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	<title>Arquivos Confiança - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Eu posso te contar algo sobre meu filho?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/07/24/eu-posso-te-contar-algo-sobre-meu-filho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 11:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Que bom que você me recebeu aqui, eu precisava muito falar do meu filho para você. &#8211; Sim, foi possível, ele concordou que você viesse aqui. &#8211; O que? Você contou para ele? Como assim? &#8211; Sim, afinal de contas ele é meu cliente, preciso manter esta relação de confiança com ele. &#8211; Mas &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/07/24/eu-posso-te-contar-algo-sobre-meu-filho/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Eu posso te contar algo sobre meu filho?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Que bom que você me recebeu aqui, eu precisava muito falar do meu filho para você.</p>
<p>&#8211; Sim, foi possível, ele concordou que você viesse aqui.</p>
<p>&#8211; O que? Você contou para ele? Como assim?</p>
<p>&#8211; Sim, afinal de contas ele é meu cliente, preciso manter esta relação de confiança com ele.</p>
<p>&#8211; Mas e agora? Ele sabe que eu vim aqui&#8230; e&#8230;</p>
<p>&#8211; Você tem algum problema com isso?</p>
<p>&#8211; Ele não podia saber!</p>
<p>&#8211; Porque ele não pode saber sobre isso?</p>
<p>&#8211; Eu&#8230; não sei&#8230; só&#8230; não sei!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A relação terapêutica, é, antes de mais nada, uma relação de confiança. O cliente permite ao terapeuta saber de sua vida pessoal, de seus sentimentos e pensamentos mais profundos. Quando alguém deseja inferir nesta relação &#8211; seja com a intenção que for &#8211; é necessário que a confiança seja, sempre, respeitada.</p>
<p><span id="more-7194"></span></p>
<p>É algo muito comum que pais e filhos desejem interferir na terapia um do outro. O desejo de dizer ao terapeuta algo sobre a pessoa é, geralmente, um pedido de ajuda disfarçado ou uma forma de colocar na pessoa do terapeuta um problema da relação. É como se a pessoa dissesse: &#8220;não sei como reagir à estas características dele, então, por favor, fale com ele sobre isso&#8221;. Ora, este pedido não é o pedido do cliente e sim, de alguém de fora. Sendo que a relação terapêutica tem na confiança o seu valor máximo, como o terapeuta pode acatar o desejo de um terceiro sobre a relação com seu cliente?</p>
<p>Não pode. Este é ponto. Indo profundamente na questão e observando-a de um ponto de vista sistêmico, não apenas não pode como seria completamente contraprodutivo fazer isso. Se o terapeuta toma o ponto de vista de outro sobre seu próprio cliente, quem ele está tratando? Já é uma tarefa complexa lidar com o ponto de vista que a pessoa tem de si, quem dirá olhar para ela sob a ótica de um terceiro. A questão se aprofunda, porque, na verdade, quando alguém precisa falar sobre o outro está, na verdade, falando de si e da relação com este outro.</p>
<p>E então o que temos? Temos a apresentação de uma dinâmica familiar. O que a pessoa espera ao falar com o terapeuta do pai ou do filho é que o terapeuta escute sua demanda e a resolva. Porém o que é realmente &#8220;curativo&#8221;? É quando esta dinâmica se torna evidente à todos na relação. Se isso não vem à tona, temos um segredo. Segredos atrapalham a vida da família ao invés de ajudar. É apenas quando os  envolvidos podem se olhar nos olhos que algo pode ser feito. Desejar usar os olhos do terapeuta para olhar para alguém não funciona.</p>
<p>É comum se ouvir a pessoa que deseja falar sobre outra. Não para tomar suas dores e resolver o problema, mas sim, para posicioná-la dentro da relação com a pessoa de quem reclama. Foi como disse: quem vem falar sobre o filho/esposa/pai está falando de si mesmo e da relação. Assim o pedido desta pessoa pode ser ouvido: como o seu pedido pessoal. Isso deve ir para a relação entre ambos, tendo o terapeuta, no máximo, como ponto e nunca como mediador ou responsável pela resolução da situação. É a relação quem vai resolver-se e não terapeuta que resolverá isso à ambos.</p>
<p>Com isso nos colocamos diante da experiência da relações. Não é algo fácil se relacionar, e ao mesmo tempo é. Tudo começa quando olhamos nos olhos. Este é o primeiro contato com a alma de outra pessoa. O toma da voz e o toque da pele seguem. O sentimento surge. Então temos algo acontecendo. Isso é importante mesmo que seja doloroso. E apenas dentro dessa situação, onde os sentimentos se movem é que algo de &#8220;curativo&#8221; pode acontecer. Assim sendo, quando trocamos segredos ou reclamações com os outros, precisamos saber que isso pode auxiliar, mas nunca resolver.</p>
<p>Abraço</p>
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		<item>
		<title>Desconfiar e conhecer</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/06/29/desconfiar-e-conhecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 10:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não sei não&#8230; to meio desconfiado. &#8211; Desconfiado você é. O que eu quero saber é o que te deixa assim? &#8211; Bom&#8230; sei lá, ela é legal e tudo o mais&#8230; mas não sei sabe&#8230; &#8211; Não mesmo&#8230; o que? &#8211; Vai que não é o certo ou que dá alguma coisa errada? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/06/29/desconfiar-e-conhecer/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Desconfiar e conhecer</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não sei não&#8230; to meio desconfiado.</p>
<p>&#8211; Desconfiado você é. O que eu quero saber é o que te deixa assim?</p>
<p>&#8211; Bom&#8230; sei lá, ela é legal e tudo o mais&#8230; mas não sei sabe&#8230;</p>
<p>&#8211; Não mesmo&#8230; o que?</p>
<p>&#8211; Vai que não é o certo ou que dá alguma coisa errada?</p>
<p>&#8211; Tipo ela te trair?</p>
<p>&#8211; É&#8230; tipo isso&#8230;</p>
<p>&#8211; Bom&#8230; até quando você vai avaliar isso?</p>
<p>&#8211; Até sempre.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; daí ao invés de se permitir conhecer alguém, vai ficar sem conhecer &#8220;até sempre&#8221;.</p>
<p>&#8211; É&#8230; eu sei&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas acham que para poderem se abrir devem desconfiar, ou seja, que uma pessoa precisa provar que não irá lhe causar mal. Nem sempre isso é verdade. Você sabe como pode agir para sentir-se confiante em se abrir à outra pessoa?</p>
<p><span id="more-4714"></span></p>
<p>Desconfiar, como disse acima, é o ato de retirar a confiança. No caso de relações humanas isso significa que vejo o outro como um possível causador do danos. Esse &#8220;dano&#8221; pode ser traição, pode ser manipulação ou qualquer outra coisa que seja temida. No caso da pessoa desconfiada ela percebe que as pessoas são possíveis causadores destes danos e é elas quem devem provar o contrário antes do desconfiado se abrir.</p>
<p>Esse posicionamento é complicado por vários motivos. Em primeiro lugar a pessoa não está ciente de que deve mostrar que não é causadora de algum tipo de dano, sendo assim, dificilmente ela saberá como mostrar que não vai causar esse dano temido. Em segundo lugar coloca o desconfiado num papel passivo frente à sua própria felicidade, ou seja, não é ele o responsável por checar em quem confiar ou não. Em terceiro lugar o critério é do que &#8220;não deve acontecer&#8221; e isso é complicado porque  você só pode afirmar que uma pessoa &#8220;não fez mesmo&#8221; alguma coisa depois que ela morreu.</p>
<p>Existe, contudo, uma outra maneira de se defender e ainda assim estar aberto à relacionamentos. É conhecer as pessoas. Conhecer é diferente de desconfiar porque ao conhecer nós temos a emoção da curiosidade ao invés da desconfiança. Não trata-se o outro como um &#8220;possível causador de dano&#8221;, mas sim como uma &#8220;pessoa que não conheço&#8221;. Esta diferença de atitude é muito importante porque nos abre sem nos expor. É ficar curioso em conhecer como o outro age e reage ao invés de tentar descobrir se ele vai ou não fazer algo ruim para nós.</p>
<p>Também coloca a pessoa numa posição ativa ao invés de passiva. Quando temos curiosidade somos nós quem buscamos a informação ao invés de esperar que ela chegue até nós. Outro ponto é que se busca conhecer a pessoa por inteiro e não apenas a parte que vai ou não nos causar dano. É muito mais interessante conhecer um ser humano completo do que saber se ele vai ou não nos machucar e só.</p>
<p>Nesse sentido, é interessante se fazer perguntas, ser curioso como uma criança mesmo, sem julgar ou dar valores morais, apenas entender, compreender e conhecer a pessoa. Observar um ser humano em sua essência, mesmo que nós não nos identifiquemos com ela é uma experiência fantástica, sei disso enquanto psicólogo, e conseguir fazer isso é o que realmente nos ajuda a saber o que esperar ou não dos outros. A desconfiança ajuda, mas ser sempre desconfiado é perder uma possibilidade fantástica de viver o mundo.</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pressão e desejo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/04/10/pressao-e-desejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 12:09:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas sabe&#8230; o estranho é que eu estou fazendo algo que eu gosto. Entendo&#8230; você faz algo que gosta, mas não está gostando de fazer é isso? É! Estranho né? O que tem de estranho nisso? Eu deveria gostar&#8230;o normal, sei lá, seria isso! Sim&#8230; é comum a gente ter desilusões em relação ao que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/04/10/pressao-e-desejo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pressão e desejo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/184b7cb84d7b456c96a0bdfbbeaa5f14_xl.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3139" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/184b7cb84d7b456c96a0bdfbbeaa5f14_xl.jpg" alt="184b7cb84d7b456c96a0bdfbbeaa5f14_XL" width="426" height="282" /></a></p>
<ul>
<li>Mas sabe&#8230; o estranho é que eu estou fazendo algo que eu gosto.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo&#8230; você faz algo que gosta, mas não está gostando de fazer é isso?</p>
</li>
<li>
<p>É! Estranho né?</p>
</li>
<li>
<p>O que tem de estranho nisso?</p>
</li>
<li>
<p>Eu deveria gostar&#8230;o normal, sei lá, seria isso!</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; é comum a gente ter desilusões em relação ao que gostamos de fazer.</p>
</li>
<li>
<p>Sim eu sei disso, mas é algo mais&#8230; é quase um desânimo.</p>
</li>
<li>
<p>Sabe&#8230; quando a gente faz algo obrigado, mesmo aquilo que gostamos pode se tornar uma obrigação chata.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>Estou certo no meu palpite?</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; acho que sim&#8230; eu me cobro muito mesmo&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem dois tipos básicos de motivação: aquela que te direciona à algo e aquela que o afasta de algo. Estas duas maneiras não são certas e nem erradas, mas cada uma delas provoca um efeito diferente em nossa mente e emoções, compreender isso é fundamental para manter nossos sonhos e desejos ativos.</p>
<p>O desejo de ir em busca de algo reflete iniciativa e conquista. É o tipo de motivação que te impulsiona à construir, imaginar um futuro melhor do que o presente e gerar competência para criá-lo. Usar a motivação desta maneira gera interesse, curiosidade e resistência à frustração. Existe o cansaço porém, em geral, vem associado com uma sensação de conquista, é o famoso: &#8220;cansado mas feliz&#8221;. As pessoas que usam a motivação assim conseguem ver de maneira clara um progresso &#8211; mesmo que seja pequeno &#8211; em suas vidas.</p>
<p>Afastar-se de algo implica num desejo de não ir em direção à um determinado futuro. É a evitação de algo ruim no futuro, o desejo de manter o presente tal como está. O efeito é de ansiedade pelo fato de que o futuro é pior do que o presente e a busca é de manter o presente da mesma maneira. A pessoa assume uma postura mais defensiva e passiva no sentido de &#8220;esperar o futuro&#8221; e verificar se a situação não mudou. Tende-se a ser meticuloso e altamente irritável por precisar perceber cada pequeno detalhe e não permitir que ele mude.</p>
<p>Ambas formas de motivação são úteis dependendo da situação em que você se encontra. Compreender qual o melhor para você é muito importante. Algumas vezes é preciso e sábio tentar manter a situação do mesmo jeito porque o futuro pode, de fato, ser pior. E outras é melhor buscar criar o futuro ao invés de esperá-lo chegar. Se o que você deseja é algo diferente do que existe hoje, em geral a melhor saída é buscar construir o seu próprio futuro ao invés de tentar manter o presente. Por outro lado, se você deseja manter ou reforçar o &#8220;status quo&#8221; da sua vida pode ser melhor a evitação da mudança.</p>
<p>Ocorre que as pessoas fazem a escolha contrária, por exemplo: desejam ter novas competências e focam no erro. Algo muito comum, mas que mina a iniciativa, motivação e o desejo. Se desejo adquirir novas competências devo imaginar um futuro melhor do que tenho hoje e abrir-me para criar este futuro, o erro é parte do processo de aprendizado. Se foco no erro estou buscando mudar sem que nada mude, ou seja, adquirir uma nova competência sem a possibilidade de erro, o que é quase impossível no caso de aprendizagem.</p>
<p>Desta maneira embora estejam fazendo aquilo que desejam fazer estão, também contribuindo contra o seu processo. É como acelerar o carro com o freio de mão puxado. Faço aquilo que quero, estou construindo o meu futuro, porém mantenho o foco naquilo que está mudando e desejo manter o presente do mesmo jeito que está. Enquanto foco para manter o presente &#8211; não mudar &#8211; desejo a mudança. Dá para perceber o paradoxo assim como o problema que isso gera, é como fazer força para a esquerda e para a direita ao mesmo tempo. Não funciona bem. &#8220;Não funcionar bem&#8221; não significa que a pessoa não consegue ir adiante, porém o custo emocional é maior e muitas vezes gera um problema desnecessário de pressão e estresse.</p>
<p>E você: está indo do jeito &#8220;certo&#8221; na direção &#8220;certa&#8221;?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Assumir o sucesso</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/01/20/assumir-o-sucesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 19:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
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		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>-Pois Akim, finalmente as coisas estão acontecendo. &#8211; Sim, é bom quando elas começam a se acontecer. Fico feliz por você! &#8211; Estou numa maré de sorte! &#8211; Sorte é? &#8211; É né? As coisas acontecendo desse jeito! &#8211; Bem, é sempre importante ter sorte, mas será que você não fez nada?! &#8211; Ah, não &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/01/20/assumir-o-sucesso/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Assumir o sucesso</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>-Pois Akim, finalmente as coisas estão acontecendo.</p>
<p>&#8211; Sim, é bom quando elas começam a se acontecer. Fico feliz por você!</p>
<p>&#8211; Estou numa maré de sorte!</p>
<p>&#8211; Sorte é?</p>
<p>&#8211; É né? As coisas acontecendo desse jeito!</p>
<p>&#8211; Bem, é sempre importante ter sorte, mas será que você não fez nada?!</p>
<p>&#8211; Ah, não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Bem, deixe te lembrar: em primeiro lugar passou a dar limites no seu trabalho, não foi?</p>
<p>&#8211; Foi.</p>
<p>&#8211; Depois redefiniu o que queria do trabalho e começou a se dedicar ao invés de ficar procrastinando e se sabotando</p>
<p>&#8211; É verdade&#8230;</p>
<p>&#8211; Depois disso, na área afetiva, finalmente se colocou de verdade mostrando e exigindo aquilo que julga importante.</p>
<p>&#8211; É&#8230;</p>
<p>&#8211; E me diz que não fez nada?!</p>
<p>&#8211; Pois é né?</p>
<p>&#8211; Acho que está mais do que na hora de você assumir isso para você!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Martin Seligman, em seu livro &#8220;Otimismo aprendido&#8221; fala sobre a estrutura do pessimismo e do otimismo. Uma das características das pessoas pessimistas é que elas associam as coisas boas que acontecem na vida dela à terceiros ou à sorte e nunca à elas e seus esforços.</p>
<p>Sempre que a pessoa coloca o seu sucesso nas mãos do acaso, da sorte ou de terceiros ela está desprezando suas competências, está denegrindo a sua auto confiança. Assim sendo, obviamente, ela sente-se sempre com medo do sucesso, pois este pode ir embora logo, como diz o ditado: &#8220;vem fácil, vai fácil&#8221;.</p>
<p>É importante aprender a comemorar as escolhas que nos guiaram à bons resultados. Junto com isso aprender a assumir o que se fez e assumir o sucesso decorrente disso. Esta atitude é a que dá origem à sensação de auto confiança e segurança pessoal. É a percepção de que temos capacidade de atuar no mundo e ter os resultados que desejamos ter o que nos impulsiona a crer em nossas competências e na nossa atitude de assumi-las e não o contrário.</p>
<p>Sempre trabalho com meus clientes este importante tema. Faz parte de terapia perceber o que dá certo e como fazemos o que dá certo. Perceber isso e aprender a sentir confiança nisso fazem parte da construção de uma boa auto-estima.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site:www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Humilhação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/10/30/humilhacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 10:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Me senti humilhado&#8230; &#8211; Imagino&#8230; &#8211; O que eu faço? &#8211; O que você já fez com isso? &#8211; Na hora não consegui fazer muita coisa, continuei como se nada tivesse acontecido. &#8211; E agora, o que está fazendo? &#8211; Nada. &#8211; Então continua agindo como se nada tivesse acontecido? &#8211; Parece que sim &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/10/30/humilhacao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Humilhação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Me senti humilhado&#8230;</p>
<p>&#8211; Imagino&#8230;</p>
<p>&#8211; O que eu faço?</p>
<p>&#8211; O que você já fez com isso?</p>
<p>&#8211; Na hora não consegui fazer muita coisa, continuei como se nada tivesse acontecido.</p>
<p>&#8211; E agora, o que está fazendo?</p>
<p>&#8211; Nada.</p>
<p>&#8211; Então continua agindo como se nada tivesse acontecido?</p>
<p>&#8211; Parece que sim né?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; mas se você agir assim, como vai se dizer que algo aconteceu?</p>
<p>&#8211; Acho que daí não me digo né?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; o que você quer fazer com o que viveu?</p>
<p>&#8211; Quero aprender&#8230;</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; A não passar por aquilo novamente</p>
<p>&#8211; Não dá para dizer se você vai ou não passar por situação semelhante, não tem como prever, mas quem sabe não viver aí dentro aquilo novamente?</p>
<p>&#8211; É, acho que tem razão&#8230; eu até estava começando a me culpar hoje, mesmo sabendo que eu não tenho culpa nenhuma!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; quando a gente finge de forma verdadeira a mentira vira verdade!</p>
<p>&#8211; Quero aprender a me defender daquilo e se tiver que passar por isso de novo que eu aja diferente! Chega de ser humilhado e ficar quieto, vou tomar atitudes!</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>Sentir-se humilhado e colocar-se no papel de humilhado são duas coisas muito diferentes.</p>
<p>Ser humilhado por alguém é estar em uma situação a qual ou na qual a dignidade da pessoa é atacada de forma cruel e sem possibilidade de defesa. É importante destacar isso, porque muitas vezes a &#8220;humilhação&#8221; é simplesmente uma falta de competência da pessoa em se defender, porém quando a possibilidade de defesa é negada por coerção a pessoa está sendo, de fato, humilhada.</p>
<p>Colocar-se no papel de humilhado, por outro lado, é algo muito mais sutil e que tem a ver com a capacidade da pessoa de compreender o que está acontecendo com ela, suas possibilidades de ação no contexto, a atitude e competência em tomar estas ações, com sua habilidade em manter sua integridade e com a sua auto imagem.</p>
<p>Os judeus nos campos de concentração são um exemplo rico para trabalhar com esta questão. Obviamente as condições nas quais eles estavam e o contexto eram não apenas de humilhação, mas de degradação da própria condição humana. Eram escravos ou pior. Muitos judeus, no entanto, não perderam a sua dignidade, mesmo em meio à toda esta desgraça, como pode?</p>
<p>A maior parte das pessoas que não deterioraram a sua auto estima trabalharam com os elementos que citei acima:</p>
<p>Compreender o que está acontecendo com ela: a pessoa coloca-se em contato com a realidade, sabe o que está acontecendo e dá a dimensão real para o que lhe acontece.</p>
<p>Perceber as possibilidades de ação no contexto: muitos judeus dizem que escaparam da degradação moral com o pensamento de que aquilo tudo iria terminar e quando isso acontecesse eles iriam reconstruir suas vidas. A possibilidade deles no contexto era apenas esta sonhar e manter a esperança, não culparam-se pelo que lhes aconteceu, apenas seguiam da forma que era possível (real).</p>
<p>Manter a integridade e a auto imagem: uma terapeuta viveu nos campos de concentração e disse que quando pegavam o seu sangue para fazer experiências ela se dizia: podem pegar, sou contra a guerra então o meu sangue vai atrapalhar vocês&#8221;. Esta forma de encarar a situação mantinha a integridade dela mesmo no meio de todo aquele caos.</p>
<p>A parte fundamental é a seguinte: existe uma parte da humilhação que é provocada pela própria pessoa que &#8220;é humilhada&#8221; quando ela aceita a humilhação e se coloca no papel de &#8220;ser&#8221; humilhado. Quando a sua auto imagem se transforma na imagem de um ser que pode sofrer este tipo de ação, ela não irá mais manter seus sonhos, esperanças, não vai perceber a realidade de uma forma clara, não irá se colocar no contexto de forma adequada e irá se colocar de forma à receber a humilhação.</p>
<p>O contra-exemplo é um que vejo muito em consultório. Dentro dos padrões de nossa sociedade um homem branco na faixa dos 35 anos com um bom emprego não é um alvo fácil de humilhação, porém na realidade vejo muitos homens com esta descrição com uma auto estima frágil que os coloca como alvos fáceis &#8211; deles mesmo &#8211; de se colocarem em papel de &#8220;passivo de humilhação&#8221;.</p>
<p>Para sairmos da humilhação é importante termos a coragem de seguir nosso coração. Isso significa termos nossos critérios e nossa auto imagem bem definidos para que mesmo que nos encontremos numa situação humilhante podermos sair de &#8220;cabeça erguida&#8221;.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Vaidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 12:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fui lá e postei né? &#8211; Sim. &#8211; Depois eu fui com um amigo meu dar uma volta no parque e esqueci o telefone em casa, quando cheguei fui ver quantos tinham curtido &#8211; E aí? &#8211; Tragédia né? Cara&#8230; ninguém deu um likezinho sequer!! &#8211; Ah é? E aí? &#8211; Ah, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/09/18/vaidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Vaidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Aí eu fui lá e postei né?<br />
&#8211; Sim.<br />
&#8211; Depois eu fui com um amigo meu dar uma volta no parque e esqueci o telefone em casa, quando cheguei fui ver quantos tinham curtido<br />
&#8211; E aí?<br />
&#8211; Tragédia né? Cara&#8230; ninguém deu um likezinho sequer!!<br />
&#8211; Ah é? E aí?<br />
&#8211; Ah, daí tirei aquela porcaria de lá!<br />
&#8211; Ah é? Hum&#8230; e porque isso?<br />
&#8211; Simples: se ninguém quer ver, porque coloco isso lá?<br />
&#8211; Porque, de fato? Porque você posta o que posta?<br />
&#8211; Porque você está me perguntando desse jeito?<br />
&#8211; Você sabe porque, não sabe?<br />
&#8211; Hum&#8230; tem a ver com minha auto-estima?<br />
&#8211; O que você acha? Pare e pense: eu tiro as coisas do MEU facebook porque os outros não dão like it. Fico pensando o dia que você tiver uma casa como será feita a decoração dela&#8230;<br />
&#8211; Tá&#8230; é verdade&#8230; entendi&#8230; Porra, mas porque é tão difícil para mim isso?<br />
&#8211; Qual o problema em não receber as curtidas?<br />
&#8211; Sei lá, parecia uma falha minha entende?<br />
&#8211; Entendo, mas é, de fato uma falha? Uma falha no que?<br />
&#8211; Porque daí eu não sou olhado com desejo e eu acho que eu&#8230; preciso disso sabe?<br />
&#8211; Sei, mas quem é que precisa se desejar?<br />
&#8211; Eu sei, sou eu não é?</p>
<p>&#8220;Fazer algo que eu não quero, para mostrar para pessoas com quem eu não me importo que sou uma pessoa que eu não sou&#8221;.<br />
A frase forte parece fazer total sentido hoje em dia, mas porque a vaidade tem se tornado tão forte?</p>
<p>Nossa sociedade tornou o indivíduo o ponto mais importante da sua cultura, tudo gira em torno do indivíduo: suas opções de vida, seus afetos, suas compras, sua auto-imagem. O ponto benéfico disso foi que deu-se valor à pessoa, aos desejos individuais, aprendemos a ter liberdade para agir conforme desejamos. O que vemos, no entanto, é que isso está valorizado de uma forma desproporcional, ao ponto em que inverte-se o quadro que existia antigamente: se antes tínhamos a sociedade em primeiro lugar e o indivíduo em segundo, temos hoje o individual em primeiro e o social em segundo e isso abre espaço para a vaidade tal como está hoje.</p>
<p>Ocorre que a imagem do indivíduo torna-se muito mais importante do que realmente é. Portanto a vaidade torna-se uma arma e uma &#8220;necessidade&#8221; social. Aparecer &#8211; e aparecer dentro do que se considera aparecer &#8220;bem&#8221; &#8211; torna-se algo vital para as pessoas. As redes sociais são exemplo disso quando as pessoas dão ou tiram valor de suas próprias atividades mediante à quantidade de &#8220;like it&#8221; (&#8220;curtir&#8221;) que suas postagens possuem. Como no caso acima: &#8220;vou parar com isso porque não recebi likes&#8221;. A imagem projetada e &#8220;curtida&#8221; torna-se mais importante do que a experiência interna da pessoa, ou pior: apenas torna-se adequada mediante aos &#8220;curtir&#8221; recebidos. Paradoxalmente isso faz com que o excesso de individualismo nos traga uma versão repaginada e atualizada da importância que o social possuía anos atrás.</p>
<p>O que fazer com a vaidade?</p>
<p>Vamos entender que a vaidade é a forma pela qual a pessoa lida com a imagem que possui. A quantidade de atenção e a qualidade de atenção dedicada à auto-imagem, ao que aparece e que não aparece desta auto-imagem. Apenas isso, sem julgamentos morais.<br />
Entendida desta forma precisamos checar inicialmente qual o foco da auto-imagem: interno ou externo. Ou seja, a preocupação da pessoa é com o que ela deseja ver ou com o que os outros desejam ver? Este primeiro ponto é importante para entendermos a direção com a qual a pessoa filtra quem ela é.<br />
Um segundo ponto importante é: qual o objetivo da minha auto-imagem? Emocionalmente falando sempre mostramos facetas de quem somos de maneira à gerar um resultado. Mesmo que isso seja feito de forma inconsciente ainda assim é muito poderoso. Aí então entra a pergunta para refletirmos se desejamos alcançar uma percepção mais limpa e adequada de nós mesmos, mostrando quem somos para nos relacionarmos melhor ou se nossa preocupação está em sempre mostrar alguém perfeito e sem defeitos para ser amado por todos o tempo todo.</p>
<p>Estas duas perguntas são um &#8220;start&#8221; para você aprender a se posicionar em relação à sua auto-imagem: interna ou externa? &#8220;Sincera&#8221; ou buscando aprovação? Estes dois elementos são fundamentais para saber se você precisa trabalhar com a sua vaidade e auto-imagem. Quando a balança pende demais para o externo e busca de aprovação é importante checar a sua auto-estima porque, provavelmente ela está precisando de ajuda.</p>
<p>Abraço<br />
visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Educando pais</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/09/19/educando-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 15:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Pois então Akim, fiz o que combinamos e está dando muito certo sabe? &#8211; Ah, é, que beleza, me conte mais sobre isso &#8211; Então, eu comecei a tratar meus pais de forma diferente, comecei mesmo a ensinar para eles que eu estou ficando adulto. &#8211; Perfeito, e como você fez isso? &#8211; Esta &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/09/19/educando-pais/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Educando pais</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Pois então Akim, fiz o que combinamos e está dando muito certo sabe?</p>
<p>&#8211; Ah, é, que beleza, me conte mais sobre isso</p>
<p>&#8211; Então, eu comecei a tratar meus pais de forma diferente, comecei mesmo a ensinar para eles que eu estou ficando adulto.</p>
<p>&#8211; Perfeito, e como você fez isso?</p>
<p>&#8211; Esta semana comecei com duas coisas: consegui não explodir com eles quando eles me criticavam ou quando me davam um corte, sentei e conversei com eles &#8220;adultamente&#8221; sobre o que estava acontecendo.</p>
<p>&#8211; Opa, olhe que maravilha! E o que mais?</p>
<p>&#8211; Então, junto com isso eu comecei a falar sobre os meus planos para o futuro, foi bem legal, eles deram algumas dicas para mim e me perguntaram bastante coisa.</p>
<p>&#8211; Olhe só hein? Show de bola!</p>
<p>&#8211; Pois é, estou me sentindo bem mais adulto com isso (risos)</p>
<p>&#8211; Eu imagino.</p>
<p>Tornar-se um adulto é um processo. O adulto é aquele que é responsável por suas decisões e pelas conseqüências destas. Muitas vezes este processo é turbulento tanto para pais quanto para filhos. E porque não seria? Afinal de contas existem uns 15, 20 anos de hábitos enraizados que, de uma hora para outra, precisam mudar.</p>
<p>Daí que o &#8220;adultecer&#8221; deve ser aprendido tanto por pais, quanto por filhos. Com os jovens tenho trabalho no sentido de &#8220;educarem os pais&#8221; de que eles estão se tornando adultos. Como educar? A partir da mudança de comportamento, atitude, valores do jovem. Geralmente o que ocorre é o que o jovem quer que o seu jeito seja aceito de uma forma impositiva: &#8220;vocês tem que me aceitar&#8221;! Não que isso seja errado, no entanto, não é uma forma que funciona em sociedade. A pessoa precisa, então, aprender a ser responsável &#8211; primeira tarefa do adultecer &#8211; que neste caso significa aprender formas de encarar a situação para conquistar o que se deseja: o respeito. Além disso o processo envolve aceitar a família como ela é e reconhecer que &#8211; muitas vezes &#8211; o que existem são, simplesmente diferenças entre o novo adulto e os pais e que negociar um meio termo até que o novo adulto possa se manter sozinho faz toda a diferença &#8211; isso, obviamente, envolve ouvir, negociar, entender o lado da outra pessoa se colocar no lugar dela, habilidades tão necessárias no mundo de hoje.</p>
<p>Estes dois processos são básicos, existem outros obviamente, mas estes tem sido os que mais tem ajudado os meus clientes a adultecer de forma saudável. Aguardo ansioso por comentários sobre outros temas importantes!</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
<p>P.S: no próximo sairá a segunda parte: o trabalho dos pais.</p>
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