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	<title>Arquivos Dor - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Dor? Tô fora!</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/06/30/dor-to-fora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 22:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Porque você fala que dor não é opcional? &#8211; Porque não é. &#8211; Mas a vida não foi feita para ser feliz? &#8211; Não sei, pergunte à vida o que ela acha disso. &#8211; Ai Akim&#8230; as pessoas querem ser felizes não querem? &#8211; As pessoas talvez, mas você me perguntou sobre a vida, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/06/30/dor-to-fora/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Dor? Tô fora!</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Porque você fala que dor não é opcional?</p>
<p>&#8211; Porque não é.</p>
<p>&#8211; Mas a vida não foi feita para ser feliz?</p>
<p>&#8211; Não sei, pergunte à vida o que ela acha disso.</p>
<p>&#8211; Ai Akim&#8230; as pessoas querem ser felizes não querem?</p>
<p>&#8211; As pessoas talvez, mas você me perguntou sobre a vida, não sei o que ela quer. Sei que ela colocou tudo no meio do bolo.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; mas e daí&#8230; sofrer não é opção, então é destino?</p>
<p>&#8211; Sim, nenhuma religião ou filosofia até hoje negou a dor ou sofrimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos buscam a terapia afim de frear ou evitar o sofrimento. Porém, a terapia leva a reflexão que nos torna mais sensíveis ao sofrer. A verdadeira força não se cria evitando dor, mas enfrentando-a.</p>
<p><span id="more-6040"></span></p>
<p>&#8220;Ninguém quer sentir dor&#8221;. Obviamente, qualquer sadomasoquista iria dizer o contrário. O mesmo talvez valha para fisioculturistas e atletas acostumados com a dor. Acredito que ninguém quer sentir-se inadequado. A dor é tida como inadequada, o prazer como adequado. Porém, a dor está além destes julgamentos morais ou ideológicos, visto que apresenta-se em todos eles.</p>
<p>O desejo de evitar a dor a partir de qualquer tipo de investimento filosófico, psicoterápico ou religioso é equivocado. Em todos estes empreendimentos o que se ensina é a perceber e lidar com a dor. Tal como na yoga que se aprende a relaxar frente à tensão muscular, na psicoterapia o tema é aceitar a dor quando ela aparece. Reconhecer sua intensidade, manifestação e origem, para com isso dar-lhe o direcionamento adequado.</p>
<p>Não se elimina dor, se compreende dor. As dores e sofrimentos não são espíritos malignos que pairam no ar atormentando fortuitamente nossa vida. São sensações e emoções sentidas pelo fato de ser quem somos, viver no contexto que vivemos e compreendermos o mundo da maneira que compreendemos. A dor e o sofrimento nos mostram algo que está acontecendo conosco e por este motivo são parte fundamental da vida.</p>
<p>A dor e o sofrimento são o &#8220;monstro&#8221; que revela à consciência algo sobre nós mesmos. Esta revelação é de fundamental importância. Pensa-se que negar a revelação é útil, porém isso é um equívoco visto que ao negar não podemos agir e é isso o que mantém a dor e o sofrimento. A manutenção da dor, então é que se faz desnecessária, porém, importante frisar, também é a revelação de uma escolha, no caso, a escolha de não lidar com a dor, ou como se fala popularmente: de esquecer.</p>
<p>Enfrentar a dor é reconhecer aquilo que ela revela. No caso da yoga, que seus músculos estão travados e encurtados, já em terapia que sua mente está fraca ou enferrujada. A sensação física da dor e do sofrimento precisa ser destilada ao longo do tempo. Pessoas maduras dizem, com sabedoria, que alguns sofrimentos são bons de serem sentidos. A sabedoria contida nesta frase revela a percepção de que a dor nos revela falta, compreensões e realidades assim como todas as outras emoções.</p>
<p>Certa vez disse à um cliente que seu problema era que ele ainda não sentia metade da dor necessária para sua mudança.</p>
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		<title>Deixa passar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/10/24/deixa-passar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 09:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas, ele se foi! &#8211; Eu sei. &#8211; Não sabe o quanto dói. &#8211; Não posso sentir do jeito que você sente. &#8211; Então? &#8211; Então? &#8211; Como pode dizer para esquecer dele? &#8211; Não estou pedindo isso, é impossível. &#8211; O que é então? &#8211; Que aceite que ele se foi. &#160; Perder &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/10/24/deixa-passar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Deixa passar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas, ele se foi!</p>
<p>&#8211; Eu sei.</p>
<p>&#8211; Não sabe o quanto dói.</p>
<p>&#8211; Não posso sentir do jeito que você sente.</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&#8211; Como pode dizer para esquecer dele?</p>
<p>&#8211; Não estou pedindo isso, é impossível.</p>
<p>&#8211; O que é então?</p>
<p>&#8211; Que aceite que ele se foi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Perder é algo que pode ser doloroso, porém, evitar a percepção e a emoção da perda pode causar ainda mais danos para a nossa própria evolução. Aprender a perder é importante, pois é parte fundamental da nossa vida.</p>
<p><span id="more-5396"></span></p>
<p>A emoção da perda pode ser dolorosa, muitas pessoas preferem lidar com esta dor se apegando ao passado e ao que foi perdido buscando uma maneira de manter o que já foi, presente. Esta &#8220;solução&#8221; emocional exige que a pessoa se fixe em um tempo que não se sustenta mais. Tornar o passado, presente, é tarefa difícil, costumo dizer que é como andar para o futuro de costas para ele, ao mesmo tempo negando aquilo que está vindo e o que passou.</p>
<p>Para muitos a sensação física da perda é estranha. Algumas pessoas com um contato não muito desenvolvido de sua propriocepção acham estranha ou ruim a sensação orgânica da perda e ficam com medo tanto da perda que sofreram quanto da sensação. Assim, tendem a fugir desta sensação e do evento em si.</p>
<p>Perdas, no entanto, são parte constante da vida. A todo momento perdemos segundo, minutos, um amigo, uma situação, uma &#8220;fase da vida&#8221;. No entanto, toda perda também revela um ganho: só é possível ter &#8220;perdido&#8221; um amigo se antes você o teve. Assim, se de um lado a perda mostra aquilo que foi perdido, também mostra o que foi ganho ao longo do tempo, mostra aquilo que foi importante e que ainda pode ser. Ninguém perde o que não teve.</p>
<p>Aprender a dar valor ao que temos enquanto temos é um dos caminhos para lidar  bem com a perda, afinal muitas pessoas não lidam bem com as perdas por não darem o devido valor ao que tem e só perceber isso quando é tarde demais. Outro ponto importante é aprender a reconhecer a emoção da perda em seu corpo, aprender que ele aguenta, por mais doloroso que possa ser, passar por isso.</p>
<p>Aceitar a perda ao invés de lutar contra ela ou tentar &#8220;barganhar&#8221; é o terceiro ponto. Aceitar o que foi perdido significa dizer &#8220;sim&#8221; para a experiência e entender que o seu futuro não irá contar mais com o que se foi, seja isso uma pessoa, situação, emprego ou coisa. Isso é importante para organizar duas coisas: a primeira é &#8220;quem eu sou&#8221; sem isso? A segunda é o que aprendo do que eu tive?</p>
<p>Existe uma identificação entre quem somos e o que vivemos. Perguntar-se &#8220;quem sou&#8221; quando uma experiência termina é importante para se definir novamente, saber quem se é. Homens tem a experiência comum de deprimirem após se aposentarem por serem tão identificados com o trabalho que não conseguem viver sem ele. Assim é importante re-definir quem se é após uma perda.</p>
<p>A segunda pergunta tem a ver com dar o devido valor ao que se viveu. Ao se perguntar o que aprendo com o que tive, a pessoa valoriza a experiência como algo do passado e algo que foi importante, contribuindo, assim, para o seu desenvolvimento e, inclusive, para planos futuros.</p>
<p>A perda pode ser apenas amarga e angustiante se você focar num passado que nunca mais voltará, porém, pode ser edificante quando você se percebe num presente mais rico do que no seu passado e vislumbra um futuro com escolhas melhores depois de ter vivido o que viveu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prazer e bem-estar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/20/prazer-e-bem-estar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 10:36:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim, eu queria fazer aquilo. &#8211; Sem problemas, a questão é sempre o aprendizado. O que você aprendeu com o que fez? &#8211; Bom&#8230; não foi tão bom quanto eu imaginei. &#8211; Sim, o que não foi bom? &#8211; Eu continuo cansado sabe? &#8211; Sim, veja, festar é algo prazeroso, mas não, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/20/prazer-e-bem-estar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prazer e bem-estar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas sabe Akim, eu queria fazer aquilo.</p>
<p>&#8211; Sem problemas, a questão é sempre o aprendizado. O que você aprendeu com o que fez?</p>
<p>&#8211; Bom&#8230; não foi tão bom quanto eu imaginei.</p>
<p>&#8211; Sim, o que não foi bom?</p>
<p>&#8211; Eu continuo cansado sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, veja, festar é algo prazeroso, mas não, necessariamente, algo que te reenergiza.</p>
<p>&#8211; Mas é bom e eu queria!</p>
<p>&#8211; Claro, e não tem problema nenhum isso. O ponto é: não te reenergizou como você esperava.</p>
<p>&#8211; E o que eu faço?</p>
<p>&#8211; Aprende a identificar o que te reenergiza. Não há nada errado com a festa, pelo contrário, a questão é se ela te traz o que você quer.</p>
<p>&#8211; É difícil dizer que não trouxe.</p>
<p>&#8211; É não é? É difícil dizer que, embora você quisesse e fosse bom, não era o que você precisava.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vivemos na era do &#8220;eu quero&#8221;, porém, este &#8220;eu&#8221; que quer está atendendo à que demanda? Do seu próprio corpo? Dos comerciais que vê nas mídias? Aos amigos que querem algo? Compreender isso é fundamental para aprender a dizer com propriedade &#8220;eu quero&#8221;.</p>
<p><span id="more-5486"></span></p>
<p>Existe uma ligação entre o querer e o que motiva o querer. Nem sempre esta ligação beneficia o corpo e a pessoa que deseja. Parece estranho? Não é, o fato é que as motivações que temos nem sempre são conscientes, nem sempre se referem ao que realmente precisamos e queremos e nem sempre estão em alinhamento com aquilo que nos faz bem, de fato.</p>
<p>Desenvolver este alinhamento é uma tarefa muito complicada hoje em dia. Com milhares de especialistas e dicas nas redes dizendo à você o que fazer para ser feliz é muito fácil achar que seguir as dicas lhe trará satisfação, mas nem sempre é assim. A questão é que a dica pode funcionar de fato, mas pode não ser o que você precisa, pode ser que ela funcione para uma parcela da população e não para você.</p>
<p>Um exemplo típico do Brasil é de se divertir. Para o brasileiro médio diversão é igual e festa, movimento, interação social e bebida. Isso funciona muito bem para uma pessoa extrovertida se divertir, mas, e se você é introvertido? E se o seu conceito de diversão passa por uma atividade que a maioria consideraria monótona, mas você considera divertida? Este conceito, é interessante, inclusive quando as pessoas dizem que querem &#8220;descansar&#8221;, bem, se o que você precisa é se recuperar um corpo cansado, festar até tarde e se embriagar não são as atividades que você precisa.</p>
<p>Nada contra festas, particularmente, adoro elas, mas o que quero desenvolver neste artigo é a necessidade, cada vez maior, das pessoas aprenderem a desenvolver um &#8220;ponto de equilíbrio&#8221; e saber como chegar até este ponto. Escolher atividades e a maneira pela qual viver as atividades é fundamental se você quer ter uma saúde mental bem desenvolvida e se quer aprender a escolher com clareza. Voltando ao exemplo da festa, pode ser que sair seja o que você precisa, mas, talvez, sem beber, para não acordar com ressaca, a atividade da dança pode descontrair e recuperar o corpo pela liberação de hormônios, com água e uma boa noite de sono após isso você pode sim, se recuperar bem.</p>
<p>Mas para isso, precisa aprender a conhecer o seu corpo e os ritmos do seu corpo além dos da sua mente e emoções. Desenvolver a conexão significa, em primeiro lugar, estar atento ao seu corpo, mente e emoções e aprender a dar nome para as sensações que você tem. Associar estas sensações com estímulos que as desencadeiam, sejam eles externos ou internos, é o segundo passo. Finalmente, aprender que tipo de resposta dar para as sensações e modificações no seu organismo para atingir um determinado resultado e aprender a gravar estas informações na sua memória.</p>
<p>Tive um cliente que gostava de limpar a casa quando se sentia desorganizado por dentro ou caminhar. Estas duas atividades o ajudavam a organizar o seu mundo interno e mudavam o estado de humor dele. Quando isso não adiantava, em geral, ele buscava parar e respirar um pouco e se isso não ajudava ele começava a escrever aquilo que estava pensando.</p>
<p>Estas três respostas mostram que ele aprendeu muito sobre seus estados, com o tempo, ele já sabia combinar essas respostas mediante o tipo de sensação que ele tinha. Esta descriminação leva um certo tempo, mas ela traz enormes benefícios. O maior deles é saber que ele escolhia suas atividades mediante a sua própria percepção, ou seja, como já dizia Hipócrates, ele tornara-se &#8220;médico de si&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sem dor&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 13:52:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim. &#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você. &#8211; Então porque eu deveria fazer isso? &#8211; Porque não? &#8211; Porque vai doer oras! &#8211; E daí? &#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;? &#8211; A vida é só prazer? &#160; A dor é uma sensação difícil de ser encarada, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/10/sem-dor/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sem dor&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas não vai ser bom Akim.</p>
<p>&#8211; Eu sei, diria mais: será doloroso para você.</p>
<p>&#8211; Então porque eu deveria fazer isso?</p>
<p>&#8211; Porque não?</p>
<p>&#8211; Porque vai doer oras!</p>
<p>&#8211; E daí?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e daí&#8221;?</p>
<p>&#8211; A vida é só prazer?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dor é uma sensação difícil de ser encarada, tendemos a fugir dela e das coisas que podem nos causar dor. Embora útil a fuga nem sempre é a melhor solução e, por vezes, precisamos aprender a enfrentar a dor.</p>
<p><span id="more-5437"></span></p>
<p>Sentimos dor de duas formas diferentes. A primeira delas é uma lesão direta em algum tecido, como um corte em nossa pele, por exemplo. A segunda forma é o que chamamos de &#8220;dor emocional&#8221;, uma sensação de dor causada por uma contratura da musculatura que nos lembra a dor. As duas formas de dor não precisam ocorrer ao mesmo tempo e é possível ter a sensação de dor enquanto lesão e deixar de lado a dor emocional, este é um aprendizado comum para praticantes de yoga.</p>
<p>Esta distinção é importante porque a reação que temos em relação a dor pode ser igual para ambos os tipos de dor. Enquanto é útil, por exemplo, tirar a mão de uma chapa quente porque dói (e não vai adiantar nada manter a mão na chapa), a dor emocional é diferente.</p>
<p>Pode ser doloroso dizer para um conjugue que amamos que a relação com ele está ruim e que pode terminar caso não se faça nada para mudar a situação atual. Pode ser ainda mais doloroso se o conjugue concordar e dizer que sente o mesmo. Neste caso, não estamos falando da dor enquanto sensação de lesão nos tecidos, estamos falando em dor emocional. Para esta dor, para este estímulo, a fuga da dor não irá ajudar, ou se enfrenta a situação ou ela irá consumir a relação (gerando mais dor no futuro).</p>
<p>Em outro caso, no entanto, a fuga pode ser uma resposta adequada. Sair de perto de um (famoso) vampiro emocional, dando-lhe limites bem nítidos pode funcionar. Neste caso, &#8220;lidar&#8221; com a situação é diferente do primeiro. Dependendo de quem é o vampiro e de seu lugar em nossas vidas simplesmente sair de perto dessa pessoa pode ser considerado uma reação adequada e a dor emocional causada pela relação com ele, aliviada.</p>
<p>Saber quando enfrentar a dor não é, apenas, uma questão de coragem. É importante avaliar se, de fato, vale a pena enfrentar a situação ou se simplesmente sair de perto dela pode ser uma solução viável. Em relação a fuga, eu parto de uma pergunta simples: é sustentável a decisão de evitar a situação?</p>
<p>Para responder esta pergunta é importante saber do que estamos fugindo ou o que estamos evitando. Então, evitar falar com uma pessoa bêbada na rua que resolveu nos atormentar e que, provavelmente, nunca mais vamos ver na frente, pode ser uma decisão sábia. O mesmo ponto se torna mais complicado se o &#8220;bêbado&#8221; é seu irmão ou pai, com quem você terá que lidar mais tarde. Nesse exemplo, o que está sendo evitado é a pessoa.</p>
<p>Porém, ainda no mesmo exemplo, podemos focar no comportamento de dar limites. Se tenho problema em dar limites para pessoas abusivas ou intrusivas falar com o bêbado e aprender a dar limites a ele pode ser uma decisão mais interessante do que simplesmente fugir dele, porque preciso desse aprendizado para outras situações. Perceber do que estamos fugindo e verificar se poderemos fugir disso sempre sem consequências para nós é um critério que nos ajuda nesse momento, lembrando sempre que embora fugir da dor seja algo viável, nem sempre é a melhor solução.</p>
<p>Abraço</p>
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