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	<title>Arquivos Respeito - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Permissão para sentir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2014 11:34:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estou tendo problemas para lidar com esta situação. Sim. O que você sente quando ela age assim com você? Ah&#8230; eu fico meio inseguro e me sinto um fraco sabe? Sei&#8230; e como é para você sentir-se assim? Ah&#8230; eu não gosto nada disso. Entendo. Ao não gostar, como você reage ao que sente? Eu &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/05/21/permissao-para-sentir/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Permissão para sentir</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/chave-do-corac3a7c3a3o-14631461.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-1936 size-medium" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/chave-do-corac3a7c3a3o-14631461-e1400603754128.jpg?w=300" alt="?????????????????????????????????????????????????????????????" width="300" height="223" /></a></p>
<ul>
<li>Estou tendo problemas para lidar com esta situação.</p>
</li>
<li>
<p>Sim. O que você sente quando ela age assim com você?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; eu fico meio inseguro e me sinto um fraco sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei&#8230; e como é para você sentir-se assim?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; eu não gosto nada disso.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo. Ao não gostar, como você reage ao que sente?</p>
</li>
<li>
<p>Eu tento ficar evitando essas emoções na verdade&#8230; tento me fazer de forte entende?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sim. O que cria dois problemas não é?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; não ajuda nada mesmo (risos)</p>
</li>
<li>
<p>Ok&#8230; como seria se, ao invés de lutar contra essas emoções você pudesse aceitá-las?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei não&#8230; pra que?</p>
</li>
<li>
<p>Quem sabe para entender o que as motiva em você e poder fazer algo de verdade com elas?</p>
</li>
<li>
<p>Tá&#8230; pegou de jeito&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as culturas até hoje deram prioridade à determinadas emoções enquanto jogavam outras na marginalidade. Não importa muito como você se refere: emoções positivas x negativas, &#8220;boas x ruins&#8221; ou elevadas x primitivas; o efeito é sempre o mesmo: uma é &#8220;boa&#8221; de se sentir e a outra não. Algumas são desejadas e outras não, enfim: criamos um sistema de exclusão das emoções.</p>
<p>Qual o problema com isso?</p>
<p>Ocorre que nenhuma emoção ocorre por acaso &#8211; por capricho dos deuses. Todas elas estão fundamentadas na experiência humana, em nossas valores, crenças, limites e desejos. Quando negamos uma emoção ou não nos permitimos senti-la estamos marginalizando junto com ela toda esta gama de experiências que a motivaram.</p>
<p>Ou seja, se eu digo que a raiva é &#8220;ruim&#8221; eu deixo de lado não apenas a emoção, mas também tudo aquilo que a motivou e que a acompanha. Desta maneira, por exemplo, a pessoa pode ficar muito indefesa na vida. A raiva, por exemplo, está ligada à sensação de agressão e violação de limites que julgamos importantes para nós, ela só vem quando nos sentimos ameaçados. Se negamos a experiência da raiva, também negamos esta sensação e, ao não darmos atenção à ela, estaremos jogando fora uma boa oportunidade de crescimento.</p>
<p>A ideia que desejo transmitir neste post tem a ver com praticamente todos os atendimentos que já fiz até hoje e é: aceite suas emoções. Aceitar é dar lugar de existência, ou seja, dizer-se &#8220;sim, estou sentindo isso&#8221;, &#8220;sim, essa emoção existe em mim&#8221;. Aceitar não significa reagir impulsivamente, não significa aceitar que você está certo sem refletir, não significa que você precise gostar ou se acomodar com a emoção. Aceitar simplesmente significa dar lugar de existência. Porque isso é importante?</p>
<p>Porque tudo aquilo à que damos lugar de existência em nossa vida podemos entender e agir em cima e tudo aquilo que não damos esse lugar nós não podemos mudar ou fazer nada à respeito. Em segundo lugar porque quando negamos a emoção temos dois trabalhos: o primeiro de ter que reagir à situação que nos incomoda e provoca a emoção de uma maneira incompleta &#8211; porque não está levando em conta a emoção gerada &#8211; e de ter que fingir que não está sentindo nada &#8211; e muitas pessoas fazem tanto isso que uma hora &#8220;param&#8221; de sentir mesmo, ou melhor: embotam tanto a emoção que não mais a acessam.</p>
<p>Todo e qualquer julgamento realizado perante as emoções que a leve para uma questão moral deve ser evitado porque não é útil. Compreender as premissas que nos levam às nossas emoções, estudar nossas reações e buscar novas maneiras de agir é o que, de fato, no eleva e nos ajuda a criar uma boa identidade afetiva.</p>
<p>Obviamente, quando fazemos esse trabalho muitas vezes percebemos que a emoção que estamos sentindo não tem um &#8220;bom fundamento&#8221;, é muito comum em consultório, por exemplo, a pessoa perceber que a agressão que ela está sentindo ao ficar com raiva de alguém não é exatamente uma agressão, ou que o problema, de fato, não é a agressão em si, mas o fato de ela não saber se defender desta agressão. E então a raiva abre os caminhos para que a pessoa possa aprender coisas sobre ela e evoluir. O mesmo vale para todas as emoções, nunca encontrei, até hoje, uma emoção que fosse &#8220;inútil&#8221;, o que encontrei muitas vezes foram pessoas dizendo que elas são inúteis quando, na verdade, não sabiam como usa-las&#8230; porém um notebook na mão de uma pessoa que não sabe nem o que é um notebook também se torna uma coisa inútil.</p>
<p>Desta maneira quero terminar este post erguendo uma bandeira em favor de nos permitirmos sentir o que quer que seja. Buscar ao aceitar compreender, entender, perceber a emoção ao invés de ter uma reação intempestiva para, com isso, aprendermos mais sobre as nossas emoções e sobre nossa própria vida psíquica. Também quero erguer a bandeira em prol de permitirmos às pessoas sentirem o que desejarem sentir ao invés de julgarmos as suas emoções, obviamente isso não significa que precisamos concordar, mas sim respeitar a emoção sentida e, talvez até, ajudar a pessoa a compreendê-la. Pode parecer papo de psicólogo &#8211; e por motivos óbvios é &#8211; porém sempre falamos de respeito, mas nunca do objeto deste respeito, então: respeite as emoções das pessoas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Não é estranho?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/04/25/nao-e-estranho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 11:54:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam! É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia? Ah é, porque? Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo? Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230; O que você faz na &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/04/25/nao-e-estranho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Não é estranho?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1782" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/mnlogo.jpg" alt="MNLOGO" width="393" height="293" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu não sei o que fazer com as minhas meninas&#8230; elas não me respeitam!</p>
</li>
<li>
<p>É muito interessante ouvir você dizendo isso sabia?</p>
</li>
<li>
<p>Ah é, porque?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, até onde você me conta de você, na sua empresa você é respeitadíssimo não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; lá eu sou, mas em casa&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>O que você faz na empresa que não faz em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Imponho respeito?</p>
</li>
<li>
<p>Sim, mas, de que forma?</p>
</li>
<li>
<p>Ah&#8230; sei lá&#8230; pensando bem&#8230; no trabalho eu sou claro com as regras e quero vê-las cumpridas, já em casa sou meio manteiga derretida sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Claro que sim, derrete todo o respeito que elas poderiam ter com você não é mesmo?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; bem&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>A sua família precisa de você meu caro! Precisa saber que você quer ser respeitado, tem boas ideias com regras boas para serem seguidas. Suas filhas precisam da sua orientação, e não estão dando o respeito à você, porque você não está entregando isso à elas!</p>
</li>
<li>
<p>Entendi&#8230; só fazer a mesma coisa do trabalho em casa?</p>
</li>
<li>
<p>Só assumir o seu papel de &#8220;merecedor de respeito&#8221; e aí sim fazer a mesma coisa, que tal?</p>
</li>
<li>
<p>Parece bom&#8230; vou fazer!!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é estranho que tem pessoas que tem comportamentos ótimos no trabalho e não em casa? Ou até, pessoas que organizam a vida pessoal, de um marido e mais três filhos, mas não desenvolvem a sua vida profissional por &#8220;falta de organização&#8221;? Não é interessante que temos comportamentos muito bons em uma área os quais deixamos só lá sem levar para as outras?</p>
<p>Se você se identificou com isso, este post é para você!</p>
<p>Pensemos no seguinte: em primeiro lugar o contexto no qual estamos faz toda a diferença para nós. Muitas pessoas aprendem que trabalho é lugar para trabalhar e em casa para descansar. Obviamente com esta concepção fica difícil levar comportamentos do trabalho para casa e vice-versa. Esta crença limita o &#8220;tráfego&#8221; de comportamentos e recursos mesmo que sejam úteis. Assim pare um minuto para pensar sobre como você pensa os diferentes ambientes nos quais vive. Casa é lugar para fazer o que? Trabalho? Clube? Biblioteca? Café? Como você pensa cada um dos lugares poderá dar uma dica preciosa do que te faz não levar ou trazer alguns comportamentos importantes de um lugar para outro.</p>
<p>Pode ser o caso, também, da pessoa se identificar de maneiras diferentes. Lá no meu trabalho eu sou &#8220;o rei do pedaço&#8221;, mas em casa minha mulher me trata como seu eu fosse &#8220;o cara que joga o lixo para fora&#8221;. Ou então, &#8220;no meu trabalho as minhas colegas me respeitam pelas minhas conquistas&#8221;, mas meu marido me diz que eu sou &#8220;a mulherzinha&#8221; dele. Como numa peça de teatro, diferentes identidades &#8211; ou papéis &#8211; pedem comportamentos específicos para quem o interpreta. Se a pessoa &#8220;veste&#8221; o personagem, também será difícil ter o mesmo comportamento em contextos diferentes. Quem é você em casa? No trabalho?</p>
<p>Outro caso não tem a ver com o comportamento, mas sim pela forma pela qual ele é executado. Um sargento aposentado, por exemplo, pode ter problemas em se adaptar à sua casa se ele achar que irá dar ordens à mulher e aos filhos. Porém se o comportamento de &#8220;ordem e disciplina&#8221; for ajustado às regras da vida civil ele poderá ter uma bela oficina em casa, poderá ajudar a mulher à organizar as compras do mercado, arrumar as roupas e a organização com maestria o churrasco da família.</p>
<p>É importante, também, dar um parâmetro importante sobre este tema: o mais importante não é comportamento em si, mas sim o benefício que ele irá trazer à pessoa e às pessoas com quem ela convive depois de executado. Foi como eu disse ao pai do exemplo: as filhas estava precisando dele, mas ele não estava dando à elas algo importante: limites. Se ele o fizesse todos teriam muito à lucrar na situação. Esta noção de ganho é importante de ser pensada, pois, muitas vezes as pessoas não tem um comportamento adequado por comodismo, ou seja, se criaram num ambiente em que o comportamento não era executado e nunca pararam para pensar no quanto ele poderia ser útil e necessário. No caso do pai acima isso era verdadeiro: seu pai nunca lhe dera bons limites e ele nunca entendeu a função disso para a criação de filhos, embora ele mesmo tenha se tornado uma pessoa com bons limites.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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