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	<title>Arquivos Insatisfação - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Sobre (in)satisfação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/04/24/sobre-insatisfacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 10:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas daí eu fiquei muito chateado, não se faz isso sabe? O que você fez com isso? Ainda nada, mas vou sair fora do curso. Entendi (seguido de silêncio) Não tem mais nada a dizer? Não, me parece que você tomou uma decisão, deve saber o que está fazendo não é? Não é assim&#8230; é &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/04/24/sobre-insatisfacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sobre (in)satisfação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<ul>
<li>Mas daí eu fiquei muito chateado, não se faz isso sabe?</p>
</li>
<li>
<p>O que você fez com isso?</p>
</li>
<li>
<p>Ainda nada, mas vou sair fora do curso.</p>
</li>
<li>
<p>Entendi (seguido de silêncio)</p>
</li>
<li>
<p>Não tem mais nada a dizer?</p>
</li>
<li>
<p>Não, me parece que você tomou uma decisão, deve saber o que está fazendo não é?</p>
</li>
<li>
<p>Não é assim&#8230; é que eu acho que ela foi longe demais com aquele comentário.</p>
</li>
<li>
<p>Você acha ou tem certeza disso?</p>
</li>
<li>
<p>Não se fala assim com as pessoas!</p>
</li>
<li>
<p>Pode ser, você acha ou tem certeza de que ela passou dos limites?</p>
</li>
<li>
<p>Ah tá&#8230; sei lá até certo ponto sim, mas às vezes acho que é só raiva minha mesmo.</p>
</li>
<li>
<p>Pode ser também. Você quer que eu te ajude com algo nesta escolha ou apenas está me informando sobre ela?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei ao certo&#8230; estou um pouco confuso sobre o que senti e não sei se devo ao certo sair do curso.</p>
</li>
<li>
<p>O curso não está lá para agradar você em tudo o que você quer, muito menos a professora. Já pensou nisso?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; sei lá&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vivemos em uma sociedade de consumo. Uma das regras fundamentais deste tipo de sociedade é viver sem que exista contato com a frustração e muito menos com a insatisfação. O resultado? Pessoas que não sabem lidar com uma realidade da vida: de que as coisas nem sempre dão certo do jeito que a gente quer.</p>
<p>Não, não significa que você fez algo errado, que tem que fazer alguma coisa, que deve montar uma ONG para isso não acontecer à outras pessoas e nem recorrer aos altos escalões. Muitas (muitas mesmo) vezes uma frustração e uma insatisfação é somente  um limite do mundo real para você.</p>
<p>Fugir da insatisfação é fugir desta percepção. Vivemos num mundo carente de segurança, a emoção da insatisfação e da frustração tornam-se um tanto intoleráveis nestes tempos justamente por causa disso. Porém aprender a lidar com estas emoções faz parte de inteligência emocional de todos os seres humanos. É necessário que se aprenda a se frustrar, falhar e sentir insatisfação para que a pessoa aprenda a crescer.</p>
<p>O que tem de bom nisso? A pergunta é inadequada e típica de uma sociedade de consumo que pensa apenas no que vem de bom a partir de uma determinada escolha. A questão com a insatisfação é justamente esta: não virá nada de bom. O que você não queria, não aconteceu e ponto. E isso &#8220;o que vem de bom&#8221;, este é &#8220;lucro&#8221; que você pode tirar desta lição. Aprender a não ter. Aprender um papel que é típico aos mortais: o da falta de onipotência, em outras palavras, saber que você não poderá tudo, não conseguirá tudo.</p>
<p>Não saber lidar com isso pode afastar a pessoa de desafios importantes porque ela não deseja sentir a insatisfação, também afeta as relações entre as pessoas que cada vez mais ficam carregadas de necessidades à serem supridas e cria uma perspectiva falsa sobre a vida que promete que apenas coisas boas devem acontecer. Isso não é verdade. A vida é, sim, feita de perdas e frustrações também ignorar isso é fingir que uma parte da vida não existe.</p>
<p>É importante frustrar as pessoas, dar à elas insatisfação e um pouco de perdas nesses dias. Acho que estas emoções nos ajudam a perceber melhor a nossa humanidade justamente porque nos coloca em contato com o sentimento de potência e não de impotência. Daquilo que é possível e não do que é impossível.</p>
<p>E você, ainda achando que nunca terá nenhum revés?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Escolher e viver</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/04/06/escolher-e-viver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 11:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou chateado Porque? Porque eu comecei no meu trabalho novo e não é aquilo que eu esperava. Ah&#8230; bem vindo ao mundo real. Como assim? Oras, você esperava um &#8220;trabalho perfeito&#8221; onde isso significa que todas as suas exigências seriam atendidas. É&#8230; algo assim&#8230; Trabalho não foi feito para isso, foi feito para dar satisfação! &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/04/06/escolher-e-viver/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Escolher e viver</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/ikea2_jpg_pagespeed_ce_fpz3c4lvjj.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2858" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/ikea2_jpg_pagespeed_ce_fpz3c4lvjj.jpg" alt="ikea2_jpg_pagespeed_ce_fpZ3C4LVjJ" width="426" height="225" /></a></p>
<ul>
<li>Estou chateado</p>
</li>
<li>
<p>Porque?</p>
</li>
<li>
<p>Porque eu comecei no meu trabalho novo e não é aquilo que eu esperava.</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; bem vindo ao mundo real.</p>
</li>
<li>
<p>Como assim?</p>
</li>
<li>
<p>Oras, você esperava um &#8220;trabalho perfeito&#8221; onde isso significa que todas as suas exigências seriam atendidas.</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; algo assim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Trabalho não foi feito para isso, foi feito para dar satisfação!</p>
</li>
<li>
<p>Então!!</p>
</li>
<li>
<p>Só que a satisfação é resultado de um trabalho e de todas as dificuldades que o mesmo traz.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Assim, sem lidar com elas, a satisfação será difícil mesmo!</p>
</li>
<li>
<p>Entendo&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Vamos aprender a lidar com esta frustração e com as dificuldades que você descobriu no seu trabalho?</p>
</li>
<li>
<p>Vamos!</p>
</li>
</ul>
<p>Hoje é marcante a quantidade de escolhas que temos que fazer. Este tema é abordado por vários pensadores como Bauman e Branden e uma das reflexões que podemos ter a respeito deste tema é: até que ponto a escolha é o que mais importa?</p>
<p>Quando criança havia uma frase na minha mochila escolar que dizia &#8220;faz o bem e faze-o bem&#8221;. Demorei à entender que esta frase falava sobre algo muito mais importante do que a escolha em si: a maneira de viver a escolha. Porque aprendi isso desta frase?</p>
<p>Porque ao contrário daquilo que a propaganda contemporânea vende não podemos fazer a nossa vida do jeito que queremos. Melhor dizendo: nem sempre, tudo aquilo que planejamos saí da maneira exata que queríamos. Não creio ter que me delongar para explicar isso, todos os leitores já devem ter vivido isso em algum momento de suas vidas. Algumas vezes consegue-se aquilo que quer outras não. E é neste ponto que a frase da minha mochila vem à calhar.</p>
<p>Fazer algo e fazer bem este algo são coisas diferentes. Escolher algo e viver bem esta escolha são coisas diferentes. Posso escolher me casar e ao mesmo tempo passar o resto da vida olhando para a vida de solteiro das pessoas e invejando-as. Não é uma boa forma de viver um casamento. Assim, a escolha torna-se secundária frente à nossa maneira de vivê-la. Por outro lado, é possível eu entrar &#8220;numa fria&#8221; e, dependendo da maneira que vivo aquilo tirar boas lições ou até mesmo aproveitar verdadeiramente.</p>
<p>Creio que refletir sobre isso é fundamental porque tenho visto muitas pessoas reclamando nos consultórios sobre suas escolhas não porque fizeram as &#8220;erradas&#8221;, mas porque perceberam &#8211; mesmo que estejam ainda brigando com isso &#8211; que a escolha trouxe coisas inesperadas para elas, mas ao invés de aprenderem, elas brigam com isso. Gosto daquele ditado que diz &#8220;quando a gente pensa que tem a resposta, a vida vem e muda a pergunta&#8221;, assim se o problema é &#8220;o que eu quero&#8221; depois a vida pode te perguntar &#8220;você quer isso mesmo que tenha que passar por este outro problema aqui?&#8221; ou então &#8220;e se isso exigir mudanças pessoais de você, você ainda vai querer?&#8221; ou ainda &#8220;percebeu, agora, que não é tão fácil quanto você pensou?&#8221;</p>
<p>Estas perguntas frustram e a nossa sociedade é &#8220;anti-frustração&#8221;, preparamos um discurso no qual você tem que estar sempre bem e sempre preparado. Óbvio mencionar que isso é impossível, então que tal aprender a ser humano e a lidar com as coisas humanas, tais como a frustração? Também óbvio aprender a lidar com o sucesso, afinal de contas quando não se sabe viver bem uma escolha podemos não viver bem, também a sua consequência mesmo ela sendo positiva. Daí aquelas pessoas que conquistam e não sabem celebrar.</p>
<p>E você? Faz bem aquilo que faz? Aprendeu a gostar do que faz e não apenas a correr atrás &#8220;daquilo que gosta&#8221;?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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