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	<title>Arquivos Subjetividade - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>O que eu sinto é real?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/06/15/o-que-eu-sinto-e-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E ele fez isso comigo, eu não consegui acreditar que foi tudo por nada. &#8211; Você está muito chateada não? &#8211; Claro! &#8211; Gostaria que você dissesse apenas isso então: diante do que aconteceu, me sinto muito, muito magoada. &#8211; &#8220;Diante do que aconteceu me sinto muito, muito magoada&#8221;. &#8211; Ok. Pare um instante &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/06/15/o-que-eu-sinto-e-real/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que eu sinto é real?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E ele fez isso comigo, eu não consegui acreditar que foi tudo por nada.</p>
<p>&#8211; Você está muito chateada não?</p>
<p>&#8211; Claro!</p>
<p>&#8211; Gostaria que você dissesse apenas isso então: diante do que aconteceu, me sinto muito, muito magoada.</p>
<p>&#8211; &#8220;Diante do que aconteceu me sinto muito, muito magoada&#8221;.</p>
<p>&#8211; Ok. Pare um instante e perceba como se sente.</p>
<p>&#8211; Me sinto triste.</p>
<p>&#8211; Essa tristeza lhe parece mais verdadeira do que a raiva que sentia antes?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As emoções nem sempre são simples de serem compreendidas. A natureza de nossas emoções, a maneira pela qual reagimos a elas e nossa forma de pensar quem somos, o mundo e como a vida deveria ser são fatores fundamentais para que possamos compreender melhor aquilo que sentimos.</p>
<p><span id="more-7709"></span></p>
<p>Um dos fatos mais comuns no consultório são pessoas falando a respeito de suas relações e do que os outros fizeram com ela ou deixaram de fazer. Muitas vezes o &#8220;fato&#8221; que é trazido à sessão não constitui um &#8220;fato&#8221; propriamente dito, mas um sentimento sobre o que aconteceu. Em outras palavras, muitas vezes ocorreu um fato e a pessoa sentiu este fato de determinada maneira. É comum que tomemos aquilo que sentimos como a realidade e não como o que sentimos sobre a realidade. Embora possa parecer a mesma coisa, não é e esta diferença é fundamental em nossas vidas.</p>
<p>Isso porque aquilo que sentimos está intimamente ligado ao que pensamos sobre a situação, à maneira pela qual interpretamos o que nos acontece. Se de um lado a emoção é sempre certa, de outro, a interpretação que fazemos pode ser distorcida. Tomando a situação que trouxe acima: é &#8220;certo&#8221; que a pessoa se sinta com raiva, pois a interpretação dela do evento é que tudo o que ela fez &#8220;foi por nada&#8221;, nesta situação o namorado dela se tornou o responsável por tirar dela a esperança de um futuro melhor. A questão terapêutica é: será que foi isso o que ocorreu, ou esta foi &#8220;apenas&#8221; a sua interpretação?</p>
<p>Para responder adequadamente esta pergunta, a pessoa precisa compreender o que a motiva a interpretar a situação daquela maneira. Em geral omitimos, distorcemos e generalizamos o mundo. Isso é feito por todos nós em todos os momentos e não é algo &#8220;errado&#8221;, são recursos que usamos para lidar com o mundo. O fato é que podemos usar estes mecanismos de formas adaptativas ou não adaptativas. O que traz as pessoas para a terapia é esta segunda forma. Assim sendo é comum que a interpretação que fazemos do mundo esteja repleta destes elementos e que isso nos faça sentir de determinada maneira.</p>
<p>Por exemplo, podemos entender que a pessoa em questão foi educada de forma a ser sempre um vencedor. Assim sendo, acredita que &#8220;estar no controle&#8221; é a coisa mais importante (especialmente numa relação), e ao perceber que não detém controle sobre o namorado ou namorada, compreende que &#8220;foi tudo por nada&#8221;. Ou seja, ao abrir-se para um relacionamento e ver que não tem controle sobre o outro entende que, no fundo, não valeu a pena ter se aberto ou amado alguém, pois ele ou ela é incapaz de manter o controle.</p>
<p>Toda esta distorção cria o sentimento de tristeza, afinal de contas a pessoa se percebe perdendo algo. Mas como ela é uma vencedora, não admite perder e fica com raiva &#8220;de quem causou isso&#8221; (afinal poderíamos colocar &#8220;culpa&#8221; na própria pessoa ou até mesmo nos pais, mas isso não é justo ou útil). Neste caso embora o sentimento seja real, a interpretação que o causou é apenas uma interpretação. Ajudar a pessoa a compreender que, por exemplo, não temos mesmo controle e que isso faz parte das relações humanas já é uma forma de mudar as distorções que a pessoa tem e isso poderá ajudá-la a avaliar novos sentimentos.</p>
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		<title>Não há substituto</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/02/24/nao-ha-substituto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 10:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[confrontar]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[Existencialismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Papel na relação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo Curitiba]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Subjetividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O noviço pergunta ao monge: &#8211; Qual o significado do zen? &#8211; Gostaria de lhe dizer&#8230; mas agora preciso ir ao banheiro. &#8211; Responde o monge. &#8211; Pense sobre isso, algo tão insignificante que ninguém pode fazer por mim. Continua o monge e, olhando para o discípulo, fecha a conversa: &#8211; Pode fazer por mim? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/02/24/nao-ha-substituto/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Não há substituto</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O noviço pergunta ao monge:</p>
<p>&#8211; Qual o significado do zen?</p>
<p>&#8211; Gostaria de lhe dizer&#8230; mas agora preciso ir ao banheiro. &#8211; Responde o monge.</p>
<p>&#8211; Pense sobre isso, algo tão insignificante que ninguém pode fazer por mim.</p>
<p>Continua o monge e, olhando para o discípulo, fecha a conversa:</p>
<p>&#8211; Pode fazer por mim?</p>
<p>&#8220;Ninguém pode entender as grandes questões da vida por você. Repetir as ideias dos outro é agir como um papagaio, que fala sem saber o que diz.&#8221; (do livro Zen em Quadrinhos de Tsai Chih Chung)</p>
<p><span id="more-4871"></span></p>
<p>Terapia é um processo interessante. Muitas vezes precisamos estar em contato com um terapeuta para, simplesmente, falar, perceber o que já percebemos sobre nós. É quase como se fosse um test drive de realidade: você percebe algo sobre você, matuta, sente-se inseguro ou não consegue acreditar; vai para a terapia, oscila e diz, confirma, afirma, se compromete e, quando faz isso, testa a sua verdade no mundo. Por vezes é o primeiro contato que temos com a nossa própria verdade.</p>
<p>É comum que no início do processo a pessoa sinta que é o terapeuta quem deve lhe dizer as coisas, as verdades, ajudá-la a desvendar o seu mistério, afinal de contas, é para isso que ela o está pagando certo? Ocorre que sem o que sai da boca da pessoa e sem a entrega dela nenhum processo anda. É como comprar um televisor mas não ligá-lo ou pagar uma academia sem ir à academia.</p>
<p>Este primeiro momento é quando nossas expectativas ainda estão na salvação que vem de fora. Obviamente o terapeuta é uma pessoa que vai ajudar com perguntas e com exercícios porém é exercitando aquilo que acontece na terapia que a pessoa começa a se perceber e poder perceber suas verdades. Um fenômeno interessante sobre isso é que o terapeuta fala a mesma coisa muitas vezes para somente algum tempo depois a pessoa sacar aquilo que já havia sido dito.</p>
<p>Isso não é perda de tempo, isso é o processo. Nem sempre compreendemos as coisas de pronto, precisamos de um tempo para nos habituar ao saber, ao conhecimento de nós mesmos. Nesse sentido, ninguém pode nos ajuda, ninguém pode nos salvar. Neste segundo momento a pessoa deixa de colocar no terapeuta a responsabilidade pelo seu processo e assume para si isso. Ao começar a buscar suas próprias respostas a terapia &#8211; paradoxalmente &#8211; torna-se mais interessante ainda.</p>
<p>É nesse momento que se partilham descobertas e percepções ao invés de apenas dúvidas e projeções. Ao assumir que sua verdade pode ser compartilhada é que a pessoa aprende a compartilhá-la. Com isso é que ela pode, finalmente, ter um diálogo e não um monólogo com seu terapeuta. Por que nesse momento? Porque, a partir daí, ela &#8220;torna-se pessoa&#8221;.</p>
<p>O interessante sobre as histórias zen é que em sua essência elas dizem que descobrir o zen é descobrir &#8220;nada&#8221;. Descobrir quem somos é algo parecido. Não se descobre &#8220;algo importante&#8221;, ou tem-se uma radiante e profunda revelação cósmica que muda a sua vida. Não é um grande show de fogos de artifício, muitas vezes é apenas a sensação tranquila de respirar e sentir-se em casa, o momento em que a inquietação some, que percebe-se que não há nada a descobrir porque, de uma forma estranha, &#8220;tudo está bem&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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