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	<title>Arquivos Exclusão - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Ser preterido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 11:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho me sentido muito mal. Tem sido difícil lidar com o término? Sim&#8230; O que está sendo mais difícil? Eu fico me lembrando dele indo embora do restaurante&#8230; Uma cena dolorosa&#8230; Muito&#8230; ele disse que preferia sair antes para eu entender que ele tinha terminado mesmo. Sair sozinha de lá foi horrível. Receber uma recusa &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/03/02/ser-preterido/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ser preterido</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/sonhar-com-abandono.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2971" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/sonhar-com-abandono.jpg" alt="sonhar-com-abandono" width="426" height="258" /></a></p>
<ul>
<li>Tenho me sentido muito mal.</p>
</li>
<li>
<p>Tem sido difícil lidar com o término?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que está sendo mais difícil?</p>
</li>
<li>
<p>Eu fico me lembrando dele indo embora do restaurante&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Uma cena dolorosa&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Muito&#8230; ele disse que preferia sair antes para eu entender que ele tinha terminado mesmo. Sair sozinha de lá foi horrível.</p>
</li>
<li>
<p>Receber uma recusa é algo difícil para todo ser humano, desejamos o contato.</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Porém onde ficamos quando recebemos uma recusa é um fator importante para definir como lidar com isso.</p>
</li>
<li>
<p>Eu fiquei na mesa&#8230; me sentia uma garotinha.</p>
</li>
<li>
<p>Imagino, é uma cena que se repete na sua vida não é?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que você fez com a garotinha que sentiu ser?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; acho que não fiz nada&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Quando uma criança é abandonada é importante ajudarmos ela a sentir que ela tem valor e que o abandono é uma escolha do outro.</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; não me sinto com nenhum valor mesmo&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser preterido é algo que incomoda o ser humano. Somos seres gregários por &#8220;natureza&#8221; e a exclusão tem um valor muito dolorido para todos nós. Gostamos de poder ter proximidade e distância, porém quando a distância se impõe e se torna a única escolha temos que aprender a lidar com a solidão, com a exclusão e com nosso lugar no mundo e para nós mesmos.</p>
<p>Esse é o drama quando somos preteridos. Existem pessoas, no entanto, para quem este drama não se mostra apenas no término de um namoro ou no final de uma amizade, é uma marca registrada em sua identidade e ela se percebe como a pessoa que é preterida. Sente-se &#8220;o(a)&#8221; &#8220;excluído(a)&#8221;. Esse sentimento é altamente deteriorante da auto estima principalmente porque, em geral, vem acompanhado de sentimentos de não merecimento de companhia. Em outras palavras a pessoa explica para si a sua identidade de &#8220;excluído&#8221; afirmando que ele fez algo errado e, por isso, não merece companhia.</p>
<p>Quando se &#8220;é&#8221; um excluído passa-se a perceber o mundo, as pessoas e as relações em termos de inclusão/exclusão. Isso, porém, não é tudo, afinal cada exclusão deve ser explicada e a explicação, em geral, é &#8220;não mereço&#8221;. Então, o conflito entre abrir-se ao mundo e o medo profundo de receber mais uma exclusão torna-se o drama da vida da pessoa. De um lado, desejosa de ter afeto e um lugar, de outro amedrontada em tomar as iniciativas necessárias para realizar o seu sonho visto que ela &#8220;sabe&#8221; que não é digna ou merecedora deste afeto.</p>
<p>Este não merecer, em geral, é um aprendizado que a pessoa cria a partir das relações que teve e do que ocorreu nelas. &#8220;Porque não gostam de mim?&#8221; Esta pergunta leva à busca de um defeito (&#8220;o que há de errado comigo?&#8221;) que muitas vezes não existe, ou então, não é algo que justifica o destino de exclusão o qual a própria pessoa se impõe. Aprender a verificar as premissas que tornam a pessoa um excluído é ajudá-la a buscar os furos na sua auto estima e, com isso, preenchê-los. Ao fazer isso a pessoa constrói a confiança pessoal de que tanto precisa para abrir-se ao mundo.</p>
<p>Não melhorar a auto estima implica em pessoas que &#8220;não precisam&#8221; dos outros ou daquelas que fazem qualquer negócio para ter uma companhia &#8211; e terminam sendo descartados por se tornarem insuportáveis aos outros. O primeiro tipo é aquele que busca na arrogância uma proteção contra a sua própria solidão, vê o mundo como chato e enfadonho e as pessoas como não merecedoras do seu afeto, projeta aos outros a solidão e dor que sente em si. Desta maneira trata as pessoas como desiguais e inferiores, quando encontra alguém à sua altura tem uma abertura sempre ansiosa e desconfiada a qual faz com que a pessoa encontre evidências que digam que é melhor fechar-se novamente. Outra opção é que a pessoa se torna tão chata e arrogante que não consegue, de fato ninguém para aproximar-se, e então acaba comprovando para si a ideia de que as pessoas são &#8211; todas &#8211; chatas e é melhor ficar sozinho. O segundo assume a culpa de ser inferior e mendiga afeto com qualquer pessoa, em geral, alvo fácil de pessoas que precisam de alguém para desdenhar e de tanto serem pedintes com relação ao afeto acabam desgastando a  relação o que só comprova a sua teoria de auto culpa.</p>
<p>O caminho de melhora da auto estima revela-se quando a pessoa aceita a dor e o medo da solidão. Ao assumir isso pode-se buscar as ideias que causam a identidade de &#8220;excluído&#8221;. Quando se faz isso busca-se nas relações importantes da pessoa a dinâmica que a faz assumir este papel assim como a maneira pela qual ela mantém o papel (comprovando-o). Seja pela via da arrogância ou mendigando afeto a pessoa deve compreender as emoções que guarda dentro de si, lidar com elas, perdoar quem precise perdoar e passar a aprender como se abrir e trocar afeto de uma maneira saudável.</p>
<p>E você, como lida com a exclusão?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exclusão</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/05/20/exclusao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
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		<category><![CDATA[Exclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
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		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reprovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu fico com medo de fazer isso. &#8211; O que você imagina que pode ocorrer? &#8211; Ah, não sei sabe? Eu penso que se eu fizer algo assim e não gostarem podem querer me dar um gelo ou me tirar do grupo! &#8211; Hum&#8230; tens medo de ser excluído do grupo é isso? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/05/20/exclusao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Exclusão</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu fico com medo de fazer isso.</p>
<p>&#8211; O que você imagina que pode ocorrer?</p>
<p>&#8211; Ah, não sei sabe? Eu penso que se eu fizer algo assim e não gostarem podem querer me dar um gelo ou me tirar do grupo!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; tens medo de ser excluído do grupo é isso?</p>
<p>&#8211; É&#8230; acho que é isso sim.</p>
<p>&#8211; Entendo é um medo comum e normal. Mas me diga: o que vale mais nesse caso: a aprovação do grupo ou a sua saúde emocional?</p>
<p>&#8211; (pensativo) Hum&#8230; acho que é a minha saúde emocional&#8230; mas mesmo assim é  muito complicado!</p>
<p>&#8211; Imagino&#8230; digamos que resolvam te excluir por você se defender, fazer o que deve fazer&#8230; lembre-se: isso aí não é nada demais&#8230; como você poderia entender a &#8220;exclusão&#8221; deles e lidar com ela?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; não sei ao certo&#8230; eu acabo me culpando quando isso ocorre&#8230;</p>
<p>&#8211; Entendi, então você vai se culpar porque os outros são inadequados contigo? Grossos até?</p>
<p>&#8211; É&#8230; olhando assim não faz sentido né?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Eu não sei Akim, acho que se eles me excluíssem mesmo do grupo eu poderia começar falando: &#8220;hey, vocês estão me excluindo só porque eu me defendi e não quero ficar sendo o alvo da chacota de vocês?&#8221;</p>
<p>&#8211; Hum, muito boa, confrontar é um passo ótimo!</p>
<p>&#8211; E se eles respondessem que sim eu poderia ir&#8230; sei lá&#8230; tentar procurar outra turma.</p>
<p>&#8211; E desde o princípio se dar o respeito não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; Perfeito! Acho que além disso você pode ter em mente de mostrar para eles que não é nada pessoal, simplesmente você não gosta do jeito que eles falam com você.</p>
<p>&#8211; Isso.</p>
<p>Todo ser humano possui um certo receio da exclusão. Como somos seres sociais a nossa tendência é desejar estar em contato com outros seres humanos, fazer parte de um grupo, de uma família. Não é por acaso que &#8220;exílio&#8221; é uma forma de punição, às vezes mais dolorida que a morte.</p>
<p>No entanto, existem situações em que para se manter dentro de um grupo &#8211; ou relação &#8211; o custo emocional é muito elevado e não compensa o fator social. É quando a proximidade é mais custosa do que o &#8220;exílio&#8221;. Isso pode ser dar por vários fatores como bullying (manter-se num grupo que te atormenta o tempo todo é mais custoso do que ficar sozinho), maus-tratos, violência (até que ponto vale a pena manter-se numa relação ou num grupo que são violentos com você ou que são negligentes?) e diferenças de condutas (algumas pessoas são muito diferentes e não conseguem combinar essas diferenças nem respeitá-las, ficar longe muitas vezes é melhor que a proximidade).</p>
<p>Nesse sentido a pessoa muitas vezes precisa confrontar o medo da exclusão e de ficar só. Uma das primeiras tarefas é mudar o foco de &#8220;vou ficar só&#8221; para &#8220;vou manter a minha auto-estima elevada&#8221;, &#8220;vou manter a minha saúde emocional&#8221;, &#8220;vou correr atrás da minha felicidade&#8221;. A mudança de foco é fundamental para que a pessoa crie a motivação necessária para viver algo que é penoso de fato e, com a mudança poder até desfrutar disso.</p>
<p>A segunda parte do processo e entender como lidar com o que lhe causa medo. Muitas vezes a pessoa tem medo de sair de um grupo porque não tem muitas habilidades sociais para encontrar um novo grupo, tem que aprender. Outras vezes a pessoa sente-se culpada por sentir o que sente e &#8220;causar problemas&#8221; ao grupo, é importante desfazer a culpa e mostrar que ela está buscando a sua integridade, a qual não tem preço. O medo pode estar ligado também à sobrevivência e a pessoa deve aprender a tornar-se independente, manter o seu estilo de vida sozinha para conseguir desvincular-se adequadamente.</p>
<p>Todas estas dicas tem um importante lembrete: muitas vezes o medo da exclusão é só isso: um medo e não uma possibilidade. Assim, quando a pessoa começa a &#8220;fazer o que tem que fazer&#8221; ela começa a posicionar-se de forma diferente em sua vida e essa mudança traz outras muito positivas que alteram a forma pela qual ela relaciona-se com o seu grupo e a exclusão fica longe de ser uma possibilidade.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimneto.wordpress.com</p>
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