uma decisão adequada.</p>
<p>Um exemplo clássico da ambiguidade é em relação à independência dos filhos. Os pais dizem, de um lado, cresça e vá para o mundo e, de outro, os filhos abandonam os pais. Assim cria-se uma situação ambígua porque o pai diz: &#8220;faça o certo meu filho, vá para o mundo&#8221; e ao mesmo tempo afirma &#8220;você está me abandonando&#8221;. O que a pessoa está ,de fato fazendo? Indo para o mundo ou abandonando? Fazer o certo significa, ao mesmo tempo, errar. Assim sendo, como decidir? Este é o paradoxo que a comunicação ambígua coloca.</p>
<p>Em geral a pessoa que está envolvida não percebe que está envolvida. O cenário é tão próximo e tão familiar que ela simplesmente acaba se culpando ou culpando o mundo por serem tão complexos e difíceis. A ambiguidade coloca a pessoa na difícil escolha de escolher o pior, independentemente do que escolha e isso mina a auto estima pois a pessoa passa a ter uma desconfiança eterna de suas escolhas.</p>
<p>A saída está em perceber &#8211; geralmente com a ajuda de um terapeuta &#8211; a comunicação ambígua e, com isso, conseguir criar novos discursos. Em geral, a saída está na meta comunicação, ou seja, não ter que decidir entre sair de casa ou não sair, mas sim em se colocar dizendo, por exemplo: &#8220;pai, você percebe que se eu sair estou saindo e fazendo o certo e ao mesmo tempo fazendo o errado? O que você, de fato, quer de mim?&#8221; Quando a pessoa fala sobre o cenário ao invés de falar sobre o conteúdo ela sai da situação ambígua e começa a explorar novas formas de relação.</p>
<p>Esta maneira de agir faz com que o paradoxo se destrua porque agora ele está sendo visto. É como se a pessoa parasse de tentar responder a pergunta e dissesse: &#8220;a sua pergunta está mal feita&#8221;. Com isso sai da necessidade de responder e coloca o outro na situação de definir ou redefinir o que deseja. Isto muda a relação e muda a comunicação entre as partes.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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