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	<title>Arquivos Capaz - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Desapegar-se</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/12/04/desapegar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo fazer isso? &#8211; E o que você consegue fazer? &#8211; O mesmo de sempre, baixar a cabeça e fingir que está tudo bem. &#8211; Para ter o novo comportamento, o que é preciso deixar ir do antigo? &#8211; Não fazer mais? &#8211; Não se trata disso. Há uma emoção vinculada ao comportamento. &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/12/04/desapegar-se/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Desapegar-se</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo fazer isso?</p>
<p>&#8211; E o que você consegue fazer?</p>
<p>&#8211; O mesmo de sempre, baixar a cabeça e fingir que está tudo bem.</p>
<p>&#8211; Para ter o novo comportamento, o que é preciso deixar ir do antigo?</p>
<p>&#8211; Não fazer mais?</p>
<p>&#8211; Não se trata disso. Há uma emoção vinculada ao comportamento. Ele, por si só, não é problemático a questão é o valor associado à ele, pense nisso.</p>
<p>&#8211; Entendo&#8230; é que é como se, ao baixar a cabeça eu fosse uma &#8220;pessoa boa&#8221; sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, está pronto para deixar isso de lado? Ser uma pessoa &#8220;ruim&#8221;?</p>
<p>&#8211; Não sei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desapego é uma palavra que entrou em moda quando o assunto é &#8220;evolução pessoal&#8221;. Porém compreender a natureza do desapego é algo mais importante ainda. Boa parte das pessoas confunde o desapego com livrar-se de coisas ou hábitos. O foco recai no hábito e na coisa, porém desapegar-se não tem a ver com isso, esta é a consequência do desapego.</p>
<p><span id="more-7456"></span></p>
<p>Como a palavra já diz, desapego trata em retirar um apego, uma emoção ou sentimento que nos vincula à algo de uma forma específica. Assim o ponto central do ato de desapegar-se tem a ver com a emoção que cria o vínculo e não com a coisa, pessoa, lugar ou situação. Em outras palavras, é possível manter um hábito, relação ou coisa e ainda assim desapegar-se dela. Algumas pessoas, por exemplo, jogam algo fora, mas continuam apegadas a isso, passam o tempo todo pensando naquilo e mantém a mesma emoção diante daquilo que foi descartado.</p>
<p>Então, em primeiro lugar, não confunda desapego com descarte. São coisas bem diferentes. Ao focar no desapego, em primeiro lugar é importante conhecer o apego. Se quero mudar meu sentimento por algo, primeiro preciso saber o que sinto. Toda emoção ou sentimento tem a ver com ações, dessa forma, é importante, também, reconhecer o tipo de motivação que nos liga à algo. Posso sentir-me seguro ao baixar a cabeça, pois quando criança, aprendi que ao fazer isso os outros se apiedavam de mim. Então, meu sentimento é segurança e a motivação tem a ver com &#8220;manipular&#8221; os outros nesse sentido.</p>
<p>Compreender a motivação é compreender o que faz com que o objeto de nosso apego seja importante para nós. Perceber a emoção vinculada ao objeto é o que nos abre a visão para a motivação. De posse disso é que se torna possível desapegar-se. O processo trata do reconhecimento de que o objeto de nosso apego é apenas um objeto. Fui eu quem colocou a carga emocional sobre este objeto e não ele quem é detentor disso. Assim sendo o desapego é o processo de tomar novamente para si as energias que eram depositadas em algo externo.</p>
<p>&#8220;Retiro o apego de&#8230;&#8221; este é o sentido em desapegar-se. Vejo o objeto de meu apego apenas como um objeto, sem os valores e condicionamentos que criei sobre ele. Ele volta a ser apenas ele. O eu, por sua vez, se torna mais forte, no sentido em que resgata a energia depositada. Se vê com novas possibilidades de escolha. Um erro aqui é perceber que a pessoa se torna &#8220;livre&#8221;. O ato de apegar-se é um exercício de liberdade tanto quanto o ato de desapegar-se. A liberdade não reside em fazer tudo, mas em perceber os limites que nos cercam diante das escolhas que fazemos.</p>
<p>Por fim, a relação com o objeto de apego se transforma a partir do desapego. Aqui é importante a ressalva de que a relação se transforma em algo diferente. Não nos desapegamos do objeto e sim dos afetos e condicionamentos que nós mesmos criamos nele. Ao fazer isso e ver o objeto de apego de outra maneira, podemos recriar a relação. Esta é a diferença entre desapego e descarte. No segundo jogamos fora e ponto. No primeiro mudamos a relação e isso é onde reside o verdadeiro potencial transformador do desapego.</p>
<p>Para finalizar, uma história Zen que fala sobre isso: Diz o aprendiz: &#8220;mestre, estou muito feliz, me desapeguei de tudo nesta vida, estou completamente livre&#8221;. Diz o mestre: &#8220;ok, desapegue-se disso&#8221;, ao que o aprendiz retruca: &#8220;mas mestre, eu me desapeguei de tudo já&#8221;, ao que o mestre responde: &#8220;ok, então fique com isso&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Porque não dá certo?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/03/25/porque-nao-da-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu já fiz e tudo. Não dá certo, não consigo! Não sei o que acontece. &#8211; Ok, vamos olhar para essa sua empresa que não acontece. Olhe para ela. O que vê? &#8211; Eu imagino um lugar muito legal, lucro e gente feliz ali trabalhando. &#8211; E quem fica mais feliz com isso? Olhe &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/03/25/porque-nao-da-certo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Porque não dá certo?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu já fiz e tudo. Não dá certo, não consigo! Não sei o que acontece.</p>
<p>&#8211; Ok, vamos olhar para essa sua empresa que não acontece. Olhe para ela. O que vê?</p>
<p>&#8211; Eu imagino um lugar muito legal, lucro e gente feliz ali trabalhando.</p>
<p>&#8211; E quem fica mais feliz com isso? Olhe além do seu sorriso. Para onde seus olhos estão olhando se olharem além da empresa, além daquilo que você está vendo diante de si?</p>
<p>&#8211; Eu não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Fique um pouco com isso&#8230; busque ficar aberto, nada mais. Não há algo certo ou errado para aparecer.</p>
<p>&#8211; Minha mãe.</p>
<p>&#8211; O que tem ela?</p>
<p>&#8211; Estou mostrando que dei certo. Mostrando que sou digno&#8230;</p>
<p>&#8211; Vejo que isso te emociona.</p>
<p>&#8211; &#8230; sim.</p>
<p>&#8211; Ok, vamos ficar com isso&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma pergunta constante: porque não consigo o que eu quero? Porque não consigo atingir os resultados que desejo? Porque nada dá certo para mim? Muitas respostas podem servir neste momento, muitas são as reflexões. Uma delas é sutil e dificilmente é feita: a serviço do que está isso que você deseja tanto?</p>
<p><span id="more-7133"></span></p>
<p>Sempre que alguém não consegue algo, um passo comum (e necessário) é verificar se essa pessoa realmente tem um plano realista e competência para executá-lo. É muito comum que as pessoas queiram coisas, sem se colocar em ação ou com um plano grosseiro que dificilmente atingirá o alvo. Nestes casos, é importante dar um passo para trás e trabalhar com aquisição de competências, disciplina e organização e com a realidade.</p>
<p>Porém, existem pessoas que possuem competências, mas &#8220;a coisa não acontece&#8221;. Uma linha de reflexão sobre isso é a que trouxe acima. Ocorre que aquilo que desejamos é visto, na maior parte das vezes, apenas como um fim. O desejo por uma casa ou dinheiro, por exemplo, é visto apenas em relação ao que vai trazer. Mas tudo aquilo que desejamos também está ligado à nossa história pessoal, à maneira pela qual nosso próprio desejo é estruturado. De forma simples: desejar uma casa pode estar envolvido com medo de sentir-se fracassado ou com o desejo de conforto. A casa pode ser a mesma, mas as histórias, muito diferentes.</p>
<p>É muito comum aos filhos, por exemplo, desejarem ajudar os pais em suas vidas. Querem cuidar dos pais, dar-lhes conforto e prosperidade. Este desejo permanece dentro da pessoa, intocado e atuante durante muitos anos. E, de repente, a pessoa tenta abrir uma empresa. A empresa começa bem, mas logo emperra e vai mal. Atrás disso tudo pode haver uma dinâmica relacionada ao desejo infantil. Enquanto ele vê a vida dos pais igual ao que era antes, sente-se fracassado, sente que falhou. Logo, começa a tomar decisões erradas na empresa &#8211; que está a favor desse desejo infantil.&nbsp;Essa dinâmica pode levar a empresa à falência, visto que quanto menos a vida dos pais muda (afinal depende deles e não do filho), menos ele sente-se apto para dirigir a empresa.</p>
<p>Este tipo de dinâmica ocorre com uma frequência maior do que gostaríamos de admitir. O desejo pode ser traiçoeiro nesse sentido, por nos levar em direção à promessas e compreensões infantis. E então, a pessoa nunca olha para aquilo que há por detrás do desejo, apenas para ele, cega e rígida. Quando o desejo atua em direção à cegueira emocional, ele fatalmente nos leva à um fim trágico. Temos várias histórias sobre isso. Olhar para nosso desejo e ir além dele, olhando para aquilo que ele nos traz emocionalmente é um dos caminhos para compreender este destino.</p>
<p>Olhar além de nós e dos benefícios diretos do desejo. Este é o desafio. Olhar para a relação que ele cria em nossa história. Quem nos tornamos ao atingir o desejo? O que realmente muda? O que permanece enquanto algo não muda? Essas perguntas nos fazem refletir além do desejo. Essa reflexão pode nos mostrar o lugar que damos à ele em nossas vidas e isso pode nos dar respostas interessantes. Até mesmo chegar ao ponto em entender que o desejo que tanto perseguíamos, não é nosso, ou não nos cabe. Exige muita coragem fazer isso, mas também é possível.</p>
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		<title>Medo de perder</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/09/21/medo-de-perder/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 10:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se quero. &#8211; Mas você acabou de dizer que quer! &#8211; Mas é que se eu me mudar&#8230; sei lá, vai que não é bom? &#8211; Pode ser que não seja, o que você vai fazer com isso? &#8211; Pois é, não sei! Não vou poder voltar atrás depois. &#8211; Não, isso &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/09/21/medo-de-perder/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Medo de perder</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei se quero.</p>
<p>&#8211; Mas você acabou de dizer que quer!</p>
<p>&#8211; Mas é que se eu me mudar&#8230; sei lá, vai que não é bom?</p>
<p>&#8211; Pode ser que não seja, o que você vai fazer com isso?</p>
<p>&#8211; Pois é, não sei! Não vou poder voltar atrás depois.</p>
<p>&#8211; Não, isso é um problema para você?</p>
<p>&#8211; Sim, porque não sei como agir depois!</p>
<p>&#8211; Que tal enfrentar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O medo de perder aquilo que temos é uma forma de não assumir as mudanças que desejamos para nós. Toda escolha (mudar ou não mudar) pode trazer consequências negativas, então será que isso serve de desculpa para ficar onde está?</p>
<p><span id="more-5750"></span></p>
<p>Não. Medo não é impeditivo de ação, já explorei isso em outros posts. Neste vamos tratar da convicção frente à mudança e da necessidade de sucesso como impeditivos do movimento.</p>
<p>Uma das causas, de fato, de termos medo de perder aquilo que vamos deixar para trás é não estar convicto daquilo que se deseja. Sem termos certeza daquilo que queremos é fácil ver nos desafios que virão uma boa desculpa para não sair da zona de conforto. Também é uma perspectiva sábia: se desconheço a mudança que desejo, porque vou me empenhar em mudar?</p>
<p>Porém, a falta de convicção rapidamente se transforma em desculpa. Não estar certo de algo pode ser um motivo para não agir, mas não para continuar sem saber. Em outras palavras, se você não está convicto de que deseja uma mudança específica, é hora de se dar uma resposta, descobrindo se você vai ou não fazer alguma coisa com sua vida.</p>
<p>A necessidade de sucesso também é um impeditivo para a ação. Em geral, a fórmula é: &#8220;e se der errado?&#8221;. Se esta pergunta visa criar um &#8220;plano B&#8221; realmente necessário o qual você irá seguir no caso de necessidade, perfeito, esta pergunta é super adequada. Mas quando ela se torna uma fonte inesgotável de situações que podem dar errado, acredite, você está apenas postergando algo importante.</p>
<p>É simples verificar isso: se a pergunta é &#8220;verdadeira&#8221;, ou seja, se a pessoa realmente quer saber o que fazer se der errado, criar um plano B, verificar as perdas que são possíveis de serem sofridas resolve a pergunta. Quando ela surge apenas para postergar, o plano B precisa de um C, D, E F&#8230; em um ciclo sem fim e não quer nem pensar em perdas.</p>
<p>O desejo de sucesso é diferente da necessidade de sucesso. O primeiro é ativo, o segundo passivo. O primeiro se baseia na realidade, o segundo em fantasias de perfeição. O primeiro aceita ganhos e perdas, o segundo apenas os ganhos.</p>
<p>Então, como lidar com o medo de perder? Em primeiro lugar verificando se você realmente quer uma mudança. Veja o que pode vir de positivo com a mudança e verifique se você quer isso. Em segundo lugar verificando o que pode dar errado de maneira realista e buscando o objetivo, ou seja, encontre soluções para os problemas e verifique quanto de perdas você pode, de fato, aguentar.</p>
<p>A ideia é estruturar sua mente para buscar algo novo e não naquilo que será perdido, porque toda escolha traz perdas, não importa qual seja. Dessa maneira é preciso saber aceitar as perdas, porque elas vão acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Remoendo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/02/12/remoendo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 09:25:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo tirar isso da cabeça! &#8211; Nem deveria. &#8211; Porque não?! É horrível pensar nisso! &#8211; Mais horrível é não pensar e correr o risco de repetir tudo mais tarde. &#8211; Que nem eu já fiz? &#8211; É né? &#8211; Mas me ajuda a tirar esse sentimento de mim! &#8211; Eu acho &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/02/12/remoendo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Remoendo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo tirar isso da cabeça!<br />
&#8211; Nem deveria.<br />
&#8211; Porque não?! É horrível pensar nisso!<br />
&#8211; Mais horrível é não pensar e correr o risco de repetir tudo mais tarde.<br />
&#8211; Que nem eu já fiz?<br />
&#8211; É né?<br />
&#8211; Mas me ajuda a tirar esse sentimento de mim!<br />
&#8211; Eu acho que é com ele que você tem que ficar ao invés de tirar.<br />
&#8211; Mas&#8230;<br />
&#8211; Sem ele, você pensa no que tem que pensar?<br />
&#8211; Não&#8230;<br />
&#8211; Então ele ainda é necessário&#8230;</p>
<p>Remoer situações, diálogos, momentos de nossas vidas é uma atividade comum entre os seres humanos, principalmente quando é algo que mexe com nossas emoções. Saber quando é o momento em que remoer é algo prejudicial ou não é fundamental para sabermos como lidar com este comportamento. Você sabe reconhecer esses limites?</p>
<p><span id="more-4963"></span></p>
<p>Dificilmente remoemos situações que sabemos como lidar ou que não mexeram com a gente. Porque? Pelo simples fato de que não precisamos aprender nada com estas situações que não tenhamos conhecimento prévio. Também significa que estas situações não nos propõe um movimento diferente do habitual. Porque estou falando disso? Pelo fato de que remoer é um comportamento que tem a ver com aprendizagem. Em outras palavras: você não remói à toa, seu cérebro está buscando uma maneira de resolver uma situação, qual maneira melhor do que mantê-la o tempo todo na mente? E que forma mais eficaz do que fazer você se emocionar?</p>
<p>Obviamente uma pessoa que já passou pelo processo sabe que existe um limite. Pessoas que trabalham com processos criativos sabem que existe um momento no qual deve-se parar de refletir sobre o tema de pesquisa para que uma resposta possa nascer. O mesmo vale com nós quando estamos resolvendo problemas pessoas ou lidando com situações que &#8220;não saem da nossa cabeça&#8221;. O seu cérebro precisa de uma resposta e para isso mantém as imagens na mente e as emoções vivas no coração, porém, muitas pessoas se apegam à emoção e não saem mais dela, começam a fazer um &#8220;loop&#8221; inadequado que não as ajudam a resolver a situação.</p>
<p>Neste caso é que estamos &#8220;remoendo&#8221;, ou seja, a partir do momento em que a reflexão perde seu sentido e se torna apenas o retomar de uma emoção e ato de relemebrar do que aconteceu se torna inútil por não trazer nada de novo à pessoa, nenhum aprendizado se forma ali. O ato de remoer &#8220;saudável&#8221; envolve o relembrar das cenas e da emoção, mas o que isso significa? O que fazer com isso?</p>
<p>Ao trazer as cenas o seu cérebro está lhe mostrando os &#8220;fatos&#8221; ao trazer a emoção está lhe mostrando o que você mesmo pensa e como você julga &#8211; e se julga &#8211; os (nos) fatos. A partir disso esses dois elementos ficam ecoando dentro de você buscando por uma &#8220;solução&#8221;, dependendo da emoção, situação e capacidades pessoais poderemos dar uma ou outra resposta à situação. Esta solução, quando alcançada, em geral muda o estado emocional da pessoa gerando uma outra emoção. Este processo se repete até o ponto em que o sujeito e seu organimo sintam-se satisfeitos com a reposta. Enquanto isso não ocorre, o ato de remoer permanece. Este remoer é saudável, pois busca soluções, atitudes.</p>
<p>Quando, por outro lado, a pessoa se apega à emoção porque se identifica com ela e passa a remoer as cenas como uma maneira de mostrar para si mesma o quanto ela merece aquela emoção, isso pode ser contra produtivo. O remoer torna-se uma âncora para sentir uma determinada emoção e a pessoa pode usar isso de maneiras prejudiciais. Em casamentos, é comum uma das pessoas lembrar de brigas ou situações passadas e sentir-se triste ou com raiva apenas para sentir-se assim em relação ao conjugue. Não no intuito de realmente resolver a situação e seguir adiante. Este é um exemplo no qual o remoer não ajuda.</p>
<p>Outro exemplo é aquele no qual a pessoa remói por não tomar uma atitude. Nesse caso o lado saudável é aquele que mantém a pessoa &#8220;pressionada&#8221; para tomar uma ação. É como se o cérebro dissesse &#8220;só paro de mandar estas informações quando você agir diferente&#8221;. Esta pressão é boa e ajuda na mudança e evolução pessoal. Porém quando a pessoa se identifica com o papel de vítima (&#8220;tá vendo, nunca faço nada direito, tá aqui, sempre lembro do dia em que eu não&#8230;&#8221;), por exemplo, é prejudicial por mantê-la presa num padrão disfuncional.</p>
<p>Então, use o seu &#8220;remoer&#8221; de maneira saudável. Dê-lhe atenção, saiba que as cenas e emoções que ficam se repetindo estão ali para o seu bem, para que aprenda algo, faça algo e, então possa seguir o seu caminho.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Concordância</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/12/02/concordancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 18:41:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Concordar não é pre requisito para ajudar</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<li>Tá Akim, mas eu não concordo com ele.</li>
<li>Eu sei, mas e daí?</li>
<li>Como assim e daí? Eu não vou ajudar ele né?</li>
<li>Não sei&#8230; vai ou não?</li>
<li>Se eu não concordo&#8230;</li>
<li>Você ainda assim escolhe. Vai ajudar ou não?</li>
<li>Credo Akim&#8230; que pergunta&#8230;</li>
<li>Eu entendi que não tem concordância, mas a pergunta aqui é outra: ele está pedindo ajuda, você quer ajudar ou não?</li>
</ul>
<p>Ter a concrodância de alguém ou concordar com o ponto de vista de outra pessoa traz, em geral, uma sensação prazerosa de pertencimento. Mas será que concordar é fundamental para se relacionar?</p>
<p>Em primeiro lugar é importante notar que dizemos no cotidiano &#8220;concordo com você&#8221;. Esta expressão é inadequada porque não concordamos com o emissor de uma ideia, mas sim com a ideia em si. Quando dizemos que concordamos com a pessoa, queremos dizer que estamos concordando com o que ela é e não com o que pensa. Porém é estranho pensar nisso. Já refletir que concordamos com as ideias de uma pessoa faz mais sentido.</p>
<p>Isso é importante porque quando discordamos, também discordamos das ideias da pessoa e não dela enquanto um ser. Assim sendo, é possível discordar e manter uma relação. O ato da discordância ocorre no mundo das ideias, por assim dizer, enquanto que no mundo dos atos podemos agir de várias maneiras distintas.</p>
<p>É possível, então, discordar e agir em prol das ideias que a pessoa tem. Concordância não é pre requisito para cooperação. E nem para relação. O limite, que muitas vezes não pensamos em dar, é o de o ato não ser violento contra quem o faz. Ou seja, posso discordar de você e agir em prol daquilo que você está falando desde que este meu ato não seja ofensivo ou me prejudique.</p>
<p>Em geral o que as pessoas desejam é que o outro concorde com ela e siga seus passos. No entanto isso não é necessário. Talvez, inclusive, a concordância possa mascarar falta de intimidade. Concordar nas ideias pode ser uma maneira de estabelecer uma relação sem muita profundidade visto que não existe muitas diferenças e, portanto, poucos acertos e negociações.</p>
<p>Tenho visto que cada vez mais as pessoas sabem apenas se relacionar com pessoas que compartilham do mesmo ponto de vista que elas. Talvez isso se dê pelo fato de que cada vez mais temos vivido uma sociedade intolerante que precisa que todos pensem da mesma maneira para não ter discussões. No entanto, não está no ato de infringir o status quo, o conhecido, o germe de evolução? Uma sociedade com cada vez mais concordância não poderia se tornar uma sociedade cada vez mais pobre também?</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Emoções e critérios</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/10/28/emocoes-e-criterios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 11:03:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo. &#8211; Mas porque, não queria ser pai? &#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende? &#8211; O que, por exemplo? &#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade. &#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda. &#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/28/emocoes-e-criterios/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Emoções e critérios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo.</p>
<p>&#8211; Mas porque, não queria ser pai?</p>
<p>&#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende?</p>
<p>&#8211; O que, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder.</p>
<p>&#8211; Entendo. Mas eu disse que sua liberdade muda, não que você a perde.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; O que você vai ganhar sendo pai?</p>
<p>&#8211; O filho né? Sei lá&#8230; brincar com ele, cuidar dele acho que são coisas divertidas.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; a sua liberdade muda&#8230; vai perder uma saída &#8220;na hora que me dá na telha&#8221;, mas vai ganhar o sorriso do seu filho quando brincar com ele.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; pensando assim&#8230;</p>
<p>&#8211; O que acontece?</p>
<p>&#8211; Parece que não fica mais tão assustador&#8230; estou pensando nas outras coisa que vão começar a acontecer&#8230; dá até ânimo.</p>
<p>&#8211; Ótimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num primeiro momento você se pergunta: o que emoções, tão subjetivas e imprevisíveis tem a ver com critérios? Será que elas são assim mesmo, tão imprevisíveis e subjetivas? Vem comigo.</p>
<p><span id="more-4625"></span></p>
<p>Emoções possuem o que chamamos de EEC, ou <strong>Estímulo Emocionalmente Competente.</strong> Este estímulo é que &#8220;dispara&#8221; a reação emocional em nós. Assim quando percebemos qual o EEC que dispara uma determinada emoção em uma pessoa, podemos ter um grau grande de certeza de que na presença daquele estímulo ela sentirá determinada emoção.</p>
<p>Por exemplo, a perda de um filho é um EEC muito poderoso (leia-se eficaz) para a espécie humana em relação à emoção da tristeza. Histórias de perdas em geral nos inspiram a sentir tristeza. Outro EEC conhecido é a presença repentina de um animal feroz que nos induz ao medo ou à surpresa. Mas existem outros EECs mais sutis e relacionado à história pessoal da pessoa, à sua percepção de um evento ou aos critérios que ela usa no seu dia a dia.</p>
<p>O caso acima, por exemplo, registra um homem sentindo medo de ter um filho. O medo advém da ameaça de &#8220;perder sua liberdade&#8221;. Neste caso existem dois elementos importantes: a valorização da liberdade e sua percepção como &#8220;poder sair à qualquer hora&#8221; junto com o fato de perceber a perda disso. Temos, então, o valor liberdade junto com o critério &#8220;perda&#8221;, o resultado é medo.</p>
<p>Quando trabalhamos flexibilizando a sua percepção do que é liberdade junto com a ideia de ganho ele passou a sentir-se mais animado em relação ao nascimento do filho. O valor da liberdade foi mantido e o critério de perda foi transformado em ganho o que, por si só, mudou a percepção da situação geral e o fez sentir-se de uma outra maneira.</p>
<p>Nossas emoções respondem aos EECs assim como aos critérios que empregamos em nossas vidas. Quando mudamos os critérios ou lhe damos um novo entendimento isso afeta a maneira pela qual o mesmo EEC é percebido em nossa mente e isso modifica a resposta que damos à ele, inclusive a resposta emocional. Perceber os critérios que usamos em nosso dia a dia é uma maneira muito eficaz de saber como podemos administrar melhor nossas reações emocionais.</p>
<p>A tristeza, por exemplo, tem a ver com perdas. Assim se sou uma pessoa que tende a perceber aquilo que está perdendo, a tendência é que eu sinta mais tristeza do que outras. Se sou uma pessoa que encontra perigo em tudo a tendência é que eu seja uma pessoa que sente muito medo, ansiedade ou raiva, visto que ameaça é um critério importante para estas emoções (você nunca vai ver alguém com medo de algo que não o ameace de alguma maneira).</p>
<p>Modificar critérios, aprender a empregá-los de uma maneira diferente, flexibilizá-los (como fizemos acima) são algumas das estratégias que nos ajudam a trabalhar com nossos critérios e, por conseguinte, com nossas emoções. Outro caminho é perceber as emoções e sentimentos que você mais sente e, com isso, buscar o critérios que as nutrem e, então, empregar as estratégias citadas acima.</p>
<p>Que critérios são importantes para você?</p>
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		<title>Pode ou não pode?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/09/04/pode-ou-nao-pode/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 12:06:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E eu posso fazer isso Akim? Não, sei, você pode? Também não sei&#8230; Você me parece ser capaz de fazer isso não? Sim&#8230; também acho. Então? Mas&#8230; sei lá&#8230; pode fazer isso assim desse jeito? Você está querendo que eu te diga se você é capaz ou que eu te de permissão para agir? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/04/pode-ou-nao-pode/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pode ou não pode?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E eu posso fazer isso Akim?</li>
<li>Não, sei, você pode?</li>
<li>Também não sei&#8230;</li>
<li>Você me parece ser capaz de fazer isso não?</li>
<li>Sim&#8230; também acho.</li>
<li>Então?</li>
<li>Mas&#8230; sei lá&#8230; pode fazer isso assim desse jeito?</li>
<li>Você está querendo que eu te diga se você é capaz ou que eu te de permissão para agir?</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes no consultório as pessoas me fazem esta pergunta &#8220;posso?&#8221;. A pergunta sempre tem um duplo sentido que eu gosto de colocar para levar a pessoa a refletir sobre o que ela está perguntando.</p>
<p><span id="more-3576"></span></p>
<p>&#8220;Posso&#8221; pode significar uma pergunta relativa à capacidade da pessoa, se ela vai ou não conseguir realizar determinada tarefa, se ela é ou não competente. Nesse sentido é importante avaliarmos com a pessoa se ela confia nas suas competências, se ela sabe o que fazer e como fazer. Este é o caso em que a pessoa pode, por exemplo, saber o que fazer, mas não confiar em si, caso, no qual, o desenvolvimento da auto confiança se faz fundamental</p>
<p>Também pode ser o caso de uma pessoa que simplesmente não sabe o que fazer. Aqui temos que trabalhar com a geração de competências que levarão a pessoa a conseguir executar aquilo que deseja. Além disso temos a situação da pessoa que sabe, porém teme alguma consequência do seu ato e isso é o que a impede de fazer o que tem que fazer. Nesse último caso devemos trabalhar nela as competências para lidar com o seu medo ou simplesmente ajudar a compreender que o que ela teme é algo &#8220;natural&#8221;, por exemplo: nem sempre as pessoas ficam felizes ao receberem um limite, fazem cara feia e podem até brigar com a gente, porém isso não significa que o limite seja inadequado.</p>
<p>Posso, no entanto, pode significar um pedido de permissão. Nestes casos a pessoa não está perguntando, mas sim pedindo ao terapeuta que ele permita que ela execute determinada ação. O ponto a ser trabalhado aqui é a liberdade que a pessoa se dá em agir conforme o seu próprio raciocínio. Muitas pessoas refletem sobre suas condições e fazem um ótimo trabalho com isso, no entanto, no momento de agir, esperam sentadas que alguém lhe de o &#8220;sinal verde&#8221;. Em geral esperam a vida toda por isso.</p>
<p>Permitir-se envolve uma boa dose de reflexão, condições para a ação e coragem. Existe um momento em que a pessoa deve desenvolver dentro dela a ousadia para agir sem o consentimento de terceiros, tomando como base apenas aquilo que ela própria considera como adequado a fazer. Muitos de nós emperram neste momento sempre esperando que um pai, mãe ou figura de autoridade lhe de a carta de euforia para agir conforme seus próprios desejos.</p>
<p>Assumir a responsabilidade por seus atos não é para qualquer um. Muitas pessoas sentem medo e acomodação em relação à isso. Se de um lado não fazem aquilo que acham que deveriam estar fazendo a fim de levar uma vida honesta consigo, de outro sentem-se confortáveis numa vida que não lhes tira da zona de conforto e não os fazem lançar-se desafios que temem. Aprender a lidar com frustração, egos idealizados e preguiça são fatores importantes neste tipo de demanda.</p>
<p>E você? Pode ou não pode?</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Intimidade e poder</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 12:18:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mas eu estou insatisfeito. Sim, percebo, agora, porque não abrir isso para a sua esposa? Não dá&#8230; Porque não? Porque depois ela usa isso contra mim. Vai ficar me enchendo o saco por causa disso! Entendo&#8230; Então é melhor manter o controle do que se abrir? Algo assim. Que relação estranha não? É&#8230; pensando assim&#8230; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Intimidade e poder</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br/2015/07/03/intimidade-e-poder/">Intimidade e poder</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akimneto.com.br">Akim Neto Psicólogo Clínico</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/intimidade.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3103" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/intimidade.jpg" alt="Couple Relaxing in Bed --- Image by © Laura Doss/CORBIS" width="426" height="284" /></a></p>
<ul>
<li>Mas eu estou insatisfeito.</p>
</li>
<li>
<p>Sim, percebo, agora, porque não abrir isso para a sua esposa?</p>
</li>
<li>
<p>Não dá&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Porque não?</p>
</li>
<li>
<p>Porque depois ela usa isso contra mim. Vai ficar me enchendo o saco por causa disso!</p>
</li>
<li>
<p>Entendo&#8230; Então é melhor manter o controle do que se abrir?</p>
</li>
<li>
<p>Algo assim.</p>
</li>
<li>
<p>Que relação estranha não?</p>
</li>
<li>
<p>É&#8230; pensando assim&#8230; parece uma briga né?</p>
</li>
<li>
<p>Parece</p>
</li>
</ul>
<p>Num post anterior falei sobre a intimidade como a habilidade de tornar familiar algo entre duas ou mais pessoas. Pensando num casal, a intimidade traz consigo vários benefícios, pois, com ela, a  sensação de empatia, pertencimento e entrega aumentam. Junto com isso tem-se maior facilidade para negociar os aspectos do dia a dia assim como confiança naquilo que o parceiro é capaz ou não de fazer.</p>
<p>Na intimidade descobre-se os novos rumos do casal e pode-se discutir com mais eficiência a relação quando isso é necessário pois a quantidade de informações disponíveis sobre o outro é maior. Conhecer mais o outro e permitir-se ser conhecido é algo que aumenta o desejo pela criação do novo, então ao invés de diminuir, o mistério aumenta. Porém este aumento de mistério é algo que atrai pelo fato de existir um porto seguro entre os dois.</p>
<p>Porém a criação de intimidade vem com o preço da diminuição da briga pelo poder. Toda pessoa ao entrar em uma relação possui alguns medo e desejos. Ao longo da relação começam a ficar evidentes alguns medo que podem acontecer e alguns desejos que não serão realizados. Assim começa a briga pelo poder. A maneira de uma pessoa buscar garantir que seus desejos serão satisfeitos é através do poder que exerce sobre o outro.</p>
<p>Porém o poder termina com a intimidade. Um dos pontos do poder é o segredo, ou seja, a retenção de informações sobre eu mesmo afim de poder manipular o outro ou de não permitir ao outro ciência sobre o que me aflige. Uma vez que há disputa pelo poder não existe o desejo de &#8220;tornar familiar&#8221;, mas sim o desejo de conquistar e reter, manter, dominar o outro para que a relação se torne aquilo que eu desejo. O desejo pelo poder na relação acaba com o desejo de entrega e isso faz com que a intimidade desapareça.</p>
<p>O efeito mais interessante, entretanto, é que na briga pelo poder muitas vezes os casais realizam seus piores medos através dos comportamentos que assumem. Ou seja, quanto mais lutam contra o parceiro para que seus medos não se concretizem, mais se comportam de uma maneira que influencia a pessoa a se comportar da maneira que eles não querem e temem. A briga pelo poder não constrói as condições para a reflexão sincera e, por esta razão, não faz com que ambos cheguem a entendimentos sobre si e sobre a relação que é o que pode, de fato, fazer com que se crie uma relação em prol do que a pessoa quer e não uma que evite o que ela não quer.</p>
<p>Assim, ao invés de negar medos é interessante revelar medos. Mais interessante ainda é revelar aquilo que se deseja da relação com um foco positivo: o que eu espero de fato. Isso é o que &#8220;cura&#8221; o medo. Se a pessoa tem medo de segredos, por exemplo, deve buscar construir uma relação com foco na sinceridade e transparência e saber como lidar com estes aspectos.</p>
<p>Ser íntimo é mais do que saber fatos sobre a pessoa. É ter a habilidade e a relação na qual existe espaço e desejo de ouvir e ser ouvido, compartilhar informações, emoções, vivências e desejos sabendo que eles serão respeitados e incluídos na relação. É ter um sentimento de aceitação de si e do outro ao invés de medo daquilo que vem do outro. E é uma delícia.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Decidir e agir</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 10:37:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mas cara&#8230; é muito difícil! O que? Negar&#8230; tipo&#8230; quando a guria vem e me dá bola&#8230; Entendo. No que você pensa quando isso ocorre? Ah&#8230; já penso em dar uns amassos sabe? Sim, e é muito bom isso não é? É! E a ressaca moral do outro dia? É uma bosta&#8230; Claro. E a &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/06/19/decidir-e-agir/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Decidir e agir</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/decidir-e-agir.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3421" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/06/decidir-e-agir.jpg" alt="Decidir e agir" width="293" height="172" /></a></p>
<ul>
<li>Mas cara&#8230; é muito difícil!</p>
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<li>
<p>O que?</p>
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<li>
<p>Negar&#8230; tipo&#8230; quando a guria vem e me dá bola&#8230;</p>
</li>
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<p>Entendo. No que você pensa quando isso ocorre?</p>
</li>
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<p>Ah&#8230; já penso em dar uns amassos sabe?</p>
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<li>
<p>Sim, e é muito bom isso não é?</p>
</li>
<li>
<p>É!</p>
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<li>
<p>E a ressaca moral do outro dia?</p>
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<li>
<p>É uma bosta&#8230;</p>
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<p>Claro. E a sensação de ter estragado mais uma relação?</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; foda&#8230;</p>
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<li>
<p>E de se sentir um piá quando você já é, em teoria, um adulto?</p>
</li>
<li>
<p>Tá, entendi.</p>
</li>
<li>
<p>Ok, agora quero que você imagine isso tudo, que sinta tudo isso enquanto imagina a menina dando bola pra ti.</p>
</li>
<li>
<p>É uma droga, dá vontade de virar a cara.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas me perguntam como trabalhar para manter as decisões tomadas. Tomar uma decisão e agir implica em muitos fatores que precisam estar alinhados para serem atingidos, uma vez que eles estejam alinhados passamos à prática e, nela, o que fazer?</p>
<p>Pois bem, muitas pessoas se beneficiam de uma maneira de organizar o pensamento que lhes proporciona rapidez, solidez e facilidade ao tomar uma decisão além de uma recompensa quase que imediata quando fazemos &#8220;o que precisamos fazer&#8221;. Como já disse existe toda uma preparação necessária para ser feita antes deste passo. É sempre importante lembrar isso para não deixar você na expectativa de que é só seguir alguns passos e pronto, não, devemos ter consciência de fatores tais como a motivação da mudança para que estas dicas que estou deixando aqui sejam de fato úteis.</p>
<p>Se você está alinhado com sua decisão um dos pontos importantes é definir os comportamentos que você deverá ter afim de chegar onde deseja. Este é um ponto fundamental para quem deseja mudar hábitos e atingir metas: a crença de que os resultados da sua vida dependem de você. Obviamente você pode objetar e dizer que existem muitas coisas fora do seu controle e eu irei concordar com isso, porém, a maneira pela qual você encara e lida com isso é de sua alçada.</p>
<p>Crer nisso ajuda a pessoa a perceber e compreender como o que ela faz a ajuda a conquistar aquilo que deseja. Quando esta relação de &#8220;causa-efeito&#8221; se estabelece é que ela começa a se responsabilizar por si. Uma vez que isto esteja organizado a pessoa pode imaginar um futuro no qual ela não cuidou de si, no qual ela fez todos os comportamentos que a afastam do seu objetivo. Se for, por exemplo, mudar hábitos alimentares, pode se imaginar comendo em excesso, não fazendo atividade física e não respeitando seu colesterol durante 10 ou 20 anos. imaginar-se no pior cenário que o seu próprio comportamento conseguiu construir.</p>
<p>O segundo passo é imaginar o que o seu comportamento pode construir de bom. No mesmo exemplo, se você estiver atento à sua alimentação, realizar práticas esportivas, ter discernimento para quando comer alimentos gordurosos o que pode advir de melhor no futuro? Imaginar este lado &#8220;positivo&#8221; e o lado &#8220;negativo&#8221; do resultado do seu comportamento de maneiras bem distintas irá ajudar você a perceber o que você está construindo com as suas atitudes no dia a dia.</p>
<p>Assim, estas duas imagens devem ser como se fossem dois caminhos entre você aqui e agora e você amanhã. Como se você colocasse você no meio e estas duas imagens cada uma de um lado. Assim, todas as vezes que vai tomar uma decisão simplesmente olha para onde deseja ir. Este par binário é importante de ser construído desta forma para facilitar a escolha. Quando imaginamos e sentimos o que é bom e o que é ruim para nós é fácil escolher (obviamente, se toda a preparação anteriormente citada já tiver sido feita).</p>
<p>Desta maneira todos os comportamentos úteis são colocados de um lado e todos os comportamentos que atrapalham do outro. No dia a dia é só perceber o que você está fazendo e sua mente classifica isso automaticamente. No começo pode parecer &#8220;forçado&#8221;, mas com o passar dos dias você irá perceber que está alcançando suas metas e isso irá ajudar você a sentir-se orgulhoso de você mesmo. Este orgulho irá tornar isso &#8220;natural&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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