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	<title>Arquivos proibições - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Censura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 11:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se consigo mais. &#8211; Porque? &#8211; Estou cansado de tentar cara&#8230; eu me sinto muito mal se faço ou se não faço. Se eu não faço acho que deveria ter feito e se faço me sinto mal por fazer. &#8211; Entendo. Que emoção é esse &#8220;sinto mal por fazer&#8221;? &#8211; Sei lá, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/08/30/censura/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Censura</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se consigo mais.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Estou cansado de tentar cara&#8230; eu me sinto muito mal se faço ou se não faço. Se eu não faço acho que deveria ter feito e se faço me sinto mal por fazer.</p>
<p>&#8211; Entendo. Que emoção é esse &#8220;sinto mal por fazer&#8221;?</p>
<p>&#8211; Sei lá, é como se eu estivesse cometendo um crime e fosse culpado por isso saca?</p>
<p>&#8211; Claro</p>
<p>&#8211; E daí ao mesmo tempo, porra: é só o que eu quero fazer meu! Não precisava ser desse jeito!</p>
<p>&#8211; Não, não precisava. Me diga: que crime você está cometendo?</p>
<p>&#8211; Sei lá&#8230; ser eu mesmo?</p>
<p>Muitas pessoas se sentem &#8220;presas&#8221; como se não devessem ou não pudessem fazer o que querem. O que acontece? Porque algo tão simples quanto o desejo de ser feliz ou de fazer algo bom para si torna-se um problema para alguns de nós?</p>
<p><span style="font-size:13px;line-height:19px;">Obviamente muitas respostas podem ser dadas para resolver esta questão, vamos explorar uma delas.</span></p>
<p>Algo que vejo com uma certa freqüência no consultório são pessoas que aprenderam a censurar as suas próprias ideias, valores e desejos. Um ato, muitas vezes aprendido com os pais ou com um tutor e que a pessoa passa a reproduzir com uma perfeita semelhança. A atitude básica é a de desejar algo, imaginar alguma coisa para fazer e então começar um processo sistemático de censura deste desejo. A pessoa pode fazer isso de várias formas: pode imaginar as pessoas ficando braba com ela ou desaprovando o que ela fez ou quer fazer, pode pensar que ela seria mais importante em outra atividade, que ela não merece fazer aquilo por algum motivo qualquer, pode dizer-se coisas negativas sobre ela ou sobre o desejo de modo a querer se afastar do desejo, pode lembrar-se do pai, mãe ou figura importante que lhe ensinou a censurar e imaginar essa pessoa censurando.</p>
<p>Uma vez que a pessoa inicia este processo geralmente ela termina em dois caminhos: o primeiro &#8211; mais óbvio &#8211; é se afastar do desejo, o segundo é fazer e depois culpar-se por ter feito o que desejava. Tanto um quanto o outro geram uma sensação interna de pressão e culpa muito intensas que a pessoa tem que manejar de alguma forma. Uma válvula de escape é a depressão, na qual a pessoa sucumbe e não consegue mais desejar; outra muito comum é começar a servir aos outros muito mais do que a si próprio. Tanto uma quanto a outra, com o tempo, fazem a pessoa &#8220;desaprender&#8221; a desejar e é muito comum que a sensação de &#8220;preguiça&#8221; venha quando a pessoa quer fazer alguma  coisa ou pensa em fazer algo; quando não a preguiça temos a culpa e o medo. A culpa é como se ela estivesse devendo algo para alguém ao desejar, o desejo fica associado à algo errado; o medo, torna-se óbvio no mesmo contexto, só que ao invés da culpa a pessoa deseja apenas não ser punida, a expressão &#8220;desculpe por existir&#8221; resume a sensação de uma certa forma.</p>
<p>É importante aprender a observar de forma precisa a censura: seu conteúdo &#8211; o que a pessoa se diz ou pensa -, a forma pela qual ele aparece &#8211; é algo que eu me digo, imagino meu pai dizendo isso para mim, me dá uma sensação ruim -, e a nossa reação frente à isso &#8211; minto e faço mesmo assim sentindo culpa depois, não faço, finjo para mim mesmo que o desejo não é tão importante? Observar nossas reações nos ajuda a perceber como a censura está estruturada dentro de nós e esse é o primeiro passo para possíveis mudanças.</p>
<p>Uma delas ocorre quando as pessoas começam a olhar o conteúdo do que se dizem e percebem que ele não faz muito sentido para a pessoa hoje. Algumas vezes ficamos com ideias que nos parecem tolas, mas como não as questionamos continuamos seguindo-as e deixamos que uma ideia inadequada seja a linha mestra da nossa vida. Outra ocorre quando a pessoa percebe que ela tem que se dar a &#8220;liberdade&#8221; ao invés de esperar que alguém venha fazer isso por ela, outras podem ser comportamentos como aprender a dar limites aos outros.</p>
<p>Quando este processo começa a pessoa vai para um outro ponto: começa a valorizar suas necessidades e desejos e com isso passa a agir em prol da melhora da sua qualidade de vida. Obviamente isto também pode tornar-se um ciclo virtuoso &#8211; e esse é o objetivo final &#8211; dentro do qual estar bem e fazer o bem se tornam os principais objetivos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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