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	<title>Arquivos Limites - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Eu preciso mesmo dar limite?</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/01/27/eu-preciso-mesmo-dar-limite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas e porque eu preciso dizer isso para ela? &#8211; Bem, é o tipo de relação que você dá conta, não é? &#8211; Eu não poderia dar conta de outra coisa? &#8211; Poderia? Seja sincero. &#8211; Acho que não&#8230; eu já tentei antes, mas não dá&#8230; não tem nada a ver comigo. &#8211; Você &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/01/27/eu-preciso-mesmo-dar-limite/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Eu preciso mesmo dar limite?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas e porque eu preciso dizer isso para ela?</p>
<p>&#8211; Bem, é o tipo de relação que você dá conta, não é?</p>
<p>&#8211; Eu não poderia dar conta de outra coisa?</p>
<p>&#8211; Poderia? Seja sincero.</p>
<p>&#8211; Acho que não&#8230; eu já tentei antes, mas não dá&#8230; não tem nada a ver comigo.</p>
<p>&#8211; Você tem algo &#8220;contra&#8221; este padrão de vida?</p>
<p>&#8211; Não&#8230; não é nada disso.</p>
<p>&#8211; Pois é, não é um &#8220;preconceito&#8221; seu, apenas uma percepção de que você não se sente bem vivendo assim. É algo relativo ao seu bem-estar.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230;</p>
<p>&#8211; Por isso precisa. A opção é abrir mão do seu bem-estar. Você escolhe.</p>
<p>&#8220;Limites&#8221; é um tema complexo dentro da psicologia. Vivemos em uma sociedade que busca, cada vez mais, extinguir a noção de que eles são necessários e, ao mesmo tempo, vemos quanto, cada vez mais a sociedade precisa de limites bem estruturados. Porém, o fato de que antes vivíamos com limites muito rígidos criou uma confusão entre o que é limite e o que é opressão.</p>
<p><span id="more-7058"></span></p>
<p>Em primeiro lugar, vamos compreender porque os limites são necessários. Note que usei a palavra &#8220;necessários&#8221;, ou seja, eles não são algo que dá para viver sem, eles fazem parte da vida quer você goste disso, quer não. A necessidade dos limites se dá porque os temos. Simples assim. Isso significa dizer que não conseguimos aturar ou viver tudo ao mesmo tempo. Cada um de nós tem seu &#8220;jeitão&#8221; de ser e viver e dificilmente damos conta de extremos opostos. Assim sendo, os limites servem para conseguirmos criar relações. A partir deles é que se torna possível estabelecer contato, sem eles, isso não se dá.</p>
<p>Limites são necessários, mas o que são eles? Limite trata das &#8220;regras do jogo&#8221;. Em outras palavras, limites são uma constatação muito prática sobre como é preciso criar uma relação para que algo seja criado. Por este motivo é que conseguimos perceber diferenças entre limites adequados e inadequados. E a diferença entre limites desejados e não desejados. Ter um limite significa ter uma noção clara de como você funciona e como o mundo funciona, com base nisso é que se criam as regras pelas quais você deseja criar uma interação com este mundo.</p>
<p>O limite é adequado quando ele possibilita que você crie uma relação com o mundo que seja produtiva para você e para os envolvidos, caso existam. O limite se torna inadequado quando essa interação é muito desgastante ou quando o resultado não é atingido. Gosto de lidar com exemplos pessoais, para mostrar que limites não é um tema apenas &#8220;social&#8221;. A maneira pela qual nos alimentamos, por exemplo, é uma questão que envolve limites: saber quando se está saciado, quais alimentos lhe fazem bem e mal, buscar alimento e preparar alimento. Não podemos comer tudo o que queremos do jeito que queremos a hora que queremos. O organismo não dá conta de ficar o tempo todo apenas seguindo impulsos da mente. Assim sendo, criamos maneiras de nos relacionar com a comida que geram determinados resultados para nós.</p>
<p>O exemplo da comida deixa muito evidente quais &#8220;regras do jogo&#8221; funcionam e quais trazem prejuízo para as pessoas. Se com a alimentação é assim, nas relações com outras pessoas funciona da mesma forma. Ocorre que tendemos a nos enganar diante dos resultados. A tendência das pessoas é protegerem o padrão de limites disfuncional e negarem seus resultados. Assim, cria-se a ilusão de que &#8220;tudo vai melhorar&#8221;, sem que eu precise fazer nada. Isso é uma ilusão. É fundamental aprender a viver de acordo com suas regras e saber como deixá-las muito claras para as pessoas.</p>
<p>Por este motivo é que os limites não são opressão, como coloquei acima. Eles tratam de criar algo bom para a pessoa. Eles se tornam opressores quando não o fazem, mas o problema, então não reside nos limites, mas na falta de percepção sobre sua inadequação. As pessoas não são obrigadas a gostarem de seus limites, porém é fundamental que você saiba até que ponto pode e deve adequá-los para criar uma relação e até que ponto não deve. Não há nada de errado em não criar uma relação se ela lhe fizer mal. As regras do jogo geram seus resultados, esta é uma realidade, não fique cego diante dela.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Limites da angústia</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 09:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; E aí eu me vi sozinha sabe? Sim. Me deu uma angústia terrível sabe? Sim. O que você fez com isso? À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele. Ligou? Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/01/07/limites-da-angustia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Limites da angústia</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2827" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/downloadmlklk.jpg" alt="downloadmlklk" width="224" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>E aí eu me vi sozinha sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim.</p>
</li>
<li>
<p>Me deu uma angústia terrível sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sim. O que você fez com isso?</p>
</li>
<li>
<p>À princípio eu fiquei muito desnorteada, eu não sabia o que fazer. Queria logo ligar para ele.</p>
</li>
<li>
<p>Ligou?</p>
</li>
<li>
<p>Não&#8230; eu me aquietei e pensei comigo: puxa vida, não posso ficar bem comigo mesma durante um final de semana?</p>
</li>
<li>
<p>Ahh&#8230; olhe que interessante!</p>
</li>
<li>
<p>Sim&#8230; e daí, pensando nisso, eu fiquei bem melhor. Nem senti angústia, fiquei com saudades só, mas normal.</p>
</li>
<li>
<p>Ótimo!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das causas de muitas dores e problemas humanos é simplesmente uma questão de limite e critérios. Numa relação, por exemplo, se o limite que tenho em relação à ciúme é de que a pessoa com quem estou não pode falar com nenhuma pessoa do sexo oposto porque todas elas são potenciais problemas terei muitos problemas. Por outro lado se eu compreender que devo prestar atenção à uma série de fatores em conjunto tais como: pouco interesse na relação, descuido com elementos básicos, alto interesse em outras pessoas &#8211; ou em alguma em específico &#8211; ausências inexplicáveis, cobranças em exagero e nunca satisfeitas terei elementos mais concretos e precisos para que o ciúme seja um alerta importante ao invés de uma implicância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada um de nós possui limites e critérios estabelecidos para praticamente tudo o que ocorre em nossa vida intrapsíquica, muitos não possuem conhecimento ou consciência, deles, porém estão lá. Muitas vezes simplesmente ao perceber que tem um critério ou limite inadequado a pessoa já faz grandes mudanças. Eles funcionam como protocolos que norteiam a nossa vida, nossa percepção do que ocorre assim como as possíveis soluções que podemos nos oferecer, ao mudar um deles, mudamos junto todos estes elementos e, muitas vezes, é só o que precisamos: novas opções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O exemplo acima mostrou uma pessoa que tinha um limite muito forte: toda vez que se via só, pensava que estava fazendo algo de errado com sua vida. A presença de pessoas era um critério para saber que ela estava bem. O problema é que &#8220;estar bem&#8221; é algo que é mais saudável com o foco na própria pessoa e não em outras pessoas. Assim sendo, quando ela se diz &#8220;puxa, não posso ficar bem sozinha&#8221;, ela está alterando um limite e um critério (limite: o significado de ficar bem sozinho, critério: a presença de outros significa que estou vivendo &#8220;certo&#8221; x estou vivendo bem sozinho).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pergunta é: para que isso é tão importante? Para que a presença do outro é tão importante? Para que mostrar que você se esforça é importante? Para que saber que você é o melhor é importante? Para que ter muito dinheiro é importante? Saber a importância daquilo que buscamos nos dá a resposta que nos ajuda a perceber o critério que estamos usando para perceber a vida tal como percebemos e, consequentemente, vive-la. Em geral, repetimos a pergunta várias vezes até que ela as respostas comecem a se integrar num looping, nos mostrando que chegamos ao ponto central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que você mantém aqueles comportamentos inadequados que já até sabe como mudar? Para que insistir nos mesmos erros? Para que fugir daquelas escolhas que vão te dar uma vida melhor? À que critérios você tem servido? Que limites tem dado para a sua vida? Eles tem sido bons? Convido você à descobrir mais sobre você e ir ainda além, ainda melhor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: <a href="http://www.akimpsicologo.com.br">www.akimpsicologo.com.br</a></p>
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		<title>O Jardim das bençãos</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/10/01/o-jardim-das-bencaos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 10:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu acho que estou entendendo o que está acontecendo comigo. O que? Eu não sei se é o certo de pensar ou não, mas é algo que está me dando forças. Hum&#8230; me conte! Eu estou começando a ver que tudo o que está rolando é como se fosse aquelas histórias gregas dos heróis que &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/10/01/o-jardim-das-bencaos/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O Jardim das bençãos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/images-13.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-2446" src="http://www.akimpsicologo.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/images-13.jpg" alt="images (13)" width="278" height="181" /></a></p>
<ul>
<li>Eu acho que estou entendendo o que está acontecendo comigo.</p>
</li>
<li>
<p>O que?</p>
</li>
<li>
<p>Eu não sei se é o certo de pensar ou não, mas é algo que está me dando forças.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230; me conte!</p>
</li>
<li>
<p>Eu estou começando a ver que tudo o que está rolando é como se fosse aquelas histórias gregas dos heróis que você conta de vez em quando sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei.</p>
</li>
<li>
<p>Que tudo isso são tipo um teste para eu poder ir além.</p>
</li>
<li>
<p>E como isso está te ajudando?</p>
</li>
<li>
<p>Bom&#8230; eu estava lá com aquele dilema e percebi que eu estava me achando muito &#8220;coitado&#8221; e quando pensei no &#8220;teste&#8221; eu me senti melhor.</p>
</li>
<li>
<p>Melhor como?</p>
</li>
<li>
<p>Melhor tipo assim: pô, se isso tá aqui é porque eu posso dar conta, então vamos explorar a situação e aprender com ela.</p>
</li>
<li>
<p>Hum&#8230;</p>
</li>
<li>
<p>E isso me fez ficar mais desperto e vou te contar que dei uma solução meio louca para o problema, mas que eu curti!</p>
</li>
<li>
<p>Então me conta como que você resolveu</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ninguém disse que crescer é fácil. A evolução do espírito é sempre vivida dentro de uma incógnita, dentro da dúvida e isso afasta muitas pessoas de seus caminhos. Todas as histórias mitológicas mostram o herói passando por vários desafios antes de alcançar alguma benção ou iluminação, as provas são o que nos transformam. No Corão existe uma passagem que diz mais ou menos o seguinte: você pensa que pode entrar no jardim das bençãos sem passar pelas provas que todos os outros que vieram antes de você passaram? Como viver as provas, se temos medo delas?</p>
<p>Talvez o primeiro ponto a ser desenvolvido é o de que o medo &#8220;é só medo&#8221;, ou seja, ele é uma emoção que nos alerta para algo que não sabemos exatamente como lidar e que por esta razão pode ter o potencial de nos machucar. É uma emoção que pode ser entendida como &#8220;natural&#8221; quando estamos adentrando numa zona que desconhecemos ou indo enfrentar algo que não sabemos lidar.</p>
<p>No entanto, a curiosidade é outra emoção que também é possível neste mesmo contexto. Exercitar a curiosidade significa entender que o futuro será melhor que o presente depois de descobrir algo ao invés de focar, como no medo, na possibilidade de dor ao enfrentar algo novo. O medo foca na dor, a curiosidade foca no aprendizado e esta diferença é crucial. Não é que ter medo é errado, longe disso, mas é importante saber dosar esta emoção para que consigamos ir adiante mesmo ela estando presente.</p>
<p>Isso nos leva ao segundo ponto: olhos de primeira vez. Muitas pessoas quando dão o passo no abismo querem saber como vai ser. Ora se você soubesse como vai ser, não seria um desafio, não seria uma prova seria? A ideia é justamente dar o passo no abismo sem saber como vai ser e, uma vez lá, contar com o que há dentro de você para vencer a prova. Por isso precisamos ter &#8220;olhos de primeira vez&#8221;, para absorver o máximo de informações, ver as coisas por ângulos diferentes, estarmos presentes no desafio.</p>
<p>Esta presença é o que nos traz o terceiro ponto: confiar no que já existe dentro de você. Segundo Joseph Campbell na mitologia sempre que o herói vai para a aventura é porque de alguma maneira ele já está pronto para ela, a aventura evoca no herói as suas virtudes e qualidades mais nobres. Para que esta alquimia ocorra, é importante confiar no que há dentro de si, entregar-se para a aventura e vencer os medos que nos prendem à &#8220;terra seca&#8221;. Estar em contato consigo é perceber suas emoções, seus pensamentos e deixar o corpo livre para agir e reagir. Muitas vezes queremos pensar em tudo o tempo todo, mas às vezes o mais importante é simplesmente deixar &#8220;algo&#8221; ocorrer.</p>
<p>Obviamente que este &#8220;guia&#8221; é amplo e não possui instruções detalhadas. Porque ele é assim? Porque é assim que precisa ser. Cada um de nós precisa encontrar a sua maneira de fazer este caminho &#8211; ou não seria &#8220;o nosso&#8221; caminho. É aí, inclusive, que encontramos os nossos &#8220;limites&#8221; de crescimento espiritual, emocional e moral: dentro das ações que nos entregamos em ter e daquelas que não. Não que agir ou não agira sejam semelhantes à certo ou errado respectivamente, mas sim que estas escolhas definem os limites que vamos criando e dentro do qual viveremos. Escolha um bom para você.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<item>
		<title>Estranheza</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/07/22/estranheza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 11:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho me sentido estranho ultimamente. Que coisa boa! Pois é&#8230; eu me lembro das várias vezes em que você me disse isso e eu nunca acreditava. &#8220;Que que este louco tá me falando que é bom ficar estranho&#8221; não é?! Bem por aí&#8230; mas&#8230; acabava que era bom mesmo&#8230; agora estou meio que convencido. Me &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/07/22/estranheza/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Estranheza</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<ul>
<li>Tenho me sentido estranho ultimamente.</p>
</li>
<li>
<p>Que coisa boa!</p>
</li>
<li>
<p>Pois é&#8230; eu me lembro das várias vezes em que você me disse isso e eu nunca acreditava.</p>
</li>
<li>
<p>&#8220;Que que este louco tá me falando que é bom ficar estranho&#8221; não é?!</p>
</li>
<li>
<p>Bem por aí&#8230; mas&#8230; acabava que era bom mesmo&#8230; agora estou meio que convencido.</p>
</li>
<li>
<p>Me fale um pouco sobre a tua estranheza neste momento.</p>
</li>
<li>
<p>Eu tenho sentido como em uma oscilação sabe?</p>
</li>
<li>
<p>Sei.</p>
</li>
<li>
<p>De um lado eu estou muito tranquilo com o meu desejo. Do outro vem as críticas.</p>
</li>
<li>
<p>Entendo.</p>
</li>
<li>
<p>O estranho é que cada vez mais eu consigo deixar as críticas de lado. Cada vez mais eu simplesmente me aquieto. É quase uma sensação de tristeza, mas não é sabe? É apenas um &#8220;quieto&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p>Sim, entendo sim.</p>
</li>
<li>
<p>Eu não tenho muitas palavras ao mesmo tempo em que a minha mente está cheia de coisas, porém não de um jeito angustiante&#8230; é como se tivessem milhares de palavras indo de um lado para o outro se reorganizando dentro das &#8220;gavetas da minha mente&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p>Compreendo</p>
</li>
<li>
<p>E é esta sensação de quietude no meio disso tudo que é estranho. Não me sinto mal, nem culpado e quando estas emoções vem à tona eu consigo olhar para elas e elas somem.</p>
</li>
<li>
<p>Muito bom!</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Sou um homem: nada do que é humano me é estranho&#8221;. Públio Terêncio Afro.</p>
<p>No filme &#8220;Menina de Ouro&#8221; o narrador da história disse que tudo sobre boxe é ao contrário, se você quer socar para a direita, você inclina o corpo para a esquerda. Terapia tem muito a ver com o boxe vendo deste ponto de vista: quando as pessoas dizem que estão incertas, sentindo-se estranhas com elas mesmas ou confusas sabemos que estão fazendo progresso.</p>
<p>Não é que psicólogo seja masoquista e goste de ver as pessoas confusas e sem saber como agir, mas é que, para existir uma mudança real é necessário um período de criação e toda criação é precedida por um vácuo, por uma falta, pelo rompimento com padrões existentes anteriormente. Todos temos auto imagens muito fortes sobre nós mesmos, podem não ser imagens muito positivas, mas ainda assim organizam nossa vida psíquica. Quando o processo de terapia começa a fazer seu efeito esta auto imagem sofre mudanças, novos pontos começam a ser percebidos, outros começam a ser vistos sobre uma ótica nova &#8211; e às vezes nem tão favorável &#8211; e aquilo que pensamos que era sólido como rocha se percebe fluido como nuvem.</p>
<p>Este é o ponto em que muitas pessoas largam a terapia. O encontro com o estranho em si é muito perturbador para muitas pessoas. Sentir-se de uma maneira que eu mesmo me disse &#8220;Isso nunca&#8221; é algo muito duro e cru, muitos preferem negar a experiência do que integrá-la e tornar a sua auto imagem ainda mais rica. Pessoas fortes descobrem que existe choro dentro dela, os práticos que existe poesia, os fracos descobrem força e liderança, os indecisos descobrem desejos indomáveis e os secos descobrem o amor e a música. Encontrar-se com aquilo que nos é estranho em nós é uma prova de caráter: se sou verdadeiro comigo mesmo, faço como Públio Terêncio dou &#8220;oi&#8221;, porém se ainda sou criança e necessito de uma e apenas uma imagem estática de mim digo &#8220;adeus&#8221;.</p>
<p>Stanley Keleman certa vez disse que maturidade é a capacidade de conviver com várias emoções contraditórias dentro de nós ao mesmo tempo. Concordo e amplio: além das emoções, de várias percepções de nós mesmos; ou seja, muitas vezes me acho forte, mas encontro fraquezas minhas, conviver com estas duas realidades, estas duas percepções antagônicas de mim é sinal de maturidade visto que o ser humano não &#8220;é&#8221; no sentido estático da palavra, mas sim no sentido existencial, onde o &#8220;é&#8221; ou o &#8220;ser&#8221; apenas existe enquanto movimento de tornar-se. Em outras palavras, &#8220;ser&#8221; é um verbo no gerúndio quando se trata da nossa identidade e não se refere à uma coisa, mas sim à um complexo de experiências.</p>
<p>No exemplo acima, trouxe a estranheza num momento de conclusão de trabalho. Ela ocorre também neste momento porque a mudança está se instaurando na pessoa e ver-se da maneira antiga não é mais possível. Ela também ocorre no começo do processo em que a velha imagem torna-se insuficiente, pobre para dizer tudo aquilo que a pessoa precisa dizer. É o momento de ir além do limite. O momento do término é aquele em que a pessoa está contornando novos limites.</p>
<p>E você, como lida com aquilo que é estranho dentro de ti?</p>
<p>Abraço</p>
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