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	<title>Arquivos Resiliência - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O valor da memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 21:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E daí, quando eu penso em tentar, me dá uma coisa ruim. &#8211; Que &#8220;coisa ruim&#8221;? &#8211; Ah, eu me lembro do que eu já fiz e não consegui fazer direito sabe? &#8211; Sim. O que te motiva a lembrar dos seus fracassos passados quando quer construir o futuro? &#8211; Não sei direito &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/11/05/o-valor-da-memoria/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O valor da memória</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E daí, quando eu penso em tentar, me dá uma coisa ruim.</p>
<p>&#8211; Que &#8220;coisa ruim&#8221;?</p>
<p>&#8211; Ah, eu me lembro do que eu já fiz e não consegui fazer direito sabe?</p>
<p>&#8211; Sim. O que te motiva a lembrar dos seus fracassos passados quando quer construir o futuro?</p>
<p>&#8211; Não sei direito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A memória não é apenas um banco de dados que ficam parados sem fazer nada em nossa mente. A memória tem função ativa em muitas atividades cognitivas e psicológicas. Planejar o futuro é uma delas.</p>
<p><span id="more-6434"></span></p>
<p>Nossa memória é muito mais que um banco de dados. As informações que guardamos vivem de maneira ativa dentro de nós, caso contrário acabam sendo esquecidas. É um fato curioso sobre a memória que, de forma geral, apenas aquelas informações que são utilizadas se mantém. Assim sendo, memórias sobre dias bons, ruins, conversas, situações precisam ser ativadas com constância para se manterem.</p>
<p>Como fazemos isso? O ser humano é um contador nato de histórias. A principal história que ele se conta todos os dias é sobre &#8220;quem ele é&#8221;. Todos os dias reforçamos a auto imagem que temos de nós através das situações que vivemos e das lembranças que temos de situações semelhantes. É o famoso &#8220;ah, viu só, tinha que ser! Isso sempre acontece comigo&#8221;. Quando falamos isso, não estamos apenas confirmando o que aconteceu conosco, mas, também, nossa auto imagem.</p>
<p>Desta forma a memória nos lembra do que ocorreu e de quem somos. Ela ajuda a definir nossa identidade. A memória, dessa maneira, assume &#8220;valores&#8221;. Valores podem ser negativos ou positivos. Os negativos são aqueles que nos afastam de alguma coisa. Por exemplo, diante de uma situação onde terei que confrontar alguém, me recordo das situações em que tive medo de fazer isso ou nas quais não fiz isso adequadamente. Esta memória tenderá a me afastar da situação atual ou futura de confronto. A memória de valor positivo funciona ao contrário dessa, nos impelindo à ação.</p>
<p>Ela pode edificar ou denegrir a auto imagem. Diante de uma situação em que falhei, por exemplo, posso empregar a memória para me lembrar de outras situações nas quais cumpri com minhas metas e dizer-me: &#8220;foi só dessa vez, em geral, cumpro com o que me comprometo&#8221;. Ou posso me lembrar de todas as vezes em que falhei e concluir: &#8220;eu não sirvo para nada mesmo, nunca faço nada direito&#8221;.</p>
<p>Desta maneira, ao lembrar de alguma coisa o importante não é apenas o fato que é lembrado, mas todas as emoções que emergem junto com a lembrança e o efeito que ela tem sobre nossa auto estima e comportamento. Aprender a usar a memória significa compreender quais são os impactos que ela tem sobre nós. Desta maneira a memória poderá ter um valor geral positivo nos ajudando a compreender nosso passado para projetar nossa futuro de maneira construtiva.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Raízes da superação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2015 11:53:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é superar-se? Um autor certa vez disse que a coisa mais importante depois de uma certa idade é não perder a capacidade de surpreender-se com você mesmo. Superação tem a ver com surpresa, com trabalho e com uma mente organizada para ir além. Toda superação começa &#8220;por baixo&#8221;, ou seja, em um estado &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/12/21/raizes-da-superacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Raízes da superação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que é superar-se? Um autor certa vez disse que a coisa mais importante depois de uma certa idade é não perder a capacidade de surpreender-se com você mesmo. Superação tem a ver com surpresa, com trabalho e com uma mente organizada para ir além.</p>
<p><span id="more-4866"></span>Toda superação começa &#8220;por baixo&#8221;, ou seja, em um estado de privação, no qual a pessoa não quer, não consegue ou não sabe algo que deseja ou que seria importante para ela. Para que se possa superar é necessário estar num nível inferior e vislumbrar um nível superior. A pessoa que se supera consegue, inicialmente, fazer estes dois exercícios mentais.</p>
<p>Aqui é onde muitos tombam, pois entendem o estado atual &#8220;por baixo&#8221; como uma prova de que o futuro será igual ou pior. <strong>A dificuldade e a falta devem ser motivadores </strong>se você quer se superar e não  &#8220;arautos da desgraça vindoura&#8221;. É muito comum que as pessoas que se superam sejam bem humoradas e otimistas justamente por este motivo: a sua &#8220;desgraça&#8221; as motiva, assim &#8220;quanto pior, melhor&#8221;, pois vislumbram um futuro melhor.</p>
<p>&#8220;E se der errado?&#8221;. A pessoa que busca a superação não se importa com isso. Ela se importa em agir para buscar. O resultado é algo que se deseja, mas ele &#8220;some&#8221; quando se inicia o processo. Com isso quero dizer que a meta já está memorizada, agora a pessoa irá com todas as suas forças agir. E esse processo é no que se resume a vida dela, sendo assim, a &#8220;derrota&#8221; ou o &#8220;fracasso&#8221; deixam de ser temidos &#8211; ou pelo menos perdem sua força &#8211; porque o foco está na ação. Mesmo que não se consiga o esforço valeu à pena porque a busca vale a pena, o objetivo vale à pena.</p>
<p>Não se trata apenas de otimismo, no entanto. Superação envolve disciplina mental para que todas as suas energias se direcionem para um foco. Tornar-se uma pessoa que transpira seu objetivo não o impede de viver várias áreas de sua vida, pelo contrário: a pessoa que busca a superação, em geral, tende a associar tudo o que quer viver com a sua &#8220;meta&#8221;.</p>
<p>A comemoração dos resultados ao longo do caminho, juntamente com a humildade de reconhecer o caminho trilhado e o caminho à frente parecem ser competências comuns também entre aqueles que se superam. Comemorar é importantíssimo, pois é isso que constrói a auto- confiança. Aceitar e valorizar todos os avanços é fundamental para entender que o caminho é possível de ser vencido e que você está vencendo ele. Ao mesmo tempo a humildade de quem se percebe num devir, num processo de transformação, também é fundamental para que se continue desenvolvendo competências, para que o processo não cesse.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Má escolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 10:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse. &#8211; Porque? &#8211; Eu decidi que faria o curso. &#8211; E? &#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais. &#8211; O que aconteceu? &#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou. &#8211; Sei, um ambiente meio hostil? &#8211; Sim, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/21/ma-escolha/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Má escolha</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Se arrependimento matasse.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Eu decidi que faria o curso.</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; Eu fui lá, mas não me senti muito bem com as pessoas e tudo o mais.</p>
<p>&#8211; O que aconteceu?</p>
<p>&#8211; Ah, teve muito discussão sobre os pontos que a palestrante falou.</p>
<p>&#8211; Sei, um ambiente meio hostil?</p>
<p>&#8211; Sim, teve gente que foi embora e tal.</p>
<p>&#8211; Entendi, mas e o conteúdo do curso era bom?</p>
<p>&#8211; Ah sim, aprendi bastante.</p>
<p>&#8211; E você foi lá para que? Sentir-se bem com as pessoas ou aprender?</p>
<p>&#8211; A segunda né?</p>
<p>&#8211; Então porque se arrependeu?</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tenho acompanhado muitas pessoas reclamando das escolhas que fazem, porém, em muitos desses casos percebo que a escolha não foi tão ruim, ou nem sequer foi ruim, constituindo-se numa boa escolha. O que faz essa mudança?</p>
<p><span id="more-4489"></span></p>
<p>A pergunta mais importante nesse caso é: como avalio minha escolha? Dizer que algo é bom ou ruim, que uma escolha foi bem ou mau feita é algo que só pode vir mediante a parâmetros. Dependendo do parâmetro empregado para avaliar uma escolha ela pode ser ótima ou péssima ao mesmo tempo, mas como isso é possível?</p>
<p>Um parâmetro muito comum que tenho visto em consultório são as emoções. Em geral quando a pessoa sente-se &#8220;bem&#8221; após a escolha ela a avalia como positiva, e quando não sente-se bem ou quando sente-se &#8220;mal&#8221;, avalia como negativa. Porém as emoções nem sempre são critérios adequados para avaliar uma escolha, na verdade quase sempre não são.</p>
<p>Nem sempre uma escolha nos faz sentir &#8220;bem&#8221;. Esse é o motivo pelo qual usar as emoções como um critério para determinar a validade de uma escolha não é adequado. Muitas vezes dar um limite, parar uma atividade ou escolher uma profissão não são escolhas &#8220;fáceis&#8221; que vão trazer, de imediato, uma sensação de bem-estar. Porém, dizer isso não quer dizer que ela seja uma escolha errada.</p>
<p>Avaliar as escolhas como boas ou ruins tem mais a ver com a intenção da escolha e com os resultados desejados com ela do que com o como nos sentimos em relação à nossa escolha. Canso de ouvir, por exemplo, queixas de pessoas envolvidas em relações tóxicas que me dizem: &#8220;na hora é bom estar com ele (a), mas depois é horrível sabe? O bem que eu sinto não vale depois&#8221;. Este é um belo exemplo de como sentir-se &#8220;bem&#8221; pode ser uma &#8220;má&#8221; escolha.</p>
<p>Porque tendemos a usar as emoções, então, para avaliar?</p>
<p>Muitas pessoas não sabem com clareza definir o que querem ou tem dificuldade em suportar aquilo que desejam. Estes dois são os motivos básicos que levam elas à buscarem nas escolhas uma emoção positiva que as acalente. A pessoa que deseja que sua escolha lhe traga tranquilidade pessoal é porque, em geral, não a tem por si. Não saber definir aquilo que deseja é uma das maneiras de buscar na escolha &#8211; que se torna ansiosa &#8211; a tranquilidade. Se der tudo certo a pessoa fica bem, se não ela larga a escolha e sai correndo.</p>
<p>Outras pessoas até sabem definir aquilo que desejam, porém no momento em que a realidade exige delas, não conseguem suportar. Em geral este tipo de pessoa busca por um comodismo nas escolhas, ou seja, escolhas que possibilitem à ela criar um determinado tipo de rotina que não as tirem do seu &#8220;quadrado&#8221;. O que é ser exigido? Às vezes ter que dizer à alguém &#8220;sim, eu vou continuar com isso&#8221;, outras pode ser ter que insistir no seu sonho ou então o fato de ter que admitir não saber como fazer o que se quer e ter que aprender.</p>
<p>Quando, por outro lado, conseguimos traçar metas adequadas e claras. Aprendemos a sustentar nossas escolhas mesmo diante da adversidade &#8211; seja ela qual seja &#8211; podemos sentir vários tipos de emoções sem julgar nossa escolha como boa ou ruim por isso, mas sim pelos resultados que está nos trazendo.</p>
<p>O único adendo com isso é quando a emoção é um fator que está incluso na meta. Por exemplo, muitas pessoas resolvem deixar um emprego em que ganham muito por outro que ganham pouco, porém a sensação de bem-estar e de tranquilidade é o seu pagamento. Neste tipo de caso a presença da emoção positiva se torna um fator sim de avaliação se a pessoa está ou não fazendo a coisa certa. Se ela muda sua rotina e continua sem sentir esta emoção pode ser que deva fazer mais alterações em sua rotina.</p>
<p>Espero que isso ajude você a refletir sobre como avalia suas escolhas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dependência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2013 11:59:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Percebi então o seguinte: eu recebia a grana do meu pai e achava que, por causa daquela grana, eu não estava construindo o meu futuro. &#8211; Hum e o que você fez? &#8211; Bom, daí eu entendi o seguinte: o dinheiro que eu recebia dele eu poderia simplesmente guardar e viver apenas daquilo que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/05/31/dependencia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Dependência</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Percebi então o seguinte: eu recebia a grana do meu pai e achava que, por causa daquela grana, eu não estava construindo o meu futuro.</p>
<p>&#8211; Hum e o que você fez?</p>
<p>&#8211; Bom, daí eu entendi o seguinte: o dinheiro que eu recebia dele eu poderia simplesmente guardar e viver apenas daquilo que eu ganhava.</p>
<p>&#8211; Hum e então?</p>
<p>&#8211; E então que caiu a ficha: Eu já estou cuidando da minha vida&#8230; uma coisa não tem nada a ver com a outra.</p>
<p>&#8211; E como foi perceber isso?</p>
<p>&#8211; Cara&#8230; foi uma coisa do tipo: meu, você demorou tudo isso para perceber o óbvio? (risos) Mas foi bom, libertador e assustador ao mesmo tempo, como toda boa liberdade eu acho.</p>
<p>&#8211; Com certeza.</p>
<p>As pessoas criam relações de dependência. Depender de alguém de forma concreta &#8211; assim como o bebe depende de alguém que cuide dele &#8211; é uma coisa, porém a dependência emocional nada tem a ver com a dependência concreta, a prova disso é que muitas das pessoas dependentes são as que cuidam dos outros.</p>
<p>A dependência possui uma característica importante no que tange à forma pela qual o dependente percebe o mundo: ele coloca o outro como mais importante do que ele, mais capaz, superior ou detentor de algum tipo de dívida à qual o dependente deve sanar. O traço básico da dependência que percebo em vários clientes é este.</p>
<p>Uma vez que a pessoa consegue colocar o outro num lugar mais adequado e se colocar em primeiro lugar a dependência começa a perder a sua força e a pessoa passa a &#8220;se impôr&#8221;. A pessoa pode depender da outra de várias formas, mas uma que tenho tido especial atenção é quando a pessoa identifica-se no papel de dependente. Este caso é particularmente interessante, pois é o caso no qual o julgamento da pessoa sobre si é o de dependente. Por exemplo: &#8220;não presto para nada mesmo&#8221;, &#8220;preciso dos outros&#8221;; são algumas das frases que tenho visto.</p>
<p>O caso do rapaz acima é um deles. Ele já ganhava o seu dinheiro, ganhava mais do que o pai mandava para ela, mas mesmo assim continuar a &#8220;agir como&#8221; um dependente, continuava se vendo no espelho como um garoto e não como um homem e, daí tinha atitudes de garoto e não de homem. Ele já possuía várias competências e habilidades para se virar na vida, mas enquanto percebia-se como dependente ele não ousava usar a sua forma de ser no mundo de forma plena e integrada ficando sempre com uma sensação de que tinha deixado de fazer algo importante.</p>
<p>Um tema que gosto de começar é pelas competências da pessoa (quais as suas?) ajudando-a a perceber como ela é boa no que faz e no que ela é boa. Também começamos a trabalhar com a noção de quais suas forças e quais forças seria bom desenvolver. Isso dá mais auto-confiança.</p>
<p>Depois disso passo para trabalhar a auto-estima da pessoa para ajudá-la a perceber o seu lugar no mundo, algo como &#8220;mereço ser feliz&#8221;. Esse merecimento é importante de ser sentido. A auto-estima precisa ser aumentada de acordo com as necessidades da pessoa fazendo com que ela crie um senso daquilo que é importante para ela e daquilo que a machuca enquanto ser humano. Também trabalhamos com a aceitação pois sem ela não existe auto-estima.</p>
<p>E finalmente vamos para a parte da identidade, ajudar a pessoa a alicerçar uma nova visão de eu. Gosto do processo desta forma porque quando chegamos na etapa final muito do trabalho já está pronto e é mais fácil para a pessoa identificar-se com uma visão de si se ela já viveu algumas das experiências benéficas e então entramos no trabalho da integridade: ser um só com o que você pensa, age e sente.</p>
<p>Este rapaz teve esta sacada neste momento da terapia  dele. Foi assim que ele começou a olhar-se no espelho e ver um homem adulto.</p>
<p>E você&#8230; o que vê no espelho?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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