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	<title>Arquivos Menosprezo - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Rejeição e arrogância</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/05/21/rejeicao-e-arrogancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 21:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu tenho medo de fazer isso. &#8211; Medo do que? &#8211; Ah&#8230; de ser rejeitado. &#8211; Qual o problema? &#8211; Eu não quero ser rejeitado né? &#8211; Não? &#8211; Não! Claro que não né? &#8211; Então temos um problema. &#8211; Porque? &#8211; Porque é impossível passar pela vida sem topar com a rejeição. &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/05/21/rejeicao-e-arrogancia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Rejeição e arrogância</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas eu tenho medo de fazer isso.</p>
<p>&#8211; Medo do que?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; de ser rejeitado.</p>
<p>&#8211; Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Eu não quero ser rejeitado né?</p>
<p>&#8211; Não?</p>
<p>&#8211; Não! Claro que não né?</p>
<p>&#8211; Então temos um problema.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Porque é impossível passar pela vida sem topar com a rejeição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O medo da rejeição pode causar muitos problemas. O sentimento leva a pessoa a atitudes inadequadas que terminam por criar a situação temida. Porém o medo da rejeição também traz consigo uma carga de elevado narcisismo. Como resolver isso?</p>
<p><span id="more-6044"></span></p>
<p>O sentimento de medo visa nossa proteção. Tememos algo que pode nos causar algum tipo de dano físico, moral, emocional ou psicológico. A solução para o medo reside em saber (ou aprender) a se proteger daquilo que pode nos causar o dano. Atitudes de luta, fuga e aprendizado de novas competências se fazem necessárias afim de enfrentar o medo.</p>
<p>Porém, muitas pessoas resolvem não ter estas atitudes. Procuram ficar em um estado de fuga permanente ou de paralisa auto gestada que as afasta de uma possível solução para o problema. O motivo pelo qual estes comportamentos ocorrem, muitas vezes é a arrogância. Os comportamentos citados servem como uma defesa da pessoa contra a realidade que coloca a sua arrogância em risco. Basicamente, algumas pessoas defendem sua própria arrogância.</p>
<p>Arrogância aqui é entendida como a característica de manter uma imagem de si que não é possível de ser tornada concreta. Vejamos duas frases sobre o medo em ser rejeitado: (a) &#8220;quando me rejeitam, me sinto como se fosse um nada&#8221;; (b) &#8220;eu fico triste em perder a possibilidade de fazer algo com a pessoa, queria lidar melhor com isso&#8221;. A primeira frase demonstra uma equivalência complexa, na qual a rejeição de um desejo assume o valor da rejeição do eu. A segunda, diferentemente, trata de um produto da rejeição, a tristeza com a qual a pessoa não sabe lidar.</p>
<p>A diferença entre as duas frases reside no fato de que na primeira há uma percepção da rejeição do &#8220;eu&#8221; enquanto na segunda não. A arrogância da primeira frase reside em uma lógica perniciosa escondida: se rejeitam meu desejo, rejeitam minha pessoa, logo há algo de errado comigo. Este raciocínio é falacioso pelo fato de que não é necessário haver algo de errado com alguém para haver rejeição de suas intenções.</p>
<p>Esta lógica escondida, então, pressupõe um fato: ninguém pode me rejeitar. Ora, se o fato de rejeição significa para a pessoa que há algo de errado com ela é porque ela não se crê capaz de ser rejeitada. É algo no seguinte sentido: &#8220;como assim me rejeitaram? Isso está errado, será que o erro é comigo?&#8221; Porém, qual o &#8220;erro&#8221; na rejeição de uma intenção? O que há de errado em uma pessoa negar o desejo da outra?</p>
<p>Assim, uma auto imagem que não se permite ser negada é, na verdade, uma auto imagem arrogante, visto que ela não é capaz de atingir seu intuito. O desejo de nunca ser rejeitado, longe de ser uma virtude é, na verdade, imaturo. A percepção de um ser incapaz de rejeição demonstra falta de perspectiva além de um ego muito frágil que não consegue manter-se firme diante da exclusão do seu querer. Nesse sentido, a busca é de se estruturar uma auto imagem mais realista, que seja capaz de se perceber digna mesmo diante da rejeição de seus desejos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aceitar a rejeição</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/11/09/aceitar-a-rejeicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2015 09:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não estou entendendo você Akim. &#8211; Estou dizendo para parar de brigar com sua mãe. &#8211; Mas ela é quem briga comigo porque não quer que eu mude o curso. &#8211; Sim e você está brigando como com ela? &#8211; Não sei, me diga você! &#8211; Ok, você aceita a rejeição dela? &#8211; Como &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/11/09/aceitar-a-rejeicao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Aceitar a rejeição</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não estou entendendo você Akim.</p>
<p>&#8211; Estou dizendo para parar de brigar com sua mãe.</p>
<p>&#8211; Mas ela é quem briga comigo porque não quer que eu mude o curso.</p>
<p>&#8211; Sim e você está brigando como com ela?</p>
<p>&#8211; Não sei, me diga você!</p>
<p>&#8211; Ok, você aceita a rejeição dela?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você aceita o fato de que ela não quer que você mude de curso?</p>
<p>&#8211; Não né!</p>
<p>&#8211; Porque não? Ela tem que aceitar isso? Ela é obrigada a concordar com a sua mudança?</p>
<p>&#8211; Bom, pensando assim, não.</p>
<p>&#8211; Então, porque não aceitar a rejeição dela. É o seu caminho, ela pode discordar dele.</p>
<p>&#8211; Nossa é tão estranho pensar nisso&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não gostamos de ser rejeitados, fato. Porém, ela, muitas vezes é uma parte da vida. Como aceitar a rejeição e continuar sua vida com ela?</p>
<p><span id="more-4670"></span>O primeiro problema que temos que resolver para lidar com a rejeição é uma crença que diz que: &#8220;as pessoas devem me aprovar&#8221; ou &#8220;é importante que me aprovem&#8221;. As pessoas não devem aprovação à ninguém e, portanto, elas não precisam lhe dar isso. Quando nos colocamos com os outros nos devendo aprovação ficamos irritados ao não obter e achamos que estamos sendo injustiçados. Por outro lado, a crença na importância da aprovação do outro lhe coloca numa perigosa situação de dependência. É como se a aprovação funcionasse como um aval de funcionamento, sem ela você não funciona, não continua seus projetos.</p>
<p>Aprender que ninguém lhe deve aprovação e que as pessoas tem o direito de rejeitarem ou reprovarem as suas ideias e atitudes é um ponto fundamental para lidar com a rejeição. Isso, nos leva ao segundo passo:</p>
<p>Perceber que o que está sendo rejeitado não é o seu &#8220;eu&#8221;, mas sim suas características. Muitas pessoas sentem-se rejeitadas pelo que são ao terem uma ideia negada, por exemplo. Uma coisa é a sua essência, o lugar de onde as ideias nasceram, outra é a ideia em si. O problema, neste caso é a identificação com as características que pode ser muito rígida e impedir a pessoa de olhar coisas simples.</p>
<p>Por exemplo, a pessoa pode sentir-se profundamente mal ao ser rejeitada por uma pessoa que não quis ficar com ela, se ela se identifica excessivamente com suas características, irá entender que ela foi rejeitada e não as características dela. Assim entenderá que o eu dela não serve para ficar com ninguém. Outra pessoa, menos apegada poderia pensar: &#8220;essa pessoa não gosta dessas características, vou procurar quem gosta&#8221;.</p>
<p>Aprender a olhar as críticas e compará-las com a sua percepção é o terceiro passo e envolve esses acima. Observar aquilo que está sendo dito de uma forma não identificada significa comparar o conteúdo do que é dito com o que eu percebo. Muitas vezes podemos concordar com a crítica e com a rejeição porque percebemos nos motivos que levaram a pessoa nos rejeitar algo válido. Outras vezes não. Observando de maneira imparcial podemos aprender muito com rejeição e nos tornarmos ainda mais sábios.</p>
<p>Outro grande problema em lidar com a rejeição é que não queremos aceitá-la. Aceitar a rejeição significa, também, viver sem a aprovação de uma pessoa que, muitas vezes, é uma pessoa importante para nós. Não se trata, sempre, de uma questão de dependência, mas muitas vezes de uma questão de maturidade ou simplesmente de preferência.</p>
<p>As rejeições familiares frente à decisões profissionais dos filhos é um exemplo marcante disso. Algumas vezes o filho precisa amadurecer o seu papel de filho e de pessoa e compreender que nem sempre contará com o apoio dos pais. São situações que denotam perspectiva de conseguir estar só no mundo, encontrar soluções próprias e entender as diferenças sem zangar-se com elas, a tristeza, por outro lado é super compreensível pela perda que traz na relação. De outro lado pode ser uma questão de gostar de estar com os pais e não poder contar com isso. Novamente é importante saber que nem sempre as pessoas mais próximas vão nos apoiar e, viver com a rejeição, torna-se então a norma.</p>
<p>Aceitar-se rejeitado por uma ideia é algo que mexe na identidade da pessoa além da maneira pela qual ela se comporta no mundo. O lado positivo da rejeição está justamente aí, por mais paradoxal que seja isso, que ao entender que nem sempre as pessoas estarão do meu lado, também me entendo livre para ser quem sou mesmo sem elas. É, talvez, a prova mais importante da percepção de ser um ser individual.</p>
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		<title>Pode ou não pode?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/04/pode-ou-nao-pode/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 12:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E eu posso fazer isso Akim? Não, sei, você pode? Também não sei&#8230; Você me parece ser capaz de fazer isso não? Sim&#8230; também acho. Então? Mas&#8230; sei lá&#8230; pode fazer isso assim desse jeito? Você está querendo que eu te diga se você é capaz ou que eu te de permissão para agir? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/04/pode-ou-nao-pode/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pode ou não pode?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E eu posso fazer isso Akim?</li>
<li>Não, sei, você pode?</li>
<li>Também não sei&#8230;</li>
<li>Você me parece ser capaz de fazer isso não?</li>
<li>Sim&#8230; também acho.</li>
<li>Então?</li>
<li>Mas&#8230; sei lá&#8230; pode fazer isso assim desse jeito?</li>
<li>Você está querendo que eu te diga se você é capaz ou que eu te de permissão para agir?</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes no consultório as pessoas me fazem esta pergunta &#8220;posso?&#8221;. A pergunta sempre tem um duplo sentido que eu gosto de colocar para levar a pessoa a refletir sobre o que ela está perguntando.</p>
<p><span id="more-3576"></span></p>
<p>&#8220;Posso&#8221; pode significar uma pergunta relativa à capacidade da pessoa, se ela vai ou não conseguir realizar determinada tarefa, se ela é ou não competente. Nesse sentido é importante avaliarmos com a pessoa se ela confia nas suas competências, se ela sabe o que fazer e como fazer. Este é o caso em que a pessoa pode, por exemplo, saber o que fazer, mas não confiar em si, caso, no qual, o desenvolvimento da auto confiança se faz fundamental</p>
<p>Também pode ser o caso de uma pessoa que simplesmente não sabe o que fazer. Aqui temos que trabalhar com a geração de competências que levarão a pessoa a conseguir executar aquilo que deseja. Além disso temos a situação da pessoa que sabe, porém teme alguma consequência do seu ato e isso é o que a impede de fazer o que tem que fazer. Nesse último caso devemos trabalhar nela as competências para lidar com o seu medo ou simplesmente ajudar a compreender que o que ela teme é algo &#8220;natural&#8221;, por exemplo: nem sempre as pessoas ficam felizes ao receberem um limite, fazem cara feia e podem até brigar com a gente, porém isso não significa que o limite seja inadequado.</p>
<p>Posso, no entanto, pode significar um pedido de permissão. Nestes casos a pessoa não está perguntando, mas sim pedindo ao terapeuta que ele permita que ela execute determinada ação. O ponto a ser trabalhado aqui é a liberdade que a pessoa se dá em agir conforme o seu próprio raciocínio. Muitas pessoas refletem sobre suas condições e fazem um ótimo trabalho com isso, no entanto, no momento de agir, esperam sentadas que alguém lhe de o &#8220;sinal verde&#8221;. Em geral esperam a vida toda por isso.</p>
<p>Permitir-se envolve uma boa dose de reflexão, condições para a ação e coragem. Existe um momento em que a pessoa deve desenvolver dentro dela a ousadia para agir sem o consentimento de terceiros, tomando como base apenas aquilo que ela própria considera como adequado a fazer. Muitos de nós emperram neste momento sempre esperando que um pai, mãe ou figura de autoridade lhe de a carta de euforia para agir conforme seus próprios desejos.</p>
<p>Assumir a responsabilidade por seus atos não é para qualquer um. Muitas pessoas sentem medo e acomodação em relação à isso. Se de um lado não fazem aquilo que acham que deveriam estar fazendo a fim de levar uma vida honesta consigo, de outro sentem-se confortáveis numa vida que não lhes tira da zona de conforto e não os fazem lançar-se desafios que temem. Aprender a lidar com frustração, egos idealizados e preguiça são fatores importantes neste tipo de demanda.</p>
<p>E você? Pode ou não pode?</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Força</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 10:56:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco. Porque? Porque vou estar fazendo o que ele quer. Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância? Mas o que vão pensar? Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Força</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/">Força</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-4364" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04-300x230.jpg" alt="277_forca_otimismo_04" width="300" height="230" /></a></p>
<ul>
<li>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco.</li>
<li>Porque?</li>
<li>Porque vou estar fazendo o que ele quer.</li>
<li>Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância?</li>
<li>Mas o que vão pensar?</li>
<li>Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber que uma ideia é melhor que outra?</li>
<li>Não é fraqueza isso.</li>
<li>E não é isso, em síntese o que está acontecendo?</li>
<li>Sim.</li>
<li>Se não fosse seu pai dizendo isso, você estaria tão relutante em aceitar?</li>
<li>É&#8230; pensando bem&#8230; não&#8230;</li>
<li>Então, o que é ser forte nesse momento?</li>
<li>Pensando assim&#8230; talvez se eu falar que concordo vou ser mais forte porque&#8230; bem&#8230; eu sempre falo que ele nunca aceita ideia de ninguém mesmo que concorde com ela.</li>
<li>E?</li>
<li>Bem, eu prego contra isso, e se eu não aceitar farei o mesmo que ele.</li>
<li>E se aceitar?</li>
<li>Vou estar de acordo com o que eu penso: uma boa ideia é uma boa ideia, não importa de quem venha.</li>
</ul>
<p>O que é &#8220;ser forte&#8221;? Muitas pessoas em seus processos de terapia acabam mostrando medo em sentir-se fracas. Assim, fazem &#8220;algo&#8221; para não se mostrar &#8220;fracas&#8221; e chamam isso de &#8220;força&#8221;, seria &#8220;ser forte&#8221; fugir de &#8220;ser fraco&#8221;?</p>
<p>A estratégia por detrás desta maneira de agir é de afastamento. Ou seja, imagino aquilo que não quero e ajo de uma maneira que me pareça distante daquilo que não quero, afasto-me daquilo que temo ou não desejo. Isso, como o leitor pode ter deduzido, não nos conduz ao que desejamos. Ou seja fugir ou esquivar-se de uma briga não quero dizer que sei como me defender caso tenha que lutar.</p>
<p>E é aí que o conceito de &#8220;força&#8221; emocional ou psicológica se aplica. Força no sentido físico é a quantidade de energia aplicada a determinado objeto. É uma medida quantitativa. Quando levamos esta ideia para a mente e as emoções &#8220;força&#8221; significa a disposição que a pessoa tem para enfrentar de maneira adequada determinadas situações. Neste sentido a força não tem a ver com o comportamento em si, mas sim com sua adequação à situação, às emoções de quem vive ela e com os objetivos da pessoa. Ser forte, é algo relativo e não definitivo, o mesmo comportamento que pode demonstrar força em uma situação pode ser evidência de fraqueza ou de fuga em outra.</p>
<p>O que fazer se quero ser forte?</p>
<p>Em primeiro lugar é importante parar de fugir. A fuga é uma estratégia sábia e importante em momentos nos quais o ônus de lutar será maior do que conseguimos suportar. Como diz o ditado romano: o bom general sabe quais batalhas lutar e quais não lutar. Parar de fugir significa encarar aquilo que tememos e responder à pergunta: o que seria ser forte nessa situação?</p>
<p>Uma vez respondida esta pergunta é importante ligar isso à situação e ao que desejo. Pessoas com problemas de dependência tem nisso a missão de suas vidas. Não basta dizer &#8220;não quero ser dependente&#8221;, mas sim compreender &#8220;o que é ser dependente?&#8221;, &#8220;de que maneira percebo que estou agindo de forma dependente&#8221;, &#8220;como me sinto ao fazer isso&#8221;, &#8220;o que isso acarreta para minha auto estima&#8221;. Isso é encarar o medo, esse é o começo da força: conhecer suas fraquezas. É assim que se constrói uma fortaleza: conhecendo seu terreno, suas fraquezas e virtudes.</p>
<p>O segundo ponto é: &#8220;o que preciso fazer para sentir que sou forte?&#8221; Veja que &#8220;sentir-me forte&#8221; é diferente de &#8220;não sentir-me fraco&#8221;. &#8220;Como vou evidenciar que estou construindo força emocional?&#8221;, &#8220;de que maneiras posso agir para mostrar força?&#8221;. Estas perguntas conduzem a pessoa a criar um modelo para buscar. Este modelo poderá ser mudado ao longo de sua vida, ela poderá (assim espero) encontrar novas definições de força ou formas de expressá-la.</p>
<p>O terceiro ponto é agir. A ação é a maneira mais eficaz e talvez a única de realmente alterarmos nossa percepção de eu e abrirmos nossos paradigmas à novas concepções. Sem a ação temos bons planos. Com a ação teremos desafios e a insegurança natural da ação e junto com ela a energia da aventura de viver.</p>
<p>E aí, vamos construir força nessa mente e coração?</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Tão você</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2014 10:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu descobri uma coisa sobre o meu término O que foi? Que o pior não foi ter terminado. Não&#8230; o que foi? Eu já não estava muito bem antes. Sei. E isso foi o pior, porque eu entendi algo que me deixou bem mal O que? Que eu tinha me deixado&#8230; muito antes de &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/09/24/tao-voce/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Tão você</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/use.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2407" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/use.jpg" alt="use" width="400" height="266" /></a></p>
<ul>
<li>Eu descobri uma coisa sobre o meu término</p>
</li>
<li>
<p>O que foi?</p>
</li>
<li>
<p>Que o pior não foi ter terminado.</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; o que foi?</p>
</li>
<li>
<p>Eu já não estava muito bem antes.</p>
</li>
<li>
<p>Sei.</p>
</li>
<li>
<p>E isso foi o pior, porque eu entendi algo que me deixou bem mal</p>
</li>
<li>
<p>O que?</p>
</li>
<li>
<p>Que eu tinha me deixado&#8230; muito antes de ter sido deixada.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; cruel não?</p>
</li>
<li>
<p>Sim e até percebo que ele não poderia me amar mais mesmo, porque eu me abandonei&#8230; não era mais uma pessoa &#8220;apaixonável&#8221;</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; entendo&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando entramos em um relacionamento é natural que a nossa identidade se dissolva levemente na identidade do outro e na relação em si. Isso é um processo natural, normal e que é saudável para a manutenção e crescimento da relação. É quando começamos a nos pensar em relação ao outro e em relação à nossa própria relação. Quando uma decisão é refletida a partir do nosso querer e do que é melhor com relação à um terceiro e à relação que tenho com esta pessoa.</p>
<p>Quando a pessoa, no entanto, passa a refletir tudo apenas em relação ao outro existe um problema. O que não é saudável é quando a relação e o outro são colocados em primeiro lugar e/ou sempre em primeiro lugar. Porque isso é danoso? Pelo fato de que isso coloca as necessidades pessoais de quem age assim sempre em segundo plano e elas não podem estar sempre em segundo plano, outro efeito colateral é sentir culpa pelo fato de desejar alguma coisa que é tão danoso quanto o primeiro.</p>
<p>Se o conjugue se torna o único da relação não existe mais relação. Tudo o que ocorre passa a ser um pedido desesperado por afeto e aprovação. Esta humilhação desgasta qualquer pessoa e qualquer relação, é apenas quando existe um parceiro com quem interagir que algo pode ocorrer. Você pode dançar sozinho, mas não pode dizer que está dançando de dois enquanto dança sozinho. A pessoa que coloca o outro sempre em primeiro lugar está fazendo exatamente isso, deixando o outro dançar sozinho. É uma forma de abandono porque quando a pessoa se abandona ela deixa o outro sem ela e é uma dor muito difícil e estranha de ser sentida.</p>
<p>Para reverter o quadro não basta voltar a fazer as coisas que você gosta de fazer. Isto é importante e necessário e faz parte de um processo que é aprender a se recolocar perante si mesmo em primeiro lugar. Este é o processo mais importante. Aprender a merecer novamente apenas por si, dizer &#8220;nãos&#8221;, colocar a sua vontade e, por vezes, fazer algo sozinho. A relação lucra muito quando ambos conseguem ter vidas próprias além da vida em conjunto. Novamente, como eu disse existe algo saudável em deixar sua identidade se fundir com o outro e com a relação, porém os limites precisam ser estabelecidos e o limite é quando eu sei que eu ainda sou eu e tenho esta diferença bem posicionada. É quando sei que amo o outro e mesmo assim sei que não preciso concordar com ele em tudo e que não preciso ceder à tudo para ser amado por ele.</p>
<p>É importante que fique registrado que o fundamental não é o afastamento do outro, mas sim a aproximação consigo. Não se trata de não fazer porque é o outro quem está pedindo, mas sim de não fazer &#8211; por exemplo &#8211; porque é algo que me agride, com o que não concordo radicalmente. Ou então, de se permitir fazer algo que seu conjugue sugeriu porque lhe parece uma boa dica. Sempre coloco para alguns clientes que você só se perde numa relação caso se abandone, não é o outro &#8211; neste sentido &#8211; que nos abandona, mas sim, inicialmente, nós mesmos. A dor de perder alguém que amamos só pode ser comparada à dor de perdermos a nós mesmos. A boa notícia é que estamos aqui para podermos reatar o contato conosco, para isso, precisamos abrir o peito e ousar novamente.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Estrelinha</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/06/16/estrelinha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 11:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E daí ela foi embora sabe?! Claro! Deveria estar com a bunda dolorida já. Pô meu, mas sabe&#8230; ela olhou e tal, mas&#8230; Mas&#8230;? O que você estava esperando? Um sinal mais claro! Hum&#8230; como um luminoso &#8220;me beija por favor&#8221;? (risos) Seria bom. Seria né? Só que isso não ocorre&#8230; não sempre pelo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/06/16/estrelinha/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Estrelinha</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E daí ela foi embora sabe?!</p>
</li>
<li>
<p>Claro! Deveria estar com a bunda dolorida já.</p>
</li>
<li>
<p>Pô meu, mas sabe&#8230; ela olhou e tal, mas&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Mas&#8230;? O que você estava esperando?</p>
</li>
<li>
<p>Um sinal mais claro!</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; como um luminoso &#8220;me beija por favor&#8221;?</p>
</li>
<li>
<p>(risos) Seria bom.</p>
</li>
<li>
<p>Seria né? Só que isso não ocorre&#8230; não sempre pelo menos.</p>
</li>
</ul>
<hr />
<ul>
<li>
<p>Akim&#8230; você não acredita o que ele fez depois!!</p>
</li>
<li>
<p>O que?</p>
</li>
<li>
<p>Eu lá, toda linda esperando ele tomar uma atitude né?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Daí vem &#8220;aquelazinha&#8221; e senta do lado dele.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Não dá meia hora os dois se agarrando</p>
</li>
<li>
<p>E você?</p>
</li>
<li>
<p>Eu fui embora né?!</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta vez resolvi trazer dois relatos: um dos homens outro das mulheres que recebo no consultório em relação à falta de objetividade com aquilo que desejam. Existe uma diferença entre &#8220;ser fácil&#8221; e &#8220;buscar o que se quer&#8221;, assim como existe uma diferença entre &#8220;se fazer de difícil&#8221; e &#8220;impossibilitar a relação&#8221;. As confusões são enormes e envolvem defesas e dores emocionais, valores culturais assim como competência interpessoal.</p>
<p>Quando a pessoa deseja outra pessoa se inicia a paquera, o flerte no sentido de buscar definir à distância a possibilidade de uma aproximação ser bem sucedida. Muitas pessoas realizam o flerte de uma maneira que afasta as outras pessoas. Dentro delas existe o desejo, porém existe, também, o medo. Esse medo, misturado com o desejo, se traduz em atitudes ambíguas e esse tipo de atitude, em geral afasta as pessoas ao invés de aproximar.</p>
<p>O medo, por sua vez, pode ter origens em questões emocionais e ser traduzido como o medo da rejeição, de abandono, de ser enganado ou de &#8220;estragar tudo novamente&#8221;. Também pode ser um aprendizado social que diz que a pessoa não deve demonstrar o desejo de uma maneira muito aberta ou até mesmo uma incompetência social na qual o auto conhecimento e o conhecimento corporal não são bem estabelecidos fazendo com que a pessoa se expresse de maneiras que não dizem &#8211; socialmente falando &#8211; aquilo que ela quer realmente dizer.</p>
<p>Medo, em geral, tem a ver com a nossa falta de habilidade em lidar com uma determinada situação à qual não sabemos resolver e que pode nos causar de um determinado dano &#8211; físico psicológico ou emocional. Quando a pessoa aprende a lidar com a rejeição, por exemplo &#8211; um medo muito comum nos homens jovens quando começam a paquerar &#8211; ela deixa de temer uma possível rejeição da pessoa com quem está flertando. No caso da mulher &#8211; em geral &#8211; quando ela aprende a lidar com o abandono ela sente-se mais forte e menos dependente das atitudes dos homens em relação à ela.</p>
<p>Este medo é o que diferencia, por exemplo, o &#8220;se fazer de difícil&#8221; e o &#8220;impossibilitar a relação&#8221;. É como na dança: se a dama ou o cavalheiro forem demasiados duros a dança não irá ocorrer ou não será harmoniosa &#8211; no mínimo. O medo causa este excesso de &#8220;dureza&#8221;. Trabalhar com o medo nos faz perceber nossos comportamentos e se entregar ao jogo de uma maneira mais plena. &#8220;Jogar&#8221; o jogo significa envolver-se nele e o bom jogo nunca determina à priori o seu ganhador ou perdedor, isto se definirá ao longo do jogo. No caso do flerte, podemos usar esta analogia ou podemos usar uma ainda mais interessante que se traduz na criação das narrativas.</p>
<p>Gosto desta abordagem que resumo na seguinte frase &#8220;o que não nos mata, vira história para os amigos&#8221; e, por pior que seja a história, mais cedo ou mais tarde conseguimos rir dela, quando a vivemos e a contamos com honestidade. Assim, no universo do flerte os &#8220;foras&#8221; se transformam em experiência, se transformam em novos jogos &#8211; nada disso busca excluir a dor que podemos sentir, mas sim vivê-la com a &#8220;cabeça erguida&#8221; &#8211; que mantém a pessoa ativa no mundo e em sua vida. Retira ela da posição de estrelinha e a coloca na terra, com os pés no chão.</p>
<p>Esse &#8220;estrelismo&#8221; é o que faz as pessoas não buscarem o que querem. O medo do fracasso em geral se traduz num medo de terem em sua história uma &#8220;mancha&#8221;. Ora quem teme isso se entende num pedestal imaculado visto que a vida é feita de manchas. &#8220;Nada é perfeito e nisto encontramos a perfeição&#8221; é outra frase que gosto de usar. Quando mais &#8220;estrelas&#8221; precisamos ser mais nos afastamos do &#8220;estar vivo&#8221;, pois organizamos nosso comportamento em relação à uma imagem idealizada ao invés de em relação à realidade. &#8220;Imagine que eu vou fazer&#8230;&#8221; esta frase sempre está carregada de arrogância quando afasta a possibilidade de ser no mundo apenas por um julgamento pré definido ou pelo medo e incompetência de agir.</p>
<p>Então é que a pessoa embora desejosa se cala, embora querendo ir adiante se freia. É quando quem vence não é avida, mas sim a arrogância tola e infantil de não querer se ferir ou fazer papel de bobo. Porque chamo isso de tolo? Porque na vida todos fazemos esses papéis pois ninguém sabe de tudo, pode tudo e conhece tudo. Ninguém é inatingível para nunca se ferir e ninguém sabe tudo para nunca se enganar. Aceitar isso é aceitar a realidade da existência humana, da condição humana assim como assumir o desejo. E, ao fazê-lo é que podemos, enfim, buscar aquilo que desejamos das maneiras mais variadas, mas sempre em sintonia com quem desejamos ser.</p>
<p>Acredito que não é necessário estabelecermos padrões de conduta para homens e para mulheres. Particularmente, creio que quanto mais comportamentos uma pessoa tem em seu repertório, mais proveitosamente ela poderá viver a sua vida utilizando suas habilidades da maneira que julgar conveniente. A questão é que, tanto para homens quanto para mulheres, pode ser muito útil saber tanto &#8220;dar em cima&#8221; quanto &#8220;esperar o outro tomar a iniciativa&#8221;.</p>
<p>Creio que é importante ir além dos conceitos de gênero que ligam determinados comportamentos à homens e outros à mulheres podendo incluir este comportamentos, ou seja, uma mulher pode agir esperando o homem tomar a iniciativa e isso ser muito prazeroso e íntimo para os dois assim como pode &#8220;dar em cima&#8221; e ter o mesmo efeito. Minha experiência me leva à crer que isso depende mais da situação, do momento de vida da pessoa e dos envolvidos do que necessariamente de uma questão simples de ser &#8220;homem&#8221; ou &#8220;mulher&#8221;.</p>
<p>Este artigo visa esclarecer as algemas que engessam as pessoas a terem uma riqueza de comportamento para que elas possam retirar as algemas, ganharem flexibilidade e aproveitarem ainda mais suas vidas, espero ter atingido intento.</p>
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		<title>Dor que não se cala</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/04/09/dor-que-nao-se-cala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 11:04:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas é que é uma coisa que me acompanha desde sempre sabe? &#8211; Entendo&#8230; você sempre teve esta sensação, porque não fala muito sobre ela? &#8211; Ah&#8230; não sei&#8230; tenho tipo vergonha sabe? &#8211; Vergonha? O que te faz sentir vergonha dessa sensação? &#8211; É que é uma coisa que parece infantil sabe? &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/04/09/dor-que-nao-se-cala/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Dor que não se cala</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas é que é uma coisa que me acompanha desde sempre sabe?</p>
<p>&#8211; Entendo&#8230; você sempre teve esta sensação, porque não fala muito sobre ela?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; não sei&#8230; tenho tipo vergonha sabe?</p>
<p>&#8211; Vergonha? O que te faz sentir vergonha dessa sensação?</p>
<p>&#8211; É que é uma coisa que parece infantil sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim&#8230; mas mesmo assim acho que é importante de falar não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É&#8230; Sabe&#8230; eu nunca me senti merecedora de ser amada, de ter coisas boas&#8230;</p>
<p>&#8211; Sério? E se sente como se não é merecedora?</p>
<p>&#8211; Eu me sinto uma pulha&#8230;</p>
<p>&#8211; Entendo&#8230; deve ser duro para você isso não: sentir-se assim e &#8220;continuar tocando&#8221;</p>
<p>(Ela chora um pouco e diz)</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Que tal aqui você poder falar abertamente sobre a pulha que você acha que é ao invés de precisar se mostrar poderosa?</p>
<p>&#8211; Pra que?</p>
<p>&#8211; Pra vermos se você realmente é uma pulha ou se está na hora de melhorarmos esta auto imagem oras!!</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; entendi&#8230; tá bem então&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos temos dores. Alguns mais outros menos.</p>
<p>A dor de não sentir-se merecedor é uma que dói muito profundamente. Em geral as pessoas não querem assumir que sentem-se assim com elas mesmas, na atual cultura de &#8220;ame-se acima de tudo&#8221; sentir isso é quase um sacrilégio, porém isso não impede que as pessoas sintam-se assim pelas mais variadas razões.</p>
<p>Em meus atendimentos tenho visto muitas pessoas se esquivarem dessa sensação à todo custo, mas, invariavelmente, elas acabam chegando neste ponto de suas vidas assim como de suas terapias: eu mereço ser feliz? Aos olhos da cultura esta pergunta é de fácil resposta, porém nem sempre as pessoas conseguem incorporar esta realidade dentro delas mesmas. Em geral vejo as pessoas arranjando as justificativas mais interessantes para validarem o seu sofrimento.</p>
<p>Esta &#8220;dor que não se cala&#8221; vive dentro de nós sempre dizendo &#8211; nos piores momentos &#8211; o quanto fizemos coisas erradas, quanto não somos belos, inteligentes, fortes, rápidos ou qualquer outra característica o suficiente para &#8220;merecermos&#8221; a felicidade. Mas talvez a grande pergunta realmente seja precisamos merecer a felicidade?</p>
<p>Uma coisa é, obviamente, o compromisso e o &#8220;correr atrás&#8221;, buscar aquilo que queremos. Neste sentido &#8220;merecer&#8221; significa &#8220;fazer por&#8221;, empenhar-se e mostrar as competências necessárias para atingir aquilo que queremos ou que precisamos. Este é o sentido de felicidade que implica as pessoas buscarem ativamente aquilo que as fazem felizes.</p>
<p>Outra, totalmente diferente, é uma disposição pessoal que nos diz &#8220;eu mereço&#8221;. É a diferença entre aquela pessoa que fica pensando &#8220;será que dou &#8220;oi&#8221; para ele (a)?&#8221; e aquela que já deu o &#8220;oi&#8221;. Neste sentido, embora você possa ficar estarrecido com o que vou dizer, não adianta a cultura querer propiciar nada para a pessoa, ou ela sente isso dentro dela ou não sente. É uma conquista pessoal por mais que se deseje estabelecer isso como algo cultural.</p>
<p>Porque penso assim?</p>
<p>Pelo fato de que mesmo vivendo numa cultura que prega a auto-estima e a felicidade vejo que as pessoas, nas suas relações, aprendem a sentirem-se ou não merecedoras de algo melhor, de uma vida plena e de felicidade. Não é a cultura que dita isso, mas sim uma percepção interna da pessoa na qual ela aceita a si tal como é, respeita aquilo que é e então consegue dizer-se: &#8220;eu mereço o que me faz bem&#8221;.</p>
<p>O merecimento não trata de uma &#8220;vida melhor&#8221; &#8211; embora você possa chamar isso por este nome &#8211; estamos buscando algo muito mais simples do que uma vida melhor, buscamos simplesmente aquilo que nos faz bem, que enriquece nossa alma e nos alegra, aquilo que nos causa orgulho e sensação de conquista. Porém o paradoxo é que se não nos aceitamos tal como somos este merecimento nunca virá e teremos sempre um medo velado de dizer o que pensamos, sentir o que sentimos e viver como desejamos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Ser diferente</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/03/19/ser-diferente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 11:11:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Sabe Akim, é muito difícil para mim porque eu me percebo diferente de todos lá em casa. &#8211; Sei. &#8211; É estranho não se identificar com ninguém da sua família, uma coisa ou outra só, mas, em geral, quase nada! Sou diferente nos hábitos, comportamentos e ideias!! &#8211; Entendo. Puxa&#8230; parabéns! &#8211; Parabéns!?! &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/03/19/ser-diferente/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ser diferente</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Sabe Akim, é muito difícil para mim porque eu me percebo diferente de todos lá em casa.</p>
<p>&#8211; Sei.</p>
<p>&#8211; É estranho não se identificar com ninguém da sua família, uma coisa ou outra só, mas, em geral, quase nada! Sou diferente nos hábitos, comportamentos e ideias!!</p>
<p>&#8211; Entendo. Puxa&#8230; parabéns!</p>
<p>&#8211; Parabéns!?!</p>
<p>&#8211; Sim, você é você! Quem bom que percebeu isso não é!?</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230; estou meio que sem saber o que dizer!</p>
<p>&#8211; É claro que você é diferente, agora me conte: será que não está confundindo &#8220;ser diferente&#8221; com &#8220;não ter um lugar&#8221;?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; eu acho que é isso sim&#8230; porque eu brigo muito com minha família por ser do jeito que sou.</p>
<p>&#8211; Claro, e é possível que existam brigas e divergências, ressentimentos até, mas uma coisa é diferente da outra, percebe?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Talvez até o lugar que você tenha na sua casa não seja aquele que você quer, ou o que você acha que deveria ter sido dado à você.</p>
<p>&#8211; Pode ser&#8230; acho que tem a ver.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; mas o tema é: como viver sendo diferente mesmo? Onde existem os encaixes entre você e eles? Afinal de contas, é nisso que você vai poder aproveitar não é mesmo?</p>
<p>&#8211; É&#8230; acho que sim.</p>
<p>No post &#8220;diferenças&#8221; falei sobre a diferença e a aceitação da mesma. Trabalhei com o post sob o ponto de vista da relação frisando a importância da perspectiva de conhecer o outro em sua diferença. Neste post trabalharei com um aspecto diferente que é o &#8220;perceber-se diferente&#8221;.</p>
<p>Ocorre que todos nós somos diferentes, ninguém é igual à ninguém essa é uma realidade humana. Perceber-se diferente, no entanto, pode suscitar muitos medos e brigas, não por causa da diferença em si, mas por causa da maneira pela qual as pessoas reagem à diferença. O medo é o primeiro passo à ser vencido. Ao perceber a diferença damos à ela significados &#8220;porque o outro é assim?&#8221;, &#8220;o que será que isso quer dizer?&#8221;, &#8220;o que isso quer dizer para a nossa relação?&#8221; e &#8220;será que isso é para nos punir, ou que ele (a) não nos ama mais?&#8221;.</p>
<p>Vencer este estágio e perceber que a diferença é somente a diferença, a afirmação de uma nova pessoa com características, desejos e aspirações próprias é um dos antídotos para este mal. A presença do amor é possível mesmo que existam as mais profundas diferenças de crenças e de comportamentos, para isso basta a aceitação da diferença e o respeito. Os romanos, eram muito instintivos em aceitar as crenças de outros povos, todas as religiões tinham um lugar dentro dos muros da cidade.</p>
<p>O medo deve ser vencido tanto por um lado quanto pelo outro. Quem percebe-se diferente tem o medo da exclusão, do exílio, como gosto de chamar. Muitas vezes, ao longo da história, a pessoa diferente era exilada, enviada para fora da cidade. Isso marcava a sua diferença. Porém, metaforicamente falando, o diferente já se coloca &#8220;fora dos muros&#8221; quando ele se percebe diferente. Não é uma questão de &#8220;ser mandado&#8221; embora, ele já &#8220;se mandou&#8221;.</p>
<p>E é muito comum que a pessoa passe a reagir agressivamente pelo medo de ser exilada e lute contra a família ou o grupo por causa de sua diferença. &#8220;Não há um lugar para mim aqui&#8221; grita à pleno pulmões, mas o fato é que o &#8220;lugar para mim&#8221; deve ser negociado e não integrado plenamente como espera, muitas vezes, o &#8220;ser diferente&#8221;. O filho pode querer estudar bateria às 22:00 porque é um &#8220;horário inspirador&#8221;, porém o restante da vizinhança precisa dormir neste horário. Embora aceita a diferença é preciso compreender que ela deve existir num meio com outras diferenças.</p>
<p>Se a pessoa compreende que isso é apenas uma adequação de rotinas e comportamentos sem acionar, com isso, o medo de ser exilado, ela pode perceber melhor as diferenças dos outros e, com isso, criar rotinas mais interessantes. Se não ficará magoado e tenderá a se exilar buscando um lugar onde &#8220;não vão lhe dizer o que fazer&#8221;, este nível de maturidade ainda é centrada no outro e causa grande ressentimento mesmo quando a pessoa consegue um lugar próprio para ela, visto que conseguir isso afirma que ela foi exilada e que nunca poderia ser aceita no seu lugar de origem. A sensação de exílio é muito triste.</p>
<p>O grande passo é o de perceber a diferença como aliada do seu próprio processo e perceber em como a diferença pode auxiliar o grupo. O que da sua individualidade pode somar na organização pré-existente? Isso abre as portas para afirmar a diferença e, ao mesmo tempo, criar a empatia. Com isso a segurança de um chão aumenta e a pessoa pode desejar alçar voos para longe do ninho por escolha e desejos próprios e não para fugir de um lar que não o deseja.</p>
<p>Creio que esta compreensão seja fundamental para quem &#8220;se percebe diferente&#8221; poder viver com a sua percepção.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Vaidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 12:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fui lá e postei né? &#8211; Sim. &#8211; Depois eu fui com um amigo meu dar uma volta no parque e esqueci o telefone em casa, quando cheguei fui ver quantos tinham curtido &#8211; E aí? &#8211; Tragédia né? Cara&#8230; ninguém deu um likezinho sequer!! &#8211; Ah é? E aí? &#8211; Ah, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/09/18/vaidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Vaidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fui lá e postei né?<br />
&#8211; Sim.<br />
&#8211; Depois eu fui com um amigo meu dar uma volta no parque e esqueci o telefone em casa, quando cheguei fui ver quantos tinham curtido<br />
&#8211; E aí?<br />
&#8211; Tragédia né? Cara&#8230; ninguém deu um likezinho sequer!!<br />
&#8211; Ah é? E aí?<br />
&#8211; Ah, daí tirei aquela porcaria de lá!<br />
&#8211; Ah é? Hum&#8230; e porque isso?<br />
&#8211; Simples: se ninguém quer ver, porque coloco isso lá?<br />
&#8211; Porque, de fato? Porque você posta o que posta?<br />
&#8211; Porque você está me perguntando desse jeito?<br />
&#8211; Você sabe porque, não sabe?<br />
&#8211; Hum&#8230; tem a ver com minha auto-estima?<br />
&#8211; O que você acha? Pare e pense: eu tiro as coisas do MEU facebook porque os outros não dão like it. Fico pensando o dia que você tiver uma casa como será feita a decoração dela&#8230;<br />
&#8211; Tá&#8230; é verdade&#8230; entendi&#8230; Porra, mas porque é tão difícil para mim isso?<br />
&#8211; Qual o problema em não receber as curtidas?<br />
&#8211; Sei lá, parecia uma falha minha entende?<br />
&#8211; Entendo, mas é, de fato uma falha? Uma falha no que?<br />
&#8211; Porque daí eu não sou olhado com desejo e eu acho que eu&#8230; preciso disso sabe?<br />
&#8211; Sei, mas quem é que precisa se desejar?<br />
&#8211; Eu sei, sou eu não é?</p>
<p>&#8220;Fazer algo que eu não quero, para mostrar para pessoas com quem eu não me importo que sou uma pessoa que eu não sou&#8221;.<br />
A frase forte parece fazer total sentido hoje em dia, mas porque a vaidade tem se tornado tão forte?</p>
<p>Nossa sociedade tornou o indivíduo o ponto mais importante da sua cultura, tudo gira em torno do indivíduo: suas opções de vida, seus afetos, suas compras, sua auto-imagem. O ponto benéfico disso foi que deu-se valor à pessoa, aos desejos individuais, aprendemos a ter liberdade para agir conforme desejamos. O que vemos, no entanto, é que isso está valorizado de uma forma desproporcional, ao ponto em que inverte-se o quadro que existia antigamente: se antes tínhamos a sociedade em primeiro lugar e o indivíduo em segundo, temos hoje o individual em primeiro e o social em segundo e isso abre espaço para a vaidade tal como está hoje.</p>
<p>Ocorre que a imagem do indivíduo torna-se muito mais importante do que realmente é. Portanto a vaidade torna-se uma arma e uma &#8220;necessidade&#8221; social. Aparecer &#8211; e aparecer dentro do que se considera aparecer &#8220;bem&#8221; &#8211; torna-se algo vital para as pessoas. As redes sociais são exemplo disso quando as pessoas dão ou tiram valor de suas próprias atividades mediante à quantidade de &#8220;like it&#8221; (&#8220;curtir&#8221;) que suas postagens possuem. Como no caso acima: &#8220;vou parar com isso porque não recebi likes&#8221;. A imagem projetada e &#8220;curtida&#8221; torna-se mais importante do que a experiência interna da pessoa, ou pior: apenas torna-se adequada mediante aos &#8220;curtir&#8221; recebidos. Paradoxalmente isso faz com que o excesso de individualismo nos traga uma versão repaginada e atualizada da importância que o social possuía anos atrás.</p>
<p>O que fazer com a vaidade?</p>
<p>Vamos entender que a vaidade é a forma pela qual a pessoa lida com a imagem que possui. A quantidade de atenção e a qualidade de atenção dedicada à auto-imagem, ao que aparece e que não aparece desta auto-imagem. Apenas isso, sem julgamentos morais.<br />
Entendida desta forma precisamos checar inicialmente qual o foco da auto-imagem: interno ou externo. Ou seja, a preocupação da pessoa é com o que ela deseja ver ou com o que os outros desejam ver? Este primeiro ponto é importante para entendermos a direção com a qual a pessoa filtra quem ela é.<br />
Um segundo ponto importante é: qual o objetivo da minha auto-imagem? Emocionalmente falando sempre mostramos facetas de quem somos de maneira à gerar um resultado. Mesmo que isso seja feito de forma inconsciente ainda assim é muito poderoso. Aí então entra a pergunta para refletirmos se desejamos alcançar uma percepção mais limpa e adequada de nós mesmos, mostrando quem somos para nos relacionarmos melhor ou se nossa preocupação está em sempre mostrar alguém perfeito e sem defeitos para ser amado por todos o tempo todo.</p>
<p>Estas duas perguntas são um &#8220;start&#8221; para você aprender a se posicionar em relação à sua auto-imagem: interna ou externa? &#8220;Sincera&#8221; ou buscando aprovação? Estes dois elementos são fundamentais para saber se você precisa trabalhar com a sua vaidade e auto-imagem. Quando a balança pende demais para o externo e busca de aprovação é importante checar a sua auto-estima porque, provavelmente ela está precisando de ajuda.</p>
<p>Abraço<br />
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