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	<title>Arquivos Defeitos - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Defeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2015 13:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ai Akim&#8230; eu tô meio de cara. Com o que? Ah&#8230; a minha namorada que tá me enchendo demais o saco. O que ela está fazendo? Fica falando que eu sou travado demais! Me de um exemplo. Ah, tipo, que eu não sou uma pessoa ativa e que faz muitas coisas sabe? Sim, qual o &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/01/30/defeitos-2/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Defeitos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/jbc3a7igc3a7ihihc3b5hc3b5n.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2861" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/jbc3a7igc3a7ihihc3b5hc3b5n.jpg" alt="jbçigçihihõhõn" width="290" height="173" /></a></p>
<ul>
<li>Ai Akim&#8230; eu tô meio de cara.</p>
</li>
<li>
<p>Com o que?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; a minha namorada que tá me enchendo demais o saco.</p>
</li>
<li>
<p>O que ela está fazendo?</p>
</li>
<li>
<p>Fica falando que eu sou travado demais!</p>
</li>
<li>
<p>Me de um exemplo.</p>
</li>
<li>
<p>Ah, tipo, que eu não sou uma pessoa ativa e que faz muitas coisas sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim, qual o problema dela dizer isso?</p>
</li>
<li>
<p>Como assim? Enche o saco!</p>
</li>
<li>
<p>Sim, mas ela não está mentindo está?</p>
</li>
<li>
<p>Até você?!</p>
</li>
<li>
<p>Meu caro&#8230; você é travado e sabe disso&#8230; porque não assumir?</p>
</li>
<li>
<p>Pô&#8230; tá&#8230; mas ela não precisa ficar jogando na cara&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>É óbvio dizer que todos temos dificuldades, defeitos e manias &#8220;chatas&#8221;. Porém, como tratamos esses defeitos? Escondemos? Fingimos que não temos? Buscamos justificar e dar à eles uma razão (como se a pessoa estivesse certa em ter o defeito)? Que tal assumir?</p>
<p>A maneira pela qual lidamos com nossos defeitos tem uma profunda relação com a nossa auto estima e com a maneira pela qual nos sentimos amados. Quanto mais medo temos de algo &#8220;ruim&#8221; em nós, mas tendemos a esconder isso &#8211; dos outros e de nós &#8211; porém essa escolha não ajuda a pessoa.</p>
<p>Porque não?</p>
<p>Nenhuma característica existe ao acaso e mesmo aquelas que são &#8220;genéticas&#8221; acabam assumindo um significado emocional e psíquico construídos ao longo dos anos pela pessoa e as relações que ela tem. Assim sendo tudo o que fazemos de virtuoso e de defeituoso possui um lugar na nossa mente e compõe o nosso &#8220;eu&#8221;. Quando negamos uma determinada característica negamos, junto com ela, todo um conjunto de significados, sensações e processos mentais que a geram. O pior: muitas vezes ao negar algo &#8220;ruim&#8221; em nós, negamos, também algo bom.</p>
<p>Como assim?</p>
<p>Justamente pelo fato de que a característica é como &#8220;a ponta do iceberg&#8221; de toda uma construção interior, ao negarmos uma determinada característica e buscar suprimi-la também fazemos isso com o processo, só que este pode gerar outras características, as quais apreciamos. A pessoa pode não gostar de ser muito prolixa e de viver em devaneios, por exemplo, porém ao suprimir isso e tornar-se &#8220;mais objetiva&#8221; ela também suprime a sua capacidade de gerar frases poéticas e a sua maneira peculiar de falar com as pessoas costurando suas histórias pessoais com vários fenômenos que ela leu ou viu em algum lugar o que a torna uma excelente companhia.</p>
<p>O que fazer então?</p>
<p>Ocorre que o mais importante não é negar algo negativo, mas sim compreender. Ao perceber a história e a estrutura podemos localizar melhor onde o nosso &#8220;defeito&#8221; é importante e onde não é. Talvez não seja adequado ser prolixo numa entrevista de emprego, mas ao refletir para escrever isso seja interessante.</p>
<p>Além disso aprender a assumir que os defeitos não são &#8220;alienígenas&#8221; que entraram em você e te dominam, são comportamentos seus com os quais você mesmo não tem intimidade. Muitas vezes aquilo que pensamos ser um monstro em nós é, na verdade, algo muito frágil e bom. É importante conhecer para que a sua própria intimidade cresça.</p>
<p>Este crescimento além de lhe posicionar melhor sobre os seus limites o faz mais honeste consigo e isso ajuda a aumentar a auto estima. É importante, no entanto, lembrar de não se punir, mas sim de reconhecer e integrar, compreender para conseguir dar um lugar mais interessante às suas próprias características. Aprender a fazer esse exercício o abrirá para algo ainda mais desafiador: aprender a lidar com isso nas suas relações, mas isso é para outro post.</p>
<p>Até quando você vai fingir que não é o que é?</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<item>
		<title>Em defesa do defeito</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/05/14/em-defesa-do-defeito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2014 11:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu acho que percebi algo em mim. O que é? Eu tenho vergonha de dizer. Hum&#8230; algo que te incomoda é? Sim&#8230; eu nunca pensei isso de mim e não gostei de ter percebido isso. Ah é? Bem&#8230; essas coisas em geral são &#8220;boas&#8221; de serem percebidas. É, mas eu não estou gostando. Bem&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/05/14/em-defesa-do-defeito/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Em defesa do defeito</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/inseguranca.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1923" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/inseguranca.jpg" alt="inseguranca" width="250" height="246" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu acho que percebi algo em mim.</p>
</li>
<li>
<p>O que é?</p>
</li>
<li>
<p>Eu tenho vergonha de dizer.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; algo que te incomoda é?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; eu nunca pensei isso de mim e não gostei de ter percebido isso.</p>
</li>
<li>
<p>Ah é? Bem&#8230; essas coisas em geral são &#8220;boas&#8221; de serem percebidas.</p>
</li>
<li>
<p>É, mas eu não estou gostando.</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; uma forma de pensar é assim: de que maneira será que essa percepção pode te deixar ainda mais completa enquanto pessoa?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; Não pensei nisso&#8230; não acho que pode me deixar mais completa.</p>
</li>
<li>
<p>Será que, percebendo isso em você, algumas coisas não ficam mais claras no seu comportamento?</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; isso pode ser&#8230; sim.</p>
</li>
<li>
<p>Algo do tipo: &#8220;ah, então é isso!&#8221;&#8230; mesmo que esse &#8220;isso&#8221; não seja lá uma coisa boa ou prazerosa de se perceber.</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; olhando assim é verdade</p>
</li>
<li>
<p>E o que fica mais evidente?</p>
</li>
<li>
<p>O jeito que eu lido com as relações sabe? Porque eu abro mão do que é importante pra mim.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; que bela percepção então.</p>
</li>
<li>
<p>Bela não é, mas é verdadeira&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E qual é, vai te ajudar muito ter percebido isso!</p>
</li>
<li>
<p>Ai Akim&#8230; eu sou dependente!</p>
</li>
<li>
<p>Qual é o problema em ser dependente?</p>
</li>
<li>
<p>É horrível!!</p>
</li>
<li>
<p>Não é prazeroso e já te gerou um monte de dor&#8230; mas&#8230; &#8220;qual o problema&#8221;?</p>
</li>
<li>
<p>Você não vê problemas?</p>
</li>
<li>
<p>Como já te disse: não é bom, não nos ajuda, mas enfim&#8230; é o que é não é mesmo? Melhor afirma que negar!</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; isso é verdade.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jung descrevia algo que ele chamava de &#8220;sombra&#8221;. Ela nada mais é do que elementos, características, qualidade e defeitos que não percebemos em nós. Tudo aquilo que  não é aceito ou percebido faz parte da sombra.</p>
<p>Porém se ela fosse somente um depósito de elementos rejeitados do nosso eu, seria algo tranquilo, mas ela não é apenas isso. Ocorre que os &#8220;elementos sombrios&#8221; possuem uma &#8220;vida&#8221; própria, eles fazem parte da dinâmica do nosso self, eles ajudam, atrapalham, interferem em nossas vidas. A sombra quando é incompreendida ou negada torna-se perigosa. Porque?</p>
<p>Como foi dito aquilo que é negado possui uma &#8220;vida própria&#8221;, ou seja, faz parte de nós. Essa parte negada interage com as outras, só que, como não a percebemos não vemos a sua influencia. Aí é que as pessoas tem atitudes, por exemplo, que &#8220;não sabem como explicar&#8221;, porque tem aspectos dela que estão presentes, mas como ela não os percebe, ela não vê a sua influência. O caso acima, por exemplo, a pessoa tinha que pessoas dependentes eram &#8220;muito idiotas&#8221; e, com isto, negava em si a própria dependência. Porém ela existia e fazia seus relacionamentos um inferno, depois que ela pode &#8211; à duras penas &#8211; aceitar este aspecto de si ela conseguiu mudar.</p>
<p>Outro motivo é que, enquanto não conhecemos nossas características elas se apresentam de uma maneira que é difícil de ser conciliada com a nossa vida cotidiana. Ou seja, é &#8220;pedra bruta&#8221;. Por exemplo: uma pessoa pode ter a atitude de sempre se embebedar em festas e dar vexame como uma maneira de não conseguir integrar dentro de si a euforia que vem, então, de uma maneira impulsiva e descontrolada.</p>
<p>Aprender a perceber, aceitar e conviver com os nossos defeitos é um dos passos que pode nos ajudar a conversar mais com nosso lado sombrio. quando conseguimos compreendê-lo mais começamos a parar de temê-lo tanto e conseguimos criar uma nova relação com ele. Muitas vezes também é na sombra que está a chave para a resolução dos nosso conflitos atuais. Quando entramos nela, desvendamos seus mistérios e aprimoramos a maneira daquilo que negamos ser expresso podemos estar dando um salto qualitativo sem igual em nossas vidas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qualidades</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 12:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
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		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar? &#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom. &#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/22/qualidades/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Qualidades</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu não entendo Akim, para que falar sobre o que eu faço bem? Não tenho que falar da parte ruim para melhorar?</p>
<p>&#8211; Claro que sim e vamos falar sobre isso, mas faça um esforço, me conte sobre o que você é bom.</p>
<p>&#8211; (Silêncio) É difícil sabe? Eu não sei direito falar sobre isso.</p>
<p>&#8211; Sim, é bem mais fácil para você falar sobre o que você não gosta em você não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Mas se você só olha para isso o tempo todo, como você se vê enquanto pessoa?</p>
<p>&#8211; Um fracassado.</p>
<p>&#8211; E você gosta de se ver assim?</p>
<p>&#8211; Não, óbvio.</p>
<p>&#8211; E como você reage à esse jeito de se ver?</p>
<p>&#8211; Eu me escondo né? Foi o que vimos semana passada.</p>
<p>&#8211; Exato, você se esconde e não quer que ninguém veja isso, fica na defensiva.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; E como você se defende?</p>
<p>&#8211; Fugindo.</p>
<p>&#8211; Que é a parte &#8220;ruim&#8221; não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É.</p>
<p>&#8211; E se você tivesse coisas boas para falar sobre você, será que precisaria se esconder tanto? Ou fugir tanto?</p>
<p>&#8211; Acho que não&#8230; talvez eu enfrentasse mais as coisas&#8230; se eu acreditasse nisso&#8230;</p>
<p>&#8211; Exato&#8230;</p>
<p>Água parada mata.</p>
<p>Sempre digo esta frase para meus clientes. Uma qualidade não reconhecida e não empregada causa tanto &#8211; ou mais &#8211; dano que um &#8220;defeito&#8221;. A questão é que culturalmente somos educados para tentar &#8220;melhorar&#8221; aprimorando nossos defeitos ao invés de &#8220;ir além&#8221; utilizando nossas qualidades.</p>
<p>É comum as pessoas se apegarem aos defeitos e não usarem suas forças e virtudes em detrimento disto o que é um grande erro. Ora, se a pessoa é ótima em matemática, por exemplo, mas não é tão boa em língua portuguesa porque ela deve inutilizar seu conhecimento em matemática por causa da falta de conhecimento em língua portuguesa? Não deve, pelo contrário, as facilidades devem ser utilizadas e comemoradas.</p>
<p>A ideia comum é que temos que ter um ser humano completo: o que adianta tirar 10 em matemática e 5 em línguas? É o argumento comum. Bem, à meu ver adianta muito afinal de contas existem inúmeras situações &#8211; e profissões &#8211; nas quais a matemática é muito mais importante do que o conhecimento em línguas. Além disso nenhuma pessoa torna-se excelente em tudo, em geral, tendemos a buscar mais conhecimento sobre algo que nos é importante.</p>
<p>O mesmo vale para as forças e virtudes humanas. O ser não precisa ser excelente em todas as virtudes existentes, ele pode viver uma vida muito rica e completa com poucas &#8211; os especialistas falam em 5. O grande problema é que ao não usarmos nossas virtudes deixamos de expressar quem somos, ao fazê-lo não valorizamos o nosso eu e com isso destruímos a auto-estima e isso pode causar graves problemas.</p>
<p>Me lembro de um rapaz que atendi: ele era muito bom escritor, porém não era bom em matemática. O pai era o contrário, porém a cobrança &#8211; por motivos óbvios &#8211; recaia sobre o estudo da matemática. Durante anos este rapaz se culpou por não ser bom em matemática o que lhe fazia não ter tempo para se ocupar em escrever e valorizar o que escrevia. Durante sua terapia incentivei-o a escrever e parar de se ocupar tanto da culpa por não ser bom em matemática. Algum tempo depois ele escreveu um livro e com o sucesso resolveu iniciar outro projeto, sentia-se muito feliz e integrado consigo por estar  fazendo &#8220;algo que sempre deveria ter feito&#8221;.</p>
<p>Cada ser humano possui as suas qualidades e partes suas que não são tão bem desenvolvidas. Tão importante quanto melhorar algumas das partes não desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida é se dar a qualidade de vida com base no que a pessoa já faz bem, nas qualidades que ela já possui. Não fazer isso causa dois problemas: ter que segurar as qualidades dentro de si e se culpar por &#8220;não ser tão bom em&#8230;&#8221;.</p>
<p>Quais são as suas qualidades, forças e virtudes? Como você tem usado elas no seu trabalho, nos seus relacionamentos, na sua vida em geral?</p>
<p>Não deixe o que existe de bom dentro de você morrer ou ficar jogado de lado, cada parte de si que você deixa de lado é uma parte da sua felicidade que morre dentro de você.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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