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	<title>Arquivos Vida mental - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Prazer e liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 13:07:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso. &#8211; Ok, mas o que não é chato para você? &#8211; Como assim? &#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda? &#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são. &#8211; Exato, por outro lado, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/08/prazer-e-liberdade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Prazer e liberdade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, é muito chato isso.</p>
<p>&#8211; Ok, mas o que não é chato para você?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você reclama muito, o que me faz ver que você é uma pessoa crítica, concorda?</p>
<p>&#8211; Sim, sou muito. Não gosto de ver as coisas do jeito que são.</p>
<p>&#8211; Exato, por outro lado, também não cria nada seu.</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; doeu&#8230;</p>
<p>&#8211; Sim, doeu e incomodou não é?</p>
<p>&#8211; É!</p>
<p>&#8211; Se você se permitisse guiar por este incomodo que sentiu agora, o que faria com sua vida?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; peraí&#8230; eu acho que eu ia bolar um projeto e abrir tipo aquelas startup sabe?</p>
<p>&#8211; Porque não faz isso?</p>
<p>&#8211; (silêncio)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liberdade e prazer são dois temas extremamente populares em nossa cultura. Verdadeiras metas de vida, tornam-se uma ideologia e terminam por serem avaliadores da vida das pessoas, porém, até que ponto esses dois elementos são realmente compreendidos para serem usados dessa forma?</p>
<p><span id="more-5337"></span></p>
<p>Para a cultura Ocidental padrão a liberdade é confundida com onipotência. Embora eu já tenha falado sobre o tema em outro post, vale a pena lembrar que o mote da liberdade é &#8220;fazer o que eu quero, quando eu quero e do jeito que eu quero&#8221;, ora, isso não é liberdade, isso é onipotência. Podemos ficar apenas com o primeiro: &#8220;fazer o que eu quero&#8221; é onipotência, principalmente quando isso significa fazer tudo que eu quero.</p>
<p>O prazer é tido em nossa sociedade como a expressão máxima daquilo que se pode obter da vida. A sensação de prazer é vendida como algo que necessita estar presente para sabermos que a vida vale à pena. Em resumo, confundimos prazer com sentido de vida. O prazer enquanto sentido de vida é um problema pelo fato de que esta sensação sofre de uma consequência chamada &#8220;habituação&#8221;. A habituação, como o nome diz, nos faz parar de sentir um determinado estímulo como prazeroso por estarmos habituados à ele. É como comer todo dia a mesma comida: paramos de sentir o prazer que ela nos causa.</p>
<p>Assim, quando o prazer e a liberdade como metas de vida são encarados da maneira vista acima, criam-se expectativas que, simplesmente, não poderão ser alcançadas e irão gerar muita frustração. Sentir prazer o tempo todo, com tudo o que fazemos é uma meta irrealista e pobre, existem muitas emoções e sentimentos que podemos sentir ao nos jogarmos em uma tarefa que podem ser muito melhores que o prazer. Outro ponto é que o prazer é sensorial, porém, não necessariamente edificante. Em outras palavras é bom de sentir prazer, mas isso pode não acrescentar nada &#8211; e deixar você viciado na sensação.</p>
<p>A liberdade enquanto onipotência vai na mesma vertente, se você acha que &#8220;tudo pode&#8221;, irá se frustrar muito porque a vida lhe fornecerá muitos exemplos de onde e como você &#8220;não pode&#8221;. Porém a pessoa que tem a expectativa irrealista de &#8220;tudo poder&#8221; sentir-se-a fracassada e pode, até mesmo, deprimir frente à percepção de como a realidade funciona.</p>
<p>Assim, dois aprendizados se tornam fundamentais: aprender a lidar com a frustração (aceite: você não vai &#8220;poder fazer tudo o que quer&#8221;) e conhecer outras formas de satisfação além do prazer. Estes dois aprendizados fazem referência a maneiras mais realistas de encarar aquilo que buscamos quando falamos em liberdade e prazer.</p>
<p>A &#8220;liberdade&#8221; pode ser conceituada como a capacidade de fazer e lidar com escolhas. Assim, não é necessário fazer tudo o que quer para sentir-se livre, mas sim, sentir-se capaz de realizar escolhas com consciência. Epiteto, filósofo romano, nascera escravo e versa sobre a liberdade enquanto uma faculdade mental antes de ser um direito ou status social. Podemos pensar em Nelson Mandela que, mesmo tendo sido preso durante 25 anos, disse que, durante este tempo, estava se preparando para ser presidente.</p>
<p>Já a questão do prazer deve ser redefinida enquanto a capacidade de satisfação que é a sensação responsável pelo prazer. A excitação sensorial ocorre com oscilações de falta e excesso de estímulo. Se temos excesso de um determinado estímulo ficamos sobrecarregados, se temos falta, subdesenvolvidos. Porém o ponto é que é possível satisfazer-se em vários níveis por assim dizer, além do sensorial. Pessoas que realizam tarefas, muitas vezes tem desgaste ao invés de prazer e, mesmo assim, sentem satisfação ao final do processo. A questão é: o que lhe falta? Entrar em contato com a falta é que nos proporciona a sensação de satisfação quando conseguimos suprir a falta.</p>
<p>Assim, deixo dois desafios: (1) como se tornar livre dentro da rotina que você já possui? (2) o que falta em sua vida para alimentar sua alma? Responder estas duas perguntas significa entrar em contato com angústia criativa, uma forma específica desta sensação que é uma definição pessoal de liberdade que não envolve a crença em fazer tudo o que quero, mas sim, viver aquilo que há e não busca ir além do prazer enquanto sensação única de satisfação.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Timidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 10:52:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#8211; Mas é que&#8230; aí, não sei o que dizer &#8211; Não sabe? Bem, o que as pessoas dizem quando puxam assunto com alguém? &#8211; Ai&#8230; &#8220;oi&#8221;, &#8220;que roupa legal&#8221;, ou tipo, puxam um assunto que a outra pessoa está falando. &#8211; Sim, você não sabe dizer isso? &#8211; Pensando assim eu sei. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/16/timidez/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Timidez</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Mas é que&#8230; aí, não sei o que dizer</p>
<p>&#8211; Não sabe? Bem, o que as pessoas dizem quando puxam assunto com alguém?</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; &#8220;oi&#8221;, &#8220;que roupa legal&#8221;, ou tipo, puxam um assunto que a outra pessoa está falando.</p>
<p>&#8211; Sim, você não sabe dizer isso?</p>
<p>&#8211; Pensando assim eu sei.</p>
<p>&#8211; Mas?</p>
<p>&#8211; Mas&#8230; e se a pessoa não gostar ou me achar intrometida?</p>
<p>&#8211; O que pode acontecer?</p>
<p>&#8211; Ela vai me dar um corte!</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; É ruim ganhar um corte.</p>
<p>&#8211; É. E?</p>
<p>&#8211; Como assim &#8220;e&#8221;?</p>
<p>&#8211; É ruim ganhar um corte, ponto. E&#8230; qual o problema? Você vai morrer se receber um? Ninguém pode dar um corte em você? Você acha que é imune à cortes?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230; ai sei lá&#8230; não vou morrer&#8230; mas&#8230; é&#8230;</p>
<p>&#8211; Você não sabe o que fazer com isso, mas &#8220;isso&#8221;, ou seja, um corte, uma rejeição, é &#8220;só isso&#8221; e você não será o primeiro e nem o último ser humano a vivenciar isso.</p>
<p>(fica me olhando com cara de surpresa)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas não são exatamente &#8220;tímidas&#8221;, mas sim pessoas com um simples medo de rejeição. Porque as pessoas temem algo que é tão comum na vida?</p>
<p><span id="more-4404"></span></p>
<p>No caso da rejeição o que achamos no consultório são duas vertentes básicas. Na primeira delas temos uma auto imagem idealizada e superprotegida. O que isso significa? É a pessoa que quando pensa em si, se imagina de uma maneira muito boa, otimista e forte. Porém esta auto percepção é enganosa porque foi criada dentro de um ambiente extremamente específico, ou seja, na casa dos papais.</p>
<p>Neste ambiente a pessoa realmente podia tudo, fazia tudo, o que fala é ouvido e o que deseja atendido. Isso cria uma falsa noção de poder pessoal. A pessoa, no fundo, sabe que o &#8220;mundo lá fora&#8221; não é assim e como não sabe como lidar com o que não é super proteção ela sente medo. Assim aquela pessoa forte e admirável não passa de uma vitrine sem conteúdo conforme gosto de dizer. Ela sabe ser &#8220;super&#8221; quando está dentro da casa dos papais, mas fora dela é um &#8220;mini&#8221;.</p>
<p>A segunda vertente é uma pessoa altamente cobrada com auto imagem, muitas vezes, inferiorizada. Enquanto no caso acima tínhamos alguém que se achava super em casa e mini fora, aqui temos uma pessoa que &#8220;sabe que é mini&#8221; o tempo todo. Assim, quando está em casa mede as palavras para não levar bronca e quando sai tem certeza que é melhor ficar calado para não receber bronca.</p>
<p>Ambos possuem uma auto imagem deturpada que acaba colidindo no mesmo problema: não conseguir lidar com a rejeição. O primeiro não quer sentir porque não sabe o que fazer com ela, o segundo está cansado dela e prefere não correr o risco &#8211; que na cabeça dele não é um risco, é uma certeza. De qualquer forma o medo da rejeição é igual à ambos e está organizado em torno desta auto imagem deficiente.</p>
<p>Aprender a ter uma auto imagem mais realista e conseguir construir interesse em torno de sua própria auto imagem é o início de um caminho que levará a pessoa a sentir-se interessante e bem quista &#8211; por ela mesma, essa &#8220;coisa&#8221; que chamamos de &#8220;auto estima&#8221;. Porém, isso não fecha o problema do medo da rejeição.</p>
<p>No primeiro caso temos que trabalhar com a qualidade de sustentar-se sobre as próprias pernas. O super protegido precisa de pessoas o tempo todo para sentir-se bem. Ele só sabe sentir-se bem assim. Necessita de alguém aceitando tudo o que quer. Rejeição para ele significa a ausência disso, ser rejeitado, de fato é &#8220;o fim&#8221;. Assim essa pessoa precisa aprender que ser rejeitado é apenas isso, uma opção de uma outra pessoa. Nunca agradamos todo mundo, desejar isso é um desejo deslocado, irreal e o super protegido não sabe disso. Ele precisa dessa realidade para desvincular-se de uma auto imagem que tudo pode e tudo recebe para algo mais realista.</p>
<p>Já o super cobrado &#8211; vamos chamar assim &#8211; precisa compreender que sua família de origem é muito cobradora, mas que o resto do mundo oferece outras oportunidades. Suas qualidades podem ser admiradas por pessoas fora do círculo familiar e ele pode sentir-se feliz e acolhido. É importante, também, saber lidar com a auto imagem e torná-la mais real no sentido de dar o devido valor ás suas qualidades, algo que a família que é super exigente não sabe fazer.</p>
<p>Para este a rejeição é a confirmação de que ele, de fato, não vale nada. Ao contrário do super protegido que entra em choque com a rejeição (&#8220;como assim você me rejeita?&#8221;) o super cobrado se diz: &#8220;é&#8230; eu já imaginava isso, sou mesmo um otário&#8221;. Questionar este posicionamento e ajudá-lo a compreender que a rejeição não define o seu &#8220;eu&#8221;, mas sim, apenas a escolha do outro e que existem outras pessoas que vão gostar de &#8220;quem ele é&#8221; é fundamental para este caso.</p>
<p>E com isso ambos podem aprender a ter novas relações, a lidar com o medo da rejeição que é, nestes casos, o verdadeiro sentido por detrás da palavra &#8220;timidez&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Força</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 10:56:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco. Porque? Porque vou estar fazendo o que ele quer. Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância? Mas o que vão pensar? Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/08/26/forca/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Força</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-4364" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/08/277_forca_otimismo_04-300x230.jpg" alt="277_forca_otimismo_04" width="300" height="230" /></a></p>
<ul>
<li>Mas aí eu vou demonstrar que sou fraco.</li>
<li>Porque?</li>
<li>Porque vou estar fazendo o que ele quer.</li>
<li>Hum&#8230; então demonstrar força é perceber que o outro tem razão, concordar com ele, mas fazer o contrário por pura arrogância?</li>
<li>Mas o que vão pensar?</li>
<li>Depende de como você vai agir. Onde está a fraqueza em perceber que uma ideia é melhor que outra?</li>
<li>Não é fraqueza isso.</li>
<li>E não é isso, em síntese o que está acontecendo?</li>
<li>Sim.</li>
<li>Se não fosse seu pai dizendo isso, você estaria tão relutante em aceitar?</li>
<li>É&#8230; pensando bem&#8230; não&#8230;</li>
<li>Então, o que é ser forte nesse momento?</li>
<li>Pensando assim&#8230; talvez se eu falar que concordo vou ser mais forte porque&#8230; bem&#8230; eu sempre falo que ele nunca aceita ideia de ninguém mesmo que concorde com ela.</li>
<li>E?</li>
<li>Bem, eu prego contra isso, e se eu não aceitar farei o mesmo que ele.</li>
<li>E se aceitar?</li>
<li>Vou estar de acordo com o que eu penso: uma boa ideia é uma boa ideia, não importa de quem venha.</li>
</ul>
<p>O que é &#8220;ser forte&#8221;? Muitas pessoas em seus processos de terapia acabam mostrando medo em sentir-se fracas. Assim, fazem &#8220;algo&#8221; para não se mostrar &#8220;fracas&#8221; e chamam isso de &#8220;força&#8221;, seria &#8220;ser forte&#8221; fugir de &#8220;ser fraco&#8221;?</p>
<p>A estratégia por detrás desta maneira de agir é de afastamento. Ou seja, imagino aquilo que não quero e ajo de uma maneira que me pareça distante daquilo que não quero, afasto-me daquilo que temo ou não desejo. Isso, como o leitor pode ter deduzido, não nos conduz ao que desejamos. Ou seja fugir ou esquivar-se de uma briga não quero dizer que sei como me defender caso tenha que lutar.</p>
<p>E é aí que o conceito de &#8220;força&#8221; emocional ou psicológica se aplica. Força no sentido físico é a quantidade de energia aplicada a determinado objeto. É uma medida quantitativa. Quando levamos esta ideia para a mente e as emoções &#8220;força&#8221; significa a disposição que a pessoa tem para enfrentar de maneira adequada determinadas situações. Neste sentido a força não tem a ver com o comportamento em si, mas sim com sua adequação à situação, às emoções de quem vive ela e com os objetivos da pessoa. Ser forte, é algo relativo e não definitivo, o mesmo comportamento que pode demonstrar força em uma situação pode ser evidência de fraqueza ou de fuga em outra.</p>
<p>O que fazer se quero ser forte?</p>
<p>Em primeiro lugar é importante parar de fugir. A fuga é uma estratégia sábia e importante em momentos nos quais o ônus de lutar será maior do que conseguimos suportar. Como diz o ditado romano: o bom general sabe quais batalhas lutar e quais não lutar. Parar de fugir significa encarar aquilo que tememos e responder à pergunta: o que seria ser forte nessa situação?</p>
<p>Uma vez respondida esta pergunta é importante ligar isso à situação e ao que desejo. Pessoas com problemas de dependência tem nisso a missão de suas vidas. Não basta dizer &#8220;não quero ser dependente&#8221;, mas sim compreender &#8220;o que é ser dependente?&#8221;, &#8220;de que maneira percebo que estou agindo de forma dependente&#8221;, &#8220;como me sinto ao fazer isso&#8221;, &#8220;o que isso acarreta para minha auto estima&#8221;. Isso é encarar o medo, esse é o começo da força: conhecer suas fraquezas. É assim que se constrói uma fortaleza: conhecendo seu terreno, suas fraquezas e virtudes.</p>
<p>O segundo ponto é: &#8220;o que preciso fazer para sentir que sou forte?&#8221; Veja que &#8220;sentir-me forte&#8221; é diferente de &#8220;não sentir-me fraco&#8221;. &#8220;Como vou evidenciar que estou construindo força emocional?&#8221;, &#8220;de que maneiras posso agir para mostrar força?&#8221;. Estas perguntas conduzem a pessoa a criar um modelo para buscar. Este modelo poderá ser mudado ao longo de sua vida, ela poderá (assim espero) encontrar novas definições de força ou formas de expressá-la.</p>
<p>O terceiro ponto é agir. A ação é a maneira mais eficaz e talvez a única de realmente alterarmos nossa percepção de eu e abrirmos nossos paradigmas à novas concepções. Sem a ação temos bons planos. Com a ação teremos desafios e a insegurança natural da ação e junto com ela a energia da aventura de viver.</p>
<p>E aí, vamos construir força nessa mente e coração?</p>
<p>Abraço</p>
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