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	<title>Arquivos Auto-aceitação - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Libertar-se</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/08/19/libertar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 10:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não tenho me sentido bem. &#8211; Porque? &#8211; Algo está faltando. &#8211; O que é? &#8211; Ah&#8230; é que&#8230; bom. Eu tenho que fazer coisas com a minha vida, mas não faço. &#8211; E o que te impede? &#8211; Me sinto preso. &#8211; O que te prende? &#8211; Acho que é eu mesmo. &#160; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/08/19/libertar-se/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Libertar-se</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não tenho me sentido bem.</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Algo está faltando.</p>
<p>&#8211; O que é?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; é que&#8230; bom. Eu tenho que fazer coisas com a minha vida, mas não faço.</p>
<p>&#8211; E o que te impede?</p>
<p>&#8211; Me sinto preso.</p>
<p>&#8211; O que te prende?</p>
<p>&#8211; Acho que é eu mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que é estar livre? O que é ser livre? O que é exercitar a liberdade?</p>
<p><span id="more-3660"></span></p>
<p>Em geral a palavra liberdade está colocada em oposição com a palavra prisão. Onde a pessoa que é liberta é oposto daquela que é prisioneira. No entanto, a experiência nos mostra que não estar preso é diferente de estar livre. Nelson Mandela disse que não ficou 25 anos preso, mas sim 25 anos se preparando para governarr a África do Sul.</p>
<p>Outro exemplo é um filósofo romano Epicteto que nascera escravo. Ele trouxe muitas contribuições para a filosofia falando sobre a liberdade. Estranho um escravo falando de liberdade? Nem tanto. Se você entender a liberdade enquanto um direito, por exemplo, o de ir e vir, você pode achar estranho alguém privado disso dizer-se livre. Porém, se liberdade estiver ligada à questão da escolha, você terá uma pessoa liberta mesmo quando esta estiver presa.</p>
<p>O que nos liberta não é um estado de direito. A liberdade está na maneira como se vive o pensar. Nem mesmo está relacionado ao que se pensa, pois assim teríamos conteúdos libertários e outros que não. Porém a liberdade é mais adequada ao exercício do que ao conteúdo ou ao próprio resultado.</p>
<p>Uma pessoa livre, em minha experiência, tem sido aquela que consegue ouvir e expressar o seu próprio destino. Por destino não entendo algo divino, hierarquica e sobrenaturalmente imposto sobre alguém, mas sim o destino que é construído pelo próprio processo de desenvolvimento da pessoa. A liberdade, neste caso não é apenas uma condição da mente, mas, também &#8211; e talvez principalmente &#8211; um apelo biológico.</p>
<p>A ideia parece estranha? Pode parecer. Porém se eu seguir as ideais de Damásio nas quais a mente deriva da evolução de um organismo cuja função seria uma adaptação cada vez melhor ao ambiente, posso compreender que a noção de liberdade poderia evoluir nesta mente como uma forma de justificar a sua própria necessidade de adaptar-se ao meio e às evoluções deste meio.</p>
<p>Ao invés de diminuir, aos meus olhos, isso aumenta o poder da liberdade em nós. Se pensar que nossa própria biologia buscou organizar uma função na mente que lhe desse poder para entender-se enquanto capaz de realizar mudanças e potenciais latentes devo compreender o quanto isso é, biologicamente libertador.</p>
<p>Para que o leitor tenha uma outra leitura, pense assim: a biologia criou o cérebro e esta estrutura fantástica criou a mente. Não é que a mente seja um produto do cérebro, mas relaciona-se com este. A função da mente é de ajudar o organismo a ter uma vida cada vez melhor. A memória, raciocínio e aquilo que chamamos de &#8220;eu&#8221; são maneiras da mente organizar-se para adaptar melhor o organismo ao mundo e dar-lhe uma vivência cada vez mais rica. Neste contexto surgiria a noção de liberdade na mente. Uma sensação que ligaria o organismo ao imenso prazer que sentimos quando nos sentimos livres, ou seja, entregues à nossa própria história biológica.</p>
<p>E você, é livre?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Aceitação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/09/08/aceitacao-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 13:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Mas e daí? O que você está me dizendo é que não importa se meu pai me quer ou não? Na verdade sim. Porém não é se ele &#8220;te quer&#8221;, mas sim se ele &#8220;te aceita&#8221;. E qual a diferença? Bem, aceitar é uma coisa, querer é outra. A primeira tem a ver com &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/09/08/aceitacao-3/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Aceitação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/download-11.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2366" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/download-11.jpg" alt="download (11)" width="279" height="180" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Mas e daí? O que você está me dizendo é que não importa se meu pai me quer ou não?</p>
</li>
<li>
<p>Na verdade sim. Porém não é se ele &#8220;te quer&#8221;, mas sim se ele &#8220;te aceita&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p>E qual a diferença?</p>
</li>
<li>
<p>Bem, aceitar é uma coisa, querer é outra. A primeira tem a ver com percepção e a segunda, com o desejo.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; mas e daí, se ele não me aceitar, então, o que eu tenho que fazer?</p>
</li>
<li>
<p>Isso: fazer sozinho. Ele não vai ser o único a não aceitar características suas sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Como assim?</p>
</li>
<li>
<p>Você vai viver isso várias vezes na vida: não ter características suas aceitas.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; é complicado isso.</p>
</li>
<li>
<p>É meio chatinho mesmo&#8230; porém libertador.</p>
</li>
<li>
<p>Porque?</p>
</li>
<li>
<p>Já que você sabe que será não aceito&#8230; o que tem que fazer?</p>
</li>
<li>
<p>Me aceitar sozinho né?</p>
</li>
<li>
<p>Pois é&#8230; este é o primeiro passo&#8230; sempre!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos temas fundamentais em terapia é a aceitação. Aceitar é dar valor de existência à algo que existe em nós, seja este &#8220;algo&#8221; um comportamento, uma emoção, um desejo ou um pensamento.</p>
<p>Em geral o tema se apresenta no pedido de que o outro me aceite: &#8220;queria que meus pais me aceitassem&#8221; ou &#8220;quero ser aceito pelas pessoas&#8221;. Então as pessoas passam a relatar todo o trabalho que tem para alcançar este fim: agradam os outros, são gentis com os outros, engolem sapos pelos outros e não conseguem a tal aceitação.</p>
<p>O problema central desta estratégia é que &#8220;fazer pelos outros&#8221; não é algo que garante aceitação. Quando faço algo por alguém posso estar garantindo que eu gosto de fazer coisas por aquela pessoa, mas isso não tem nada a ver com ela aceitar minhas características (a não ser, esta de fazer pelos outros). A frustração e decepção são sempre enormes, porém infundadas visto que a estratégia escolhida não alcança a meta proposta.</p>
<p>A questão é que para algo poder receber o valor de existência, precisa, primeiro, ser demonstrado. Se eu não mostro minha tristeza, por exemplo, como poderão aceitar que eu estou triste? Se não mostro minhas qualidades, como podem aceitá-las? No entanto, para fazer isso é necessário que eu mesmo aceite aquilo que existe dentro de eu mesmo. Assim sendo a tal da &#8220;auto aceitação&#8221; é o fundamento da aceitação do outro. O mais interessante é que, quando eu aceito aquilo que há em mim não existe mais necessidade do outro aceitar. Esse é, inclusive, o referencial que eu uso para compreender que a aceitação realmente ocorreu.</p>
<p>A não aceitação das nossas características pelos outros torna-se, a partir daí, um problema para o outro e não mais para nós mesmos. É aquela situação em que a pessoa lhe diz que não gosta daquilo que você faz e você diz que sabe disso e entende. Você &#8220;aceita&#8221; a percepção de negação do outro, embora não precise concordar com ela. Isto faz com que as relações cresçam em qualidade porque começa a &#8220;obrigar&#8221; o outro a buscar a aceitação. Quando uma das partes não se aceita e precisa da aceitação do outro ela está pedindo para existir e ninguém pode fazer isso por ninguém.</p>
<p>Aceitação envolve percepção de seu comportamento, de seus pensamentos, de seus desejos e emoções. Ninguém pode fazer isso por você, podem até apontar, porém você precisará focar a sua atenção no que os outros apontam. A aceitação muitas vezes se torna difícil por causa da auto imagem que temos de nós mesmos. Muitas vezes aquela imagem que temos de nós fica tão forte que não conseguimos ver o que &#8220;realmente&#8221; há por debaixo dela, ou o que mais há junto com ela. Aquilo que &#8220;sai da regra&#8221; é colocado de lado.</p>
<p>Aceitar-se, por outro lado, pode ser duro para a auto imagem. E esta é outra habilidade que a pessoa deve conseguir ter: aprender a suportar as suas <a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/2014/09/03/mudar-de-ideia/">incoerências internas</a>. Esse trabalho requer maturidade para ver aquilo que não considero &#8220;eu&#8221; como parte de mim e dar valor de existência à isso. Requer sabedoria para conseguir integrar esta nova porção recém-descoberta de si à sua auto imagem expandindo-a, mudando-a. E se isso tudo se somar à noção de que poderemos ser nós mesmos enquanto incorporamos elementos que não reconhecemos como &#8220;eu&#8221; estaremos indo numa direção de muita riqueza pessoal.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<item>
		<title>Em defesa do defeito</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/05/14/em-defesa-do-defeito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2014 11:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Eu acho que percebi algo em mim. O que é? Eu tenho vergonha de dizer. Hum&#8230; algo que te incomoda é? Sim&#8230; eu nunca pensei isso de mim e não gostei de ter percebido isso. Ah é? Bem&#8230; essas coisas em geral são &#8220;boas&#8221; de serem percebidas. É, mas eu não estou gostando. Bem&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/05/14/em-defesa-do-defeito/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Em defesa do defeito</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/inseguranca.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-1923" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/inseguranca.jpg" alt="inseguranca" width="250" height="246" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Eu acho que percebi algo em mim.</p>
</li>
<li>
<p>O que é?</p>
</li>
<li>
<p>Eu tenho vergonha de dizer.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; algo que te incomoda é?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; eu nunca pensei isso de mim e não gostei de ter percebido isso.</p>
</li>
<li>
<p>Ah é? Bem&#8230; essas coisas em geral são &#8220;boas&#8221; de serem percebidas.</p>
</li>
<li>
<p>É, mas eu não estou gostando.</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; uma forma de pensar é assim: de que maneira será que essa percepção pode te deixar ainda mais completa enquanto pessoa?</p>
</li>
<li>
<p>Não sei&#8230; Não pensei nisso&#8230; não acho que pode me deixar mais completa.</p>
</li>
<li>
<p>Será que, percebendo isso em você, algumas coisas não ficam mais claras no seu comportamento?</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; isso pode ser&#8230; sim.</p>
</li>
<li>
<p>Algo do tipo: &#8220;ah, então é isso!&#8221;&#8230; mesmo que esse &#8220;isso&#8221; não seja lá uma coisa boa ou prazerosa de se perceber.</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; olhando assim é verdade</p>
</li>
<li>
<p>E o que fica mais evidente?</p>
</li>
<li>
<p>O jeito que eu lido com as relações sabe? Porque eu abro mão do que é importante pra mim.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; que bela percepção então.</p>
</li>
<li>
<p>Bela não é, mas é verdadeira&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E qual é, vai te ajudar muito ter percebido isso!</p>
</li>
<li>
<p>Ai Akim&#8230; eu sou dependente!</p>
</li>
<li>
<p>Qual é o problema em ser dependente?</p>
</li>
<li>
<p>É horrível!!</p>
</li>
<li>
<p>Não é prazeroso e já te gerou um monte de dor&#8230; mas&#8230; &#8220;qual o problema&#8221;?</p>
</li>
<li>
<p>Você não vê problemas?</p>
</li>
<li>
<p>Como já te disse: não é bom, não nos ajuda, mas enfim&#8230; é o que é não é mesmo? Melhor afirma que negar!</p>
</li>
<li>
<p>Bem&#8230; isso é verdade.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jung descrevia algo que ele chamava de &#8220;sombra&#8221;. Ela nada mais é do que elementos, características, qualidade e defeitos que não percebemos em nós. Tudo aquilo que  não é aceito ou percebido faz parte da sombra.</p>
<p>Porém se ela fosse somente um depósito de elementos rejeitados do nosso eu, seria algo tranquilo, mas ela não é apenas isso. Ocorre que os &#8220;elementos sombrios&#8221; possuem uma &#8220;vida&#8221; própria, eles fazem parte da dinâmica do nosso self, eles ajudam, atrapalham, interferem em nossas vidas. A sombra quando é incompreendida ou negada torna-se perigosa. Porque?</p>
<p>Como foi dito aquilo que é negado possui uma &#8220;vida própria&#8221;, ou seja, faz parte de nós. Essa parte negada interage com as outras, só que, como não a percebemos não vemos a sua influencia. Aí é que as pessoas tem atitudes, por exemplo, que &#8220;não sabem como explicar&#8221;, porque tem aspectos dela que estão presentes, mas como ela não os percebe, ela não vê a sua influência. O caso acima, por exemplo, a pessoa tinha que pessoas dependentes eram &#8220;muito idiotas&#8221; e, com isto, negava em si a própria dependência. Porém ela existia e fazia seus relacionamentos um inferno, depois que ela pode &#8211; à duras penas &#8211; aceitar este aspecto de si ela conseguiu mudar.</p>
<p>Outro motivo é que, enquanto não conhecemos nossas características elas se apresentam de uma maneira que é difícil de ser conciliada com a nossa vida cotidiana. Ou seja, é &#8220;pedra bruta&#8221;. Por exemplo: uma pessoa pode ter a atitude de sempre se embebedar em festas e dar vexame como uma maneira de não conseguir integrar dentro de si a euforia que vem, então, de uma maneira impulsiva e descontrolada.</p>
<p>Aprender a perceber, aceitar e conviver com os nossos defeitos é um dos passos que pode nos ajudar a conversar mais com nosso lado sombrio. quando conseguimos compreendê-lo mais começamos a parar de temê-lo tanto e conseguimos criar uma nova relação com ele. Muitas vezes também é na sombra que está a chave para a resolução dos nosso conflitos atuais. Quando entramos nela, desvendamos seus mistérios e aprimoramos a maneira daquilo que negamos ser expresso podemos estar dando um salto qualitativo sem igual em nossas vidas.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pare a briga</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/06/14/pareabriga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 12:42:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>(no meio de um exercício no qual apenas pedi para a pessoa respirar profundamente e prestar atenção à sua respiração) &#8211; Eu não sei exatamente o que acontece comigo&#8230; parece que eu vou viver a vida toda com esta inquietação sabe? &#8211; Sim, continue respirando e preste atenção nesta inquietação. &#8211; É um incomodo que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/06/14/pareabriga/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pare a briga</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>(no meio de um exercício no qual apenas pedi para a pessoa respirar profundamente e prestar atenção à sua respiração)</p>
<p>&#8211; Eu não sei exatamente o que acontece comigo&#8230; parece que eu vou viver a vida toda com esta inquietação sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, continue respirando e preste atenção nesta inquietação.</p>
<p>&#8211; É um incomodo que não incomoda sabe?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; É&#8230; eu não gosto de ficar preocupado, gosto de agir apenas, mas como sempre tive uma vida confortável nunca vi muitos motivos para agir, sempre usei as coisas de acordo com o que eu tinha.</p>
<p>&#8211; E?</p>
<p>&#8211; E&#8230; de certa forma&#8230; as pessoas se incomodavam com isso porque eu estava &#8220;tranquilo&#8221;, &#8220;na minha&#8221;&#8230; sem me preocupar e acabei entendendo que não ficar preocupado era errado.</p>
<p>&#8211; Hum e o que isso tem a ver com você hoje?</p>
<p>&#8211; Tem a ver que toda a vez que sinto que posso relaxar e ficar tranquilo me sinto culpado como se eu não soubesse viver, não soubesse o que esperar da vida e estivesse fazendo besteira.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; entendi&#8230; e se você relaxar o que acontece?</p>
<p>&#8211; Ai Deus&#8230; eu acabo ficando mais atento&#8230; mais crítico, não crítico chato sabe? Mas crítico e reajo mais na hora.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230;</p>
<p>&#8211; Tenho que parar de brigar com o que tenho dentro de mim Akim&#8230;</p>
<p>&#8211; Também acho&#8230;</p>
<p>Muitas vezes as pessoas me dizem que tem problemas e defeitos. Ficam ansiosas com isso e querem mudar.</p>
<p>Muitas vezes, também, em meio à terapia ela simplesmente entendem que aquilo que pensam ser um defeito é simplesmente algo que chamaram de defeito e não um defeito em si.</p>
<p>Existe uma palavra para isso: aceitação. Aceitar não significa gostar, mas significa parar de brigar com o que percebemos, sentimos, desejamos e dar valor de existência àquilo. Uma vez que fazemos isso podemos, de fato, começar a nos relacionar com &#8220;a coisa&#8221;. E ao fazer isso é que podemos entender, compreender e mudar &#8211; caso necessário &#8211; ou começar a dar um novo uso para aquilo tudo.</p>
<p>A respiração é um exercício ótimo para começar isso. Respirar e ficar atento à sensação, ideia ou pensamento. Porque? Todos temos tensões musculares que são profundamente ligadas às nossas tensões emocionais e psicológicas, quando respiramos sem buscar intervir começamos a relaxar as tensões ou a colocar tônus em músculos que estão frouxos demais, isso regula a pessoa e re-equilibra as tensões. Daí quando as tensões começam a se equilibrar mudanças psicológicas e emocionais começam a acontecer.</p>
<p>Outra forma é criar um diálogo com aquilo que não conseguimos aceitar, imaginar a coisa como um interlocutor e começar a conversar, fazer perguntas e imaginar a resposta. É um exercício de criação e fantasia bem interessante e que geralmente dá bons resultados. Conversar com aquilo que queremos esconder é um bom começo para pararmos de brigar.</p>
<p>Abraço</p>
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