<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Comportamento - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
	<atom:link href="https://akimneto.com.br/tag/comportamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://akimneto.com.br/tag/comportamento/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Mar 2022 19:27:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.0.9</generator>
<div class="fcbkbttn_buttons_block fcbkbttn_arhiv" id="fcbkbttn_left"><div class="fcbkbttn_like fcbkbttn_large_button"><fb:like href="https://akimneto.com.br/tag/comportamento/feed" action="like" colorscheme="light" layout="standard"  width="225px" size="large"></fb:like></div></div>	<item>
		<title>Você não &#8220;é&#8221; assim, você &#8220;age assim&#8221;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Tranquilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=7816</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo fazer isso! &#8211; Já tentou? &#8211; Não&#8230; não dá, eu não sou assim, não sou essa pessoa que para e pensa nas coisas. &#8211; Já tentou? &#8211; Não. &#8211; Bem, eu também nunca tentei escalar montanhas, posso dizer então que eu &#8220;não sou uma pessoa que escala montanhas&#8221;? &#8211; Não&#8230; você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Você não &#8220;é&#8221; assim, você &#8220;age assim&#8221;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/">Você não &#8220;é&#8221; assim, você &#8220;age assim&#8221;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo fazer isso!</p>
<p>&#8211; Já tentou?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; não dá, eu não sou assim, não sou essa pessoa que para e pensa nas coisas.</p>
<p>&#8211; Já tentou?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Bem, eu também nunca tentei escalar montanhas, posso dizer então que eu &#8220;não sou uma pessoa que escala montanhas&#8221;?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; você nunca tentou.</p>
<p>&#8211; Exato, além disso, posso aprender a escalar uma montanha e não gostar disso. Percebe uma diferença?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Eu sei que você não gosta de pensar em si, mas isso não é o mesmo que dizer que você não pode fazer isso.</p>
<p>&#8211; É difícil para mim pensar assim.</p>
<p>&#8211; Claro, você passou a vida toda pensando dessa outra forma e conseguiu muitos resultados bons, não foi?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; embora esse negócio esteja me incomodando, sim&#8230;</p>
<p>&#8211; Perfeito, o ponto agora é que você pode ir um pouco além nessa discussão e conseguir algo ainda melhor para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Umas das formas de nos aprisionarmos em escolhas inadequadas ou comportamentos que não nos são mais úteis é compreender que &#8220;somos&#8221; nosso comportamento. A partir do momento em que existe uma fusão entre identidade e comportamento, é muito mais difícil realizar quaisquer mudanças.</p>
<p><span id="more-7816"></span></p>
<p>É óbvio que é o &#8220;eu&#8221; quem executa uma determinada ação. Dizer, então: &#8220;eu fiz isso&#8221; é adequado. Porém o eu pode executar muitas ações, inclusive ações contrárias diante da mesma situação. É correto, também afirmar que  baseamos nosso comportamento em valores e motivações, porém, estas são percebidas pelo eu e também são mutáveis ao longo do tempo. Por exemplo, o eu de uma pessoa com cinco anos tem motivações e valores distintos daqueles da mesma pessoa com 40 anos. Logo, mesmo levando em consideração os valores o eu pode fazer escolhas diferentes ao longo do tempo.</p>
<p>Quando temos uma situação na qual a pessoa se identifica com o comportamento ocorre o que chamamos de fusão identidade-comportamento. Logo, não é mais o eu quem escolhe agir, o eu é obrigado a agir de determinada forma porque se não o fizer, ele se destrói. É óbvio que essa consequência é terrível e por este motivo, a pessoa não vai se permitir fazer algo diferente do que sempre fez. Ao mesmo tempo é exatamente este o problema: fazer as coisas como sempre fez é o que a levou para este fim.</p>
<p>Dizer, então, que não somos assim, mas agimos assim é um passo importante para tomar nas mãos algo importante para qualquer mudança: o poder de escolha. Quando a pessoa diz: &#8220;sou assim&#8221;, não há o que possa ser feito, mas quando percebe que ela age de determinada maneira, é possível verificar suas ações, motivações, desejos e até os medos que ela possui da mudança. Com isso a mudança pode ser feita. É comum que a fusão identidade comportamento esteja alicerçada sobre eventos que geram muito medo na pessoa ou sentimentos de impotência, por este motivo ela não se desapega do comportamento.</p>
<p>Perguntar-se &#8220;o que estou fazendo?&#8221; ao invés de afirmar para si que &#8220;é assim que eu faço&#8221; é um caminho fundamental para mudar. Porém quando a pessoa está fusionada, ela sente medo de se perguntar isso. A percepção mais tradicional é de que irá perder sua identidade. Porém a identidade não é definida por ter um determinado comportamento e apenas aquele comportamento. Está mais associada com o processo que gera comportamentos do que com os comportamentos em si. Perceber que você é um gerador de comportamentos é uma percepção de identidade muito mais forte do que identificar-se com um comportamento.</p>
<p>Neste sentido, ganha-se força ao invés de perder. A identidade se torna mais forte ao invés de mais fraca. Porque? Pois ao perceber que ela age, amplia a sua capacidade de auto percepção e de ação. Com isso pode ganhar mais força no mundo, no sentido de se adaptar melhor ao que a incomoda. Isso também ajuda a neutralizar o medo que a pessoa sente de ser incapaz. Tentar provar que nosso comportamento &#8220;dá certo&#8221; a todo custo, pode ser, no fundo a pior escolha, pois não tem comportamento que sirva para todas as situações.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/">Você não &#8220;é&#8221; assim, você &#8220;age assim&#8221;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2021/03/17/voce-nao-e-assim-voce-age-assim/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adequação da emoção</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 08:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Adequação]]></category>
		<category><![CDATA[Administração das emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto percepção]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=5043</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Então, eu tenho tentado fazer academia, mas não tem dado certo. &#8211; Porque não? &#8211; Eu não me sinto bem por lá. &#8211; O que, especificamente, você sente? &#8211; Eu fico meio agitada&#8230; &#8211; Certo, como gostaria de se sentir? &#8211; Eu gostaria de sentir tranquilidade sabe? &#8211; Como se estivesse numa praia após &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Adequação da emoção</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/">Adequação da emoção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Então, eu tenho tentado fazer academia, mas não tem dado certo.</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Eu não me sinto bem por lá.</p>
<p>&#8211; O que, especificamente, você sente?</p>
<p>&#8211; Eu fico meio agitada&#8230;</p>
<p>&#8211; Certo, como gostaria de se sentir?</p>
<p>&#8211; Eu gostaria de sentir tranquilidade sabe?</p>
<p>&#8211; Como se estivesse numa praia após o almoço observando o mar?</p>
<p>&#8211; Sim, tipo isso.</p>
<p>&#8211; E isso é o tipo de estado emocional adequado para ir malhar?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; é&#8230; pensando bem&#8230; não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem emoções que são sempre boas? Existem emoções que são sempre ruins? Emoções são fenômenos relacionais, dizer que uma emoção é boa ou ruim é muito mais complexo do que se imagina, por essa razão é que precisamos saber como &#8220;adequar&#8221; uma emoção, você sabe?<span id="more-5043"></span></p>
<p>Em primeiro lugar, &#8220;boa ou ruim&#8221; implica numa noção que particularmente não gosto de empregar. Prefiro utilizar o termo adequação, nesse sentido uma emoção pode ser mais ou menos adequada, mas nunca chegará a ser, por exemplo, &#8220;errada&#8221;.</p>
<p>A emoção desperta atitudes tanto físicas como comportamentos como mentais como pensamentos. A emoção de raiva organiza nosso corpo para agir lutando ou fugindo enquanto que nosso pensamento se vê refletindo sobre as rotas de fuga e sobre como causar dano.</p>
<p>Assim a emoção não é apenas aquilo que ocorre dentro da pessoa, mas também aquilo que ela faz de maneira &#8220;espontânea&#8221; uma vez que está sentindo determinada emoção. Cada situação que vivemos pode nos fazer sentir uma ou outra emoção e também podemos evocar de maneira voluntária determinadas emoções para determinadas situações.</p>
<p>Embora pareça algo estranho, evocar emoções é algo muito mais comum que se imagina, você, com certeza faz isso praticamente todos os dias. Quando pensamos em determinadas situações é comum sentirmos algo daquela situação, quando criamos fantasias também assim como quando ouvimos música.</p>
<p>&#8220;Adequar&#8221; uma emoção, então, significa (1) saber criar um acesso à ela, (2) conhecer a sua reação espontânea frente à emoção e (3) relacionar esta emoção e reação ao contexto no qual deseja usá-la. Ainda é importante salientar que dependendo do objetivo que tenho a adequação pode ser completamente distinta.</p>
<p>Por exemplo, digamos que tenho um encontro. Estar motivado e alegre seriam emoções adequadas não seriam? Motivação para conhecer a pessoa, curiosidade, alegria para estar com um sorriso e ser flexível à qualquer problema que possa ocorrer. Mas e se eu não quiser que o encontro dê certo?</p>
<p>Muita pessoas acham que deveriam sentir-se tranquilas o tempo todo. Mas nem sempre a emoção de tranquilidade é adequada. Insegurança, por exemplo, é uma emoção muito útil em momentos de crise poque em geral ajuda as pessoas a pensarem sobre o futuro o que é algo necessário e útil ao invés de sentar-se tranquilamente esperando a conta para a qual você não tem recursos para pagar chegar.</p>
<p>Nesse sentido qualquer emoção pode ser útil dependendo de um contexto e de uma meta que tenhamos. As emoções não são o problema, são a solução desde que aprendamos com elas e com as reações que temos à elas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/">Adequação da emoção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2016/02/10/adequacao-da-emocao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tolerância à frustração</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 10:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Imaturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Raiva]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=4443</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; E daí eu fiquei muito brabo! &#8211; Porque? &#8211; Ah&#8230; todo o trabalho que eu tive e daí vem e me diz que simplesmente não quer? &#8211; Qual o problema? &#8211; Meu! Eu me DEDIQUEI para isso! &#8211; Sim, eu sei. E vi a sua dedicação. E vi que não conseguiu. Qual o problema? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Tolerância à frustração</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/">Tolerância à frustração</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E daí eu fiquei muito brabo!</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; todo o trabalho que eu tive e daí vem e me diz que simplesmente não quer?</p>
<p>&#8211; Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Meu! Eu me DEDIQUEI para isso!</p>
<p>&#8211; Sim, eu sei. E vi a sua dedicação. E vi que não conseguiu. Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você foi o único a não conseguir?</p>
<p>&#8211; Não, teve uma galera.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; acontece. Às vezes conseguimos e às vezes não conseguimos o que queremos.</p>
<p>&#8211; Assim?</p>
<p>&#8211; É&#8230; você acha que só porque resolveu estudar a empresa tinha obrigação de te contratar?</p>
<p>&#8211; Bem&#8230; não né, mas porra&#8230;</p>
<p>&#8211; Então&#8230; você simplesmente não passou no teste, assim como um monte de pessoas por lá.</p>
<p>&#8211; É ruim isso.</p>
<p>&#8211; É frustração o nome disso&#8230; agora, como você lida com ela?</p>
<p>Tolerar frustração é uma característica importantíssima para vencermos desafios, organizarmos nossa auto estima e melhorarmos nosso auto conhecimento. Pessoas que não toleram bem a frustração sofrem muito com os desafios da vida e das relações, mas porque alguns não toleram bem esta emoção?</p>
<p><span id="more-4443"></span></p>
<p>Frustração é uma emoção que surge quando alguma meta e/ ou expectativa não é atingida. Então vem a reação à este sentimento. No entanto a reação não está baseada apenas na percepção de que algo desejado não foi atingido. A reação envolve a percepção da pessoa em relação à perder algo, não conseguir algo, à própria sensação que a emoção da frustração causa, à sua auto imagem e ao valor que atribui ao que não foi conseguido.</p>
<p>Ter baixa tolerância à frustração significa ter que a pessoa não suporta a sensação que a frustração traz, que ela não possui um ego forte o suficiente para lidar com a realidade do que aconteceu e nem se manter motivada para continuar sua busca em prol do que quer. Aceitar a realidade e enfrentá-la tem sido um dos problemas mais comuns de encontrar em consultório junto com outro: uma auto imagem idealizada que não se permite falhas.</p>
<p>Então, de uma forma mais didática, pode-se refletir sobre alguns pontos que conduzem à baixa tolerância à frustração: identificação com uma auto imagem por demais negativa, choque entre realidade e auto imagem falsa ou idealizada, medo de que terceiros descubram uma auto imagem negativa e não aceitação da realidade.</p>
<p>Quando a pessoa tem uma auto imagem negativa demais a frustração serve como uma afirmação dessa auto imagem. Ou seja, quando a pessoa não atinge um objetivo, ela diz para si, por exemplo, &#8220;sou realmente um otário, nunca consigo nada&#8221;. Assim a reação da pessoa frente à frustração ou à possibilidade de se frustrar, em geral tende a ser de fuga e evitação ou de raiva. Típico a pessoa explodir por não conseguir algo simples ou sentir-se muito ansiosa frente à não atingir uma meta. O problema, aqui não é o que não foi atingido em si, mas sim a confirmação da auto estima negativa.</p>
<p>Uma auto imagem falsa ou idealizada é uma auto imagem que mascara um eu, em geral, frágil e mal formado. Assim, por exemplo, a pessoa parte para uma determinada tarefa ou empreitada certa de que irá conseguir. A realidade mostrar-se diferente disso mostra a ruptura entre o que ela &#8220;sabia que aconteceria&#8221; e o que aconteceu. O problema aqui é que esse fenômeno mostra à ela uma porção do seu próprio eu que ela não conhece, nega ou não gosta. Típico comportamento de pessoas mimadas que se chocam com o real, não pelo real em si, mas sim pelo fato de que este mostra à ela quem ela é.</p>
<p>Num outro caso quando a pessoa tem uma auto imagem muito negativa ela pode ter medo de que terceiros descubram isso. Ela sente que consegue esconder o quão ruim &#8211; na opinião dela própria &#8211; ela é se não se meter em &#8220;confusão&#8221;, ou seja, se evitar a vida de uma forma geral. Quando frustrada a pessoa sente que o seu lado ruim foi exposto e isso é extremamente duro para ela por não saber lidar com a sua própria sombra.</p>
<p>Já quando a pessoa não aceita a realidade o problema é outro. Trata-se de ter uma definição muito rígida sobre o que as coisas, pessoas e mundo deveria ser e, com isso, não conseguir reagir às mudanças e flutuações da realidade. A baixa tolerância à frustração, nesse caso, deve-se à esta percepção limitada e rígida do mundo. Se a pessoa consegue flexibilizar isso, consegue tolerar melhor a frustração. Porém, em alguns casos a não aceitação da realidade por critérios muito rígidos é apenas um sintoma de algum dos outros três fatores acima listados.</p>
<p>Espero que você, leitor, possa ter uma visão breve sobre o que motiva a baixa tolerância à frustração e que possa, com isso, refletir sobre a sua maneira de perceber o mundo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/">Tolerância à frustração</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância da flexibilidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 11:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Competência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=3551</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, o que você quer dizer? &#8211; Que você está muito rígido, não consegue flexibilizar o comportamento. &#8211; Quer que eu não faça nada, é isso? Deixe ela montar em mim! &#8211; Não, nada a ver com isso. &#8211; Então o que? &#8211; Simples: de que outras maneiras você pode ser atendido no &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">A importância da flexibilidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/">A importância da flexibilidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/flexibilidade.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3552" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/flexibilidade.jpg" alt="Flexibilidade" width="426" height="284" /></a></p>
<p>&#8211; Mas Akim, o que você quer dizer?</p>
<p>&#8211; Que você está muito rígido, não consegue flexibilizar o comportamento.</p>
<p>&#8211; Quer que eu não faça nada, é isso? Deixe ela montar em mim!</p>
<p>&#8211; Não, nada a ver com isso.</p>
<p>&#8211; Então o que?</p>
<p>&#8211; Simples: de que outras maneiras você pode ser atendido no que é importante para você?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você quer que ela seja &#8220;companheira&#8221;, ok, mas ela deixou claro que estar o tempo todo disponível à você não é uma opção. De que outra maneira você pode senti-la como companheira que não essa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A flexibilidade é uma característica importante para nossas vidas, mas compreender o que de fato é ser flexível é igualmente importante para que não se cometam erros de comportamento que prejudicam a vida ao invés de ajudá-la.</p>
<p>A primeira coisa que ser flexível não é, é ficar &#8220;engolindo sapo&#8221;. Em geral quando dizemos à alguém: &#8220;seja flexível&#8221;, a réplica vem à galope: &#8220;você quer que eu fique quieto frente à isso?&#8221; ou &#8220;não quer que eu faça nada?&#8221;. Este tipo de atitude vem de uma falta de compreensão sobre o que é flexibilidade e confunde flexibilidade com falta de atitude. Bem, flexibilidade é tudo, menos falta de atitude. Muito pelo contrário, para se ter esta característica é importante estar muito bem fundamentado em suas crenças e prioridades.</p>
<p>Em geral, o que ocorre é que as pessoas encontram uma forma de atender suas necessidades e desejos e se fincam nesta maneira como a única possível de obterem o que querem. Início do desastre. Porque? Porque ou elas levam sorte ou terão uma vida muito pouco rica. Em geral pessoas que são muito rígidas nas suas maneiras de atingir seus objetivos são mais infelizes e brigam muito com os outros por causa desta rigidez. Elas, também, não adquirem um auto conhecimento bom o suficiente para saber de que outras maneiras podem se satisfazer.</p>
<p>Flexibilidade é a habilidade que lhe permite ter vários comportamentos para atingir o mesmo fim. Ter flexibilidade, portanto, significa saber muito bem o que se quer. Saber o que é importante naquilo que se quer e entender quais são as maneiras possíveis de atingir este fim. A pessoa, para desenvolver a flexibilidade precisa ser criativa e ter foco firme (ou seja, longe da ideia de ser fraca ou não saber o que deseja). O foco é onde ela precisa chegar, a criatividade é o que a faz ter vários meios para atingir isso.</p>
<p>O primeiro passo é conhecer muito profundamente aquilo que queremos. As pessoas, em geral, tem noções vagas do que querem e do que é importante para elas nisso. Por exemplo: dizemos que queremos pessoas companheiras. Porém &#8220;companheira&#8221; se dá de que forma? Para que isso é, realmente importante? Uma coisa é uma pessoa que vá com você fazer compras, outra é uma pessoa que compartilhe suas emoções. Estes dois comportamentos bem distantes podem ser sinônimos de &#8220;companheira&#8221; e é muito óbvio imaginar que estes dois estilos de companheira atendem necessidades muito específicas.</p>
<p>O caso acima, por exemplo, traz uma pessoa que desejava disponibilidade integral além de exclusividade como sinônimos de &#8220;companheira&#8221;. Fácil perceber que eram critérios difíceis de serem atendidos. Porém, indo afundo percebemos que estes dois elementos eram uma forma de dizer que ele queria ser reconhecido por quem era. Ora, isso é mais fácil que disponibilidade integral, porém, de que maneiras perceber que ele poderia ser reconhecido? Começamos a compreender que ele poderia ter uma pessoa que soubesse elogiar e validar positivamente seus comportamentos em casa &#8211; onde ele era mais sensível &#8211; como fazer café e arrumar a cama.</p>
<p>Assim sendo passamos de uma pessoas que precisava ser o tempo todo disponível e gostar &#8220;apenas&#8221; dele para uma pessoa que soubesse elogiar seus movimentos. Isso é ser flexível. Além disso, ele expandiu seu repertório e começou a perceber que poderia ser elogiado no trabalho e em situações sociais, quando passou a dar valor à estas experiências a própria necessidade de recebe-las diminuiu e ele compreendeu que ele mesmo poderia se elogiar e, com isso, aprendeu a se dar valor. Isso é flexibilidade!</p>
<p>E você: rígido ou flexível?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/">A importância da flexibilidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/07/17/a-importancia-da-flexibilidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Impotência</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2013 12:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Capaz]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[impotência]]></category>
		<category><![CDATA[impotência aprendida]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1411</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei o que fazer nessas situações sabe? &#8211; Não sabe? Uma pessoa é agressiva com a outra, o que se faz? &#8211; (Silêncio) se defende? &#8211; O que você acha? &#8211; É&#8230; &#8211; É? &#8211; Se defende. &#8211; Perfeito! Muito bom, então você sabe o que fazer! O que te impede de &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Impotência</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/">Impotência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei o que fazer nessas situações sabe?</p>
<p>&#8211; Não sabe? Uma pessoa é agressiva com a outra, o que se faz?</p>
<p>&#8211; (Silêncio) se defende?</p>
<p>&#8211; O que você acha?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; É?</p>
<p>&#8211; Se defende.</p>
<p>&#8211; Perfeito! Muito bom, então você sabe o que fazer! O que te impede de fazer isso nessa situação?</p>
<p>&#8211; Não sei, me sinto impotente quando estou na frente dela.</p>
<p>&#8211; Entendo, o que te faz ficar impotente?</p>
<p>&#8211; Quando ela fala ríspida comigo</p>
<p>&#8211; O que acontece daí?</p>
<p>&#8211; Me sinto como quando era pequeno com meu pai gritando comigo.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; mas se você evocar aquele menininho ele não vai dar conta mesmo não é?</p>
<p>&#8211; Pois é.</p>
<p>&#8211; Que tal evocar um homem adulto como sei que você é?</p>
<p>&#8211; Melhor não é mesmo?</p>
<p>A sensação de impotência talvez seja uma das mais doloridas e difíceis de lidar para o ser humano.</p>
<p>A impotência tem a ver com a nossa incapacidade de realizar algo frente à uma dada situação, a cena clássica é a nossa impotência frente à morte: não há nada à se fazer, somos mortais, portanto, morremos. Esta incapacidade de modificar uma situação é muito deprimente, muitas pesquisas já foram feitas sobre o tema e a incapacidade de adquirir competência é algo altamente frustrante para o ser humano.</p>
<p>A sensação de impotência, muitas vezes é sentida em situações nas quais a pessoa pode ter poder de ação, mas não tem. Nestes casos é importante auxiliar a pessoa a aprender a ter atitudes e comportamentos para lidar com a situação. Algumas pessoas, por exemplo, se cobram demais em uma determinada situação que não tinha outras alternativas, ela fez &#8220;o que era possível&#8221; fazer e, sendo assim, não era inteiramente impotente, mas talvez as expectativas dela queriam muito mais do que era possível.</p>
<p>Em outros casos, como neste acima a pessoa tem comportamentos que não usa para determinadas situações e acha-se, então, impotente. Esta impotência, porém não é fato, é apenas a falta de tomada de atitude. É mais uma sensação paralisante do que, necessariamente, a impotência de fato. Neste caso, temos  o que chamamos de &#8220;identidade impotente&#8221;, ou seja, a pessoa que se identifica como &#8220;aquela que não sabe/ não pode/ não consegue ter uma atitude&#8221;. Este tipo de identificação é altamente nociva para a pessoa e requer que organizemos uma nova forma de se perceber para ajudá-la a vencer seus desafios.</p>
<p>Por último reside a real impotência, como aquela frente à morte. Neste caso o processo é de aceitar o que devemos viver. Envelhecer é um outro processo frente ao qual somos impotentes, porém aceitar tudo isso com tranquilidade é um grande desafio. Em geral as pessoas que lidam bem com a impotência aprendem a fazer a seguinte distinção: se eu posso fazer algo, me responsabilizo por aquilo, se não posso, não me responsabilizo. Esta atitude &#8211; para esta situação específica &#8211; é altamente positiva: não podemos desejar ter responsabilidade por algo fora de nosso controle &#8211; ou mesmo da probabilidade de controle, sendo assim, aceita-se com mais facilidade aquelas situações que não temos nada para fazer.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/">Impotência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2013/12/11/impotencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Causa e efeito</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 11:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Intenção]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1050</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Tá bem Akim, chega! &#8211; Ok, por hoje chega mesmo, não vamos mais aprofundar. &#8211; Ótimo. &#8211; Me permite, ao invés de aprofundarmos, fazermos outra coisa? &#8211; Permito&#8230; &#8211; Você percebeu que está um tanto arredio neste momento certo? &#8211; Sim. Minha vontade é de sair correndo. &#8211; Ótimo, agora perceba ao que você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Causa e efeito</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/">Causa e efeito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Tá bem Akim, chega!</p>
<p>&#8211; Ok, por hoje chega mesmo, não vamos mais aprofundar.</p>
<p>&#8211; Ótimo.</p>
<p>&#8211; Me permite, ao invés de aprofundarmos, fazermos outra coisa?</p>
<p>&#8211; Permito&#8230;</p>
<p>&#8211; Você percebeu que está um tanto arredio neste momento certo?</p>
<p>&#8211; Sim. Minha vontade é de sair correndo.</p>
<p>&#8211; Ótimo, agora perceba ao que você está reagindo.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; O que está motivando esta vontade de fugir e sair correndo?</p>
<p>&#8211; Ah, sei lá essas coisas que a gente está falando&#8230;</p>
<p>&#8211; Pense, foi agora pouco que essa vontade de fugir veio&#8230; pense&#8230;</p>
<p>&#8211; Eu acho que quando você me disse que era o momento de eu tomar uma decisão eu comecei  a ficar assim&#8230;</p>
<p>&#8211; Perfeito&#8230;</p>
<p>&#8211; E, depois, quando eu falei sobre as decisões eu fiquei mais ansioso e agora estou assim&#8230;</p>
<p>&#8211; Ótimo, muito bom, mas vamos lá: o que motivou o desejo da fuga?</p>
<p>&#8211; Não foi isso?</p>
<p>&#8211; Isso te colocou em contato com a decisão, mas o que te fez desejar resolver isso fugindo?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; entendi&#8230; (pensativo) eu acho que quando eu pensei no que eu quero fazer eu vi que não é o que todos esperam de mim. E daí resolvi fugir ao invés de frustrar os &#8230;  eu resolvi fugir porque não consigo frustrar as pessoas, quero manter o meu papel de bom moço.</p>
<p>&#8211; Perfeito! Como se sente agora?</p>
<p>&#8211; Um pouco mais calmo na verdade&#8230;</p>
<p>Tristeza é depressão? Ansiedade é pânico? Medo é fobia?</p>
<p>Ao estudar o comportamento humano um dos temas mais instigantes é: o que é sintoma o que é causa de um comportamento?</p>
<p>Independente de entendermos &#8220;causa&#8221; de uma forma linear (a causa b) ou de uma forma circular (a relaciona-se com b) o tema é importantíssimo dentro de uma psicoterapia que vai ajudar a pessoa a compreender melhor o seu comportamento, suas emoções e reações.</p>
<p>A pergunta: &#8220;O que motiva o seu comportamento?&#8221; É diferente da pergunta &#8220;porque você fez isso&#8221;. Esta última faz alusão à uma explicação na qual uma resposta como &#8220;porque eu quis&#8221; satisfaz a pergunta &#8211; e várias vezes ouvi isso em consultório, ou o famoso &#8220;porque sim&#8221;. Já a primeira pergunta tem a ver com um dado mais sensorial, ela busca pelo fenômeno que motivou a reação, ela é mais útil porque deseja uma resposta mais concreta. &#8220;Porque sim&#8221; não responde &#8220;o que motivou&#8221;.</p>
<p>Assim sendo é importante diferenciarmos um sintoma de um motivo. O sintoma é o que aparece aos olhos, é aquilo com que nos relacionamos de forma mais direta. A motivação pode advir de vários fatores, daí o motivo que torna esta investigação tão instigante. É como a febre, ela nunca é uma causa, um motivador de algo, é sempre um sintoma. Este sintoma pode advir de uma bactéria, de uma inflamação, de uma virose, enfim, de várias causas motivadoras daquele sintoma. Se o médico dá apenas um remédio contra a febre ele não estará tratando a causa, o mesmo vale para a porção psicológica.</p>
<p>Uma pessoa, por exemplo, tem baixa auto-estima. Isto não é uma causa de nada, mas sim um sintoma. Quando investigamos percebemos que ela, por exemplo, não dá limites à ninguém. Vive sentindo-se passada para trás ou mal tratada por pessoas próximas à ela. O que motiva este comportamento é uma crença de que dar limites é algo nocivo, que as pessoas brigam quando recebem limites. Assim, quando ela se vê em uma situação na qual precisa dar um belo limite ela pensa que se fizer isso vai arranjar mais confusão e, com isso, acaba aceitando a mal criação e termina sentindo-se mal consigo própria. O que temos que trabalhar neste caso? A crença e novos comportamentos sociais que vão ajudá-la a perceber a situação de uma forma diferente.</p>
<p>Em um post anterior eu escrevi sobre os cinco níveis lógicos de Gregory Bateson: identidade, crenças, recursos, comportamento e ambiente. Muitas vezes os motivadores estão nestes níveis ou em vários deles. Investigar isto à fundo assim como as repercussões do que vai acontecer com a pessoa e com as relações que ela tem vai nos ajudar a determinar melhor o que fazer e como fazer.</p>
<p>Quanto à você deixo a dica: não procure pelos &#8220;porques&#8221;, busque investigar a sua vida seguindo a dica do motivador, ou seja, quando tenho este comportamento que não gosto ou que quero mudar, o que acontece? O que teria que não ter ocorrido para este comportamento não ocorrer? Esta é a primeira fase, depois dela pergunte-se: como explico para mim o que aconteceu de forma que eu tenho o comportamento que não quero ou que quero mudar? Isto vai ajudar você à perceber melhor o seu comportamento, suas intenções e motivações pessoais!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/">Causa e efeito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2013/07/24/causa-e-efeito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
