<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos preconceito - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
	<atom:link href="https://akimneto.com.br/tag/preconceito/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://akimneto.com.br/tag/preconceito/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Mar 2022 18:19:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.0.9</generator>
<div class="fcbkbttn_buttons_block fcbkbttn_arhiv" id="fcbkbttn_left"><div class="fcbkbttn_like fcbkbttn_large_button"><fb:like href="https://akimneto.com.br/tag/preconceito/feed" action="like" colorscheme="light" layout="standard"  width="225px" size="large"></fb:like></div></div>	<item>
		<title>Psico preconceitos</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2019/04/29/psico-preconceitos/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2019/04/29/psico-preconceitos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 11:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=7913</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos fatos mais comuns é termos certo preconceito com as dificuldades dos outros. É comum termos relações complementares, o que significa que a força de um é a dificuldade do outro e, com isso em mente, se torna simples sentir certo preconceito. É o como as pessoas falam das dificuldades e defeitos daqueles com quem convivem, geralmente de um lugar onde elas se percebem "por cima".</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2019/04/29/psico-preconceitos/">Psico preconceitos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas ele é muito&#8230; sei lá.</p>
<p>&#8211; Sei lá, nada, sabe sim. Diga o que acha.</p>
<p>&#8211; Ele não sabe fazer nada, é um bundão.</p>
<p>&#8211; Claro, bem diferente de quem?</p>
<p>&#8211; Meu avô. Ele sim sabia fazer tudo.</p>
<p>&#8211; Menos dar atenção para as suas emoções né?</p>
<p>&#8211; Ninguém é perfeito.</p>
<p>&#8211; Sim, nem o seu ficante, nem o seu avô e nem mesmo você.</p>
<p>&#8211; Tá querendo me irritar né?</p>
<p>&#8211; Não, apenas mostrar que o &#8220;bundão&#8221; foi exatamente o que te faz ficar com ele.</p>
<p>&#8211; É&#8230; eu sei disso&#8230;</p>
<p>Um dos fatos mais comuns é termos certo preconceito com as dificuldades dos outros. É comum termos relações complementares, o que significa que a força de um é a dificuldade do outro e, com isso em mente, se torna simples sentir certo preconceito. É o como as pessoas falam das dificuldades e defeitos daqueles com quem convivem, geralmente de um lugar onde elas se percebem &#8220;por cima&#8221;.</p>
<p><span id="more-7913"></span></p>
<p>Qual é o efeito disso para a relação? Confusão, raiva, medo, vingança&#8230; Quando uma das pessoas está &#8220;por cima&#8221;, ela olha o outro, a si mesma e a relação com um olhar, porém, quando está &#8220;por baixo&#8221; esta situação se inverte. Em vários momentos as pessoas se perguntam: &#8220;mas afinal de contas, eu sou forte ou sou fraco&#8230; ou estou meio louco?&#8221; Isso porque a oscilação das emoções também é profunda. Este cenário é típico em qualquer relação e retrata a fase de &#8220;luta pelo poder&#8221;.</p>
<p>Ao mesmo tempo, muitas vezes aquilo que se considera defeito no outro, realmente incomoda. Obviamente, isso não justifica o desdém, mas, então, como lidar com isso? Me parece que o primeiro passo é aprender a olhar para as suas dores e dificuldades. Assim, podemos olhar para as dificuldades do outro no mesmo nível, ou seja: &#8220;eu e você temos dificuldades, sei como é ruim isso&#8221;. Este ato cria o espaço para a empatia.</p>
<p>A partir disso, também me percebo enquanto ser que vive com o outro. Percebo qual o efeito das dificuldades do outro em mim buscando separar o que é um problema de uma implicância. Em outras palavras: muitas vezes o &#8220;defeito&#8221; do outro nos afeta na nossa &#8220;vaidade&#8221; ou nos nossos problemas pessoais. E isso não é algo que o outro deve resolver, mas sim, a gente. De outro lado, aquilo que realmente me fere, aquilo que passa os limites com os quais consigo viver bem deve ser expresso ao outro.</p>
<p>O mesmo vale para nós, porém a ideia não é criar uma competição e sim cooperação. Mas isso implica em atos concretos e resultados diferentes ao longo do tempo. Quando se atingem estas metas, cria-se intimidade. Este é um ponto no qual a relação avança. Onde cada um se entrega com seus problemas, onde cada um se sente confortável em ser forte e fraco ao mesmo tempo e onde as &#8220;cobranças saudáveis&#8221; (por falta de termo mais adequado) podem surgir e são vistas com bons olhos.</p>
<p>O contrário disto é o que temos no mundo. As pessoas expondo, de forma sarcástica, em encontros com os amigos num bar os defeitos e dificuldades dos outros sem levar em consideração os seus próprios. Novamente, não se trata de criar uma competição ou do fato dos defeitos dos outros não serem capazes de nos ferir, mas, sim, de sermos empáticos e humanos com o intuito de gerar relações mais saudáveis. O &#8220;psico preconceito&#8221;, é isso, uma atitude de desvalorização dos elementos da psique do outro, entendendo isso como digno de ser desprezado.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2019/04/29/psico-preconceitos/">Psico preconceitos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2019/04/29/psico-preconceitos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Às mulheres, que digam &#8220;sim&#8221; se quiserem</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/</link>
					<comments>https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 11:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Auto Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[expressar]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião do outro]]></category>
		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.akimpsicologo.com.br/blog/?p=6952</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8211; Fiquei com uma raiva daí. &#8211; Porque? &#8211; Ah Akim! Ficamos lá conversando e no final ele vai e fica com outra, que é isso? &#8211; Mas ele quis ficar com você, você disse não. O que esperava? &#8211; Ah&#8230; eu disse não, mas assim&#8230; não é &#8220;não&#8221; de não quero, mas tipo&#8230; &#8211; Tipo? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Às mulheres, que digam &#8220;sim&#8221; se quiserem</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/">Às mulheres, que digam &#8220;sim&#8221; se quiserem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Fiquei com uma raiva daí.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Ah Akim! Ficamos lá conversando e no final ele vai e fica com outra, que é isso?</p>
<p>&#8211; Mas ele quis ficar com você, você disse não. O que esperava?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; eu disse não, mas assim&#8230; não é &#8220;não&#8221; de não quero, mas tipo&#8230;</p>
<p>&#8211; Tipo?</p>
<p>&#8211; Ah Akim, não dá para ir ficando assim, sem pensar né?</p>
<p>&#8211; Bem, a outra mulher não pareceu se importar muito.</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; bem, sem comentários né?</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; nem vou falar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É ensinado às mulheres que não mostrem seus interesses sexuais de forma clara. Esta maneira de lidar com o desejo distorce o comportamento e a compreensão da mulher. É difícil mostrar sem mostrar, ou não mostrar querendo mostrar algo. Na verdade o problema é que a mulher se priva de ter comportamentos que podem ser muito úteis e refletirem melhor o seu verdadeiro desejo.</p>
<p><span id="more-6952"></span></p>
<p>(Neste post, estou me referindo à experiência sexual da mulher heterossexual) Existe, um jogo sexual entre homem e mulher. Não é necessário negar que o jogo, quando bem jogado envolve ambos e mostra de maneira eficaz o desejo de um pelo outro. Este tipo de jogo é saudável e interessante para os dois porque permite que o desejo seja apresentado. A maneira sutil e provocativa não nega o desejo, apenas refina a sua manifestação.</p>
<p>Porém, nem sempre é isso o que ocorre. Boa parte das vezes, em consultório, o que vejo é uma deturpação deste jogo. Algumas mulheres avançam, porém, quando o momento de deixar o desejo evidente aparece, elas se retiram. Acreditam que, com isso, não estarão sendo vulgares ou não se mostrarão demais ou até que estão &#8220;testando&#8221; o desejo do homem por elas. Na verdade, o único evento que ocorre de fato é que elas terminam por afastar o outro e se confundir com isso.</p>
<p>É fundamental para a mulher saber até onde desejar ir. E se permitir ir. Já atendi várias pessoas que desejavam ter &#8220;ido um pouco mais&#8221;, mas em nome de uma certa moral, deixaram de fazer o que desejavam. A mulher se torna mulher quando assume aquilo que quer e não quando segue uma regra social externa à ela. É o poder de decidir que nos torna pessoas e não de obedecer normas que não expressam nosso verdadeiro desejo.</p>
<p>Neste sentido a moral deturpa o desejo sexual feminino tratando-o como depravado ou perverso. A intenção das mulheres é não se mostrarem como pessoas sem índole ou preservarem algo de sua dignidade. Acredita-se, então que a mulher é mulher quando diz não. Quando evita até o último momento aquilo que ela também quer. Foi como falei anteriormente, há um jogo de fato, no qual o adiamento de um beijo ou transa é interessante para ambos, pois gera excitação. Porém o adiamento do qual falo aqui nada tem a ver com isso, é, meramente o ato de obedecer uma norma, não refletida, apenas seguida. Quando se coloca desta maneira, a mulher não é mulher, mas sim menina, ainda esperando a aprovação de alguém.</p>
<p>Este post é para muitas mulheres se permitirem irem atrás do seu desejo. Assumir aquilo que de fato querem sem medo de ser feliz. O preconceito existe sim, porém é a mulher a primeira a mostrar-se acima dele. Não se trata de sair por aí fazendo o que der na telha. Sucumbir à impulsos é tão contraprodutivo quanto negar o desejo. O que estou falando é sobre ser adulto, uma mulher, de fato, ao invés de uma menina. A diferença reside, sempre na percepção do  desejo e na livre escolha do que fazer com ele, de acordo com a sua própria consciência.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/">Às mulheres, que digam &#8220;sim&#8221; se quiserem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://akimneto.com.br/2017/12/08/as-mulheres-que-digam-sim-se-quiserem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
