<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Intimidade - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
	<atom:link href="https://akimneto.com.br/tag/intimidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://akimneto.com.br/tag/intimidade/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2015 12:18:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.0.9</generator>
<div class="fcbkbttn_buttons_block fcbkbttn_arhiv" id="fcbkbttn_left"><div class="fcbkbttn_like fcbkbttn_large_button"><fb:like href="https://akimneto.com.br/tag/intimidade/feed" action="like" colorscheme="light" layout="standard"  width="225px" size="large"></fb:like></div></div>	<item>
		<title>Intimidade e poder</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 12:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Brigas]]></category>
		<category><![CDATA[Capaz]]></category>
		<category><![CDATA[Companheirismo]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[julgamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relação conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=3102</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mas eu estou insatisfeito. Sim, percebo, agora, porque não abrir isso para a sua esposa? Não dá&#8230; Porque não? Porque depois ela usa isso contra mim. Vai ficar me enchendo o saco por causa disso! Entendo&#8230; Então é melhor manter o controle do que se abrir? Algo assim. Que relação estranha não? É&#8230; pensando assim&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Intimidade e poder</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/">Intimidade e poder</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/intimidade.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3103" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/intimidade.jpg" alt="Couple Relaxing in Bed --- Image by © Laura Doss/CORBIS" width="426" height="284" /></a></p>
<ul>
<li>Mas eu estou insatisfeito.</p>
</li>
<li>
<p>Sim, percebo, agora, porque não abrir isso para a sua esposa?</p>
</li>
<li>
<p>Não dá&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Porque não?</p>
</li>
<li>
<p>Porque depois ela usa isso contra mim. Vai ficar me enchendo o saco por causa disso!</p>
</li>
<li>
<p>Entendo&#8230; Então é melhor manter o controle do que se abrir?</p>
</li>
<li>
<p>Algo assim.</p>
</li>
<li>
<p>Que relação estranha não?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; pensando assim&#8230; parece uma briga né?</p>
</li>
<li>
<p>Parece</p>
</li>
</ul>
<p>Num post anterior falei sobre a intimidade como a habilidade de tornar familiar algo entre duas ou mais pessoas. Pensando num casal, a intimidade traz consigo vários benefícios, pois, com ela, a  sensação de empatia, pertencimento e entrega aumentam. Junto com isso tem-se maior facilidade para negociar os aspectos do dia a dia assim como confiança naquilo que o parceiro é capaz ou não de fazer.</p>
<p>Na intimidade descobre-se os novos rumos do casal e pode-se discutir com mais eficiência a relação quando isso é necessário pois a quantidade de informações disponíveis sobre o outro é maior. Conhecer mais o outro e permitir-se ser conhecido é algo que aumenta o desejo pela criação do novo, então ao invés de diminuir, o mistério aumenta. Porém este aumento de mistério é algo que atrai pelo fato de existir um porto seguro entre os dois.</p>
<p>Porém a criação de intimidade vem com o preço da diminuição da briga pelo poder. Toda pessoa ao entrar em uma relação possui alguns medo e desejos. Ao longo da relação começam a ficar evidentes alguns medo que podem acontecer e alguns desejos que não serão realizados. Assim começa a briga pelo poder. A maneira de uma pessoa buscar garantir que seus desejos serão satisfeitos é através do poder que exerce sobre o outro.</p>
<p>Porém o poder termina com a intimidade. Um dos pontos do poder é o segredo, ou seja, a retenção de informações sobre eu mesmo afim de poder manipular o outro ou de não permitir ao outro ciência sobre o que me aflige. Uma vez que há disputa pelo poder não existe o desejo de &#8220;tornar familiar&#8221;, mas sim o desejo de conquistar e reter, manter, dominar o outro para que a relação se torne aquilo que eu desejo. O desejo pelo poder na relação acaba com o desejo de entrega e isso faz com que a intimidade desapareça.</p>
<p>O efeito mais interessante, entretanto, é que na briga pelo poder muitas vezes os casais realizam seus piores medos através dos comportamentos que assumem. Ou seja, quanto mais lutam contra o parceiro para que seus medos não se concretizem, mais se comportam de uma maneira que influencia a pessoa a se comportar da maneira que eles não querem e temem. A briga pelo poder não constrói as condições para a reflexão sincera e, por esta razão, não faz com que ambos cheguem a entendimentos sobre si e sobre a relação que é o que pode, de fato, fazer com que se crie uma relação em prol do que a pessoa quer e não uma que evite o que ela não quer.</p>
<p>Assim, ao invés de negar medos é interessante revelar medos. Mais interessante ainda é revelar aquilo que se deseja da relação com um foco positivo: o que eu espero de fato. Isso é o que &#8220;cura&#8221; o medo. Se a pessoa tem medo de segredos, por exemplo, deve buscar construir uma relação com foco na sinceridade e transparência e saber como lidar com estes aspectos.</p>
<p>Ser íntimo é mais do que saber fatos sobre a pessoa. É ter a habilidade e a relação na qual existe espaço e desejo de ouvir e ser ouvido, compartilhar informações, emoções, vivências e desejos sabendo que eles serão respeitados e incluídos na relação. É ter um sentimento de aceitação de si e do outro ao invés de medo daquilo que vem do outro. E é uma delícia.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/">Intimidade e poder</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intimidade</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2014 10:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[Intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=1567</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei, ao certo, o que acontece Akim. &#8211; Vamos aos fatos: quando a relação começa a ficar mais íntima você começa a se afastar, certo? &#8211; Sim. &#8211; Fica irritado, começa a questionar se a pessoa realmente gosta de você e você dela, fica inseguro e ao mesmo tempo distante não é &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Intimidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/">Intimidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não sei, ao certo, o que acontece Akim.</p>
<p>&#8211; Vamos aos fatos: quando a relação começa a ficar mais íntima você começa a se afastar, certo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Fica irritado, começa a questionar se a pessoa realmente gosta de você e você dela, fica inseguro e ao mesmo tempo distante não é por aí?</p>
<p>&#8211; Por aí mesmo.</p>
<p>&#8211; O que você pode entender disso?</p>
<p>&#8211; Intimidade não é o meu forte.</p>
<p>&#8211; Precisamente! Agora, perceba que as reações que você tem em relação à intimidade são de insegurança, irritação, distância.</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Ótimo, o quão certo eu estaria se dissesse que a intimidade é algo que te agride, de certa forma?</p>
<p>&#8211; Acho que muito&#8230; eu também não sei direito o que fazer sabe? Parece que eu estou devendo algo para a pessoa, que ela quer algo de mim.</p>
<p>&#8211; Claro o que te deixa inseguro por não saber o que fazer e, ao mesmo tempo, com raiva porque &#8220;como assim eu tenho que fazer algo para ela&#8221;?, certo?</p>
<p>&#8211; É, (risos) tirou a frase da minha cabeça.</p>
<p>&#8211; Perfeito, a questão inicial poderia ser: o que te faz crer que você está devendo algo à alguém quando se percebe íntimo dessa pessoa?</p>
<p>&#8211; Acho que para mim sempre foi assim&#8230; meu pai sempre me dizia: &#8220;se você não fizer isso os outros não vão gostar de você&#8221;&#8230; então se tem alguém gostando de mim eu tenho que fazer alguma coisa sabe?</p>
<p><span style="font-size:14px;line-height:1.5em;">&#8211; Sei&#8230; mas também sei o quanto isso acaba destruindo os seus relacionamentos não é mesmo?</span></p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; Será que não está na hora de dar um novo sentido à ideia do seu pai, ou até mesmo de ver se você quer guiar a sua vida afetiva com ela?</p>
<p>&#8211; Acho que sim.</p>
<p>Intimidade. Qualidade daquilo que é íntimo.</p>
<p>Íntimo. Que se tem próximo, familiar.</p>
<p>Talvez um dos pontos mais interessantes sobre a intimidade é que ela não começa em uma relação, ela começa com a pessoa. Embora possa parecer estranho, ouço no consultório muitas pessoas dizendo com as  mais variadas palavras que &#8220;não são íntimas&#8221; delas mesmas. Não conhecem ao certo seus desejos e medos, não se permitem expressá-los, ficam inseguras com o que querem fazer com suas vidas ou então negam aquilo que não gostam nelas mesmas.</p>
<p>A maneira pela qual nos relacionamos com nós irá refletir muito a maneira pela qual nos relacionamos com os outros assim como a forma pela qual vamos organizar a intimidade enquanto parceiro de um conjugue. Se nos sentimos inseguros em relação à nós e à nossos planos, por exemplo, será difícil compartilharmos isso numa relação. A ansiedade e a expectativa que iremos colocar sobre isso serão enormes e a nossa resistência à frustração baixa provavelmente.</p>
<p>O caso acima é extremamente comum. Uma pessoa que aprendeu que o afeto estava intimamente ligado ao desempenho dela em determinadas funções. Assim sendo, toda vez que ela começava a tornar-se íntima de alguém vários medos surgiam: &#8220;estou fazendo tudo certo?&#8221;, &#8220;esta pessoa está comigo por quem sou ou pelo que estou fazendo?&#8221;, &#8220;e se eu parar de fazer isso, ela continua me querendo?&#8221; Estes eram medo que esta pessoa tinha e que são muito comuns nas pessoas hoje em dia.</p>
<p>Embora a estrutura seja muito parecida, as pessoas podem ter reações muito diferentes em relação à ela: alguns acabam tornando-se muito dependentes do feedback do outro, tornam-se ansiosos por receber elogios, aprovação e todo tipo de sinal que signifique que ele está fazendo a coisa certa, além disso, cobram do outro por recompensas &#8211; afinal ele está fazendo &#8220;certo&#8221;. Outras pessoas entram num estado de reclusão e se fecham para o outro diminuindo a intimidade para que as perguntas que surgem sumam de sua consciência, é uma espécie de negação. Alguns outros atacam a relação e tornam-se destrutivos com as atitudes do companheiro, estes ataques são uma reação inconsciente ao medo que sentem das perguntas que estão dentro delas &#8211; em outras palavras: elas fazem as perguntas, sentem medo da resposta, e ao invés de procurarem respostas adequadas elas atacam a relação que, no fundo, é a &#8220;causa&#8221; das perguntas delas &#8211; em geral sentem raiva do parceiro e competem contra ele numa tentativa de assumir controle.</p>
<p>O ponto importante nesta discussão é o seguinte: de fato, as pessoas precisam de determinados comportamentos para manter relações. Não existe nenhum tipo de relacionamento que não possua uma forma de estrutura comportamental com ritos cotidianos, maneiras de viver o dia a dia, resolver conflitos e sinalizar amor ou raiva. Porém existe uma diferença entre a existência desta estrutura comportamental e a causalidade de afeto através do comportamento.</p>
<p>Dito de uma outra maneira é a diferença entre dizer &#8220;meu amor, é importante para mim que você demonstre interesse pelo meu trabalho&#8221; e &#8220;eu só te amarei se você demonstrar interesse pelo meu trabalho&#8221;. A diferença pode parecer sutil, mas não é.</p>
<p>A primeira frase mostra que o interesse é algo importante na relação. Em geral isso faz com que a pessoa sinta-se acolhida, prestigiada e a faz abrir-se mais com o conjugue.</p>
<p>A segunda frase impõe uma condição sobre o amor da outra pessoa. É uma frase do tipo ou/ou a qual possui uma contradição inerente: se o comportamento do outro causará o amor, então, em primeira instância, o amor não existe. Além disso o amor é algo pessoal, ou seja, é gerado pela pessoa e, assim sendo, o outro não pode ser responsabilizado pelo afeto &#8211; ou ausência dele &#8211; que existe no outro.</p>
<p>É importante salientar dois elementos adicionais aqui: o primeiro: amor e relacionamento são duas coisa distintas. É possível, por exemplo, amar, mas não ter uma base de relacionamento saudável o que desgasta a relação e faz as pessoas se afastarem. Segunda: no sentido colocado aqui o outro possui, sim, uma parcela de contribuição, na qualidade da relação, ou seja, ele pode não inferir no amor do outro, pode, porém, com seus atos destruir a relação. E isso pode contribuir para a diminuição do afeto do outro.</p>
<p>É importante, como sempre, melhorar a sua auto estima. Porque? Ela o ajudará a perceber o seu valor pessoal. Assim sendo a confusão entre desempenho e afeto irá desaparecer e as necessidades de cada um na relação ficarão mais visíveis e acessíveis à negociação. A intimidade é a habilidade de tornar algo familiar à nós e ao outro. Só podemos fazer isso com o outro quando já o fizemos para nós mesmos.</p>
<p>Lembre-se disso.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/">Intimidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2014/02/12/intimidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
