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	<title>Arquivos Fugas - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Fugas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 10:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu estou percebendo que não estou resolvendo o meu problema. Concordo. Mas e então, o que você me diz?! Sobre o que? Sobre isso&#8230; a terapia não está me ajudando. Fato, concordo com você. Tenho ouvido muito você falar e também vejo que não estamos indo ao ponto. Então porque você me deixa falar? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/25/fugas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Fugas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/eu-ja-tentei-fugir-mais-vc-n-sai-da-minha-cabeca.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone  wp-image-2174" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/eu-ja-tentei-fugir-mais-vc-n-sai-da-minha-cabeca.jpg" alt="eu-ja-tentei-fugir-mais-vc-n-sai-da-minha-cabeca" width="256" height="256" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu estou percebendo que não estou resolvendo o meu problema.</p>
</li>
<li>
<p>Concordo.</p>
</li>
<li>
<p>Mas e então, o que você me diz?!</p>
</li>
<li>
<p>Sobre o que?</p>
</li>
<li>
<p>Sobre isso&#8230; a terapia não está me ajudando.</p>
</li>
<li>
<p>Fato, concordo com você. Tenho ouvido muito você falar e também vejo que não estamos indo ao ponto.</p>
</li>
<li>
<p>Então porque você me deixa falar?</p>
</li>
<li>
<p>Estou esperando o momento em que você vai parar de ficar falando de amenidades e começar a falar sério sobre você.</p>
</li>
<li>
<p>(Silêncio) Eu acho que está na hora de começar mesmo.</p>
</li>
<li>
<p>Já não era sem tempo.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em terapia, muitas e muitas vezes ouço as pessoas falando sobre trivialidades. Obviamente, as sessões começam com elas: &#8220;está frio hoje não&#8221;, mas à medida em que o tempo passa as pessoas começam a falar daquilo que importa realmente. Outras não.</p>
<p>Fugir, esquivar-se são os termos que usamos para descrever o comportamento que temos quando estamos evitando falar de um tema, entrar numa determinada emoção ou ter algum comportamento. Mas porque fugimos? O que fazer com isso?</p>
<p>A fuga, em geral, tem a ver com a nossa sensação de incapacidade de lidar com determinada situação. Quanto mais competente a pessoa sente-se para lidar com algo, menos ela precisa fugir ou esquivar-se daquilo. Algumas vezes o problema é a situação, outra vezes a emoção que a pessoa sente, ou seja, ela até sabe o que fazer com a situação, mas não consegue lidar com a emoção que fazer o que tem que fazer despertará nela. Assim, a esquiva das emoções pode ser um outro motivo.</p>
<p>É importante lembrar que a esquiva e a fuga não são &#8220;ruins&#8221; por si, elas são comportamentos que visam resguardar a pessoa, são defesas e, muitas vezes, são bem-vindas. Recomendo, vez ou outra que alguns clientes em determinadas situações realmente se esquivem delas, deixem de lado &#8211; durante um tempo &#8211; a responsabilidade de lidar com um ou outro aspecto importante de suas vidas.</p>
<p>O problema surge quando a esquiva torna-se o comportamento padrão. Porque? Porque isso significa que a pessoa não vai aprender o que precisa para lidar com a situação que está precisando enfrentar. Quando solicito de meus clientes que se distanciem um pouco é justamente para ajudá-los a adquirir as competências necessárias para voltarem lá mais sábios e lidarem com a situação. Quando a pessoa não sai da esquiva ou da fuga, temos um problema, visto que em muitas situações ela não poderá se esquivar para sempre.</p>
<p>O primeiro passo é perceber que estamos nos esquivando. Ter a sinceridade de nos dizer: &#8220;estou fugindo disso&#8221; e frear o impulso de fugir, buscando organizar-se para lidar com o problema. O segundo é justamente esse: aprender a lidar com a situação percebendo do que fugimos de fato, o que nos motiva à fugir e como, de fato, lidar com isso ao invés de permanecer na fuga. A terceira parte é o futuro enfrentamento depois da preparação, ou seja, ir e resolver a situação.</p>
<p>Existem vários motivos pelos quais uma pessoa não aprendeu a lidar com determinada situação e não caberia aqui enumerá-los, o mais importante talvez seja deixar a mensagem de que você não deve se culpar por fugir ou ter fugido de determinada situação, mas sim de perceber isso e perguntar-se até quando você vai querer se manter insuficiente sobre esta situação.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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