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	<title>Arquivos Críticas - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Como críticas afetam nossa identidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Ah, crítica é algo difícil. &#8211; O que é difícil na crítica para você? &#8211; Eu não gosto&#8230; a pessoa fica me afrontando sabe? &#8211; É assim que você sente? Uma afronta? &#8211; E não é? &#8211; Críticas são críticas. Você pode sentir-se afrontado ou não. Me diga: você acha que você é uma &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/10/09/como-criticas-afetam-nossa-identidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Como críticas afetam nossa identidade</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Ah, crítica é algo difícil.</p>
<p>&#8211; O que é difícil na crítica para você?</p>
<p>&#8211; Eu não gosto&#8230; a pessoa fica me afrontando sabe?</p>
<p>&#8211; É assim que você sente? Uma afronta?</p>
<p>&#8211; E não é?</p>
<p>&#8211; Críticas são críticas. Você pode sentir-se afrontado ou não. Me diga: você acha que você é uma pessoa &#8220;passível&#8221; de críticas?</p>
<p>&#8211; Se eu posso ser criticado, você diz?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; a lógica me faz dizer que sim&#8230; mas eu não me sinto assim&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas não gostam de receber críticas. Percebem, na crítica realizada, uma ameaça, tentativa de insulto. Essa percepção muitas vezes não tem nada a ver com as críticas em si, mas sim com a maneira pela qual a pessoa se percebe.</p>
<p><span id="more-7351"></span></p>
<p>Aquilo que pensamos ser organiza nossa forma de perceber o mundo. Desta maneira, uma forma básica é perceber, no mundo, aquilo que vai contra nossa identidade e o que vai a favor de nossa identificação. Se, por exemplo, me percebo como uma pessoa infalível, tudo o que puder desafiar essa percepção poderá ser sentido como uma agressão à minha identidade. Se, de outro lado, me percebo como um aprendiz, aquilo que desafia minha noção do mundo gera curiosidade e favorece minha identidade.</p>
<p>Não existe uma forma &#8220;perfeita&#8221;, apenas identificações, cada qual com limites muito claros, vantagens e desvantagens dependendo do contexto, objetivo que temos na vida e do nosso repertório de comportamentos. No caso da críticas, a maneira pela qual ela vão afetar nossa identidade, varia de acordo com a identidade em questão. Tomando o caso acima como exemplo, o aprendiz pode sentir-se feliz ao receber uma crítica porque ele quer ser criticado, ele deseja que alguém veja o que ele fez e lhe diga que é possível aprender mais com isso.</p>
<p>A pessoa &#8220;infalível&#8221;, de outro lado, pode sentir-se ofendida porque alguém &#8220;ousou insinuar&#8221; que ela é falível. Tenderá, neste caso, a defender-se não do que foi dito, mas, sim, da emoção que lhe causou ter sido confrontada. Críticas, nada mais são do que opiniões. Estas, podem nos revelar algo importante ou nem tanto. O fato está em ser capaz de ler a crítica apenas em termos do seu conteúdo e não da emoção que sentimos ao recebê-la. Porém, para termos este tipo de atitude, já significa que nos abrimos para ser uma pessoa &#8220;capaz de receber críticas&#8221;.</p>
<p>O ponto, então é: a maneira pela qual me percebo me torna alguém que é passível de receber críticas ou não? Se a concepção que tenho da minha pessoa aceita críticas, tenderei a percebê-las como algo &#8220;natural&#8221;. De outro lado, se não me permito receber críticas, a tendência é vê-las como ameaças ao ego. Neste artigo estou tratando do tema de forma bem dual (aceito x não aceito), pelo fato deste ponto ser o que mais causa impacto em nossa identidade.</p>
<p>A identidade que não aceita críticas, termina por ser altamente limitada em termos de suas relações, pois toma como afronta as possíveis contribuições que os outros tem para dar. A aceitação de outro lado, não envolve em ser a-crítico em relação às críticas. É interessante notar, mas a melhor maneira de se relacionar com críticas é ser crítico em relação à elas. Ou seja: avaliar se o que está sendo dito em termos do seu conteúdo é algo relevante. Caso seja, isso pode enriquecer a identidade ao invés de enfraquecê-la.</p>
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		<item>
		<title>Insatisfação e auto-estima</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/11/04/insatisfacao-e-auto-estima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 10:39:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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		<category><![CDATA[Perfeccionismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Minha namorada reclama que eu estou sempre insatisfeito sabe? &#8211; Sei e o que você acha da reclamação dela? &#8211; Não acho que ela está errada não sabe? &#8211; Sim. O que te faz estar sempre insatisfeito? &#8211; Não sei&#8230; &#8211; Sabe sim, pensa! &#8211; É como se eu tivesse algo dentro de mim &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/04/insatisfacao-e-auto-estima/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Insatisfação e auto-estima</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Minha namorada reclama que eu estou sempre insatisfeito sabe?</p>
<p>&#8211; Sei e o que você acha da reclamação dela?</p>
<p><span style="font-size:13px;line-height:19px;">&#8211; Não acho que ela está errada não sabe?</span></p>
<p>&#8211; Sim. O que te faz estar sempre insatisfeito?</p>
<p>&#8211; Não sei&#8230;</p>
<p>&#8211; Sabe sim, pensa!</p>
<p>&#8211; É como se eu tivesse algo dentro de mim que fica me incomodando sabe?</p>
<p>&#8211; Uma pedra no sapato é? Qual seria o nome desta pedra?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; a sensação de que a vida está sendo jogada fora entende?</p>
<p>&#8211; Entendo&#8230; o que motiva essa sensação?</p>
<p>&#8211; Acho que&#8230; ah&#8230; sei lá&#8230;</p>
<p>&#8211; Diga</p>
<p>&#8211; Tem a ver com as coisas que eu não faço não é?</p>
<p>&#8211; Tem e mais alguma coisa: como você fica com você mesmo por não fazer essas coisas?</p>
<p>&#8211; Me sinto mal&#8230;</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; e daí, onde que isso aparece?</p>
<p>&#8211; Em tudo&#8230; melhor dizendo&#8230; eu fico vendo defeito em tudo para não ver em mim né?</p>
<p>&#8211; O que te parece?</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230;</p>
<p>&#8211; Como seria se você estivesse fazendo o que você quer fazer?</p>
<p>&#8211; Eu acho que eu ficaria mais relaxado depois do trabalho&#8230; sentiria que a coisa está andando e me permitiria relaxar sabe? Algo como: &#8220;você merece&#8221;.</p>
<p>&#8211; Sei&#8230; que tal se comprometer com isso?</p>
<p>&#8211; Me parece bom&#8230;</p>
<p>&#8220;A culpa é minha e eu jogo em quem eu quiser&#8221; Homer J. Simpson.</p>
<p>Muitas pessoas desenvolvem o hábito de culpabilizar e criticar outras pessoas assim como as situações pelas quais passam. São altamente críticas em relação ao mundo em que vivem e às pessoas com quem convivem. No consultório percebo que este comportamento de crítica excessiva e insatisfação tem a ver com desejos pessoais que a pessoa não realiza seja por medo, timidez ou culpa, por exemplo.</p>
<p>Em geral quando a pessoa deixa seus desejos e vontades de lado ou aprende a classificá-los como inúteis ou sem-valor ela passa a não realizar-se no mundo, ou seja, passa a viver uma vida que não lhe é &#8220;própria&#8221; e, com isso, os valores e estéticas externas passam a contar muito mais do que as internas. O problema com isso é que ela passa a julgar o mundo e as pessoas de acordo com o mesmo critério e, então, estabelece padrões extremamente elevados para tudo e, com isto, fica fácil ser altamente crítico, pois se perde a noção de &#8220;níveis&#8221; e passa-se a julgar tudo como uma &#8220;meta padrão&#8221; &#8211; como se todos devessem seguir o mesmo padrão de perfeição.</p>
<p>Quanto mais a pessoa entra em contato com ela mesma, mais pode perceber e se relacionar novamente com desejos deixados de lado ao longo dos anos e começar a criar a competência para colocá-los em prática. Na medida em que isso ocorre ela pode perceber como sua auto estima era frágil porque não fora baseada no seu próprio raciocínio e sim no pensamento de terceiros. Começar a valorizar o desejo pessoal e a criar a competência &#8211; e a coragem &#8211; para construí-lo fortalece a auto estima da pessoa e a faz poder usar sua energia em atividades construtivas ao invés de críticas. Mais de uma vez já vi pessoas altamente críticas ajudando alguém a construir seus projetos e dando sugestões criativas ao invés de criticarem depois que começaram a viver a sua própria vida.</p>
<p>A crítica excessiva relaciona-se com a baixa auto estima de forma muito estreita. A pessoa que faz críticas de forma humilhante está, na verdade, usando as palavras para rebaixar os outros. Este rebaixamento tem a intenção velada de colocar todos abaixo ou no mesmo nível de auto estima que a pessoa que fez o crítica está. Algo como: já que não estou onde quero estar, vou colocar todos aqui em baixo junto comigo. Como disse Homer Simpson &#8220;a culpa é minha e coloco em quem eu quero&#8221;, a ideia da terapia é assumir que a culpa é sua e de mais ninguém, critique o mundo se quiser, o vazio continua sendo seu e, ao aceitar que a culpa é sua, poder colocá-la na pessoa certa: você mesmo.</p>
<p>Culpa do que? Culpa é uma sensação positiva quando tem a ver com a nossa falta de compromisso com nossos valores pessoais. Toda vez que eu passo por cima &#8211; voluntariamente &#8211; de algo que eu mesmo julgo correto, é adequado sentir culpa. No entanto, lidar com a culpa de forma adequada também é importante: ao perceber seu erro é importante comprometer-se à sanar os possíveis danos &#8211; caso seja realizável isso &#8211; e comprometer-se à nunca mais realizar isso novamente, além de desculpar-se com alguém no caso de ter terceiros envolvidos.</p>
<p>A &#8220;culpa&#8221; neste caso, em geral, tem a ver com as necessidades, desejos e ideias próprias que a pessoa não realiza ou nega. Isso é veneno para a alma e a auto estima pois a pessoa perde seu respeito próprio. Uma vez que isso ocorre ela passa a se defender atrás de suas ideias de valor estético e moral altamente desenvolvidos &#8211; e muitas vezes não seguidos por ela mesma. É a pessoa que não se relaciona porque &#8220;todos são bobos&#8221;, &#8220;o mundo é muito patético&#8221; e uma série enorme de discursos que, ao final, mostram apenas um fato: de que a pessoa não consegue relacionar-se e nem mesmo expressar o seu desejo neste mundo.</p>
<p>Assim sendo, ao invés de criticar, perceba o que de você existe nesta crítica. Pergunte-se de que forma isto que vejo está me incomodando e o que este incomodo tem a ver com as atividades que não pratico, os valores que não coloco em prática, os desejos que ficam para trás?</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Razão prá quem tem</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2012/11/07/razao-pra-quem-tem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 15:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Crises]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou muito braba com ela. &#8211; Sei. Ela foi bem forte no que falou né? &#8211; Foi sim, eu não acredito que ela disse tudo aquilo. &#8211; Pois é&#8230; e o que você acha do que ela disse? &#8211; Como assim? &#8211; O que você acha sobre o que ela te disse? Concorda, &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2012/11/07/razao-pra-quem-tem/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Razão prá quem tem</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou muito braba com ela.</p>
<p>&#8211; Sei. Ela foi bem forte no que falou né?</p>
<p>&#8211; Foi sim, eu não acredito que ela disse tudo aquilo.</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230; e o que você acha do que ela disse?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; O que você acha sobre o que ela te disse? Concorda, não concorda?</p>
<p>(Silêncio)</p>
<p>&#8211; Eu não acredito que você me perguntou isso e nem que eu acho que concordo com algumas coisas.</p>
<p>&#8211; É né? Eu percebi porque ela te disse umas coisas que você reclama de ti mesma em terapia.</p>
<p>&#8211; Ai meu Deus&#8230; tá&#8230; ela tem razão então é isso?</p>
<p>&#8211; Segundo os teus critérios ainda&#8230; por isso que tá doendo tanto.</p>
<p>&#8211; O que eu faço com isso??</p>
<p>&#8211; O que se faz quando alguém nos diz algo que é verdadeiro?</p>
<p>&#8211; Ah sei lá&#8230; agradeço?</p>
<p>&#8211; É um bom começo. Se me permite uma sugestão: peça desculpas pelo seu &#8220;piti&#8221; também.</p>
<p>&#8211; Ai Deus&#8230; é.. tá certo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existe um tema quando se aprende a lidar com críticas que é agradecer a crítica. Quando devemos fazer isso?</p>
<p>Toda crítica nada mais é do que a expressão da opinião e critérios de uma pessoa sobre o seu comportamento, este critério &#8211; independentemente da forma pela qual é expresso &#8211; pode ser um critério que é igual ou muito parecido com os seus. Quando isso ocorre a crítica &#8220;nos pega&#8221; porque ela tem ver com o que nós também pensamos sobre nós.</p>
<p>De uma forma simples: acho que sou meio fechado para falar com as pessoas. Aí alguém vem e me diz: Cara, você é muito fechado! Qual o problema com uma crítica assim? Em termos de conteúdo nenhum. Simplesmente é o fato de eu concordar e dizer: sim, é verdade. Embora a forma pela qual a crítica seja feita nos impacte muito é importante aprender a abster da forma e se focar no conteúdo para verificar se concordo ou não com o que está sendo dito.</p>
<p>Nos casos em que concordo com o que está sendo dito a resposta é simples: agradeça a preocupação e diga: concordo contigo. Embora as pessoas geralmente tenham medo de fazer isso, geralmente é uma resposta que cria empatia com quem nos quer bem e &#8220;quebra as pernas&#8221; de quem não nos quer bem (se uma pessoa te quer mal e faz uma crítica com a qual você concorda, ao concordar você simplesmente deixa ela sem motivos para continuar a te &#8220;agredir&#8221; &#8211; porque no caso, não foi agressão)</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite também o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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