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	<title>Arquivos Rotina - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O bom e o importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 10:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto? &#8211; Irrelevante. &#8211; Caramba! Como assim irrelevante? &#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando. &#8211; Como que não!? &#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/09/09/o-bom-e-o-importante/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O bom e o importante</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim e se eu gosto?</p>
<p>&#8211; Irrelevante.</p>
<p>&#8211; Caramba! Como assim irrelevante?</p>
<p>&#8211; Irrelevante oras, o seu gosto não tem nada a ver com o assunto que estamos tratando.</p>
<p>&#8211; Como que não!?</p>
<p>&#8211; Ora, é simples, você está falando sobre o que funciona para estudar, o que você faz e &#8220;gosta&#8221;, não funciona, simples assim.</p>
<p>&#8211; Como você sabe?</p>
<p>&#8211; Como estão suas notas e apreensão do conteúdo?</p>
<p>&#8211; Péssimas.</p>
<p>&#8211; Por isso.</p>
<p>O que importa é bom? O que é bom é aquilo que importa? Afinal, há diferença entre  o que gostamos e o que é importante?</p>
<p><span id="more-5708"></span></p>
<p>Na cultura do consumo, a opinião ou o gosto do freguês é soberano, como dizem os franceses &#8220;le client es roi&#8221;. Porém, qualquer pessoa com um pouco de bom senso começa a perceber que essa exaltação traz mais prejuízos do que conquistas na vida prática. A questão de importância e gosto, é uma das baixas (militarmente falando) neste embate entre o consumismo e o bom senso.</p>
<p>Ocorre que &#8220;gosto&#8221; tem a ver com preferências pessoais que se refletem de maneira sensorial, ou seja, através de um dos seis sentidos (sim, seis, considero aqui a propriocepção como um sentido). Quando se fala em gosto, buscamos compreender o que a pessoa aprecia.</p>
<p>Por exemplo, quando alguém nos diz que gosta de jazz a pergunta correta não é &#8220;porque&#8221;, esta visa buscar uma causa para que a pessoa goste de jazz, porém isso não é necessário. A informação mais importante é obtida através da pergunta &#8220;o que você gosta no jazz&#8221;, a pessoa poderá, então, responder que adora o ritmo ou os acordes de determinado instrumento. Com estas informações podemos traçar um mapa daquilo que a pessoa gosta (este exercício é ótimo para quem não sabe dar presentes).</p>
<p>A questão da importância é completamente diferente. Quando alguém nos diz que leitura é importante para ela, a pergunta correta é: &#8220;para que ler é importante para você?&#8221;. Algo só pode ser importante se servir para outra coisa, em outras palavras, a importância não é um fim em si mesma, mas, sim, um meio. Considero que ler é importante para obter informações e, com elas, sou um psicólogo mais eficiente.</p>
<p>A importância de algo em nossas vidas se dá pelo tipo de vida que levamos e queremos levar. Assim não existem atividades que são importantes a priori, apenas aquelas que se tornam importantes à medida em que cumprem uma função, atendem à uma demanda ou possibilitam a realização de algo que desejamos.</p>
<p>É possível que algo que gostamos seja importante para nós e vice versa. Uma percepção não anula a outra, porém as duas são diferentes. Na falta de percepção dessa diferença é que reside o grande problema de hoje, pois as pessoas creem que aquilo que gostam é igualmente importante, mas a realidade não funciona assim.</p>
<p>No caso acima, por exemplo, a cliente tinha &#8220;hábitos de estudo&#8221; que não estavam melhorando suas notas. Recheou sua rotina de estudos de coisas que &#8220;gosta&#8221; como músicas, café e alguns alongamentos no meio do expediente. Porém, ela ficava tão focada nesses elementos que não estudava. Realmente importante, ou seja, algo que, de fato, causaria mudanças em suas rotinas de estudo era a capacidade de concentração.</p>
<p>Assim sendo, não importava se ela gostava de tomar café e ouvir música enquanto estudava, enquanto ela não estivesse concentrada em seus estudos não iria para frente. Particularmente aprecio café enquanto estou estudando, mas a concentração é realmente importante, entre o café e a concentração, fico com a segunda.</p>
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		<title>Pausas</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/05/18/pausas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2016 10:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, eu gosto do meu dia a dia. &#8211; Eu sei, está perfeito isso. &#8211; Mas então&#8230; vou parar de fazer isso? &#8211; &#8220;Parar&#8221; é a palavra certa? &#8211; Não&#8230; eu não tenho que parar. &#8211; Então? &#8211; Tirar umas férias da minha rotina? &#8211; Me parece mais promissor. Sou um defensor da &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/05/18/pausas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pausas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, eu gosto do meu dia a dia.</p>
<p>&#8211; Eu sei, está perfeito isso.</p>
<p>&#8211; Mas então&#8230; vou parar de fazer isso?</p>
<p>&#8211; &#8220;Parar&#8221; é a palavra certa?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; eu não tenho que parar.</p>
<p>&#8211; Então?</p>
<p>&#8211; Tirar umas férias da minha rotina?</p>
<p>&#8211; Me parece mais promissor.</p>
<p>Sou um defensor da rotina. Em primeiro lugar porque ela é inevitável, em segundo lugar porque ela pode ser algo muito bom para nossa vida. Porém, como diz o ditado romano: &#8220;na guerra sempre deixe espaço para infortúnios&#8221;, algumas vezes é importante deixar a rotina e fazer uma pausa.</p>
<p><span id="more-5309"></span></p>
<p>Conta uma história zen que um fazendeiro andava próximo de um mosteiro quando ouviu duas pessoas bêbadas conversando dentro dos jardins. Furioso, ele entrou no mosteiro para brigar com os vagabundos que estavam bebendo dentro daquele lugar santo. Logo que entrou, ele deu de cara com os vagabundos: dois monges. Mais enraivecido ainda ele bradou: &#8220;que vergonha, dois homens santos enchendo a cara! Onde está o seu respeito pelos votos?&#8221;. Os monges responderam: &#8220;meu caro senhor, monges também precisam de férias&#8221;.</p>
<p>O problema com nossa sociedade é que ela tem uma tradição de antagonizar eventos &#8220;opostos&#8221;. O zen assim como o pensamento oriental, trata os opostos como duas formas diferentes do mesmo elemento. Ou seja, enquanto, para nós, as férias são o oposto do trabalho, para eles férias e trabalho são partes do mesmo ciclo.</p>
<p>O ciclo que engloba tanto o trabalho quanto as férias é a rotina. Você pode conceber férias e trabalho como posições equidistantes em relação à rotina do dia a dia. Enquanto o trabalho necessita de uma rotina sendo seguida diariamente, fazendo praticamente a mesma coisa todos os dias, as férias é o momento em que você faz coisas que não faz durante o trabalho e insere outros elementos no seu dia a dia. Ela não é libertária, apenas um momento para fazer outras coisas.</p>
<p>Quando se pensa no ciclo férias-trabalho de maneira orgânica, a rotina não se torna enfadonha e os momentos de férias e de pausas se tornam algo natural e não algo fora do natural. Costumo dizer que quem sabe se administrar não precisa de férias &#8211; no sentido que damos aqui no Ocidente. Digo isso porque quem procura seguir os ritmos do seu próprio corpo e desenvolvimento aprende, na rotina, a se equilibrar e compreende, através dessa prática, quando é o momento de sair da rotina, de criar uma pausa, de ver outra coisas. Falhamos, no Ocidente, em sentir o desejo disso, criamos uma cultura que anseia por isso por ver-se presa na rotina e não por partilhar dela de maneira saudável.</p>
<p>Em alguns momentos precisamos de mais tempo livre, mais tempo para nós. Em outros precisamos descansar ou equilibrar a alimentação, em outras situações o que se precisa é divertir-se. Todos esses elementos podem ser necessários quando damos uma pausa e fazemos um &#8220;intensivo&#8221; em algum elemento de nossas vidas que está faltando ou de difícil acesso no meio de nossa rotina. Desenvolver esta percepção é fundamental para uma vida saudável.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Fuga da rotina</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/10/30/fuga-da-rotina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 11:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não aguento mais! &#8211; O que? &#8211; Viver nessa rotina sabe? Todo dia coisa chata! &#8211; Difícil né? O que falta no sua dia a dia? &#8211; Não sei direito&#8230; não tenho tido muita emoção sabe? &#8211; Sim, o que você faz para trazer emoção para o seu dia a dia? &#8211; Não sei&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/30/fuga-da-rotina/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Fuga da rotina</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não aguento mais!</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; Viver nessa rotina sabe? Todo dia coisa chata!</p>
<p>&#8211; Difícil né? O que falta no sua dia a dia?</p>
<p>&#8211; Não sei direito&#8230; não tenho tido muita emoção sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, o que você faz para trazer emoção para o seu dia a dia?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; tem algo para fazer?</p>
<p>&#8211; Bem, se você quer isso, tem que ser responsável por isso não é?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>Todo reclamam e até mesmo temem a rotina. Tida como um grande problema a rotina é mal interpretada pela população e virou sinônimo de uma vida chata e sem cor. Será que viver na rotina realmente é apenas isso?</p>
<p><span id="more-4646"></span>A rotina tem a ver com os hábitos que seguimos. Esses podem ser desde comportamentos observáveis como acordar as 6:00, ir à academia, tomar café, banho e ir ao trabalho como atitudes mentais sobre as coisas que a pessoa se diz no seu dia a dia &#8220;o droga, mais um dia&#8230; tomara que chegue logo sexta&#8221; ou &#8220;hum&#8230; que delícia a brisa da manhã hoje&#8221;.</p>
<p>Os hábitos mentais são indutores de estados emocionais, como isso funciona? A percepção humana é um processo ativo, ou seja, buscamos e valorizamos no ambiente alguns tipos de informação em detrimento de outros. Trocando em miúdos: duas pessoas olham um quadro ou escutam um música, enquanto uma gosta e presta mais atenção à mistura das cores e ao ritmo da música o outro se apega mais ao desenho em si e à alguma parte da letra.</p>
<p>Quando criamos nossas &#8220;rotinas mentais&#8221; nossa atenção irá se voltar ao tipo de elemento no qual pensamos mais. O foco na sexta, por exemplo, cria nas pessoas uma relação de ódio com os dias da semana que não são sexta. Não interessa se o dia está sendo bom, ainda terei uma longa semana pela frente, porque é só segunda. Predeterminamos sensações em relação ao que vivemos e passamos a nos sentir de acordo.</p>
<p>Portanto a maneira de encarar o que fazemos no dia a dia se torna um fator muito importante para determinar o quanto a pessoa gostará ou não daquilo que vive. Você, por exemplo é o tipo de pessoa que sabe valorizar o que tem ou está sempre focado naquilo que ainda não está lá? Este segundo tipo embora possa ser uma pessoa mais motivada pode, também, ser mais depressiva e não apreciar a sua rotina, estando sempre ansioso pelos próximos resultados.</p>
<p>De outro lado, quando sabemos apreciar pequenos detalhes (e a vida nos oferece muito mais deles) a rotina pode se tornar mais prazerosa. Ao acordar de manhã, por exemplo, ao invés de se dizer &#8220;hoje não é sexta&#8221;, por que não pensar em todos os momentos bons que você ter no seu dia de hoje? Como olhar o seu mundo de uma maneira a atrair a sua atenção de forma positiva ao invés de sempre relegar-se ao desprezo do cotidiano?</p>
<p>Isso não é criar uma lente cor de rosa e dizer que tudo está bem no mundo, mas onde há tristeza também há alegria e nós precisamos poder prestar atenção nos dois para conseguir viver. Viver mergulhado na tristeza não ajuda a responder à ela.</p>
<p>Existem, também, elementos que são preferenciais para algumas pessoas em detrimentos de outros. Por exemplo, existem pessoas que gostam de viver rotinas mais estruturadas, com horários marcados e atividades pré fixadas, outras gostam de uma agenda mais imprevisível que lhe ofereça desafios constantes. Uns preferem atividades com pessoas, outros não. Isso não significa que esses elementos são obrigatórios para a pessoa sentir-se bem, mas que eles contribuem.</p>
<p>Unir estes elementos aos hábitos mentais é um bom caminho para você criar uma rotina que lhe seja interessante. O problema com a rotina não é o de fazer todos os dias a mesma coisa, mas sim se o que você está fazendo alimenta ou não a sua alma.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Ampliando a mente</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/12/30/ampliando-a-mente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2013 12:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas esse negócio de ser mais regrado me incomoda sabe? &#8211; O que te incomoda nisso? &#8211; Ahh&#8230; é que essa coisa de ser todo certinho o tempo todo é muito chata. &#8211; Concordo, mas&#8230; quem está dizendo que você tem que ser certinho o tempo todo? &#8211; Não sei&#8230; mas é o que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/12/30/ampliando-a-mente/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ampliando a mente</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas esse negócio de ser mais regrado me incomoda sabe?</p>
<p>&#8211; O que te incomoda nisso?</p>
<p>&#8211; Ahh&#8230; é que essa coisa de ser todo certinho o tempo todo é muito chata.</p>
<p>&#8211; Concordo, mas&#8230; quem está dizendo que você tem que ser certinho o tempo todo?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; mas é o que eu penso quando me imagino seguindo regras.</p>
<p>&#8211; Mas é você quem vai bolar as regras não é mesmo?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; E para que mesmo?</p>
<p>&#8211; Para eu atingir o que eu quero.</p>
<p>&#8211; Portanto&#8230; qual o problema?</p>
<p>&#8211; Fico achando que vou perder a minha espontaneidade se começar a seguir regras demais.</p>
<p>&#8211; Perfeito, se seguir &#8220;regras demais&#8221; pode ser que perca, mas, neste contexto você está falando de regras demais?</p>
<p>&#8211; Não né?</p>
<p>&#8211; Como seria se ao invés de entender &#8220;regrado&#8221; como &#8220;seguir um monte de regras que vão me tirar a espontaneidade&#8221; você entendesse como &#8220;definir comportamentos que vão me ajudar a chegar onde eu quero, do jeito que eu sou&#8221;?</p>
<p>&#8211; Soa mais interessante.</p>
<p>&#8211; Ótimo, tente imaginar-se fazendo isso do seu jeito então.</p>
<p>&#8211; Bem melhor.</p>
<p><span style="font-size:14px;line-height:1.5em;">Sempre me pergunto o que passa na cabeça das pessoas quando elas falam em &#8220;ampliar a mente&#8221; ou &#8220;expandir a mente&#8221;, parece que a mente é uma bexiga que quanto mais você sopra mais ela cresce, seria isso &#8220;ampliar a mente&#8221;?</span></p>
<p>Creio que depende do que cada um acredita que a mente &#8220;é&#8221;, no meu caso, por exemplo, acho que &#8220;ampliamos&#8221; a nossa &#8220;mente&#8221; cada vez que temos um pequeno aprendizado &#8211; ou grande &#8211; que nos faz ver as mesmas situações de uma forma mais enriquecida. Quando percebemos mais detalhes de um mesmo cenário, quando temos mais comportamentos adequados para lidar com as situações, quando aprendemos a expressar nossas emoções de formas variadas que atendem nosso desejo e intenção.</p>
<p>Desta forma, no exemplo acima, a pessoa &#8220;ampliou&#8221; a sua mente quando entendeu que o conceito que ela tinha de &#8220;ser regrado&#8221; poderia ser entendido de uma maneira mais rica que englobava aquela forma antiga e abria outras possibilidades não exploradas antes e isso a permitiria ter comportamentos diferentes no mundo mantendo a sua integridade.</p>
<p>Este exemplo também é útil para mostrar que a tal &#8220;ampliação&#8221; pode ser feita de uma maneira muito simples e profunda, sem sofrimentos e até com descontração. Afinal de contas, enriquecer pode ser prazeroso também! E enriquecer a mente além de prazeroso pode ser tranquilizador, pois os novos conhecimentos, habilidades ou emoções nos deixam mais aptos à viver o/no mundo.</p>
<p>Em geral nossa mente está habituada a seguir sempre o mesmo roteiro &#8211; e isso é importante, porque sem isso não funcionamos no mundo, de uma certa forma a rotina é necessária &#8211; e enquanto seguimos este roteiro de uma forma cega não nos permitimos questioná-lo em busca de mais informações ou de novas formas de agir. Uma vez que paramos com o hábito e o questionamos podemos, então, nos abrir para fazer as perguntas certas e ampliar a nossa mente.</p>
<p>Qual seria a pergunta que iria inquietar você e levar a sua mente ao próximo passo?</p>
<p>Abraço</p>
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