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	<title>Arquivos Decisões - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Feliz ano velho</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/01/04/feliz-ano-velho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 09:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas daí estou pensando que no ano que vem eu começo. &#8211; Porque no ano que vem? &#8211; Porque esse tá no fim né Akim? &#8211; E? &#8211; Ah&#8230; estranho começar algo no fim do ano. &#8211; Porque? A sua resolução em cuidar da saúde tem data? &#8211; Não né, mas&#8230; sei lá &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/01/04/feliz-ano-velho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Feliz ano velho</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas daí estou pensando que no ano que vem eu começo.</p>
<p>&#8211; Porque no ano que vem?</p>
<p>&#8211; Porque esse tá no fim né Akim?</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; estranho começar algo no fim do ano.</p>
<p>&#8211; Porque? A sua resolução em cuidar da saúde tem data?</p>
<p>&#8211; Não né, mas&#8230; sei lá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Ano que vem eu vou&#8230;&#8221;. Promessas de começo de ano, em geral terminam da mesma forma que começaram: meras promessas. Porque isso acontece?</p>
<p><span id="more-6224"></span></p>
<p>Promessas de começo de ano tem um grave problema em termos da estrutura pela qual são criadas. Elas focam no tempo e não na mudança em si. Qual o melhor dia para começar uma dieta? O dia em que se escolhe começar. As pessoas que focam na data, na verdade não estão criando planos, mas sim procrastinando de uma maneira elegante.</p>
<p>A maior parte das promessas de começo de ano tem como tema a mudança de hábitos. Mudar um hábito é um processo que quanto mais cedo iniciar-se, melhor. Na verdade é importante entender que o foco na mudança de hábitos é o comportamento e não o tempo. Obviamente, o comportamento se dará ao longo do tempo, mas o problema central é começar a fazer algo diferente.</p>
<p>Aí é que surge o problema. As promessas não situam o comportamento como foco, mas o tempo. A chegada do novo ano, no entanto, não prepara ninguém para ter novas atitudes. É necessário se planejar para saber o que você vai fazer e como o fará. Além disso é importante trabalhar a sua mente e emoções para iniciar a mudança e mantê-la. Nessa preparação e disposição é que reside a verdadeira mudança de atitude que cria os novos hábitos.</p>
<p>Mas o fato é que nem sempre aquilo que se promete é exatamente o que se deseja. As decisões de ano novo são famosas por causa disso, são a maneira que a sociedade encontrou para fingir comprometer-se com algo que, no fundo, não desejamos nos comprometer.</p>
<p>Porém é &#8220;feio&#8221; dizer, por exemplo: &#8220;não vou fazer dieta nenhuma, quero me manter gordo&#8221; ou &#8220;vou ficar mais um ano morgueando, sem trabalhar&#8221;. Assim é mais polido colocar-se com pompa e verve no começo do ano dizendo que promete que vai emagrecer ou começar a trabalhar. Realizar os comportamentos necessários durante uma ou duas semanas e depois &#8220;desistir&#8221; novamente, porque dá muito trabalho.</p>
<p>Na verdade não houve uma desistência por não ter havido um compromisso de fato no começo. Este auto engano nos custa caro termos morais porque eles deturpam a nossa própria auto estima. Além disso é mais fácil conviver com o socialmente aceito, afinal de contas, todos sabem que é difícil emagrecer. De fato é, porém, o problema está na falta de comprometimento prévio.</p>
<p>Logo, o ano pode ser novo ou velho. Não faça promessas para o ano novo, pode parecer estranho, mas ele não está nem aí para você. Se você realmente quiser fazer algo, não prometa, aja e aja agora, mesmo que seja 28 de dezembro, afinal de contas o melhor momento para iniciar uma mudança é quando você decide mudar.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Sem dor&#8230;</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 13:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim. &#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você. &#8211; Então porque eu deveria fazer isso? &#8211; Porque não? &#8211; Porque vai doer oras! &#8211; E daí? &#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;? &#8211; A vida é só prazer? &#160; A dor é uma sensação difícil de ser encarada, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem dor&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você.</p>
<p>&#8211; Então porque eu deveria fazer isso?</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Porque vai doer oras!</p>
<p>&#8211; E daí?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;?</p>
<p>&#8211; A vida é só prazer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor é uma sensação difícil de ser encarada, tendemos a fugir dela e das coisas que podem nos causar dor. Embora útil a fuga nem sempre é a melhor solução e, por vezes, precisamos aprender a enfrentar a dor.</p>
<p><span id="more-5437"></span></p>
<p>Sentimos dor de duas formas diferentes. A primeira delas é uma lesão direta em algum tecido, como um corte em nossa pele, por exemplo. A segunda forma é o que chamamos de &#8220;dor emocional&#8221;, uma sensação de dor causada por uma contratura da musculatura que nos lembra a dor. As duas formas de dor não precisam ocorrer ao mesmo tempo e é possível ter a sensação de dor enquanto lesão e deixar de lado a dor emocional, este é um aprendizado comum para praticantes de yoga.</p>
<p>Esta distinção é importante porque a reação que temos em relação a dor pode ser igual para ambos os tipos de dor. Enquanto é útil, por exemplo, tirar a mão de uma chapa quente porque dói (e não vai adiantar nada manter a mão na chapa), a dor emocional é diferente.</p>
<p>Pode ser doloroso dizer para um conjugue que amamos que a relação com ele está ruim e que pode terminar caso não se faça nada para mudar a situação atual. Pode ser ainda mais doloroso se o conjugue concordar e dizer que sente o mesmo. Neste caso, não estamos falando da dor enquanto sensação de lesão nos tecidos, estamos falando em dor emocional. Para esta dor, para este estímulo, a fuga da dor não irá ajudar, ou se enfrenta a situação ou ela irá consumir a relação (gerando mais dor no futuro).</p>
<p>Em outro caso, no entanto, a fuga pode ser uma resposta adequada. Sair de perto de um (famoso) vampiro emocional, dando-lhe limites bem nítidos pode funcionar. Neste caso, &#8220;lidar&#8221; com a situação é diferente do primeiro. Dependendo de quem é o vampiro e de seu lugar em nossas vidas simplesmente sair de perto dessa pessoa pode ser considerado uma reação adequada e a dor emocional causada pela relação com ele, aliviada.</p>
<p>Saber quando enfrentar a dor não é, apenas, uma questão de coragem. É importante avaliar se, de fato, vale a pena enfrentar a situação ou se simplesmente sair de perto dela pode ser uma solução viável. Em relação a fuga, eu parto de uma pergunta simples: é sustentável a decisão de evitar a situação?</p>
<p>Para responder esta pergunta é importante saber do que estamos fugindo ou o que estamos evitando. Então, evitar falar com uma pessoa bêbada na rua que resolveu nos atormentar e que, provavelmente, nunca mais vamos ver na frente, pode ser uma decisão sábia. O mesmo ponto se torna mais complicado se o &#8220;bêbado&#8221; é seu irmão ou pai, com quem você terá que lidar mais tarde. Nesse exemplo, o que está sendo evitado é a pessoa.</p>
<p>Porém, ainda no mesmo exemplo, podemos focar no comportamento de dar limites. Se tenho problema em dar limites para pessoas abusivas ou intrusivas falar com o bêbado e aprender a dar limites a ele pode ser uma decisão mais interessante do que simplesmente fugir dele, porque preciso desse aprendizado para outras situações. Perceber do que estamos fugindo e verificar se poderemos fugir disso sempre sem consequências para nós é um critério que nos ajuda nesse momento, lembrando sempre que embora fugir da dor seja algo viável, nem sempre é a melhor solução.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Sustentar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/02/26/sustentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2014 10:57:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei direito o que fazer. &#8211; Não sabe? &#8211; Não. &#8211; Ok, &#8230; me conte sobre o que pensou &#8211; Penso assim Akim: se a pessoa te dá prazos e nunca cumpre, algo está errado. Preciso de um fornecedor mais confiável, não posso atrasar sempre as minhas encomendas! &#8211; Até aí, perfeito, conclua &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/02/26/sustentar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sustentar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei direito o que fazer.</p>
<p>&#8211; Não sabe?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Ok, &#8230; me conte sobre o que pensou</p>
<p>&#8211; Penso assim Akim: se a pessoa te dá prazos e nunca cumpre, algo está errado. Preciso de um fornecedor mais confiável, não posso atrasar sempre as minhas encomendas!</p>
<p>&#8211; Até aí, perfeito, conclua o pensamento</p>
<p>&#8211; Tenho que ter um novo fornecedor.</p>
<p>&#8211; Então você sabe o que fazer, não sabe?</p>
<p>&#8211; Mas é que eu trabalho a tanto tempo com ele&#8230; difícil sabe?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas dizem terem problemas em tomar decisões, porém, enquanto investigamos o tal &#8220;problema&#8221;, percebemos que elas sabem refletir sobre o problema e sobre a sua solução, tomando uma boa decisão sobre o que fazer. Qual o problema então?</p>
<p>Existe uma diferença entre &#8220;não saber tomar decisões&#8221; e &#8220;não agir&#8221;. Durante muito tempo e pregou a ideia de que era importante termos &#8220;dentro de nós&#8221; as ideias bem claras, não o nego, porém, existe também a necessidade de agir no mundo a partir da ideia concebida. Esta ação é o que concretiza o finaliza uma parte do processo da tomada de decisão, sem o agir a decisão fica apenas como uma ideia solta no ar.</p>
<p>Para que a pessoa faça é importante que ela saiba como sustentar a sua ideia. Muitas pessoas tem aí o seu &#8220;problema&#8221;: não conseguem sustentar com firmeza ou tranquilidade aquilo que desejam. Fraquejam, questionam, postergam, invertem aquilo que decidiram. Psicologicamente falando a decisão quando não é tomada fica na pessoa como uma &#8220;tarefa à cumprir&#8221; o que aumenta o nível de ansiedade. Quanto mais &#8220;tarefas à cumprir&#8221; acumuladas dentro da pessoa pior fica a situação.</p>
<p>Sustentar nossas resoluções tem a ver com manter nossa mente firme nos propósitos que desejamos e na solução que encontramos para nós; buscando, com ela, os resultados que queremos. Quanto mais esses resultados estiverem claros e firmes melhor, o segundo passo é, de posse dessa clareza, agir de acordo com ela, ou seja: os comportamentos devem ser iguais ao propósito. Se o propósito é dar um limite ele precisa ser dado, se o propósito é relaxar é importante relaxar; embora pareça algo óbvio, muitas pessoas fazem o contrário e quando se determinam à dar um limite ficam pensando se ele será adequado ou se a melhor forma de dar um limite é essa ou aquela, isso retira o foco da ação necessária.</p>
<p>Lembre-se então: mantenha seu foco, aja, veja os resultados que conseguiu &#8211; sem se julgar &#8211; e, com isso, reveja &#8211; caso necessário &#8211; a forma de agir e, então, aja novamente.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Conclusão x ação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 11:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Agir]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão! &#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema? &#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe? &#8211; Sei sim, mas, novamente: qual &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Conclusão x ação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão!</p>
<p>&#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim, mas, novamente: qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ah não sei&#8230; qual?</p>
<p>&#8211; Eu é que pergunto: você já sabe que quer ficar com o carro, porque está se perturbando?</p>
<p>&#8211; Por causa da minha irmã!</p>
<p>&#8211; Qual o problema com ela?</p>
<p>&#8211; Que ela fica falando para vender!</p>
<p>&#8211; E você quer?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então?&#8230;</p>
<p>&#8211; Tá&#8230; o problema é que eu não consigo dizer para ela: eu não vou vender, não insista.</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; muito bem! Decisão tomada e atitude correta! Agora sim!</p>
<p>O tema do post de hoje é decisão. Muitas pessoas dizem na sessão que &#8220;não sabem tomar decisões&#8221;, no entanto o que tenho percebido é que elas não se comprometem com a decisão à ponto de tomar uma ação ou tomam ações se baseando em opiniões que não são adequadas para elas. Conclusão e ação são duas partes inseparáveis de uma decisão, por esta razão é importante compreender mais sobre elas para evitar ter &#8220;problemas em decidir&#8221;.</p>
<p>Para que existe uma conclusão é necessário que exista o raciocínio da pessoa. Isso pode parecer óbvio, porém muitas vezes as pessoas simplesmente assumem conclusões de terceiros e as tomam como conclusões próprias. O problema é que nem sempre a conclusão de um terceiro pode ser útil para a pessoa. Assim sendo é importante que a pessoa raciocine a situação ou a escolha de acordo com seus próprios valores, desejos e objetivos para que, com isso, ela chegue à uma conclusão adequada para si.</p>
<p>Você pode solicitar a opinião de terceiros, ou mesmo pedir ajuda num assunto que você desconhece, mas isto não implica que você deva acatar sem pensar aquilo que um terceiro lhe diz: quantas vezes um especialista errou e uma intuição de um &#8220;leigo&#8221; prevaleceu como correta? A ideia é que é sempre importante a pessoa assumir um posicionamento conceitual que reflita o que ela pensa, sente e deseja para que a conclusão seja dela.</p>
<p>Isso se dá porque se a conclusão não for da pessoa a ação poderá ser muito difícil e um possível arrependimento muito mais doloroso: &#8220;porque não fiz aquilo que eu pensei em fazer?&#8221; &#8220;porque fui ouvir ele(a)?&#8221; são os lamentos que ouço no consultório. Isso nos faz passar para a parte da ação.</p>
<p>A &#8220;segunda&#8221; fase consiste em agir. Se a pessoa já definiu o que deseja e percebeu qual o melhor  caminho para ela agora precisa colocar o raciocínio em prática e tomar as atitudes necessárias. Os problemas aqui são quando a pessoa tem dificuldade em se comprometer consigo assim como quando ela tem ações que não refletem o seu pensamento. Quando existe dificuldade em se comprometer a pessoa pensa e repensa no que é &#8220;certo à se fazer&#8221;, mas não faz. Isso consome a pessoa por dentro gerando grande ansiedade. Já no segundo caso é aquela pessoa que nunca sabe o que faz &#8220;fiz porque me falaram&#8221; &#8211; como se ela não pudesse julgar por ela mesma o que deve fazer.</p>
<p>Agir é concretizar um pensamento, uma forma de expressão ou um desejo. Se não existe a ação temos apenas um belo pensamento, uma bela teoria: pode ser bela, mas nunca será, de fato, real. Por mais que se insista que se uma ideia existe na mente ela já é real o suficiente, coloco o ponto de que pensar num jantar não é o mesmo que estar num jantar, portanto embora seja real &#8211; enquanto pensamento &#8211; não é real enquanto a experiência que se propõe. Além disso nunca vi alguém se queixar porque fez o que era preciso, mas sempre ouço as pessoas reclamando de não terem feito aquilo que precisavam fazer com suas vidas.</p>
<p>A decisão, então, envolve desenvolver um opinião à respeito do tema, situação ou desejo que respeite nossos valores, pensamentos e que sirva para o nosso crescimento, o nome disso é conclusão, ou seja, tomando todos estes elementos a pessoa conclui que&#8230; O segundo passo é a ação refletida: &#8220;se penso isso, portanto devo fazer&#8230; seria adequado que eu fizesse&#8230;&#8221; Que representa a expressão no mundo material da conclusão da pessoa.</p>
<p>Qualquer pessoa que tenha um problema em decidir deve atentar para estes dois aspectos para ver onde está a  falha: no pensar ou no agir.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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