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	<title>Arquivos Decidir - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Má escolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 10:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse. &#8211; Porque? &#8211; Eu decidi que faria o curso. &#8211; E? &#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais. &#8211; O que aconteceu? &#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou. &#8211; Sei, um ambiente meio hostil? &#8211; Sim, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/21/ma-escolha/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Má escolha</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Eu decidi que faria o curso.</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais.</p>
<p>&#8211; O que aconteceu?</p>
<p>&#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou.</p>
<p>&#8211; Sei, um ambiente meio hostil?</p>
<p>&#8211; Sim, teve gente que foi embora e tal.</p>
<p>&#8211; Entendi, mas e o conteúdo do curso era bom?</p>
<p>&#8211; Ah sim, aprendi bastante.</p>
<p>&#8211; E você foi lá para que? Sentir-se bem com as pessoas ou aprender?</p>
<p>&#8211; A segunda né?</p>
<p>&#8211; Então porque se arrependeu?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tenho acompanhado muitas pessoas reclamando das escolhas que fazem, porém, em muitos desses casos percebo que a escolha não foi tão ruim, ou nem sequer foi ruim, constituindo-se numa boa escolha. O que faz essa mudança?</p>
<p><span id="more-4489"></span></p>
<p>A pergunta mais importante nesse caso é: como avalio minha escolha? Dizer que algo é bom ou ruim, que uma escolha foi bem ou mau feita é algo que só pode vir mediante a parâmetros. Dependendo do parâmetro empregado para avaliar uma escolha ela pode ser ótima ou péssima ao mesmo tempo, mas como isso é possível?</p>
<p>Um parâmetro muito comum que tenho visto em consultório são as emoções. Em geral quando a pessoa sente-se &#8220;bem&#8221; após a escolha ela a avalia como positiva, e quando não sente-se bem ou quando sente-se &#8220;mal&#8221;, avalia como negativa. Porém as emoções nem sempre são critérios adequados para avaliar uma escolha, na verdade quase sempre não são.</p>
<p>Nem sempre uma escolha nos faz sentir &#8220;bem&#8221;. Esse é o motivo pelo qual usar as emoções como um critério para determinar a validade de uma escolha não é adequado. Muitas vezes dar um limite, parar uma atividade ou escolher uma profissão não são escolhas &#8220;fáceis&#8221; que vão trazer, de imediato, uma sensação de bem-estar. Porém, dizer isso não quer dizer que ela seja uma escolha errada.</p>
<p>Avaliar as escolhas como boas ou ruins tem mais a ver com a intenção da escolha e com os resultados desejados com ela do que com o como nos sentimos em relação à nossa escolha. Canso de ouvir, por exemplo, queixas de pessoas envolvidas em relações tóxicas que me dizem: &#8220;na hora é bom estar com ele (a), mas depois é horrível sabe? O bem que eu sinto não vale depois&#8221;. Este é um belo exemplo de como sentir-se &#8220;bem&#8221; pode ser uma &#8220;má&#8221; escolha.</p>
<p>Porque tendemos a usar as emoções, então, para avaliar?</p>
<p>Muitas pessoas não sabem com clareza definir o que querem ou tem dificuldade em suportar aquilo que desejam. Estes dois são os motivos básicos que levam elas à buscarem nas escolhas uma emoção positiva que as acalente. A pessoa que deseja que sua escolha lhe traga tranquilidade pessoal é porque, em geral, não a tem por si. Não saber definir aquilo que deseja é uma das maneiras de buscar na escolha &#8211; que se torna ansiosa &#8211; a tranquilidade. Se der tudo certo a pessoa fica bem, se não ela larga a escolha e sai correndo.</p>
<p>Outras pessoas até sabem definir aquilo que desejam, porém no momento em que a realidade exige delas, não conseguem suportar. Em geral este tipo de pessoa busca por um comodismo nas escolhas, ou seja, escolhas que possibilitem à ela criar um determinado tipo de rotina que não as tirem do seu &#8220;quadrado&#8221;. O que é ser exigido? Às vezes ter que dizer à alguém &#8220;sim, eu vou continuar com isso&#8221;, outras pode ser ter que insistir no seu sonho ou então o fato de ter que admitir não saber como fazer o que se quer e ter que aprender.</p>
<p>Quando, por outro lado, conseguimos traçar metas adequadas e claras. Aprendemos a sustentar nossas escolhas mesmo diante da adversidade &#8211; seja ela qual seja &#8211; podemos sentir vários tipos de emoções sem julgar nossa escolha como boa ou ruim por isso, mas sim pelos resultados que está nos trazendo.</p>
<p>O único adendo com isso é quando a emoção é um fator que está incluso na meta. Por exemplo, muitas pessoas resolvem deixar um emprego em que ganham muito por outro que ganham pouco, porém a sensação de bem-estar e de tranquilidade é o seu pagamento. Neste tipo de caso a presença da emoção positiva se torna um fator sim de avaliação se a pessoa está ou não fazendo a coisa certa. Se ela muda sua rotina e continua sem sentir esta emoção pode ser que deva fazer mais alterações em sua rotina.</p>
<p>Espero que isso ajude você a refletir sobre como avalia suas escolhas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conclusão x ação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 11:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão! &#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema? &#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe? &#8211; Sei sim, mas, novamente: qual &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Conclusão x ação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão!</p>
<p>&#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim, mas, novamente: qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ah não sei&#8230; qual?</p>
<p>&#8211; Eu é que pergunto: você já sabe que quer ficar com o carro, porque está se perturbando?</p>
<p>&#8211; Por causa da minha irmã!</p>
<p>&#8211; Qual o problema com ela?</p>
<p>&#8211; Que ela fica falando para vender!</p>
<p>&#8211; E você quer?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então?&#8230;</p>
<p>&#8211; Tá&#8230; o problema é que eu não consigo dizer para ela: eu não vou vender, não insista.</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; muito bem! Decisão tomada e atitude correta! Agora sim!</p>
<p>O tema do post de hoje é decisão. Muitas pessoas dizem na sessão que &#8220;não sabem tomar decisões&#8221;, no entanto o que tenho percebido é que elas não se comprometem com a decisão à ponto de tomar uma ação ou tomam ações se baseando em opiniões que não são adequadas para elas. Conclusão e ação são duas partes inseparáveis de uma decisão, por esta razão é importante compreender mais sobre elas para evitar ter &#8220;problemas em decidir&#8221;.</p>
<p>Para que existe uma conclusão é necessário que exista o raciocínio da pessoa. Isso pode parecer óbvio, porém muitas vezes as pessoas simplesmente assumem conclusões de terceiros e as tomam como conclusões próprias. O problema é que nem sempre a conclusão de um terceiro pode ser útil para a pessoa. Assim sendo é importante que a pessoa raciocine a situação ou a escolha de acordo com seus próprios valores, desejos e objetivos para que, com isso, ela chegue à uma conclusão adequada para si.</p>
<p>Você pode solicitar a opinião de terceiros, ou mesmo pedir ajuda num assunto que você desconhece, mas isto não implica que você deva acatar sem pensar aquilo que um terceiro lhe diz: quantas vezes um especialista errou e uma intuição de um &#8220;leigo&#8221; prevaleceu como correta? A ideia é que é sempre importante a pessoa assumir um posicionamento conceitual que reflita o que ela pensa, sente e deseja para que a conclusão seja dela.</p>
<p>Isso se dá porque se a conclusão não for da pessoa a ação poderá ser muito difícil e um possível arrependimento muito mais doloroso: &#8220;porque não fiz aquilo que eu pensei em fazer?&#8221; &#8220;porque fui ouvir ele(a)?&#8221; são os lamentos que ouço no consultório. Isso nos faz passar para a parte da ação.</p>
<p>A &#8220;segunda&#8221; fase consiste em agir. Se a pessoa já definiu o que deseja e percebeu qual o melhor  caminho para ela agora precisa colocar o raciocínio em prática e tomar as atitudes necessárias. Os problemas aqui são quando a pessoa tem dificuldade em se comprometer consigo assim como quando ela tem ações que não refletem o seu pensamento. Quando existe dificuldade em se comprometer a pessoa pensa e repensa no que é &#8220;certo à se fazer&#8221;, mas não faz. Isso consome a pessoa por dentro gerando grande ansiedade. Já no segundo caso é aquela pessoa que nunca sabe o que faz &#8220;fiz porque me falaram&#8221; &#8211; como se ela não pudesse julgar por ela mesma o que deve fazer.</p>
<p>Agir é concretizar um pensamento, uma forma de expressão ou um desejo. Se não existe a ação temos apenas um belo pensamento, uma bela teoria: pode ser bela, mas nunca será, de fato, real. Por mais que se insista que se uma ideia existe na mente ela já é real o suficiente, coloco o ponto de que pensar num jantar não é o mesmo que estar num jantar, portanto embora seja real &#8211; enquanto pensamento &#8211; não é real enquanto a experiência que se propõe. Além disso nunca vi alguém se queixar porque fez o que era preciso, mas sempre ouço as pessoas reclamando de não terem feito aquilo que precisavam fazer com suas vidas.</p>
<p>A decisão, então, envolve desenvolver um opinião à respeito do tema, situação ou desejo que respeite nossos valores, pensamentos e que sirva para o nosso crescimento, o nome disso é conclusão, ou seja, tomando todos estes elementos a pessoa conclui que&#8230; O segundo passo é a ação refletida: &#8220;se penso isso, portanto devo fazer&#8230; seria adequado que eu fizesse&#8230;&#8221; Que representa a expressão no mundo material da conclusão da pessoa.</p>
<p>Qualquer pessoa que tenha um problema em decidir deve atentar para estes dois aspectos para ver onde está a  falha: no pensar ou no agir.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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