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	<title>Arquivos Raiva - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Todo impulsivo é um planejador compulsivo</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2021/12/22/todo-impulsivo-e-um-planejador-compulsivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 22:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, eu não sei o que me dá! &#8211; Não? &#8211; Não. &#8211; Me parece raiva. &#8211; Sim, sim, me dá raiva, porque quando a pessoa começa a me criticar eu já vou&#8230; sabe né? &#8211; Não, vai o que? &#8211; Ah, já fica aquela vozinha na minha cabeça dizendo &#8220;não leve desaforo &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2021/12/22/todo-impulsivo-e-um-planejador-compulsivo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Todo impulsivo é um planejador compulsivo</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Mas Akim, eu não sei o que me dá!</p>
<p>&#8211; Não?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Me parece raiva.</p>
<p>&#8211; Sim, sim, me dá raiva, porque quando a pessoa começa a me criticar eu já vou&#8230; sabe né?</p>
<p>&#8211; Não, vai o que?</p>
<p>&#8211; Ah, já fica aquela vozinha na minha cabeça dizendo &#8220;não leve desaforo para casa, quem esse cara pensa que é&#8221;.</p>
<p>&#8211; Sei e o que acontece depois?</p>
<p>&#8211; Bom&#8230; fica isso, o sangue ferve e daí já viu né? É meio que tipo, esperar para estourar.</p>
<p>&#8211; Entendi, e você fica ali né? Não sai dali por nada?</p>
<p>&#8211; Não, não posso levar desaforo para casa oras!</p>
<p>&#8211; É porque se você pudesse, era só virar as costas e ir embora, daí não seria tão impulsivo.</p>
<p>&#8211; Mas eu não consigo, quando vi, já foi.</p>
<p>&#8211; Ao mesmo tempo você me descreveu bem o processo não?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Impulsividade é a habilidade de agir por impulso. Muito adequada para muitas situações pode salvar sua pele em momentos de tensão. Porém se essa é a sua resposta para tudo, terá problemas. Que tal planejar sua vida de forma diferente?</p>
<p><span id="more-6574"></span></p>
<p>Se o título deste post chamou sua atenção, vou repeti-lo: todo impulsivo é um planejador compulsivo. A única exceção que encontrei até hoje são pessoas com danos neurológicos concretos. A impulsividade é uma maneira de responder ao mundo, ela pode ser muito útil quando empregada numa situação adequada. Assim sendo, muitas pessoas confundem o fato de gostarem de agir impulsivamente com o fato de serem vítimas disso.</p>
<p>A impulsividade é uma escolha, assim como a agressividade ou a passividade. O impulsivo assume determinados valores e regras de conduta pelas quais se guia. Em geral estão relacionadas com confrontos, relações de poder e superioridade. O &#8220;impulso&#8221; é um comportamento conhecido do impulsivo. Todos os com quem trabalhei sabem exatamente o que fazem, como e porque o fazem. A questão do impulsivo está na recusa em assumir a impulsividade como escolha.</p>
<p>É mais simples agir de maneira agressiva, visando apenas a manutenção do status quo no qual se encontra naquele momento. O impulsivo, em geral, tem certo receio em sentir-se &#8220;por baixo&#8221; em alguma situação. Quando se vê em algum cenário que possa fazê-lo sentir-se assim, tende a reagir &#8220;impulsivamente&#8221;. A impulsividade funciona bem neste tipo de cenário porque assusta as demais pessoas e, com isso o impulsivo mantém-se &#8220;por cima&#8221;. Impulsivos odeiam pessoas muito calmas que eles não conseguem manipular a partir de sua &#8220;surtadinha&#8221;.</p>
<p>Quando afirmo que eles são controladores, o que quero dizer é o seguinte: o impulsivo não cria a rotina que o leva para a impulsividade apenas no momento. Ele a nutre diariamente com atos físicos e mentais. O impulsivo trabalha com sua mente todos os dias para explodir na hora certa. Você verá que  a maior parte dos impulsivos estoura com determinados temas e não com outros (e eles sabem disso). Assim sendo, isso me parece mais fruto de um planejamento do que mero &#8220;impulso&#8221;.</p>
<p>Ser impulsivo, não significa não ser controlado. Isso pode chocar muitas pessoas, mas a característica de reagir impulsivamente não tem como requisito não saber o que está fazendo ou não ter consciência. Pelo contrário, impulsivos clássicos tendem a negar o que fizeram e minimizar as consequências, prova clara de que sabem o que fazem. A desconexão emocional entre o ato e a escolha é o grande problema, pois protege esta atitude. Infelizmente, também mantém a pessoa com uma reação de baixa eficácia.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Algo sobre a raiva</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2020/11/20/algo-sobre-a-raiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 10:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Não me sinto bem com isso. &#8211; Sim, tente olhar para essa raiva que sente. O que há nela? &#8211; Só coisa ruim. &#8211; Sim, olhe para estas coisas ruins&#8230; o que elas são? &#8211; Vontade de bater, machucar alguém&#8230; &#8211; Isso, olhe para isso. De onde vem esse desejo? O que há nesse &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2020/11/20/algo-sobre-a-raiva/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Algo sobre a raiva</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não me sinto bem com isso.</p>
<p>&#8211; Sim, tente olhar para essa raiva que sente. O que há nela?</p>
<p>&#8211; Só coisa ruim.</p>
<p>&#8211; Sim, olhe para estas coisas ruins&#8230; o que elas são?</p>
<p>&#8211; Vontade de bater, machucar alguém&#8230;</p>
<p>&#8211; Isso, olhe para isso. De onde vem esse desejo? O que há nesse desejo? Você quer machucar fortuitamente?</p>
<p>&#8211; Não! Eu não sei bem o que é isso&#8230; mas está aí&#8230; e me dói demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há algo que não se diz sobre a raiva: existe medo dentro dela. Tendemos a olhar para comportamentos estranhos e agressivos e julgar a raiva como ruim por causa disso. Porém esta analise superficial não olha para dentro da emoção raivosa para ver que algo a mobiliza, algo muito poderoso.</p>
<p><span id="more-7433"></span></p>
<p>A raiva é uma das emoções mais poderosas. Porém, sua função é mal compreendida e geralmente aprendemos a ter medo dela ao invés de olhar para ela. Este sentimento pode assumir a forma do desejo de destruição de pessoas ou coisas e podemos nos comportar dessa maneira. O problema, como sempre coloco está na resposta que damos as emoções e não nas emoções em si. Olhar para a raiva exige, também, compreender aquilo que a desperta.</p>
<p>Em geral, tratamos da raiva quando somos impedidos de alcançar aquilo que nos é importante ou quando sentimos que alguém está, deliberadamente, indo contra o nosso bem-estar. A raiva, assim sendo, possui uma característica defensiva. Ela ataca, é  fato, para defender algo importante. O medo que coloquei existir dentro da raiva reside nisso. A raiva não é por acaso, ela busca algo. Isto que é busca, a preservação da integridade do indivíduo é o ponto mais importante nesta emoção.</p>
<p>Quando olhamos para isso, podemos compreender algo além das imagens de destruição que a raiva no proporciona. Podemos ir além daquele desejo de socar alguém. E quando digo isso é perceber o caráter mais geral da emoção: defender. Quando dizemos: &#8220;quero socar aquela pessoa&#8221;, também dizemos: &#8220;essa pessoa está me causando mal, preciso me defender&#8221;. Este é o ponto mais importante, a função primordial do guerreiro que busca defender aquilo que ama.</p>
<p>Se esta compreensão se torna possível, mesmo os atos agressivos são feitos de outra maneira. Mesmo gritar com alguém assume novo aspecto, pois deixa de ser algo meramente pessoal, aqui os caprichos ficam de lado e o que entra em jogo é a defesa da integridade. É uma raiva que não deseja mal ao outro, apenas proteger a si mesmo. Esta raiva nos empresta força, ela nos dá flexibilidade. Esta raiva é diferente do desejo de vingança ou de birra.</p>
<p>A raiva madura se conhece. Ela compreende bem seus valores e entende o que precisa proteger, buscando, sempre, os melhores meios para isso. Não se trata de idealizar a raiva e crer que ela será sempre pomposa e linda, mas sim, que sua função mais importante sempre estará em primeiro lugar. A raiva, tida desta maneira, é uma importante emoção na elaboração da auto estima, inclusive. Saber defender seus desejos e necessidades faz parte de uma auto estima madura.</p>
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		<title>Raiva que cala</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2016/04/22/raiva-que-cala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2016 12:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo mais&#8230; &#8211; O que você não consegue? &#8211; Ah Akim&#8230; viver sabe? Essa situação já deu o que tinha que dar. &#8211; O que ainda falta, que é algo que você não faz? &#8211; Não sei, o que? &#8211; Pense&#8230;está no começo ainda da situação e você já está&#8230; &#8211; Falar? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2016/04/22/raiva-que-cala/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Raiva que cala</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu não consigo mais&#8230;</p>
<p>&#8211; O que você não consegue?</p>
<p>&#8211; Ah Akim&#8230; viver sabe? Essa situação já deu o que tinha que dar.</p>
<p>&#8211; O que ainda falta, que é algo que você não faz?</p>
<p>&#8211; Não sei, o que?</p>
<p>&#8211; Pense&#8230;está no começo ainda da situação e você já está&#8230;</p>
<p>&#8211; Falar? Brigar?</p>
<p>&#8211; Sim!</p>
<p>&#8211; Ai&#8230; para mim é difícil mesmo&#8230; eu não gosto disso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas reclamam da raiva, desejam não sentir esta emoção e acham que ela é sempre prejudicial. Porém, não expressar raiva, pode levar à depressão e outros transtornos você sabia disso?</p>
<p><span id="more-5305"></span></p>
<p>Raiva é uma emoção que visa a proteção do organismo. Quando sentimos raiva é porque entendemos que estamos sendo violados de alguma maneira ou prejudicados em alcançar o nosso bem-estar. Surge, então esta emoção que desencadeia no corpo a resposta de luta e fuga, mobilizando os músculos para a ação e a mente para ser objetiva e rápida.</p>
<p>No entanto, a raiva pode ser destrutiva muitas vezes. Podemos nos enraivecer por algo &#8220;pequeno&#8221; ou sermos demasiado raivosos. Ela, também, pode ser expressa de maneira a &#8220;destruir&#8221; aquilo ou aquele que interfere com a nossa felicidade e, nem sempre, esta expressão é necessária. Por este motivo, o ser humano aprendeu a ter medo da raiva.</p>
<p>Outra concepção socialmente aceita é de que a raiva é algo intrinsecamente ruim. Esta percepção confunde o potencial destrutivo da raiva com a sua essência. A raiva, em si, não é destruição, mas sim proteção, porém, como a destruição faz parte do seu repertório, algumas pessoas e crenças acham que a raiva é apenas isso e a &#8220;proíbem&#8221; enquanto emoção possível.</p>
<p>Existe, também, a dinâmica familiar que inibe a raiva. Algumas famílias seja por crença, convivência ou medo acabam proibindo-se de sentir raiva de seus membros. As pessoas dessas famílias não se permitem sentir ou expressar a raiva de algo que as incomoda de nenhuma maneira. Com isso, em geral, ou adoecem ou manifestam a emoção de maneiras alternativas que são mais prejudiciais que a raiva propriamente dita.</p>
<p>A raiva contida e não expressa exige comportamentos de fuga e esquiva que se mostram inadequados ao longo do tempo. Assim, ao invés de confrontar a situação a pessoa passa a esquivar-se da resolução da situação, ou seja, sem resolver o motivo causador da raiva. Como a função primeira da raiva é proteção, esquivar-se da resolução significa manter-se sendo prejudicado ou sendo privado de algo importante para a sua saúde mental.</p>
<p>Esta estratégia, ao longo do tempo pode se transformar em depressão, visto que a exposição, em demasia, à uma situação que a pessoa se omite de reagir, lhe causa dano e o que o psicólogo americano Martin Seligman, chama de &#8220;desamparo aprendido&#8221;, ou seja, a situação em que a pessoa &#8220;aprende&#8221; que &#8220;não há nada para fazer&#8221; e, com isso, deprime.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Medo, raiva e potência</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2015/12/28/medo-raiva-e-potencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[lympadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 09:27:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este filhote de rinoceronte me inspirou à escrever este post. Ele tem (bem) menos da metade do tamanho de um adulto e estava com sua mãe à beira de um lago onde foram atacados por um rinoceronte que desejava a mãe dele. O rinoceronte adulto atacou várias vezes a mãe e ele ia correndo atrás &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/12/28/medo-raiva-e-potencia/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Medo, raiva e potência</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este filhote de rinoceronte me<a href="https://www.youtube.com/watch?v=dzH2-qu33GI"> inspirou</a> à escrever este post. Ele tem (bem) menos da metade do tamanho de um adulto e estava com sua mãe à beira de um lago onde foram atacados por um rinoceronte que desejava a mãe dele. O rinoceronte adulto atacou várias vezes a mãe e ele ia correndo atrás até que, de repente, ele atacou o adulto macho. O que aconteceu? O macho deu dois passos para trás, um tanto de lado ainda por não ter visto (ele é muito baixinho mesmo) o filhote. O filhote atacou de novo e de novo até que o macho foi embora, ele correu do filhote. Porque?</p>
<p>Rinocerontes são um dos animais mais resistentes que tem, sua pele é densa e forte e todo o seu corpo parece uma armadura. Sua arma, o chifre serve para atacar o único ponto vulnerável nessa criatura: a barriga. Ora, vendo a foto dá para ver que o &#8220;chifre&#8221; do filhote não é exatamente uma mortífera espada samurai, porém, ele com &#8220;todo seu tamanho&#8221; tem o alvo vulnerável sempre acima de sua cabeça. Em outras palavras, o fato de ser baixinho faz com que o rinoceronte filhote sempre acerte a barriga vulnerável do adulto.</p>
<p>O que isso tudo tem a ver com medo, raiva e potência?</p>
<p><span id="more-4901"></span></p>
<p>Todos sentimos medo, a raiva é uma emoção que, quase sempre, está associada ao medo. A função do medo é nos fazer cautelosos para nos proteger de um perigo potencial. Como, por vezes, a melhor defesa é o ataque a raiva assume sua função de nos fazer atacar. Daí que se o ataque é bem sucedido ele gera uma sensação de potência frente àquilo que nos aterrorizava à princípio.</p>
<p>Quando se diz em usar a raiva de maneira positiva é sobre isso que se está falando. A noção de que temos que exteriorizar a raiva através da catarse, nem sempre é proveitosa. Para algumas pessoas ter a percepção da raiva é importante e, nestes casos, a catarse é funcional. Porém para pessoas que já conseguem perceber e sentir a raiva deve ser empregada como uma força que ajuda a pessoa a vencer um determinado desafio.</p>
<p>O medo é o que nos faz conscientes do desafio. Ao sentirmos medo de algo é importante ver qual o perigo que estamos lidando e o que podemos fazer para nos proteger. Uma vez que tenhamos esta consciência a raiva é a energia que nos faz agir.</p>
<p>O problema de muitas pessoas é desejarem vencer os desafios sem vivenciar este ciclo de medo e/ou de raiva. É óbvio que a intensidade dessas emoções pode ser muito variável, uma situação é viver o desafio de uma final de campeonato, outra, como no caso do rinoceronte é lutar pela vida sua e de sua mãe. Porém essas emoções ocorrem no sentido de suas funções: proteção, planejamento e ação.</p>
<p>Os problemas podem ocorrer quando a pessoa sente o medo e permite-se ficar paralisada por ele. O medo tem a função de proteção e, embora a paralisia possa ajudar em algumas situações, ela, de forma geral (e para o nosso mundo) atrapalha. Sendo assim o medo acaba tornando-se um inimigo. Outra situação é a negação do medo de forma que a pessoa age sem prudência e reflexão o que também pode levá-la ao fracasso.</p>
<p>A raiva por sua vez é uma emoção muito mal compreendida pelo seu potencial destrutivo. No entanto, a destruição está sempre à serviço da proteção da integridade do organismo. É certo que muitas vezes esse &#8220;parâmetro&#8221; está sensível demais, porém a raiva é fundamental mesmo assim. Os problemas com a raiva estão na vergonha, medo ou culpa em senti-la que podem ocasionar num fim desastroso que é a negação da necessidade de se defender ou de agir sobre o mundo. Neste caso a pessoa percebe a ameaça porém se convence de que não precisa fazer nada contra ela.</p>
<p>Estes são exemplos de dinâmicas que impedem que a pessoa entre em contato com o medo e com a raiva e se defenda. E porque isso é importante?</p>
<p>Bem estas duas emoções junto com o nojo estão entre as mais antigas e mais fortes no ser humano. Facilmente reconhecemos raiva e medo nos outros e em qualquer animal. Elas são as emoções que organizam o nosso senso de sobreviver neste mundo. Quanto mais alinhadas e funcionais elas estão, mais a pessoa sente que pertence à este mundo e que tem forças para sobreviver. Isso é a sensação de potência.</p>
<p>A potência, ou o poder, para se defender de perigos é a base da auto confiança que, por sua vez é a base da auto estima. Assim aprender a lidar com o medo e com a raiva e usar estas emoções à seu favor são fatores fundamentais para que você tenha uma boa auto estima e sinta-se merecedor do seu lugar neste mundo. O nosso querido rinoceronte, com certeza tem esta sensação!</p>
<p>E você, quais batalhas o aguardam?</p>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Emoções e critérios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 11:03:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo. &#8211; Mas porque, não queria ser pai? &#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende? &#8211; O que, por exemplo? &#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade. &#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda. &#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder. &#8211; &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/10/28/emocoes-e-criterios/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Emoções e critérios</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Eu estou com muito medo.</p>
<p>&#8211; Mas porque, não queria ser pai?</p>
<p>&#8211; Queria&#8230; mas sabe&#8230; é como se eu fosse perder algo entende?</p>
<p>&#8211; O que, por exemplo?</p>
<p>&#8211; Não me vejo mais com a mesma liberdade.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; é verdade, a liberdade muda.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; isso me dá medo de perder.</p>
<p>&#8211; Entendo. Mas eu disse que sua liberdade muda, não que você a perde.</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; O que você vai ganhar sendo pai?</p>
<p>&#8211; O filho né? Sei lá&#8230; brincar com ele, cuidar dele acho que são coisas divertidas.</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; a sua liberdade muda&#8230; vai perder uma saída &#8220;na hora que me dá na telha&#8221;, mas vai ganhar o sorriso do seu filho quando brincar com ele.</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; pensando assim&#8230;</p>
<p>&#8211; O que acontece?</p>
<p>&#8211; Parece que não fica mais tão assustador&#8230; estou pensando nas outras coisa que vão começar a acontecer&#8230; dá até ânimo.</p>
<p>&#8211; Ótimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num primeiro momento você se pergunta: o que emoções, tão subjetivas e imprevisíveis tem a ver com critérios? Será que elas são assim mesmo, tão imprevisíveis e subjetivas? Vem comigo.</p>
<p><span id="more-4625"></span></p>
<p>Emoções possuem o que chamamos de EEC, ou <strong>Estímulo Emocionalmente Competente.</strong> Este estímulo é que &#8220;dispara&#8221; a reação emocional em nós. Assim quando percebemos qual o EEC que dispara uma determinada emoção em uma pessoa, podemos ter um grau grande de certeza de que na presença daquele estímulo ela sentirá determinada emoção.</p>
<p>Por exemplo, a perda de um filho é um EEC muito poderoso (leia-se eficaz) para a espécie humana em relação à emoção da tristeza. Histórias de perdas em geral nos inspiram a sentir tristeza. Outro EEC conhecido é a presença repentina de um animal feroz que nos induz ao medo ou à surpresa. Mas existem outros EECs mais sutis e relacionado à história pessoal da pessoa, à sua percepção de um evento ou aos critérios que ela usa no seu dia a dia.</p>
<p>O caso acima, por exemplo, registra um homem sentindo medo de ter um filho. O medo advém da ameaça de &#8220;perder sua liberdade&#8221;. Neste caso existem dois elementos importantes: a valorização da liberdade e sua percepção como &#8220;poder sair à qualquer hora&#8221; junto com o fato de perceber a perda disso. Temos, então, o valor liberdade junto com o critério &#8220;perda&#8221;, o resultado é medo.</p>
<p>Quando trabalhamos flexibilizando a sua percepção do que é liberdade junto com a ideia de ganho ele passou a sentir-se mais animado em relação ao nascimento do filho. O valor da liberdade foi mantido e o critério de perda foi transformado em ganho o que, por si só, mudou a percepção da situação geral e o fez sentir-se de uma outra maneira.</p>
<p>Nossas emoções respondem aos EECs assim como aos critérios que empregamos em nossas vidas. Quando mudamos os critérios ou lhe damos um novo entendimento isso afeta a maneira pela qual o mesmo EEC é percebido em nossa mente e isso modifica a resposta que damos à ele, inclusive a resposta emocional. Perceber os critérios que usamos em nosso dia a dia é uma maneira muito eficaz de saber como podemos administrar melhor nossas reações emocionais.</p>
<p>A tristeza, por exemplo, tem a ver com perdas. Assim se sou uma pessoa que tende a perceber aquilo que está perdendo, a tendência é que eu sinta mais tristeza do que outras. Se sou uma pessoa que encontra perigo em tudo a tendência é que eu seja uma pessoa que sente muito medo, ansiedade ou raiva, visto que ameaça é um critério importante para estas emoções (você nunca vai ver alguém com medo de algo que não o ameace de alguma maneira).</p>
<p>Modificar critérios, aprender a empregá-los de uma maneira diferente, flexibilizá-los (como fizemos acima) são algumas das estratégias que nos ajudam a trabalhar com nossos critérios e, por conseguinte, com nossas emoções. Outro caminho é perceber as emoções e sentimentos que você mais sente e, com isso, buscar o critérios que as nutrem e, então, empregar as estratégias citadas acima.</p>
<p>Que critérios são importantes para você?</p>
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		<title>Tolerância à frustração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 10:40:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; E daí eu fiquei muito brabo! &#8211; Porque? &#8211; Ah&#8230; todo o trabalho que eu tive e daí vem e me diz que simplesmente não quer? &#8211; Qual o problema? &#8211; Meu! Eu me DEDIQUEI para isso! &#8211; Sim, eu sei. E vi a sua dedicação. E vi que não conseguiu. Qual o problema? &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2015/09/09/tolerancia-a-frustracao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Tolerância à frustração</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; E daí eu fiquei muito brabo!</p>
<p>&#8211; Porque?</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; todo o trabalho que eu tive e daí vem e me diz que simplesmente não quer?</p>
<p>&#8211; Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Meu! Eu me DEDIQUEI para isso!</p>
<p>&#8211; Sim, eu sei. E vi a sua dedicação. E vi que não conseguiu. Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Como assim?</p>
<p>&#8211; Você foi o único a não conseguir?</p>
<p>&#8211; Não, teve uma galera.</p>
<p>&#8211; Então&#8230; acontece. Às vezes conseguimos e às vezes não conseguimos o que queremos.</p>
<p>&#8211; Assim?</p>
<p>&#8211; É&#8230; você acha que só porque resolveu estudar a empresa tinha obrigação de te contratar?</p>
<p>&#8211; Bem&#8230; não né, mas porra&#8230;</p>
<p>&#8211; Então&#8230; você simplesmente não passou no teste, assim como um monte de pessoas por lá.</p>
<p>&#8211; É ruim isso.</p>
<p>&#8211; É frustração o nome disso&#8230; agora, como você lida com ela?</p>
<p>Tolerar frustração é uma característica importantíssima para vencermos desafios, organizarmos nossa auto estima e melhorarmos nosso auto conhecimento. Pessoas que não toleram bem a frustração sofrem muito com os desafios da vida e das relações, mas porque alguns não toleram bem esta emoção?</p>
<p><span id="more-4443"></span></p>
<p>Frustração é uma emoção que surge quando alguma meta e/ ou expectativa não é atingida. Então vem a reação à este sentimento. No entanto a reação não está baseada apenas na percepção de que algo desejado não foi atingido. A reação envolve a percepção da pessoa em relação à perder algo, não conseguir algo, à própria sensação que a emoção da frustração causa, à sua auto imagem e ao valor que atribui ao que não foi conseguido.</p>
<p>Ter baixa tolerância à frustração significa ter que a pessoa não suporta a sensação que a frustração traz, que ela não possui um ego forte o suficiente para lidar com a realidade do que aconteceu e nem se manter motivada para continuar sua busca em prol do que quer. Aceitar a realidade e enfrentá-la tem sido um dos problemas mais comuns de encontrar em consultório junto com outro: uma auto imagem idealizada que não se permite falhas.</p>
<p>Então, de uma forma mais didática, pode-se refletir sobre alguns pontos que conduzem à baixa tolerância à frustração: identificação com uma auto imagem por demais negativa, choque entre realidade e auto imagem falsa ou idealizada, medo de que terceiros descubram uma auto imagem negativa e não aceitação da realidade.</p>
<p>Quando a pessoa tem uma auto imagem negativa demais a frustração serve como uma afirmação dessa auto imagem. Ou seja, quando a pessoa não atinge um objetivo, ela diz para si, por exemplo, &#8220;sou realmente um otário, nunca consigo nada&#8221;. Assim a reação da pessoa frente à frustração ou à possibilidade de se frustrar, em geral tende a ser de fuga e evitação ou de raiva. Típico a pessoa explodir por não conseguir algo simples ou sentir-se muito ansiosa frente à não atingir uma meta. O problema, aqui não é o que não foi atingido em si, mas sim a confirmação da auto estima negativa.</p>
<p>Uma auto imagem falsa ou idealizada é uma auto imagem que mascara um eu, em geral, frágil e mal formado. Assim, por exemplo, a pessoa parte para uma determinada tarefa ou empreitada certa de que irá conseguir. A realidade mostrar-se diferente disso mostra a ruptura entre o que ela &#8220;sabia que aconteceria&#8221; e o que aconteceu. O problema aqui é que esse fenômeno mostra à ela uma porção do seu próprio eu que ela não conhece, nega ou não gosta. Típico comportamento de pessoas mimadas que se chocam com o real, não pelo real em si, mas sim pelo fato de que este mostra à ela quem ela é.</p>
<p>Num outro caso quando a pessoa tem uma auto imagem muito negativa ela pode ter medo de que terceiros descubram isso. Ela sente que consegue esconder o quão ruim &#8211; na opinião dela própria &#8211; ela é se não se meter em &#8220;confusão&#8221;, ou seja, se evitar a vida de uma forma geral. Quando frustrada a pessoa sente que o seu lado ruim foi exposto e isso é extremamente duro para ela por não saber lidar com a sua própria sombra.</p>
<p>Já quando a pessoa não aceita a realidade o problema é outro. Trata-se de ter uma definição muito rígida sobre o que as coisas, pessoas e mundo deveria ser e, com isso, não conseguir reagir às mudanças e flutuações da realidade. A baixa tolerância à frustração, nesse caso, deve-se à esta percepção limitada e rígida do mundo. Se a pessoa consegue flexibilizar isso, consegue tolerar melhor a frustração. Porém, em alguns casos a não aceitação da realidade por critérios muito rígidos é apenas um sintoma de algum dos outros três fatores acima listados.</p>
<p>Espero que você, leitor, possa ter uma visão breve sobre o que motiva a baixa tolerância à frustração e que possa, com isso, refletir sobre a sua maneira de perceber o mundo.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Pessoas brabas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 10:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Ele é muito brabo sabe? &#8211; Sim, você já me falou, mas eu percebo outra coisa nele também. &#8211; O que? &#8211; Medo. &#8211; Medo? Nossa&#8230; &#8211; Você já percebeu que sempre que ele fica &#8220;brabo&#8221; é quando você mostra algum desejo ou intenção sua? &#8211; É verdade, não tinha feito o link mas &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/11/29/pessoas-brabas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Pessoas brabas</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Ele é muito brabo sabe?</p>
<p>&#8211; Sim, você já me falou, mas eu percebo outra coisa nele também.</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; Medo.</p>
<p>&#8211; Medo? Nossa&#8230;</p>
<p>&#8211; Você já percebeu que sempre que ele fica &#8220;brabo&#8221; é quando você mostra algum desejo ou intenção sua?</p>
<p>&#8211; É verdade, não tinha feito o link mas pensando bem&#8230;</p>
<p>&#8211; Pois é, porque será?</p>
<p>&#8211; Nossa Akim, será que ele se sente ameaçado?</p>
<p>&#8211; O que você acha?</p>
<p>&#8211; Sabe que pensando assim faz sentido? Ele sempre fala meio brabo comigo e fica dizendo que eu quero sair de perto dele&#8230; Que coisa!</p>
<p>&#8211; Pois é&#8230;</p>
<p>As tais &#8220;pessoas brabas&#8221; que são um tema recorrente no consultório em geral são pessoas muito rígidas e medrosas. Porque afirmo isso?</p>
<p>Raiva e brabeza são necessários quando?Em geral quando estamos preocupados ou nos sentindo agredidos e violados, e sempre que nos sentimos assim a emoção básica que temos é o medo. A solução para o medo é a fuga ou a luta e para estas duas situações sentimos a emoção da raiva. A pessoa braba é a pessoa que ataca. Ela ataca para não ser atacada ou para neutralizar o que ela considera como oponente &#8211; que pode ser desde uma pessoa até mesmo uma ideia.</p>
<p>Assim temos o pai autoritário que percebe toda manifestação de individualidade dos filhos &#8211; assim como da esposa muitas vezes &#8211; como ameaças a serem neutralizadas e ele ataca com sua brabeza. A esposa ciumenta que ataca toda manifestação de vida própria do marido porque considera esses atos ofensivos e a lista se estende.</p>
<p>Se você se identifica como uma dessas pessoas brabas pare para refletir sobre os seus medos e ansiedades &#8211; tá eu sei que você não tem nenhum &#8211; mas então pare e pense no porque você se irrita tanto com uma frase que seu filho diz ou com um comportamento de sua namorada, mãe, pai ou qualquer pessoa. Pergunte-se: para que serve toda esta brabeza? E lembre-se que só ficamos agressivos quando algo nos agride, portanto o que está agredindo você? Isso realmente precisa ser entendido como uma agressão?</p>
<p>Se você identifica os brabos e não sabe o que fazer com eles, lembre-se da mesma ideia: ele está reagindo à algo que está fazendo com que ele sinta-se violado ou agredido. Se a agressão vou muito violenta &#8211; tanto física quanto verbal ou moralmente falando &#8211; o melhor a fazer é se afastar e encontrar maneiras de se defender. Se não for o caso, tente olhar para esta parte dele (a) que está se sentindo violada, isso pode ajudá-lo (a) a poder deixar de lado a brabeza e buscar suavidade dentro de si.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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