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	<title>Arquivos Confronto - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Comparar e desvalorizar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 09:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso. &#8211; Se melhor = quantidade, concordo. &#8211; Então!! &#8211; Então o que? &#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado! &#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/01/20/comparar-e-desvalorizar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Comparar e desvalorizar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim&#8230; ele é muito melhor que eu nisso.</p>
<p>&#8211; Se melhor = quantidade, concordo.</p>
<p>&#8211; Então!!</p>
<p>&#8211; Então o que?</p>
<p>&#8211; Vê como eu me sinto um merda? Além de não conseguir ficar com as gúrias ainda tem ele do lado!</p>
<p>&#8211; Não, não vejo. Pode me explicar como você faz para sentir-se um merda com isso?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim&#8230; tá eu lá sem nada e o cara lá pegando todas&#8230; quer que desenhe?</p>
<p>&#8211; Seria bom, porque eu gostaria de ver como esta característica te transforma num merda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas dizem se comparar com outras para saber se estão &#8220;bem&#8221; ou &#8220;mal&#8221; frente à vários critérios. Porém existe uma diferença grande e importante entre a comparação sadia e e desvalorização, você sabe qual é?</p>
<p><span id="more-4933"></span></p>
<p>Comparar-se em relação à outras pessoas é uma atividade comum. Em geral percebemos que ela vem carregada de insegurança e um certo amargor em relação ao que o que compara não tem ou não está conseguindo. Outra vertente é a pessoa que está sempre se comparando com pessoas que ela julga estar (ou ser) em situação inferior. Este tipo de comparação cria hierarquias entre os &#8220;mais&#8221; e os &#8220;menos&#8221; e, por este motivo, as duas reações que descrevi acima ocorrem.</p>
<p>O problema da desvalorização ocorre quando &#8220;mais&#8221; e &#8220;menos&#8221; se tornam sinônimos de pessoa &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221;. Ou seja, se a grama do meu vizinho é mais verde ele: (1) Tem a grama mais verde, (2) é uma pessoa melhor que eu, portante (3) eu sou uma &#8220;droga&#8221; mesmo (ou qualquer variação tais como: &#8220;não faço nada direito mesmo&#8221;, &#8220;não tenho chance&#8221;, &#8220;não sou digno&#8221;). Existe uma diferença grande entre admirar alguém que detém uma qualidade e julgar o seu &#8220;eu&#8221; por não possuir a mesma qualidade no mesmo &#8220;nível&#8221;.</p>
<p>A diferença é que, por exemplo, o fato do vizinho ter uma grama mais verde não quer dizer mais nada sobre ele além do fato de ele cuidar bem da grama. E não diz nada sobre você a não ser não cuidar tão bem da grama. Indo mais a fundo, é possível dizer que ele cuida da grama do jeito dele e você do seu e cada um obtém resultados diferentes e único à experiência de cada um. A competição que a comparação cria é sempre arbitrária porque definimos um determinado critério de forma aleatória.</p>
<p>Quando a comparação é &#8220;saudável&#8221; a pessoa consegue avaliar o critério sem interferir no aumento ou diminuição do seu &#8220;eu&#8221; ou do &#8220;eu&#8221; dos outros. Por exemplo: &#8220;Beltrano tem mais amigos que eu&#8221;. A comparação é dada pelo número de amigos. O que pode se seguir é: ele tem competências que eu não tenho, como ligar sempre para os amigos, estar comparecendo em eventos sociais e organizar estes eventos. Estas são as competências que fazem a diferença (aos olhos de quem está comparando).</p>
<p>A comparação &#8220;saudável&#8221; faz com que o comparador simplesmente compreenda que ele pode aprender com o outro e usar parte de sua estratégia para obter resultados semelhantes. Não é necessário diminuir meu eu e nem elevar o do outro para fazer isso. Neste caso temos uma pessoa que simplesmente compara e não hierarquiza-se no processo.</p>
<p>Já na comparação que é, na verdade, um processo de desvalorização temos que as características que o outro tem o fazem &#8220;mais&#8221; ou &#8220;melhor&#8221; enquanto que o comparador se faz pior frente à elas. &#8220;Eu nunca consigo amigos porque desse jeito não dá mesmo&#8221;, &#8220;eu sou meio anti social, porque as pessoas não são diferentes&#8221;. Neste momento um processo de vitimização pode acontecer junto com uma desvalorização pessoal deslocada por pegar a parte e tratar do todo.</p>
<p>Além disso muitas vezes perceber que outra pessoa é &#8220;melhor&#8221; que você em alguma coisa simplesmente fala sobre o seu estilo de vida. Existem pessoas que tem menos amigos porque são mais introspectivas e simplesmente sentem-se bem assim. É importante comparar-se com pessoas (se você realmente quer fazer isso) que possuem algo em comum com você ao invés de fazê-lo com pessoas diferentes do seu estilo de vida.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Ansiedade de confronto</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/06/12/ansiedade-de-confronto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 12:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu tenho medo de falar isso Akim&#8230; &#8211; Eu sei, o que você acha que pode acontecer? &#8211; Ah sei lá&#8230; tenho medo de que se eu falar a coisa desse jeito ela me largue. &#8211; Pois bem, vamos considerar isso então: você está simplesmente dizendo que precisa de mais companheirismo na relação, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/06/12/ansiedade-de-confronto/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ansiedade de confronto</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu tenho medo de falar isso Akim&#8230;</p>
<p>&#8211; Eu sei, o que você acha que pode acontecer?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; tenho medo de que se eu falar a coisa desse jeito ela me largue.</p>
<p>&#8211; Pois bem, vamos considerar isso então: você está simplesmente dizendo que precisa de mais companheirismo na relação, não é isso?</p>
<p>&#8211; Sim, é isso.</p>
<p>&#8211; Isso é algo agressivo, inadequado ou é um pedido, uma solicitação de mudança de comportamento?</p>
<p>&#8211; É só um pedido.</p>
<p>&#8211; Ao qual ela pode dizer sim ou não, certo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Agora, se ela for mais além e disser algo do tipo: &#8220;Dane-se você e o seu desejo! Se não me quer assim vou-me embora, adeus&#8221;! O que você pode concluir disso?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; acho que posso concluir que não ia dar muito certo de um jeito ou de outro.</p>
<p>&#8211; Algo assim: ela simplesmente não quer nem ouvir a proposta, daí eu te pergunto: o que você está solicitando é algo inegociável para você?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; Então&#8230;</p>
<p>&#8211; Então não tem muito o que fazer não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Você pode viver sem isso, ao preço da sua integridade e auto-estima, é uma escolha.</p>
<p>&#8211; Entendi. Então eu acho que é assim: tenho que falar e dizer de uma forma adulta isso, sem medo, como&#8230; como não&#8230; eu sei que eu preciso disso e ouvir o que ela tem a dizer e dependendo disso até mesmo definir se vale à pena continuarmos porque talvez as nossas percepções de relação sejam muito diferentes.</p>
<p>&#8211; Muito bom!</p>
<p>&#8211; Vou fazer isso sim&#8230; tenho que confiar no que eu quero para mim.</p>
<p>Confrontar é uma situação que sempre causa ansiedade. Alguns sabem usar esta ansiedade à seu favor, outros perdem-se nela.</p>
<p>Confrontar significa &#8220;pôr-se face à face&#8221;, ou seja, ficar à frente de algo que também está de frente para você. Este &#8220;algo&#8221; pode ser uma pessoa, uma situação, uma escolha ou algo interno como um sentimento ou decisão. Porque ficamos ansiosos com isso?</p>
<p>Um sociólogo cujo nome me esqueci disse certa vez que entrar em uma discussão de &#8220;forma verdadeira&#8221; significa ir para a discussão sem objetivos prévios à cumprir. Ele diz isso porque, na opinião dele, uma discussão não deve ter a função de declarar um vencedor, mas sim de elucidar pontos e chegar a entendimentos. A pessoa que se permite envolver pela discussão é aquela que poderá lucrar com ela sendo transformada por ela. Acho muito bela esta forma de pensar, no entanto, não saber para onde vamos é algo que pode causar ansiedade. Para fazer a relação com o nosso tema: nunca sabemos para onde um confronto vai nos levar, ao nos colocarmos &#8220;face à face&#8221; não sabemos como será o fim daquilo e o &#8220;pior&#8221;: estamos nos abrindo, nos expondo à algo. Não saber o desfecho e expôr-se são algumas das causas que mais nos deixam ansiosos em relação à confrontos.</p>
<p>Quando a preocupação da pessoa está focada em &#8220;não saber o que vai acontecer&#8221; estamos lidando com as fantasias, medos e incompetências da pessoa. Obviamente ninguém sabe o que vai acontecer, mas quem não sente medo disso é porque tem auto-confiança, saber ganhar e perder, sabe dialogar, tem uma boa auto-percepção e tem instrumentos para conseguir se defender, quem não tem ou acha que não tem transforma a ansiedade em grandes medos que a paralisam. Aqui também pode entrar a questão de identidade que é quando a pessoa não se percebe merecedora de ganhar a disputa ou acha que não pode &#8220;incomodar&#8221; os outros. Muitas pessoas que atendi sabiam se defender, mas não achavam que era permitido à elas fazerem isso; tinham a crença de que seriam pessoas ruins se o fizesse e, por isso, acabavam por se calar.</p>
<p>No caso da pessoa ter medo de se expôr temos que trabalhar o que torna este ato algo nocivo à ela. É muito comum  que as pessoas se exponham e depois &#8220;quebrem a cara&#8221; e acabem concluindo &#8211; erroneamente &#8211; que o ato de se expor foi o que a fez quebrar a cara. Este tipo de conclusão não aponta para o fator correto. Um exemplo clássico é quando a pessoa é &#8220;sincera&#8221;, muitas pessoas que tem esta característica falam o que pensam de qualquer forma e muitas vezes falam de forma inadequada e acabam sendo prejudicadas por isso. Concluem que ser sincero é o problema e não a falta de tato &#8211; que é, em muitos casos, o problema de fato. Assim sendo é importante checar quais as associações que a pessoa tem para com a exposição e verificar se estas associações são adequadas ao tema (expor opiniões, afeto, descontentamento ou desejos).</p>
<p>Quando trabalhamos nesse sentido começamos a poder controlar melhor as possíveis conseqüências de um confronto deixando a pessoa mais confiante e mais solta para expôr seus desejos, ideias e descontentamentos. A identidade de &#8220;merecedor&#8221;, alinhada com crenças de auto-confiança e comportamentos adequados geralmente deixam a ansiedade de confronto num &#8220;ponto ideal&#8221;. Sim, porque nunca sabemos o que vai ocorrer em um confronto e por isso ficamos ansiosos, o que é bom, repito: é bom! Bom porque a ansiedade assim gerada faz com que a pessoa fique atenta e mais esperta para o que vai ocorrer com ela e isso é importante para qualquer confronto.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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