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	<title>Arquivos Angústia - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Hora de mudar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/28/hora-de-mudar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 11:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando mudar? Esta pergunta sempre me é feita, como responde-la?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/evoluir.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3646" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/evoluir.jpg" alt="Evoluir" width="299" height="188" /></a></p>
<ul>
<li>Então Akim&#8230; não estou aguentando mais.</li>
<li>Eu sei.</li>
<li>Ficar vindo aqui e sempre na mesma&#8230; tá foda.</li>
<li>Sim, é verdade.</li>
<li>É foda pra você também?</li>
<li>Pra mim não, eu acompanho o seu processo e as escolhas que você faz, não sou eu quem manda nele.</li>
<li>Sim&#8230; mas sabe&#8230; cara tá foda&#8230; não aguento mais ficar na mesma.</li>
<li>Sim, é mais dolorido segurar essa energia que deseja uma evolução do que evoluir de vez não é?</li>
<li>É&#8230;</li>
</ul>
<p>Quando alguém precisa fazer terapia? Quando alguém precisa mudar?</p>
<p>Sempre me fazem estas perguntas disfarçadas de pedidos para não ir à terapia, tais como: &#8220;não é todo mundo que precisa de terapia né?&#8221;. Gosto muito de um pensamento que ouvi de Joseph Campbell falando sobre a necessidade das pessoas lerem ou gostarem de mitologia. Ele disse que as pessoas não precisam de mitologia, que ele não acreditava em ter que fazer algo assim como obrigação, mas que se você tivesse uma boa introdução ao assunto e ele despertasse você, aí sim.</p>
<p>Um outro autor chamado Osho disse que se você parasse por um momento para perceber o quanto a vida é tediosa você poderia começar a fazer grandes transformações em sua própria vida. Ele gostava de dizer que as pessoas param de sobreviver, passam a viver e então podem super viver. Se de um lado temos os teóricos que dizem que o universo está em constante mutação, de outro perceberemos que se tudo está sempre em mutação, isso é uma constante, algo que não muda.</p>
<p>Depois de um certo tempo comecei a desacreditar na mudança. Não mais creio que as pessoas &#8220;mudem&#8221;, minha crença se modificou &#8211; por mais paradoxal que isso seja &#8211; para uma nova crença que é a que desejo, hoje, compartilhar com o leitor.</p>
<p>Mudar é uma forma humana de perceber um processo que podemos chamar de evolução. Aos nossos olhos vemos a pessoa mudando, mas de um outro ponto de vista podemos ver a pessoa simplesmente evoluindo, dando um contorno para algo que, de alguma forma, estava presente nela, algo que pode emergir. Essa &#8220;coisa&#8221; é o nosso processo de auto expressão. Expressar o &#8220;eu&#8221; em suas várias modalidades.</p>
<p>Por isso não creio mais em mudança, creio em expressão, expressar &#8220;mais&#8221;, expressar outra parte do self que já está, de alguma forma aí. O que pode acontecer acontece. Essa é uma ideia de que gosto muito. O tédio, o vazio, a ansiedade e a angústia que sentimos são uma forma do nosso corpo manifestar que algo precisa emergir, que é momento de uma outra forma assumir o show em nossas vidas. Isso não é uma mudança, mas sim um aperfeiçoamento, uma parte do processo que já estava acontecendo há muito tempo atrás, mantido inconsciente, esperando seu momento.</p>
<p>&#8220;A aventura surge quando o herói está preparado&#8221;. É o que Campbell diz dos mitos. As histórias já estão escritas, basta vivermos elas da melhor forma possível. Isso não nos leva ao niilismo ou à crença de destino, nos coloca, pelo contrário no palco do show e nos pergunta: você irá viver esta história que se coloca diante de si? Viverá a angústia e irá transformá-la em algo? Ou vai fugir da angústia da existência e com isso existir em angústia?</p>
<p>Particularmente sempre tenho a tendência de ser sensível aos sinais que meu corpo me envia. Tédio, indignação, ansiedade e angústia, por exemplo, são sinais de que algo precisa emergir. Nossa mente e corpo estão em constante funcionamento, mapeando e percebendo as vivências que temos em nosso cotidiano buscando se adaptar à elas e achar novas soluções para os problemas que surgem. Quando ouvimos estas vozes &#8211; que eu creio se manifestam nas emoções &#8211; criamos um canal direto com partes nossas que são especialistas em buscar o melhor da vida &#8211; especialistas porque evoluíram ao longo de milhares de anos para fazer isso com cada vez mais competência.</p>
<p>Quando mudar? Quando evoluir? Sempre que o corpo sinalizar, que a mente se indignar, que a situação precisar. Evoluir não é algo pelos outros, mas sim, algo pelo nosso próprio processo de auto expressão.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Limites da angústia</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 09:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>
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		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
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		<category><![CDATA[Hierarquia de critérios]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E aí eu me vi sozinha sabe? Sim. Me deu uma angústia terrível sabe? Sim. O que você fez com isso? À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele. Ligou? Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Limites da angústia</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2827" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg" alt="downloadmlklk" width="224" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E aí eu me vi sozinha sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Me deu uma angústia terrível sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. O que você fez com isso?</p>
</li>
<li>
<p>À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele.</p>
</li>
<li>
<p>Ligou?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma durante um final de semana?</p>
</li>
<li>
<p>Ahh&#8230; olhe que interessante!</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; e daí, pensando nisso, eu fiquei bem melhor. Nem senti angústia, fiquei com saudades só, mas normal.</p>
</li>
<li>
<p>Ótimo!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das causas de muitas dores e problemas humanos é simplesmente uma questão de limite e critérios. Numa relação, por exemplo, se o limite que tenho em relação à ciúme é de que a pessoa com quem estou não pode falar com nenhuma pessoa do sexo oposto porque todas elas são potenciais problemas terei muitos problemas. Por outro lado se eu compreender que devo prestar atenção à uma série de fatores em conjunto tais como: pouco interesse na relação, descuido com elementos básicos, alto interesse em outras pessoas &#8211; ou em alguma em específico &#8211; ausências inexplicáveis, cobranças em exagero e nunca satisfeitas terei elementos mais concretos e precisos para que o ciúme seja um alerta importante ao invés de uma implicância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada um de nós possui limites e critérios estabelecidos para praticamente tudo o que ocorre em nossa vida intrapsíquica, muitos não possuem conhecimento ou consciência, deles, porém estão lá. Muitas vezes simplesmente ao perceber que tem um critério ou limite inadequado a pessoa já faz grandes mudanças. Eles funcionam como protocolos que norteiam a nossa vida, nossa percepção do que ocorre assim como as possíveis soluções que podemos nos oferecer, ao mudar um deles, mudamos junto todos estes elementos e, muitas vezes, é só o que precisamos: novas opções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O exemplo acima mostrou uma pessoa que tinha um limite muito forte: toda vez que se via só, pensava que estava fazendo algo de errado com sua vida. A presença de pessoas era um critério para saber que ela estava bem. O problema é que &#8220;estar bem&#8221; é algo que é mais saudável com o foco na própria pessoa e não em outras pessoas. Assim sendo, quando ela se diz &#8220;puxa, não posso ficar bem sozinha&#8221;, ela está alterando um limite e um critério (limite: o significado de ficar bem sozinho, critério: a presença de outros significa que estou vivendo &#8220;certo&#8221; x estou vivendo bem sozinho).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pergunta é: para que isso é tão importante? Para que a presença do outro é tão importante? Para que mostrar que você se esforça é importante? Para que saber que você é o melhor é importante? Para que ter muito dinheiro é importante? Saber a importância daquilo que buscamos nos dá a resposta que nos ajuda a perceber o critério que estamos usando para perceber a vida tal como percebemos e, consequentemente, vive-la. Em geral, repetimos a pergunta várias vezes até que ela as respostas comecem a se integrar num looping, nos mostrando que chegamos ao ponto central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que você mantém aqueles comportamentos inadequados que já até sabe como mudar? Para que insistir nos mesmos erros? Para que fugir daquelas escolhas que vão te dar uma vida melhor? À que critérios você tem servido? Que limites tem dado para a sua vida? Eles tem sido bons? Convido você à descobrir mais sobre você e ir ainda além, ainda melhor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: <a href="http://www.akimpsicologo.com.br">www.akimpsicologo.com.br</a></p>
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		<title>Aquietar-se</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/07/18/aquietar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 11:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pois então Akim&#8230; eu estou meio agitado sabe? Sim. Estou vendo isso. Tem muita coisa na cabeça. O que você sente? Podem ser várias emoções&#8230; &#8230; tristeza&#8230; raiva&#8230; medo&#8230; amor&#8230; Ok. Feche os olhos um pouco, sente-se aí no sofá e respire um pouco em contato com estas emoções. Ok. Perfeito&#8230; não tente tirar elas, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/18/aquietar-se/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Aquietar-se</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/silencio.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone  wp-image-2161" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/silencio.jpg" alt="silencio" width="288" height="216" /></a></p>
<ul>
<li>Pois então Akim&#8230; eu estou meio agitado sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. Estou vendo isso.</p>
</li>
<li>
<p>Tem muita coisa na cabeça.</p>
</li>
<li>
<p>O que você sente? Podem ser várias emoções&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>&#8230; tristeza&#8230; raiva&#8230; medo&#8230; amor&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Ok. Feche os olhos um pouco, sente-se aí no sofá e respire um pouco em contato com estas emoções.</p>
</li>
<li>
<p>Ok.</p>
</li>
<li>
<p>Perfeito&#8230; não tente tirar elas, nem mexer nelas&#8230; apenas preste atenção nelas enquanto o ar entra e sai dos teus pulmões.</p>
</li>
</ul>
<p>(depois de alguns minutos disso o cliente abre os olhos suavemente e eu pergunto à ele)</p>
<ul>
<li>Como você está?</p>
</li>
<li>
<p>Um pouco mais calmo.</p>
</li>
<li>
<p>Perfeito, agora, que tal me contar sobre a emoção que ficou mais presente em ti?</p>
</li>
<li>
<p>Tristeza&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Ok, falemos sobre ela&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neurologicamente falando existe um fenômeno que alguns pesquisadores chamam &#8211; de maneira não-técnica &#8211;  de &#8220;inundação do córtex&#8221;. Este nome se refere ao processo no qual tantas informações estão correndo de um lado para o outro que o córtex simplesmente está &#8220;inundado&#8221; de correntes elétricas. Em termos humanos isso é quando nossa cabeça &#8220;está cheia&#8221;. A maior parte das pessoas que organizar a bagunça e fica pensando sobre tudo o que está passando pela sua cabeça naquele momento e elas não conseguem pensar em tudo e, então, se desesperam um pouco mais.</p>
<p>Porque elas não conseguem?</p>
<p>Porque o córtex já está inundado, como vai processar mais informação ainda? A ideia, neste momento é desapegar-se daquilo que está passando pela cabeça e focar-se em aquietar a mente, diminuir a quantidade de processos que estão ocorrendo no cérebro para, então &#8220;ter espaço&#8221; para processar alguma coisa de uma maneira mais adequada.</p>
<p>Respirar é uma das melhores maneiras de se fazer isso. Ao focar a sua atenção na respiração você está direcionando esta atenção à um processo natural do corpo, que ocorre sem a sua vontade consciente, isso relaxa o cérebro que, ao invés de prestar atenção à mil e um pensamentos, presta atenção à algo que ele nem sequer precisa fazer esforço para perceber ou fazer. Este relaxamento começa a criar o espaço que é necessário para que as emoções e pensamentos se aquietem e permitam-nos fazer uma reflexão adequada.</p>
<p>Aquietar-se vai além disso também. Não é algo que se busca única e exclusivamente quando a mente já está super excitada, você pode buscar isso quando a sua mente não está neste estado. Aquietar-se tem a ver com a atitude de buscar manter um estado estável da mente e perceber ao longo do dia, das semanas as oscilações neste estado.</p>
<p>Em geral, quando os pensamentos e emoções vem, nós seres humanos, tendemos à reagir à eles. Assim, quando a tristeza surge em nós, por exemplo, a pessoa resolve dizer-se &#8220;não, não vou &#8216;entregar os pontos&#8217;, vamos lá&#8221;. Quando faz isso cria-se um diálogo e até mesmo uma disputa interna entre a emoção e os impulsos desta emoção e o desejo da pessoa, ou a reação da pessoa. Quando se aquieta a mente, a ideia é perceber a emoção, nada mais. A única &#8220;reação&#8221; que se tem é a de perceber. Esta atitude faz à médio prazo a integração entre a emoção e a vontade consciente da pessoa. É como se você passasse um longo período prestando atenção à algo antes de sentir um desejo de fazer alguma coisa. Em geral as pessoas relatam isto da seguinte forma: &#8220;daí me veio uma coisa e eu fui lá e fiz sabe? Tipo sem esforço entende?&#8221;.</p>
<p>Este tipo de relato é muito comum quando a pessoa se aquieta e reage ao que sente e pensa apenas com a atenção de perceber aquilo que está ali, sem brigas e sem desejo intencional. Como eu já disse uma espécie de integração entre o percebido e o observados se estabelece e um desejo &#8220;espontâneo&#8221; nasce daí. Este é um &#8220;segundo nível&#8221; da atitude de se aquietar.</p>
<p>Que tal experimentar?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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