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	<title>Arquivos Modelo de mundo - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O tempo cura! (cura?)</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/04/15/o-tempo-cura-cura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 11:50:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ah Akim&#8230; eu não sei direito&#8230; É difícil este tema pra ti né? Está sentindo isso como uma perda? Sim! Eu perdi ela mesmo&#8230; não percebi o que estava acontecendo&#8230; mas sei lá&#8230; deixa assim&#8230; uma hora passa. Sei&#8230; é um jeito de encarar. O tempo sabe? Acredito muito nisso. No que? Que o tempo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/04/15/o-tempo-cura-cura/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O tempo cura! (cura?)</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/download-22.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3221" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/download-22.jpg" alt="download (22)" width="252" height="200" /></a></p>
<ul>
<li>Ah Akim&#8230; eu não sei direito&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>É difícil este tema pra ti né? Está sentindo isso como uma perda?</p>
</li>
<li>
<p>Sim! Eu perdi ela mesmo&#8230; não percebi o que estava acontecendo&#8230; mas sei lá&#8230; deixa assim&#8230; uma hora passa.</p>
</li>
<li>
<p>Sei&#8230; é um jeito de encarar.</p>
</li>
<li>
<p>O tempo sabe? Acredito muito nisso.</p>
</li>
<li>
<p>No que?</p>
</li>
<li>
<p>Que o tempo ajuda a curar as coisas.</p>
</li>
<li>
<p>Sim, ou a gangrenar também&#8230; afinal você ficou um bom tempo sem perceber o que aconteceu na sua relação e ela terminou.</p>
</li>
<li>
<p>Pô&#8230; precisa falar assim?</p>
</li>
<li>
<p>Para te colocar em contato com o real? Sim! Não gosto, mas preciso&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Tá&#8230; é foda, mas você tá certo&#8230; é que eu não gosto disso&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Eu sei, eu sei&#8230;.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tempo cura. Ouvi esta frase inúmeras vezes na clínica ao longo dos anos. Conclusões? Sim, algumas que compartilho com o leitor aqui.</p>
<p>O tempo cura? Não!</p>
<p>O que o tempo faz? Várias coisas e elas podem ajudar você a se curar ou a se enterrar ainda mais profundamente. Em primeiro lugar precisamos entender  o que se quer dizer com &#8220;o tempo cura&#8221;: não é o &#8220;tempo&#8221; em si, porque o &#8220;tempo&#8221; não é uma entidade metafísica que se materializa e bate na sua cabeça te curando de alguma coisa. Assim o que se quer dizer com esta frase é que a passagem do tempo cura, ou seja, o passar dos dias, meses e anos tem um efeito curativo e/ou terapêutico. Se isso fosse verdade não existiriam traumas! O que acontece na infância ou na adolescência seria &#8220;curado&#8221; e todos viveriam felizes depois de um mês ou dois. Obviamente a vida não é assim.</p>
<p>O passar do tempo é algo que proporciona alguns elementos: perspectiva e tempo de habituação. A passagem do tempo faz com que consigamos ver um determinado acontecimento em perspectiva temporal distinta. Olhar para uma briga que tivemos ontem no dia de hoje é diferente de olhar a mesma briga daqui a um ano. Os elementos que realmente ficam em evidência são distintos e muitas vezes aprendemos algo ao longo do caminho que classifica a briga como idiota.</p>
<p>A habituação é o efeito de tornarmos comum uma determinada rotina ao longo do tempo. Sabemos que hábitos, por exemplo, precisam de um tempo de pelo menos 3 meses para se solidificarem. Assim sendo quanto mais passa o tempo, mais tendemos a assumir um determinado comportamento ou ponto de vista caso a repetição deste comportamento esteja presente.</p>
<p>E é aí que afirmo que o tempo não cura. Habituar-se e ter perspectiva de longo prazo podem ser elementos que servem tanto para o &#8220;bem&#8221; (ou &#8220;cura&#8221;) quanto para o &#8220;mal&#8221; (ou &#8220;ferida&#8221;). Pode-se, por exemplo, criar o hábito ao longo do tempo de remoer a dor que se sentiu durante uma briga. Assim todos os dias penso na dor que senti quando uma pessoa me feriu e crio este hábito. Junto com isso a pessoa pode ficar vendo a perspectiva de longo prazo prestando atenção em quanto tempo faz que a pessoa o feriu &#8220;e nem me pediu desculpas ainda&#8221;. Obviamente esta maneira de &#8220;passar o tempo&#8221; não vai ajudar a curar nada!</p>
<p>Por outro lado, quando percebo que a pessoa busca compreender a sua situação atual e adaptar-se à ela, sei que o tempo irá ajudar. Quando busca olhar o passado e tentar aprender com ele e enriquecer a sua vida e suas experiências, entendo que a pessoa está criando um hábito que ira ajudar: aprender e evoluir. Muitas pessoas fazem isso: olham para o passado com uma &#8220;distância quente&#8221; e buscam novos pontos de vista sobre ele que possam ajudar ela a crescer e a compreender a sua própria história. Quando fazem isso o tempo ajuda e muito, pois estes hábitos tendem a se solidificar, como já afirmei acima, e, com isso, a pessoa desenvolve e solidifica um hábito muito positivo.</p>
<p>E você? Se afunda na dor ou busca novos horizontes mesmo no seu passado?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Sobre atuar</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/02/23/sobre-atuar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 11:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinto como se eu estivesse preso sabe? Sim. Quem prendeu você? Não sei&#8230; Será que você está realmente preso? Não&#8230; é só jeito de dizer&#8230; Sim, é claro, porém, se você não fosse o &#8220;preso&#8221;, quem você poderia ser nessa situação? Sei lá&#8230; eu poderia ser o livre! Hum&#8230; como livre, o que você poderia &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/02/23/sobre-atuar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sobre atuar</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/manaus-amazonas-amazonia-curso-feito-estudantes-artistas-teatro-sesc_acrima20130227_0040_15.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2978" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/manaus-amazonas-amazonia-curso-feito-estudantes-artistas-teatro-sesc_acrima20130227_0040_15.jpg" alt="manaus-amazonas-amazonia-curso-feito-estudantes-artistas-teatro-Sesc_ACRIMA20130227_0040_15" width="426" height="272" /></a></p>
<ul>
<li>Sinto como se eu estivesse preso sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. Quem prendeu você?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Será que você está realmente preso?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; é só jeito de dizer&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Sim, é claro, porém, se você não fosse o &#8220;preso&#8221;, quem você poderia ser nessa situação?</p>
</li>
<li>
<p>Sei lá&#8230; eu poderia ser o livre!</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; como livre, o que você poderia fazer que o prisioneiro não pode?</p>
</li>
<li>
<p>Eu poderia escolher fazer alguma coisa!</p>
</li>
<li>
<p>E você não pode?</p>
</li>
<li>
<p>Posso&#8230; eu acho&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Que escolha, então, você faria que você não está fazendo ou nem sequer cogitando em fazer?</p>
</li>
</ul>
<p>Ter relacionamentos é um fato inequívoco na vida de todo ser humano. Não há como não se relacionar da mesma maneira que não há como não se comunicar. O cérebro humano é uma &#8220;máquina&#8221; de criar relações, com outros seres humanos, com o meio ambiente, com ideias e sensações que vem de dentro do próprio corpo humano. Um tema que é importante dentro de uma relação é: quem sou dentro desta relação?</p>
<p>Este tema nos leva à questão do papel e da identidade da pessoa frente à relação. A identidade é uma característica interessante de ser estudada porque ela pode assumir várias facetas em contextos diferentes. Assim, sempre que estou trabalhando com um cliente a pergunta &#8220;quem é você em relação à&#8221; é uma constante.</p>
<p>É importante a pessoa perceber &#8220;quem é&#8221; quando pensa em si, no seu papel profissional, no seu relacionamento com filhos e conjugue, na sua família de origem e mesmo frente à um determinado problema. A maneira pela qual a pessoa de identifica quando pensa nas situações que vive faz muita importância em relação à como ela percebe o problema, a situação e ao que ela irá se permitir fazer nessa situação.</p>
<p>Por exemplo, quando uma pessoa diz &#8220;me sinto presa nessa situação&#8221;, ela pode estar se identificando como um prisioneiro. Ora, se ela é um prisioneiro, quem é a situação? O carcereiro? A prisão? O juiz que a colocou na prisão? Enquanto a pessoa se percebe como um preso é importante refletir se ela tem culpa em estar presa, ninguém deveria ser preso por acaso. Se ela está presa e está cumprindo pena, de quanto tempo será esta pena? A metáfora da identidade que a pessoa se dá frente às situações a faz refletir em uma ou em outra direção, assim, é importante refletir se a metáfora é adequada. Será que &#8220;preso&#8221; é realmente o que está acontecendo com você? Alguém te prendeu ou você escolheu mal?</p>
<p>Isso porque questionar a identidade com a qual entramos numa determinada situação é questionar, também, o nosso papel dentro dela. Papeis são definidos pelas funções que a pessoa desempenha. Assim, a cozinheira &#8211; que é a identificação e o papel &#8211; é aquela que cozinha. Pode-se ser cozinheira de várias maneiras distintas, porém a essência permanece. Ao questionarmos o papel questiona-se o que a pessoa faz, a maneira pela qual ela age na sua vida.</p>
<p>Ao questionar o papel da pessoa, questiona-se, também, o papel do outro e da situação. Afinal se o meu papel me dá uma função, o papel do outro também tem uma função, atribuída por mim. Em outras palavras, se eu me percebo como o prisioneiro na situação, a situação é meu carrasco e a função desta situação é me manter preso &#8211; muitos casamentos funcionam assim, por exemplo. Porém, se me torno uma pessoa &#8220;livre&#8221;, posso escolher o que faço e aí, a situação também, muda, ela pode tornar-se, por exemplo, um desafio evolutivo, um professor ou até mesmo um colega. Muito mais interessante relacionar-se com um colega do que com um carcereiro.</p>
<p>Que papel você se dá nas várias áreas e relações de sua vida? Que papel atribui ao outro e às situações?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimneto.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Generalizações</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/03/31/generalizacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2014 11:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E como você aprendeu que era &#8220;certo&#8221; fazer o que os outros querem? &#8211; Hum&#8230; não sei ao certo&#8230; mas acho que tem a ver com o meu pai. &#8211; Me conte. &#8211; É que eu queria fazer algumas coisas, mas ele sempre queria que eu fizesse outras. Daí quando eu fazia o que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/03/31/generalizacoes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Generalizações</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E como você aprendeu que era &#8220;certo&#8221; fazer o que os outros querem?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; não sei ao certo&#8230; mas acho que tem a ver com o meu pai.</p>
<p>&#8211; Me conte.</p>
<p>&#8211; É que eu queria fazer algumas coisas, mas ele sempre queria que eu fizesse outras. Daí quando eu fazia o que ele queria ele sempre me dava recompensas sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim. Que tipo de recompensas ele te dava?</p>
<p>&#8211; Ah, por exemplo, eu sempre quis trabalhar na loja dele, mas ele queria que eu estudasse. Se eu ficasse só estudando ele me dava coisas, me deixava ficar sem tomar banho, se eu brigava com a minha mãe ele ia à meu favor.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; que bagatela hein?</p>
<p>&#8211; (risos) Pois é.</p>
<p>&#8211; Entendi&#8230; Mas assim: o que tem a ver estudar com ser defendido numa briga?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Se uma pessoa estuda, isso significa que ela está pronta para se defender numa briga?</p>
<p>&#8211; Não né!</p>
<p>&#8211; Perfeito, mas foi isso que você aprendeu não foi? Estude e alguém te defenderá.</p>
<p>&#8211; É né? Nossa&#8230; verdade&#8230;</p>
<p>&#8211; E qual é um dos pontos que você quer mudar em terapia?</p>
<p>&#8211; Aprender a me defender&#8230; dar limites&#8230; nossa&#8230; nunca tinha pesado nisso.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; vamos começar então!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos nós temos aprendizados quando crianças, adolescentes e adultos. Aprendemos coisas sobre a vida, relacionamentos, profissão e estudos e com esses aprendizados organizamos a nossa visão de mundo definindo dos limites deste mundo, nosso papel dentro dele, as competências que temos e que não temos e como esse mundo &#8211; na nossa visão &#8211; funciona. Este processo de pegar um aprendizado e aplicá-lo à várias outras situações chamamos de generalização.</p>
<p>A generalização é algo muito útil quando temos uma compreensão &#8220;adequada&#8221; do evento, da pessoa, da situação; por exemplo, algo muito útil que aprendemos logo cedo é a evitar entrar em contato com superfícies muito quentes porque elas queimam. Este é um exemplo de aprendizado que podemos aplicar à todas as chapas muito quentes porque elas todas vão nos queimar, generalizar esta ideia é muito interessante.</p>
<p>Por outro lado quando a compreensão que temos não é &#8220;adequada&#8221; ela poderá nos dar uma visão distorcida da realidade e nos trazer grandes problemas por questões muito simples. No caso que eu trouxe acima, por exemplo, os estudos serviam como um escudo protetor da pessoa contra a mãe. Ora, o estudo leva diretamente ao aumento de conhecimentos, porém não levará diretamente a saber como se defender socialmente. Porém o aprendizado dizia: &#8220;estude e te defenderei&#8221;; para aquele pequeno contexto este aprendizado era válido porque o pai fazia este papel, porém, saindo daquele contexto e indo para o &#8220;mundo lá fora&#8221; ele não se mostrou adequado.</p>
<p>É importante percebermos sobre qual &#8220;base&#8221; definimos aquilo que chamamos de &#8220;correto&#8221;, &#8220;é assim que o mundo funciona&#8221;, &#8220;as coisas são assim&#8221;, pois nem sempre as bases são &#8220;adequadas&#8221;. Mas o que é uma base &#8220;adequada&#8221;? De uma maneira pragmática por &#8220;adequado&#8221; entendemos uma reflexão que é útil para os mais variados contextos. Assim a relação &#8220;eu estudo &#8211; me defendem socialmente&#8221; não é adequada porque não possui uma relação &#8220;natural&#8221;, se fosse colocada como &#8220;eu estudo e aumento meus conhecimentos&#8221; seria adequada pois existe uma relação causal. Outra: &#8220;conheço meus interesses busco defendê-los&#8221; também tem uma relação causal porque só conseguimos defender aquilo que sabemos que precisamos defender. O mesmo vale para o exemplo da chapa muito quentes: elas queimam, sempre, então pegue com cuidado.</p>
<p>Aprender a verificar sobre qual base você norteia a sua experiência e checar se esta base é uma que possui uma relação adequada entre causa e efeito esperado é fundamental para checar como você está buscando as coisas no mundo. Se não for, não tema, apenas busque uma nova maneira de enquadrar a situação para que a sua forma de pensar lhe ajude a conseguir o que deseja.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Definições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 10:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu me sinto ansioso quando tenho o tempo livre. &#8211; Ah é? O que te causa ansiedade no tempo livre? &#8211; Parece que eu estou meio vagabundo sabe? &#8211; Sim e se você sente preguiça piora? &#8211; Nossa&#8230; muito! &#8211; Entendo. Me diga: o que é ser vagabundo? &#8211; Ah é um cara que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/02/07/definicoes/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Definições</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu me sinto ansioso quando tenho o tempo livre.</p>
<p>&#8211; Ah é? O que te causa ansiedade no tempo livre?</p>
<p>&#8211; Parece que eu estou meio vagabundo sabe?</p>
<p>&#8211; Sim e se você sente preguiça piora?</p>
<p>&#8211; Nossa&#8230; muito!</p>
<p>&#8211; Entendo. Me diga: o que é ser vagabundo?</p>
<p>&#8211; Ah é um cara que &#8220;não faz nada&#8221;?</p>
<p>&#8211; Bem, no mínimo a pessoa respira, então o que é &#8220;não faz nada&#8221;?</p>
<p>&#8211; Não estar fazendo algo produtivo sabe?</p>
<p>&#8211; E quando não está fazendo isso, está fazendo o que, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Sei lá, descansando.</p>
<p>&#8211; E isso é importante?</p>
<p>&#8211; É&#8230; tinha que ser pelo menos.</p>
<p>&#8211; Perfeito.</p>
<p>&#8211; Então, você pode estar descansando ao invés de &#8220;não fazendo nada&#8221; e ainda entender que, neste momento, não dá para estar &#8220;produzindo algo&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sim, consigo.</p>
<p>&#8211; E como seria se você pudesse pensar assim?</p>
<p>&#8211; Acho que mais flexível sabe?</p>
<p>&#8211; Claro que sei.</p>
<p>O ser humano é um ser que preenche o mundo de significados.</p>
<p>Damos significados à qualquer coisa com a qual criamos contato e que entra em nossas rotinas. Estes significados ajudam a criar o como entendemos o mundo e a como reagimos ao que demos o significado. Portanto a definição com  a qual significamos é muito importante porque afeta diretamente nossas vidas assim como nosso auto conceito.</p>
<p>Muitas vezes o processo terapêutico consiste em dar um novo sentido à algo que a pessoa já faz ou que quer fazer. No caso acima, por exemplo, a pessoa entendia que quando estava descansando estava &#8220;sendo vagabunda&#8221; porque não estava fazendo &#8220;algo produtivo&#8221;. Neste caso a pessoa ou está produzindo ou é uma vagabunda. Definição em tanto limitante.</p>
<p>Assim, abrimos um pouco o conceito para compreender que existem mais coisas entre o céu e a terra do que produzir que também são importantes. Descansar é importante, e isso é algo que não envolve uma atividade produtiva, assim sendo, é possível não produzir e não ser um vagabundo. Com esta definição a pessoa pode ampliar os seus horizontes e ficar &#8220;mais flexível&#8221;.</p>
<p>Todos nós temos definições que podem estar sendo limitadas demais sobre a vida, relacionamentos, amor, trabalho, sociedade, enfim, sobre uma infinidade de coisas. Como seria se você questionasse suas premissas, as definições que você tem do mundo, de si e das pessoas? Como seria ousar um novo olhar uma nova forma de perceber o mundo? Como isso poderia mudar a sua vida?</p>
<p>Pense nisso.</p>
<p>Abraço</p>
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