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	<title>Arquivos Reflexão - Akim Neto Psicólogo Clínico</title>
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		<title>Conceitos flexíveis</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2014/03/05/conceitos_flexiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 10:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Porque eu faço isso desse jeito? &#8211; Ao invés de perguntar &#8220;porque&#8221;, me diga &#8220;para que&#8221;, qual a finalidade disso que você faz? &#8211; Não sei direito&#8230; acho que é importante fazer isso porque me sinto seguro ao fazer isso. &#8211; Ah entendi, quando você faz isso sente-se seguro e quando não faz sente-se &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2014/03/05/conceitos_flexiveis/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Conceitos flexíveis</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Porque eu faço isso desse jeito?</p>
<p>&#8211; Ao invés de perguntar &#8220;porque&#8221;, me diga &#8220;para que&#8221;, qual a finalidade disso que você faz?</p>
<p>&#8211; Não sei direito&#8230; acho que é importante fazer isso porque me sinto seguro ao fazer isso.</p>
<p>&#8211; Ah entendi, quando você faz isso sente-se seguro e quando não faz sente-se inseguro é isso?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Ótimo, perfeito. O que estes procedimentos que você faz geram como resultado que lhe dá a segurança que você tanto aprecia?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; depois que faço isso eu percebo a casa limpa, o cheiro da louça limpa e do chão eu me sinto seguro.</p>
<p>&#8211; Perfeito. A segurança que você sente tem a ver com estes detalhes, ótimo!</p>
<p>&#8211; Mas é meio bobo isso não é?</p>
<p>&#8211; O que?</p>
<p>&#8211; Eu me sentir seguro com isso.</p>
<p>&#8211; Não cabe à mim julgar isso, mas me diga, esses sinais são os único que podem ajudar você a se sentir seguro? Ou seja, já teve alguma situação em que a sua casa não estava desse jeito e você sentiu-se seguro?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Ótimo, então é possível ter a casa desarrumada e sentir-se seguro?</p>
<p>&#8211; Sim.</p>
<p>&#8211; Perfeito, o que eu te pergunto então é que outros sinais você pode ter para sentir-se seguro?</p>
<p>&#8211; Acho que mais importante do que a casa é se eu estou em dia com os meus negócios e com o meu estudo.</p>
<p>&#8211; Perfeito, então como seria associar estes dois elementos à mais além dos que você já usa?</p>
<p>&#8211; Eu ficaria ainda mais flexível eu acho.</p>
<p>&#8211; Perfeito!</p>
<p>Todos temos elementos que são importantes em nossas vidas. Referenciais que nos dizem se somos bons, ruins, se estamos bonitos, se a nossa casa está arrumada, se nossa relação está boa. Todos estes referenciais falam à respeito de algo que é importante para nós, assim sendo, se percebo um cheiro de lavanda em minha casa e vejo o chão sem nenhuma sujeira entendo que a minha casa está limpa e &#8220;casa limpa&#8221; é algo de importante valor para mim, pois me diz que sou uma pessoa asseada e confiável.</p>
<p>Esta conexão &#8220;cheiro de lavanda&#8221; = casa limpa = pessoa asseada é o que chamamos de &#8220;equivalência&#8221;, ou seja, algo que tem o mesmo valor de outra coisa sendo que esta &#8220;coisa&#8221; não tem relação específica direta. O que o cheiro de lavanda tem a ver com confiança, por exemplo? Nada, a não ser a associação que criamos. Todos nós temos essas associações e elas nos ajudam a organizar o nosso mundo, o problema é que, por vezes estas associações podem ser limitantes demais ou frouxas demais.</p>
<p>Por isso é importante refletir sobre estas associações. Começamos isso nos perguntando para que queremos o que queremos, ou, para que um determinado procedimento é importante. Por exemplo, para que as coisas &#8220;tem que ser&#8221; desse jeito? Qual a finalidade? Depois que compreendemos qual a finalidade é importante sabermos como percebemos que estamos atingindo isso. O &#8220;cheiro de lavanda&#8221;, por exemplo, é uma referência. Sabendo dessas referências podemos nos perguntar se não existem outras referências ou se o resultado que esperamos da referência (no caso do cheiro de lavanda, o status de pessoa confiável) não pode ser atingido de outras formas, ou até, se a referência que temos é adequada (novamente: o que cheiro de lavanda tem a ver com confiança?)</p>
<p>Quando nos perguntamos isso aprendemos a flexibilizar alguns conceitos que temos sobre nós e sobre nossa rotina. Além disso podemos chegar até à nos perguntar sobre nossos valores, mas isso é outra história&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Conclusão x ação</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 11:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Agir]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão! &#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema? &#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe? &#8211; Sei sim, mas, novamente: qual &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/12/02/conclusao-x-acao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Conclusão x ação</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão!</p>
<p>&#8211; Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe?</p>
<p>&#8211; Sei sim, mas, novamente: qual o problema?</p>
<p>&#8211; Ah não sei&#8230; qual?</p>
<p>&#8211; Eu é que pergunto: você já sabe que quer ficar com o carro, porque está se perturbando?</p>
<p>&#8211; Por causa da minha irmã!</p>
<p>&#8211; Qual o problema com ela?</p>
<p>&#8211; Que ela fica falando para vender!</p>
<p>&#8211; E você quer?</p>
<p>&#8211; Não.</p>
<p>&#8211; Então?&#8230;</p>
<p>&#8211; Tá&#8230; o problema é que eu não consigo dizer para ela: eu não vou vender, não insista.</p>
<p>&#8211; Ah&#8230; muito bem! Decisão tomada e atitude correta! Agora sim!</p>
<p>O tema do post de hoje é decisão. Muitas pessoas dizem na sessão que &#8220;não sabem tomar decisões&#8221;, no entanto o que tenho percebido é que elas não se comprometem com a decisão à ponto de tomar uma ação ou tomam ações se baseando em opiniões que não são adequadas para elas. Conclusão e ação são duas partes inseparáveis de uma decisão, por esta razão é importante compreender mais sobre elas para evitar ter &#8220;problemas em decidir&#8221;.</p>
<p>Para que existe uma conclusão é necessário que exista o raciocínio da pessoa. Isso pode parecer óbvio, porém muitas vezes as pessoas simplesmente assumem conclusões de terceiros e as tomam como conclusões próprias. O problema é que nem sempre a conclusão de um terceiro pode ser útil para a pessoa. Assim sendo é importante que a pessoa raciocine a situação ou a escolha de acordo com seus próprios valores, desejos e objetivos para que, com isso, ela chegue à uma conclusão adequada para si.</p>
<p>Você pode solicitar a opinião de terceiros, ou mesmo pedir ajuda num assunto que você desconhece, mas isto não implica que você deva acatar sem pensar aquilo que um terceiro lhe diz: quantas vezes um especialista errou e uma intuição de um &#8220;leigo&#8221; prevaleceu como correta? A ideia é que é sempre importante a pessoa assumir um posicionamento conceitual que reflita o que ela pensa, sente e deseja para que a conclusão seja dela.</p>
<p>Isso se dá porque se a conclusão não for da pessoa a ação poderá ser muito difícil e um possível arrependimento muito mais doloroso: &#8220;porque não fiz aquilo que eu pensei em fazer?&#8221; &#8220;porque fui ouvir ele(a)?&#8221; são os lamentos que ouço no consultório. Isso nos faz passar para a parte da ação.</p>
<p>A &#8220;segunda&#8221; fase consiste em agir. Se a pessoa já definiu o que deseja e percebeu qual o melhor  caminho para ela agora precisa colocar o raciocínio em prática e tomar as atitudes necessárias. Os problemas aqui são quando a pessoa tem dificuldade em se comprometer consigo assim como quando ela tem ações que não refletem o seu pensamento. Quando existe dificuldade em se comprometer a pessoa pensa e repensa no que é &#8220;certo à se fazer&#8221;, mas não faz. Isso consome a pessoa por dentro gerando grande ansiedade. Já no segundo caso é aquela pessoa que nunca sabe o que faz &#8220;fiz porque me falaram&#8221; &#8211; como se ela não pudesse julgar por ela mesma o que deve fazer.</p>
<p>Agir é concretizar um pensamento, uma forma de expressão ou um desejo. Se não existe a ação temos apenas um belo pensamento, uma bela teoria: pode ser bela, mas nunca será, de fato, real. Por mais que se insista que se uma ideia existe na mente ela já é real o suficiente, coloco o ponto de que pensar num jantar não é o mesmo que estar num jantar, portanto embora seja real &#8211; enquanto pensamento &#8211; não é real enquanto a experiência que se propõe. Além disso nunca vi alguém se queixar porque fez o que era preciso, mas sempre ouço as pessoas reclamando de não terem feito aquilo que precisavam fazer com suas vidas.</p>
<p>A decisão, então, envolve desenvolver um opinião à respeito do tema, situação ou desejo que respeite nossos valores, pensamentos e que sirva para o nosso crescimento, o nome disso é conclusão, ou seja, tomando todos estes elementos a pessoa conclui que&#8230; O segundo passo é a ação refletida: &#8220;se penso isso, portanto devo fazer&#8230; seria adequado que eu fizesse&#8230;&#8221; Que representa a expressão no mundo material da conclusão da pessoa.</p>
<p>Qualquer pessoa que tenha um problema em decidir deve atentar para estes dois aspectos para ver onde está a  falha: no pensar ou no agir.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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		<title>Morte</title>
		<link>https://akimneto.com.br/2013/04/10/morte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[psicoakim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 11:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Akim Rohula Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Tenho pensado muito sobre a vida sabe? O tempo que temos aqui. &#8211; E o que você tem pensado? &#8211; Na verdade tenho pensado um pouco sobre a minha morte&#8230; me dá um medo isso&#8230; uma coisa estranha. &#8211; Fale mais sobre essa &#8220;coisa estranha&#8221;. &#8211; Quando eu penso que a minha vida chegou &#8230; <a href="https://akimneto.com.br/2013/04/10/morte/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Morte</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Tenho pensado muito sobre a vida sabe? O tempo que temos aqui.</p>
<p>&#8211; E o que você tem pensado?</p>
<p>&#8211; Na verdade tenho pensado um pouco sobre a minha morte&#8230; me dá um medo isso&#8230; uma coisa estranha.</p>
<p>&#8211; Fale mais sobre essa &#8220;coisa estranha&#8221;.</p>
<p>&#8211; Quando eu penso que a minha vida chegou no fim me dá um frio na barriga&#8230; como se estivesse perdendo meu tempo sabe?</p>
<p>&#8211; Hum&#8230; tempo para o que?</p>
<p>&#8211; (pensativo) tempo para&#8230; não sei ao certo&#8230; acho que tem coisas que eu quero fazer, viver&#8230;</p>
<p>&#8211; E tem feito, vivido?</p>
<p>&#8211; Não&#8230;</p>
<p>&#8211; Se você tivesse feito ou estivesse fazendo, como seria pensar na sua morte?</p>
<p>&#8211; Mais recompensador</p>
<p>&#8211; Recompensador?</p>
<p>&#8211; Sim&#8230; é como se ela se tornasse um final digno de uma vida&#8230; dá para entender?</p>
<p>&#8211; Eu consigo e como isso fica para você?</p>
<p>&#8211; Fica como um chamado&#8230; entendi que preciso parar de enrolar a minha vida</p>
<p>Quando se fala sobre morte geralmente entramos no tema do &#8220;medo do desconhecido&#8221;, gostaria de trilhar outro caminho, pois temer o que não se conhece é algo inconcebível, se a nossa mente não consegue fantasiar algo à respeito, não consegue temer. Se não conhecemos algo o que tememos não é esse algo, mas nossas fantasias sobre este algo.</p>
<p>No que tange à fantasias em torno da morte, geralmente elas tem a ver com a vida que a pessoa levou &#8211; ou leva. Os sentimentos que ela tem em relação ao seu momento final geralmente são encontrados em larga escala durante a sua vida também, Stanley Keleman diz que a pessoa morre como viveu, sendo o ato de morrer o último &#8220;ato&#8221; que ela irá realizar em vida.</p>
<p>Assim é interessante porque pensar na morte é uma forma &#8220;invertida&#8221; de pensar na vida. Invertida porque pensamos no fim para repensarmos o &#8220;meio&#8221;, geralmente a reflexão sobre a morte &#8211; a boa reflexão &#8211; se traduz, mais tarde, na aquisição de novos valores, novos comportamentos e atitudes, na necessidade de reconstruir relacionamentos com pessoas importantes, enfim, de reorganizar a vida da pessoa em prol de uma experiência de vida mais significativa.</p>
<p>É como se a morte fosse um teste: estou vivendo a minha vida, hoje, de uma forma que me dá significado? Se eu morresse agora, morreria feliz? Não conseguimos experienciar a morte enquanto humanos pois não temos nenhuma experiência dela, assim nos pensarmos mortos tem um significado profundo no qual nos imaginamos com todas as possibilidades exauridas, e, em posse desta visão, refletirmos as possibilidades que estamos vivendo: elas realmente valem à pena? Elas realmente me trazem o que preciso? Não se trata, necessariamente de novas escolhas, muitas vezes é, simplesmente uma nova forma de viver, um novo jeito de olhar o que já se vive.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Visite o nosso site: www.akimpsicologo.com.br</p>
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